Caminhando entre os mortos

10 Capítulo 10 - Você é uma péssima refém


Notas iniciais
Olá pessoas, mais um capítulo esse é em especial para meu amigo Artur que me recomendou, adoro você Artur e adoro suas fics, principalmente Vírus! Obrigada pelo carinho, foi uma recomendação linda como todas que faz.

Pov – Alice

Se ele pensa que vai sem mim está muito enganado, eu não vou obedecer Daryl Dixon feito todo mundo aqui, mesmo ele sendo... Eu sei lá, ele me deixa maluca!

Aquele beijo não sai da minha cabeça, já pensei em perguntar a ele se me beijaria de novo, achei que era péssima ideia, mas não paga nada sonhar então é o que faço.

Mas nem isso vai me impedir de ir contra ele e sair na missão, e vou chamar de missão para sempre só para irritar aquele cabeça dura, mal humorado!

É uma péssima noite, penso nele na cela ao lado, ele veio aqui saber de mim, ninguém fez muito isso para mim, apenas Emma se preocupava realmente comigo e isso é um pouco estranho, depois que ela morreu eu achei que seguiria sozinha e já sinto que Daryl faz parte da minha vida, mas isso não quer dizer que vai mandar em mim, não sou de aceitar as coisas como são sem lutar.

De novo me vejo nos braços dele, quase posso sentir suas mãos nas minhas costas queimando minha pele, nunca me senti assim, ele mexe comigo, me provoca, me deixa tonta e confusa, me tira do sério e quando vejo estou fora de controle, queria que Emma estivesse aqui para me ajudar a entender isso.

Adormeço e pela manhã meu braço está completamente bom, isso é ótimo porque vou com o grupo, me arrumo, prendo os cabelos, pego minha faca, minha pistola e uma blusa de frio que amarro na cintura, além das minhas armas habituais decido levar um pequeno e leve machado de incêndio, como o que Cooper tinha, ele fica preso no cinto é útil e seguro, agora só preciso se forte e vencer essa batalha, ele ganhou a última essa é minha.

O grupo estava reunido no pátio, dividindo armas enquanto olhavam para um mapa no capô de um carro, eu caminho decidida, Maggie me sorri, eu disse a ela que iria e ela duvidou de mim, agora é uma questão de honra.

−Não! Daryl diz quando me aproximo, usa seu habitual tom imperativo que ignoro como de costume, eles começam a entrar nos carros – Não e pronto!

Eu continuo meu caminho passo por ele direto e sigo em direção a abertura que temos nas grades mais a baixo, ele sabe que estou indo naquela direção, mas continuo andando.

−Onde diabos você vai? Ele grita eu paro estamos distantes e acho bom, assim me dá tempo de correr caso ele decida me estrangular.

−Vou numa missão individual de busca por suprimentos, já que não quer que siga com seu grupo, vou sozinha.

−Não vai a porcaria de lugar nenhum! Ele grita eu continuo fingindo que estou calma.

−Eu sou livre! Respondo sorrindo – Amo a liberdade, se não posso sair vai ter que me prender numa cela!

−Que inferno! Ele grita passando a mão pelo cabelo, eu lhe dou as costas estrategicamente, continuo meu caminho a passos lentos, conto mentalmente quanto tempo vai demorar para que ele se renda e então – Sobe na maldita moto! Ele grita, eu paro sorrindo, controlo o sorriso, desfaço a cara de triunfo antes de me virar de volta e caminhar lentamente até onde ele estava agora já sobre a moto, seu olhar me fuzila.

−Obrigada! Eu digo quando me sento em sua garupa, pisco disfarçadamente para Maggie que sorria tão vitoriosa quanto eu.

Pegamos a estrada, Daryl está silencioso, e eu exultante, vou ficar concentrada e calma fazer tudo direito e provar que mereço sua confiança, não quero ter que brigar toda vez que formos sair.

−Vamos a alguma cidade? Ele ignora minha pergunta, fico calada uns minutos, é bom estar ali, envolvendo seu peito, não precisava estar tão colada nele, mas já que estou aqui não custa aproveitar – Vai ficar de mal de mim para sempre? Mais uma vez sou ignorada, depois eu é que me comporto como criança.

Desisto de falar com ele e seguimos em silencio até uma cidade pequena, entramos em uma das ruas e seguimos até o centro dela, paramos diante de uma grande loja, eu desço e ele faz o mesmo, ainda estou sendo ignorada, olho para os carros, Maggie e Glenn estavam em um deles com Sasha e Michonne, no outro estavam Tyreese e Paul, acho que não era necessário virmos tantos e se um carro estava quase vazio podíamos ter vindo com eles ao invés de usar a moto, mas não reclamo de andar de moto nunca.

Aceno para Paul que me sorri, ele é muito gentil e acho que a mãe dele tem esperanças sobre um possível romance entre nós, mas não vai acontecer, não tinha a menor possibilidade antes do mundo acabar e agora que acabou tem menos ainda, principalmente depois que Daryl Dixon me beijou.

−Vamos entrar, recolher o que for útil e sair como de costume, eu acho que podemos ficar o mais próximos possível durante a varredura e depois nos separamos em duplas! Sasha avisa e Paul dá um passo em minha direção, mas Daryl me puxa pelo braço como se esse fosse de borracha.

−Vamos juntos! Tyreese diz a Paul quando sente o clima.

Entramos todos, tudo parece limpo e nos separamos em duplas, são vários departamentos, eu e Daryl entramos em um deles.

−Cortinas! Eu digo quando vejo lençóis e outros produtos cama e mesa ele não me responde – Não adianta ficar de mal para sempre, me trouxe, porque não aceita e ficamos de bem?

−Alice eu sou um adulto, não estou de mal de você, só não estou falando com você!

−Sei lá, parece a mesma coisa, de qualquer modo eu estou falando com você! Ele me olha de cante de olho – Acho que devia saber que não pretendo parar de falar com você!

−Quer alguma coisa pega de uma vez! Ele me diz apontando as prateleiras – Se não vamos continuar.

Eu suspiro e caminho até as prateleiras, escolho alguns lençóis, ele não sabe mas é ele que vai fazer uma cortina para mim, mas não acho boa ideia avisar agora. Está tudo tranquilo e continuamos nosso caminho.

−Onde ia? Ele me pergunta e paro, quando me viro estamos quase colados um no outro, quase posso sentir sua respiração no meu rosto, não me afasto – Me diga, para onde você ia?

−Lugar nenhum, só estava fazendo um pouco de pressão! Eu sorrio e ele mais uma vez me fuzila, pega meu braço irritado – Eu sabia que te convenceria.

−Quer dizer...

−Que provavelmente voltaria para dentro se tivesse dito não! Abro meu melhor sorriso, não funciona.

−Ótimo saber, não vem mais! Ele faz cara de vitória.

−Só porque disse que não iria em lugar nenhum hoje não quer dizer que não vá nunca.

Estamos muito perto, cada vez mais perto, impossivelmente perto, agora sinto claramente sua respiração no meu rosto, seus olhos fixos nos meus como um desafio.

−Está me deixando mais furioso do que deveria! Ele me ameaça.

−E o que vai fazer se te deixar ainda mais furioso? Eu provoco.

−Te dar uma boa lição!

−Eu não tenho medo de você! Ele sorri malicioso e quando me dou conta estamos mais uma vez nos beijando, dessa vez é como se nunca tivéssemos nos afastado, eu reconheço seu toca, seu gosto, suas mãos que percorrem meu corpo indo mais longe do que deveriam ao menos num lugar como aquele, mas só consigo pensar nele e no que provoca em mim, no quanto quis que algo assim se repetisse.

−E eu achando que o mundo estava acabando! Uma voz que não conheço diz atrás de mim, então sinto o cano de uma arma encostar nas minhas costas e nos afastamos, Daryl está tenso, olho para o lado, três homens armados, um deles me puxa para eles, não é violento e nem precisava já que está com a arma nas minhas costas.

Nosso grupo surge do nada, todos ao lado de Daryl, os dois homens apontavam suas armas para eles, o outro me mantinha sob seu domínio, nosso grupo estava com as armas em direção a eles, uma bela confusão eu me dou conta.

−Não queremos guerra, já viram que estamos com um refém, entreguem as armas e podemos resolver isso! O que me aponta a arma diz e sinto que é o chefe, preciso fazer algo, não quero ninguém ferido e se conheço Daryl ele não vai entregar a besta.

−Como é seu nome? Eu pergunto tentando ganhar tempo, os homens se entreolham — Eu sou Alice! Digo fingindo que estou tranquila.

−Eduard! Ele me responde e sinto a arma me cutucar as costas.

−Bonito nome! Digo a ele, viro um pouco o rosto e vejo seu olhar confuso – Sabe Eduard, escolheu bem mal seu refém, eles não gostam muito de mim, na verdade me detestam, posso me virar para olhar para você, pode apontar a arma para minha barriga dá no mesmo né?

Eu me viro lentamente, nem quero ver o olhar de ódio que Daryl deve estar me dirigindo.

−Porque diz isso? Ele me pergunta com a arma na minha barriga.

−Essa merda toda de fim de mundo, sabe como é, a porra do mundo acabou e ninguém é dono de nada, não acha? Ele faz que sim com a cabeça – Vê, é como eu digo, também penso assim, se quero uma coisa eu pego! Sorrio – Mas eles são do time dos bonzinhos e então decidiram me deixar para traz!

−Não foi o que pareceu, estava aos beijos com o carinha ali! Ele aponta Daryl que dá um passo à frente, a arma de Eduard se encosta mais em mim – Calma ai cara!

−Quem pode condenar uma garota por usar seu charme para ficar viva, eu só pretendia convencê-lo a não me mandar embora do grupo!

−Estava indo bem! Um deles diz cheio de malicia, eu o olho sorrindo.

−Achou? Pisco longamente, não sou boa em usar esse tipo de charme, mas estamos numa emergência – Mas agora mudei de ideia, acho que devíamos ir embora, aposto que eu seria bem-vinda, podemos sair por ai nos aventurando, é uma boa ideia.

Os caras se olham, estão surpresos, e nem posso imaginar o que está passando pela cabeça do meu grupo.

−Vocês não são do time dos bonzinhos, são? Eduard nega com a cabeça, no fundo acho que são, mas apenas sorrio – Vê, caíram do céu, e então vamos?

−E eles? O terceiro homem diz preocupado.

−Não preciso deles, podemos apenas sair, ninguém vai querer vir atrás de mim, hora vamos! Uma garota, três rapazes, um mundo de aventuras a nossa espera, que estão esperando, vocês tem lanternas? Acho que lanternas são itens de primeira necessidade, e baterias para elas e motos, podemos conseguir motos e cair na estrada então, querem companhia ou preferem ficar aqui nesse empasse o dia todo? Se me matarem eles não vão ligar, pode ter certeza, pergunta pro chefão ali que está sempre de mal humor.

Aponto Daryl, ele estava tão perplexo quanto o resto do grupo.

−Precisamos decidir! Eduard me diz, então como se fossem um grupo de garotinhos decidindo se posso ou não brincar, eles se reúnem, no segundo que sua arma sai da minha cintura minha pistola vai para sua cabeça.

−A brincadeira acabou, soltem as armas ou estouro seus miolos! Daryl, Glenn e Maggie se precipitam, estão agora todos sob nossas miras – Adorei dizer isso! Eu olho para Daryl ele me sorri – Estamos de bem?

−Vamos idiotas, ouviram a moça, ela não é do time dos bonzinhos! Maggie diz muito séria.

As armas vão para o chão e Tyreese recolhe tudo, agora resta saber o que vamos fazer com os caras.

−Cassete funcionou! Eu sorrio – O que fazemos agora?

−Vamos prender os babacas! Daryl aponta uma sala no fim do corredor, Seguimos com eles sempre na mira, Paul abre a porta e ele e Sasha fazem uma pequena vistoria, deve ser um tipo de estoque – Ela deixa todo mundo maluco falando sem parar não é? Ele diz antes de atirar os três para dentro – Não vamos machucar ninguém, vamos terminar de fazer compras e depois deixar o lugar, na saída vão encontrar suas armas, tenham um bom dia! Ele fecha a porta e passa o trinco, vai dar um certo trabalho para eles abrirem, mas sairão vivos dessa.

Maggie me abraça assim que a porta se fecha.

−Você é um gênio, eu demorei para entender o que estava acontecendo, mas foi muito bom.

−Foi ridículo! Daryl responde, mas sei que está feliz.

−Acho que já recolhemos tudo! Michonne caminha para saída – Melhor irmos, não estou com paciência para zumbis hoje!

−Michonne é tão rock in roll! Eu brinco e caminhamos para fora, eu e Daryl não pegamos quase nada, mas a culpa não é minha, foi ele que me beijou.

−Você foi show! Paul me diz sorrindo – Achei que estávamos ferrados, mas deu um jeito!

−Obrigada! Eu respondo e então quando chegávamos na porta dois zumbis aparecem e Michonne corta a cabeça dos dois, fico chocada, nunca vi nada igual, aquilo é incrível.

−Porque eu não tenho uma dessas? Sinto a mão firme de Daryl apertar meu braço e me encaminhar para porta eu o olho, ele parece preocupado, nos beijamos mais uma vez e de novo no meio de uma pequena briga, será que vai ser sempre assim? Porque posso arrumar um milhão de motivos para brigar com ele.

A rua está limpa e nos preparamos para partir, ele sobe na moto e me sento atrás dele.

−Estamos de mal ou de bem?

−Estamos vivos, isso é o bastante por enquanto! Ele me responde – Agora vamos para casa antes que seus amiguinhos consigam se libertar e a senhorita decida viver uma vida de aventuras!

−Achou que eu estava falando sério? Pergunto e ele dá a partida sem me responder.

Um milhão de perguntas dançam na minha cabeça, se vai acontecer de novo, se gosto, se quero, se ele gosta, se ele quer, se vamos falar disso, se vamos fingir mais uma vez que nada aconteceu, eu não sei lidar com essas coisas, nunca me envolvi com ninguém e me assusta pensar a respeito porque não quero ficar longe dele, gosto quando estamos juntos, ele me faz feliz, mesmo que não saiba disso, adoro como simplesmente me sinto completamente viva perto dele.

Entramos na prisão, o grupo tinha reunido muita coisa útil mesmo, e fico feliz por eles, mas não fui muito útil, queria provar que era importante e não consegui, Daryl vai me jogar na cara que só o que consegui foi acabar como refém na mão de três idiotas.

Nem falo com ninguém, subo direto para minha cela, apenas aceno para Beth e Carol que conversavam na entrada do bloco.

Me atiro no colchão, me lembro que o de Daryl era mesmo muito melhor que o meu, uns minutos depois ele está de pé na porta me olhando sério.

−Veio tripudiar? Digo de má vontade, ele apenas ergue uma sobrancelha – Já sei tudo que vai me dizer, estraguei sua missão, acabei refém e quase ponho tudo a perder!

−Não ia dizer nada disso! Ele responde e eu olho para ele buscando algum sinal de que está mentindo – Quer que arrume seu colchão ou não?

−Quero! Sorrio feliz pulo da cama e o abraço, ele de novo não corresponde me afasto – Você é bom em beijar mas é péssimo em abraçar!

−Cala a boca idiota! Ele ri, gosto quando ele ri.

−Mal humorado! Eu retiro os lençóis da cama e ele puxa o colchão de cima do beliche e joga na minha cama.

−Pronto! Responde como se tivesse feito algo grande.

−É só isso? Ele faz que sim – Espera deixa eu testar! Me deito e a cama está perfeita – Muito bom!

−Nesse caso tchau! Ele caminha para fora.

−Vou na próxima missão?

−Vai 007! Ele diz sumindo pelo corredor – E você é uma péssima refém! Grita e eu comemoro em silencio, venci!

Depois me atiro de novo no colchão, talvez ele não esteja bravo, mas a verdade é que ele sempre está.

Fico deitada olhando para o teto um tempo então Carol entra na cela, ela me sorri, fico com um pouco de medo de ela estar com ciúme de mim.

−Brigaram?

−Não! Eu respondo, sei que ela está falando dele, não vou fingir que não sei.

−Ele está tão confuso quanto você, se o quer vai ter que lutar!

−Você lutou? Eu sinto que de algum jeito ela tem ou teve algum interesse nele.

−Não, era um tempo difícil e passamos por muita coisa hoje somos apenas amigos, e sempre foi assim para ele, acho que apenas confundi as coisas, mas você não está confundindo nada pode ter certeza.

−Porque está me dizendo isso?

−Primeiro porque quero que ele fique bem, segundo porque quero que saiba que não vai brincar com ele, se eu achar que é isso que está fazendo ganha uma inimiga, mas não precisa ser assim! Ela me sorri e sinto até um pouco de medo, Carol é uma mulher firme.

−Entendi o recado, ou ameaça.

Ela sorri, sinto que gosta muito dele e acho que ele merece uma amizade assim.

−Recado! Ela brinca – Mas se o quer é melhor se mexer!

−Eu não sei de nada ainda, nem ele, desculpe Carol agradeço o carinho e a preocupação, de verdade, mas nenhum dos dois quer lidar com isso agora.

−Bom eu fiz o que devia, se espera uma declaração não vai ter, se quer Daryl Dixon vai ter que pegar.

Ela me deixa sozinha, eu fico olhando para parede a minha frente, minha mente se volta para o momento em que nos beijamos, não sei o que é, mas ele me vira do avesso e não resisto a Daryl, mas Carol fala de relacionamento, e eu duvido que seja isso que ele quer, ou que eu queira.

−Cadê você Emma, disse que estaria aqui para me ajudar! Eu digo e então me lembro “Ele mesmo sendo durão precisa ser sensível o suficiente para saber que às vezes, na verdade quase sempre você é delicada e quer carinho e cuidado!”

Ele sabe disso, cuidou de mim ontem quando estava com dor e hoje viu que estava triste e não gritou, eu não sei, eu não sei de mais nada, vou fazer o que sempre faço seguir em frente.

Amanhã o grupo vai limpar as tumbas como eles dizem e vou junto, isso é o que importa, vou ajudar a construir um lugar seguro para essas pessoas, e se no meio disso nós dois nos entendermos, melhor, mas o que tenho me faz feliz e Carol não tem nada com isso, ninguém tem.

Chega de ficar quieta pensando, eu sigo para o refeitório me sento com Maggie, ela sorri.

−Estava louca para te ver! Ela sussurra.

−Que foi? Eu pergunto também baixo sem saber do que se trata.

−Vocês dois estavam fazendo o que afinal? Fico corada, que merda, aquele idiota tinha que contar?

−Ele me beijou! Eu conto a ela e rimos – De novo! Ela abre a boca incrédula.

−Mentira que está rolando e ninguém sabe disso?

−Não está rolando, e foram dois beijos e das duas vezes ele estava furioso.

−Considerando que ele vive furioso vão se beijar muito ainda! Ela brinca.

−Faz sentido! Rimos com gosto – Ele é bom nisso!

−Isso eu sempre achei que fosse!

−Chega Maggie, não quero que ninguém escute, nem sei se um dia ele vai querer me beijar de novo, vamos esquecer isso, o que importa é que ele não vai mais me impedir de ir junto e estou muito feliz com isso.

−Eu também!

Notas finais
Espero que tenham gostado. Beijos