Caminhando entre os mortos

20 Capítulo 20 - Ficar de guarda é melhor que procurar baterias.


Notas iniciais
Olá pessoas, mais um capítulo para vocês. Esse eu quero dedicar a uma amiga querida a Andressa, que me fez uma recomendação, ganhei muito desde que comecei a postar minhas fics, ganhei amigos, o que pode ser mais valioso que isso? Obrigada Andressa, não só pela recomendação, mas pelo carinho de amiga!

Pov – Alice

−Diga o que quiser, não ligo a mínima para a opinião daquele garoto! Ele responde começando a parecer bravo, não quero brigar, não quero brigar nunca mais, pensei que choraria para sempre, foi uma noite infernal.

−Daryl! Eu digo com minha voz mais doce – Porque não me dá um beijo e para de ficar bravo comigo?

−Você apela sabia? Ele resmunga antes de me beijar, meu coração dispara mais uma vez, como quis estar de novo em seus braços, mas eu não podia vir atrás dele, Daryl me magoou e tenho amor próprio, foi difícil resistir, mas valeu a pena.

−A senhora Adams está terminando as cortinas, logo vai ter uma aqui.

Aviso me aconchegando de novo em seu peito, quem precisa de travesseiro se pode dormir ali? Penso enquanto brinco com um botão de sua camisa.

−O que foi fazer no bloco D? Ele me pergunta.

−Pedir um abraço a ela, eu estava triste e abraços sempre ajudam, queria um de alguém que sabe abraçar, um desses abraços que protegem.

−Ela te deu o que queria?

−Sim, fiquei um tempo deitada na cela dela e ela como tem um coração enorme e não é egoísta como você, me fez cafuné!

−Disse por que estava triste? Ele parece preocupado.

−Claro, ela está muito brava com você, vai puxar sua orelha, foi o que me disse!

−Alice se me fizer passar por isso eu nem sei... Está brincando não é?

−Não! Eu aviso, ela disse mesmo que faria, quem mandou ele me magoar – Isso é para aprender a não me fazer chorar, sou dramática quanto a isso, acostume-se, se vou chorar então me entrego, ela me perguntou porque estava triste e disse que a culpa era sua, que você era um idiota!

−E ela? Ele pergunta.

−Concordou comigo, mas não quero ficar lembrando que me deixou triste.

−Não se importa de ficar brava, com raiva, mas detesta ficar triste como disse, porque, raiva não é pior?

−Raiva pode até ser ruim, mas te faz sentir vivo, faz seu sangue correr, te dá coragem, força, a tristeza é diferente, te faz morrer um pouquinho, caminhar entre os mortos nos matou a todos um pouco, não quero mais nenhuma dose disso.

−Faz sentido! Ele se meche para me olhar, quase diz alguma coisa, mas depois muda de ideia e me beija – Vamos dormir, também estou cansado hoje.

−Porque não consegue dormir sem mim! Eu digo a ele – Adora meus beijos, só consegue dormir comigo a seu lado, está viciado!

−Se coloca em muita alta conta!

−Tá, vamos dormir, briga comigo, me faz chorar e nem é capaz de dizer que é louco por mim, que sou perfeita, sofro muito!

−Vai passar o resto da vida me jogando isso na cara?

−Vou! Eu respondo – Agora pode me deixar dormir, toda hora me beija, conversa, está muito apegado e ciumento, me sufoca, preciso de espaço!

−Precisa é de uma mordaça!

−Olha o troglodita em ação, não me surpreenderia se saísse me arrastando pelos cabelos por toda prisão.

−Não Daryl o apocalipse não é suficiente, você é um Dixon, tinha que receber esse presente também! Ele resmunga, me faz rir, acaba sorrindo também, eu roubo um beijo dele e depois pego no sono.

O dia mal tinha amanhecido quando acordo, Daryl está me apertando junto a ele, sinto sua barba no meu pescoço, podia ficar ali para sempre, mas me lembro da aposta, que merda de garoto esperto, está na hora de ir ajudar Rick, suspiro, justo hoje que queria ficar ali um tempo, ver Daryl acordar, mas cumpro minhas promessas e então me afasto dele, tento me levantar o mais cuidadosa possível, estava mesmo conseguindo, mas meu pé fica preso entre suas pernas e então caio da cama e quase levo ele comigo, Daryl se assusta, me olha no chão sentada.

−O que diabos está acontecendo?

−Você me derrubou, estava tentando levantar, mas fica todo enrolado em mim, cai.

−Alice, admita tem problemas mentais, qual remédio tomava, vou bater todas as farmácias da cidade até encontrar.

−Cala a boca! Resmungo – Devia perguntar se me machuquei, tentar me levantar, mas fica ai deitado com cara de idiota!

−Mal amanheceu, onde vai?

−Substituir aquele pequeno aproveitador na horta!

−Bem feito! Ele ri de mim.

−Da próxima vez que estiver sem sorte no jogo vou apostar você! Reclamo, então me viro em busca dos sapatos, eles sempre se escondem, toda manhã é isso, acho um quase na porta da cela, eu calço e depois acho o outro ao lado da cama, calço e só então me levanto, minha lanterna está na cama, me aproximo para pegar, ele me puxa e caio por cima dele, um bom lugar para cair.

Ele me beija, aquilo é tão bom que fico tremula, mas me afasto determinada.

−Bom trabalho fazendeira! Ele ri de mim.

Deixo a cela e vou ao encontro de Rick, Carl deve ter ficado lendo a noite toda e agora pode dormir feito um anjo enquanto eu tenho que deixar Daryl Dixon e seus beijos e lavar um chiqueiro!

Rick ri assim que me vê, não devolvo o sorriso, esfrego os olhos sonolenta.

−Quem mandou ensinar meu filho a jogar pôquer?

−Ainda me vingo! Eu ameaço e ele volta a rir de mim.

Começamos o trabalho, limpamos o chiqueiro e acabo me divertindo muito com Violet e seus irmãos.

−Agora vamos cuidar da horta, vou te ensinar o que tem que fazer.

−Vamos, tchau Violet! Aceno para a porca e deixo o chiqueiro, seguimos para horta.

−Está feliz agora, fizeram as pazes?

−Daryl te contou que brigamos? Eu pergunto.

−Não, mas nem precisava, ele estava bravo e você triste, logo vi!

−Ele é um idiota!

−Você faz bem a ele, Daryl está mais tranquilo e relaxado desde que chegou, agora todos parecem adorar ele.

−Não era assim antes?

−Nem queira saber, principalmente por conta do irmão.

−Merle?

−Sim, era um babaca, fazia Daryl se sentir inferior, amava o irmão, mas não fazia bem a ele.

−Entendo, ele nunca fala muito dele, acho que teve uma vida difícil.

−Sim, acho que sim, mas ele não se abre muito, talvez você tenha mais sucesso com isso.

−Quem sabe! Dou de ombros – Está bravo que ensinei o Carl a jogar?

−Não, meu filho não se entende muito com ninguém além da família, então é bom que o ajude a se misturar.

−Eu estava com medo de você! Admito e Rick ri com muito gosto.

−Anda com o Daryl para cima e para baixo e tem medo de mim? Ele me diz – As coisas mudaram mesmo nessa prisão.

Rick me mostra o adubo, me ensina o que fazer com ele e se afasta, a terra está cheia de minhocas. Começo a recolher tudo num balde, então olho para dentro e vejo Daryl de pé nos assistindo, a besta nas costas, pego uma minhoca e balanço para ele que sorri, finjo que vou colocar na boca, ele faz cara de nojo, mas depois volta a sorrir.

Eu amo Daryl, isso fica cada dia mais claro e assustador, já perdi tanto, dá tanto medo, aceno para ele, que me devolve o aceno, volto ao trabalho.

Quando termino era quase hora do almoço, Rick me dispensa e prometo voltar no dia seguinte, encontro Carl no refeitório, ele ria de mim me assistindo caminhar em sua direção.

−Dormiu bem? Eu pergunto com ar acusador.

−Muito e você acordou muito cedo?

−Tão cedo que parece que acordei ontem! Reclamo.

−Alice! Beth me chama – Fraldas!

−Eu voltei a ficar feliz, quero revanche! Digo seguindo para cela de Rick com Beth, ela me assiste trocar as fraldas de Judith, sei fazer isso, na verdade nem mesmo me importo, ela é um bebê adorável.

−Se entenderam? Beth me pergunta baixinho.

−Sim, acho que sim, vamos brigar de novo isso é certo, mas agora tudo está bem.

−Disse a ele sobre a coisa permanente? Beth diz rindo.

−Nem pensar! Nego com a cabeça – Ele vai me atormentar se disser.

Seguimos para o refeitório já é hora do almoço, me sento ao lado de Daryl, ele tem um ar feliz, quero ás vezes que me abrace, mas ele não sabe fazer, um dia vou descobrir porque é tão difícil para ele, quem sabe posso ensinar.

−Cansada?

−Um pouco! Eu respondo quando me sento com meu prato, aquilo deve ser sopa, penso olhando para a comida nas minhas mãos.

−Amanhã vamos sair de novo, vai junto?

−Claro! Eu respondo, Daryl concorda com um movimento de cabeça.

−A velha veio me ameaçar, obrigado Alice, foi constrangedor!

−Mereceu! Ele me olha torto – O que ela disse?

−Pergunte a ela! Resmunga, terminamos de comer e ficamos sentados ali, um do lado do outro assistindo o movimento que vai aos poucos diminuindo, até só restar nós dois.

−Hoje eu estou de guarda na torre! Ele me avisa, olho para ele, sei o que quero, sei exatamente o que quero como nunca soube antes.

−Posso ficar lá com você? Pergunto e ele me olha um segundo está pensativo.

−Lá é reservado, distante, nós dois lá, eu não sei Alice, é difícil para mim, você sabe, manter o controle.

−Não quero que se controle, eu quero que aconteça!

Daryl me olha, seus olhos estão escuros, meu coração descompassa um pouco, mas mantenho o olhar.

−Não sei se devia dizer essas coisas! Ele diz meio confuso.

−Eu sinto essas coisas, penso nelas, não dizer é hipocrisia!

−Certo, eu vou estar lá, se quer mesmo ir... A decisão é sua, se não aparecer nada vai mudar.

−Eu vou, é isso que quero! Queria poder tocar Daryl em público, fico pensando se ele me afastaria, mas como não sei apenas ficamos ali um pouco, silenciosos, então ele se levanta, me sorri com aquele sorriso leve e raro.

−Tenho que ajudar o Ty, te vejo à noite! Daryl caminha para fora e fico sentada, pensando no que vem a seguir, se vou saber corresponder ao que ele espera de mim, mas isso não passa de meus medos, os medos de uma menina.

Emma me vem à mente, suas profecias, ela tinha razão, o cara que ela sempre me disse que seria perfeito para mim, que nunca achei que existisse, existe, é Daryl Dixon, eu sei agora que é ele, não sei se vai dar certo, se vamos viver o bastante para isso, mas se viver até o fim desta noite então acho que posso dizer que vivi o bastante.

Me concentro nos meus afazeres, quero me distrair e não pensar, me lembro dos conselhos de Emma, não tenha medo, se deixe levar, se for o cara certo vai ficar tudo bem.

Falamos sobre isso um milhão de vezes, e agora que está prestes a acontecer só queria poder correr para ela é dizer que encontrei ele, que eu sinto tudo que ela disse que sentiria e que estou feliz com isso, mas ela não está mais aqui e preciso seguir sem Emma.

Penso em Daryl, no que seus beijos fazem comigo, no que sinto quando suas mãos percorrem meu corpo, um sorriso se forma em meus lábios, como posso não querer?

−Rindo sozinha? Maggie se materializa nem a vi se aproximar, eu a fito sem desfazer o sorriso – Que foi? Ela parece espantada – Está tão feliz, já vi que estão bem, mas esse sorriso, que foi, finalmente aconteceu?

−Não, mas vai acontecer!

−Nossa! Ela sorri – Isso é bom, eu fico feliz, hoje?

−Na torre!

−Está com medo?

−Não! Sou honesta, não estou com medo, estou ansiosa e um pouco insegura, mas zero de medo – Eu.. am...

−Vai Alice diz de uma vez!

−Amo Daryl! Confesso em voz alta pela primeira vez, ela sorri.

−Se precisar de qualquer coisa me diga!

−Nada, estou bem, espero me sair bem! Ela ri – Quero que ele se sinta feliz sabe, eu sei o quanto é difícil para ele.

−Vai dar tudo certo! Ela me tranquiliza.

Fico conversando com Maggie, depois subo para minha cela, me deito e fico pensativa, relembrando cada momento que vivemos juntos, sim, é isso que quero.

Só nos encontramos no jantar, ele me sorri quando caminho para ele, uso meu jeans de sempre, uma camiseta azul que adoro e deixei meus cabelos secarem soltos, sei que ele gosta deles assim.

Me sento, mas não estou com o menor apetite, acho que nem ele.

−Tudo bem? Ele pergunta.

−Sim, ainda quero ir se é essa sua dúvida!

−Eu sei que sim, quero que vá, sabe disso.

Apenas afirmo com a cabeça e continuo beliscando a comida.

−Vou acertar umas coisas com a Sasha lá fora, te vejo lá em cima! Ele me diz se levantando, concordo com um movimento de cabeça.

Termino de jantar troco mais uma fralda de Judith, reclamo com Beth por ela estragar minha noite ela ri de mim e a deixo em companhia de Zack, então pego minha lanterna e caminho para fora, a noite está um tanto fria, anunciando a proximidade do inverno, os zumbis gemem nas cercas, passo por Tyreese que está com Karen esses dois estão cada dia mais próximos, então caminho para torre três, nada de medo, apenas ansiedade, abro a porta e acendo minha lanterna, subo os degraus e quando chego lá em cima Daryl me ajuda a sair da escada.

−Adoro isso! Brinco fechando o alçapão, ele me olha um instante, ilumino seu rosto com a lanterna – Vim trazer seu minuto perfeito! Brinco com ele.

−Veio!

Ele me olha, fico subitamente corada, sem a menor ideia de como agir, acho que agora devo apenas deixar que as coisas aconteçam. Daryl caminha em minha direção, tira uma mecha do meu cabelo do rosto, sinto o toque dos seus dedos em minha pele, esse tipo de carinho é tão raro que meu coração bate forte.

−Pensei que podíamos deixar a idiota e o troglodita lá em baixo! Ele me diz e concordo gostando da ideia.

−Será que o cara que não sabe abraçar pode ficar lá também? Eu peço, ele me puxa para seus braços.

−Podemos tentar! Daryl me diz me envolvendo num abraço que faz minhas pernas ficarem bambas.

Seus lábios descem de encontro aos meus, ele me beija e de algum modo meu corpo incendeia como nunca aconteceu antes, me deixo levar, que meus instintos me conduzam, eu decido e então suas mãos percorrem meu corpo, as minhas fazem o mesmo, seus lábios descem por meu pescoço.

−Adoro seu cheiro! Ele me diz no ouvido, suspiro e ele toma mais uma vez meus lábios – Quer mesmo isso?

−Quero! Eu digo sem conseguir coordenar muito as ideias, então Daryl me puxa para o colchão, é incrível como confio nele, como não tenho medo, este é o único lugar em que quero estar.

Entre beijos apaixonados e mãos avidas vamos nos despindo, cada vez que minha pele toca a dele sinto um arrepio de prazer, minha respiração está acelerada, ele tem os olhos grudados nos meus, me beija, me toca, seus lábios descem mais uma vez por meu pescoço, alcançam meus seio, aquilo é uma tortura inebriante, gemo, arqueio, se for sempre assim nunca mais vou sair da torre.

−Daryl! Digo seu nome, me surpreendo com a rouquidão de minha voz, ele me envolve mais, está sobre mim, nossos corpos agora completamente nus se roçando e sinto o calor que vem do seu corpo.

−Quero você Alice! Ele diz num sussurro.

−Também quero! É tudo tão urgente, necessário, cada toque, cada gemido, meu, dele, nos confundimos, misturamos, não sou mais eu, sou apenas aquele momento, apenas um misto de sensações eletrizantes, ele beija meu corpo, desliza suas mãos por ele, me decora, enlouquece.

Depois volta para mim, me beija longamente, se afasta e nos olhamos, eu podia dizer a ele o que sinto, que eu... a coisa permanente.

−Eu... Quero você! Digo por fim, que se dane as palavras, elas não mudam nada, não agora.

Daryl se prepara, entre um beijo e outro pega o preservativo. Que bom que alguém pensa, me sinto pronta, e depois de um longo beijo, ele me invade o corpo lentamente, devia doer, mas é tão emocionante que nem sinto nada, só aquela vontade louca de ser dele, de nunca mais acabar.

−Alice eu... – Ele me olha profundamente, amo Daryl Dixon – Está bem? Ele me pergunta, apenas concordo com um movimento de cabeça, minha voz perdida em algum lugar daquela confusão de emoções.

Os movimentos começam, e eu que achei que aquilo era o máximo de prazer que alguém podia sentir, mas tudo fica cada vez mais intenso e instintivo, sei o que fazer, não sei como, mas sei, ele me beija mais uma vez, é tão intenso, e crescente e então me sinto deixar meu corpo, e uma sensação de plenitude me invade, é perfeito.

Ficamos imóveis, nos olhando, pela primeira vez seus dedos tocam com carinho meu rosto, traçam minhas linhas, ele tem uma expressão leve, beija meus lábios com delicadeza, continua a me fazer carinho e fico muda, dessa vez de emoção, mas não quero e não vou chorar, embora sinta um nó na garganta.

Daryl beija a ponta do meu nariz, se continuar assim carinhoso eu vou desabar em lágrimas.

−Nariz mandão! Ele diz e eu sorrio – Toda linda!

−Manda o troglodita subir se não eu vou chorar!

−Tentei, ele está ocupado, não está ouvindo ele gritar com a idiota?

−Se merecem! Eu respondo antes de ganhar mais um beijo carinhoso.

−Foram feitos um para o outro!

Nem sei como, mas tudo recomeça, agora sei como é e me sinto livre, quero devolver a ele o que me deu, e me entrego de novo aos instintos, meu corpo comando e apenas obedeço, nem sinto o tempo passar, quando finalmente me deito a seu lado o céu já começava a perder o negro da noite, e ganhava a leve claridade da madrugada, Daryl me puxa para ele, me abraça, me encosto em seu peito, não tem nenhuma dor em mim, nenhuma angustia, estou vazia de tudo que um dia me fez sofrer.

−Ficar de guarda é melhor que procurar baterias! Ele me olha sorrindo, parece tão feliz, acho que estou assim também – Agora além de ser louco por meus beijos vai ficar louco por meu corpo também?

−Você é ridícula! Ele me responde, alguém abriu a porta e o troglodita e a idiota subiram, por mim tudo bem, gosto deles também.

Notas finais
Espero que tenham gostado, o "Eu te amo" Ainda não veio, façam suas apostas de como vai ser!rsrsrs Para quem acompanha Fim dos Tempos 2 eu prometi postar Domingo, mas perdi o capítulo, estou terminando de reescrever, posto ainda hoje, prometo.