Broken Wing - Aprendendo A Voar

30 Capítulo 30 - Time to Kill


Notas iniciais
Olá, espero que gostem. Boa leitura ;)

Mas então senti um impacto na cabeça seguido de uma dor forte. Foi muito rápido. Percebi que caí, mas antes de conseguir me levantar, veio um impacto mais forte e tudo ficou escuro.

Ino’s POV

Voltei à casa de Sasuke mais tarde do que eu esperava. Meiko estava se divertindo tanto no parquinho que tive dó de dizer “hora de ir embora”. Mas essa noite seria importante, pois eu e Sakura iríamos capturar os filhos da puta que haviam abusado de Meiko, cometido três assassinatos e ainda traficavam crianças. Para isso, eu tinha que me arrumar e Meiko também, pois ela fazia parte do plano.

Expliquei a ela que teria de ficar na casa do casal Amano, pois era lá o local combinado quando a polícia a encontrasse. Ela ficou insegura, mas concordou em denunciar os quatro suspeitos à polícia. Então mandei-a para o banho e tratei de me aprontar também. Peguei meu celular, ele havia ficado na minha bolsa o tempo inteiro. Percebi que havia perdido algumas ligações. Droga, eu não havia ouvido ele tocar quando estávamos no parquinho com tantas crianças em volta. As ligações eram todas de Sasuke. Estranho, o que ele poderia querer? Nunca havia ligado tantas vezes antes. Disquei o número dele, mas caiu na caixa postal. Olhei o relógio e percebi que se eu não começasse a me arrumar logo, estaria atrasada para o plano. Fiz uma nota mental de ligar a Sasuke mais tarde.

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Sasuke’s POV

Acordei com vozes e com uma dor de cabeça horrível. Tentei me lembrar do que havia acontecido, mas primeiro eu precisava saber onde estava. Porque essa espelunca não era minha casa. Ouvi vozes masculinas, e virei o olhar na direção de uma escada. Um homem estranho estava parado lá, de pé. Ele dizia coisas, não a mim, a outros, mas eu não conseguia entende-lo. Minha cabeça doía tanto...

Coloquei a mão na fonte da dor em um impulso, e senti algo quente preencher minha palma. Confuso, afastei a mão da cabeça e percebi que a coisa quente também era vermelha. Sangue? Ah é, comecei a lembrar: eu tinha recebido uma ligação para buscar Meiko...

De repente lembrei-me de tudo: dos homens por trás da linha, do choro que ouvi, do endereço onde fui, de sentir alguém me batendo e de Meiko. Onde estava Meiko? Eu não a via. Mas via quatros homens descerem as escadas, todos eles olhando para mim. Eu estava sentado no chão de algum quarto, havia camas e estantes. E havia aqueles quatro homens mal encarados. Um deles era alto e musculoso como uma montanha. Usava óculos escuros, apesar de estar em um ambiente quase sem luz. O outro usava uma touca e parecia tão perigoso como o primeiro. O outro não era mais do que um moleque, com cabelos compridos, roupas largas e um tique na perna. E o outro era... sim, eu me lembrava daquele rosto. Kenji Yoda, o policial corrupto que havia sequestrado Meiko. Parece que eu estava com problemas.

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Sakura’s POV

Cheguei em casa exausta. Eu não esperava ter outra missão no mesmo horário da minha atual missão. Mas não, Tsunade me ligou logo depois do almoço:

“Sakura, já que você já está em Konoha, me poupe mandar outra Wing aí e cumpra uma missão para mim”, ela havia dito.

“Mas Tsunade-sama, eu já estou em uma missão e eu e Ino vamos agir essa noite”.

“Vai ser rápido, filha, você só precisa ir até a cidade vizinha conversar com o Takahama-san. Ele é um velho cliente e precisamos atualizar seu contrato. Você tem o poder de fazer isso”.

“Mas Tsunade-sama”, tentei suplicar. Isso podia demorar e não poderia comprometer minha missão atual.

“Sakura, você consegue. Não vai demorar. Faça essa missão para mim e será recompensada quando voltar”.

Bem, como não era muito educado negar a missão de sua mestra, fui até o encontro do tal Takahama na cidade vizinha. E vou dizer uma coisa, aquilo só não demorou mais porque eu o amecei de morte se não terminasse tudo antes das 18h. Takahama era um velho lerdo, e mais lerdo do que ele, era o jeito de falar dele e o tempo que ele demorava para escrever uma simples frase.

Saí de lá e ainda tinha que dirigir uma hora até chegar em Konoha e ainda teria que me preparar para a missão de hoje a noite. Eu já estava irritada. Cheguei em casa, chequei o celular e havia três ligações do Uchiha. Ah, ótimo. Eu não tinha tempo agora para ouvir o que ele tinha a dizer sobre gostar de mim ou eu gostar dele. Depois eu retornava as ligações. Tudo o que eu precisava era de um banho rápido e ficar pronta mais rápido ainda antes que Ino chegasse e os quatro suspeitos se reunissem.

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Sasuke’s POV

Não era legal ter uma arma apontada para você. Bem na sua cabeça. Certo, nesse momento eu estava me odiando. Odiando minha burrice. Odiando minha tapadice ao concordar em me encontrar com os assassinos da família de Meiko sozinho. Me odiando mais ainda ao perceber que tudo não passou de uma armadilha para me atrair aqui. Meiko não estava aqui e não havia ninguém chorando. Não sei como eles imitaram o choro quando me ligaram, mas haviam conseguido me atrair.

E agora eu estava preso em algum lugar, sem celular, com quatro homens me encarando com as piores caras de bulldog que eu já vi. Ah sim, e um deles tinha uma arma apontada na minha cabeça, que ainda doía e sangrava pela pancada que levei mais cedo.

– Acordou rápido, Uchiha. – o homem de óculos escuros falou. – Pensei que precisaria de um beijo como a bela adormecida. – o homem com tique na perna riu. Eu não me atrevia a dizer nada enquanto estivesse na mira de uma arma.

– Já deve ter percebido que isso foi uma armadilha. – o homem segurando a arma falou. – Sabe como imitamos o choro da putinha? – amaldiçoei-os mentalmente, mas eles notaram a raiva. O policial Yoda foi até os fundos do quarto e tirou um gravador de uma caixa. Mas é lógico.

Ele iniciou o gravador e eu ouvi o mesmo choro que tinha ouvido no telefone. Filhos da puta, usaram uma gravação de quando a Gata ainda estava aqui. No desespero, eu pensei estar ouvindo-a de verdade. Yoda desligou o gravador e começou a rir, se aproximando de mim.

– Não tínhamos certeza se você estava com a menina quando ligamos, Uchiha, mas você nos confirmou isso. Foi um plano arriscado, mas eu garanti a meus companheiros que daria certo. – ele de repente me deu um chute no abdômen.

Caí de barriga para baixo com o impacto, e ele deu mais dois ou três chutes nas minhas costelas, e eu as senti estralar. A dor na minha cabeça agora era menor do que a dor nelas.

– Admito que eu não percebi tudo no começo. – Yoda continuava falando, os outros e eu o ouvíamos. – Quando me encontrou na delegacia. – outro chute e gemi de dor. Um dos homens riu. – Você chegou lá relatando um roubo e descreveu uma criança como Meiko Okazaki, não foi? – tentei me erguer e ele chutou meu estômago de novo. – Eu o avisei que iria procurar pela ladra, e você me disse que esperava uma resposta por parte da polícia de Konoha. Adivinhe: eu nunca te dei uma resposta. E fiquei intrigado por você não ter ligado mais. Você parecia tão decidido a encontrar a ladra, mas nunca mais procurou a polícia.

Outro chute nas costelas. Tentei abafar outro gemido de dor.

– Eu procurei pela menina, Uchiha-san. – Yoda continuava, com a voz preenchida de ansiedade. – Procurei por todo o bairro Kusurugi, e encontrei uma velha senhora e alguns mendigos. Todos me disseram ter visto uma figura parecida com nossa Pombinha por lá, mas por algum motivo, ela já não estava mais lá. Meu primeiro pensamento foi ela ter fugido para outro lugar, mas e se alguém a tivesse ajudado?

Ele me puxou pelos cabelos e eu senti meu nariz quebrar com o soco-inglês que ele exibia nas duas mãos. O gosto do metal da arma e se misturou ao gosto do meu sangue. Eu sabia que deveria me proteger ou revidar, mas não via saídas. A arma ainda estava apontada em minha direção.

– Eu pensei nisso por um bom tempo, Uchiha. Nenhuma criança havia escapado de nós antes. Com aquela putinha a solta, poderíamos ter problemas, eu tinha que encontra-la. Foi então que comecei a juntar os fatos e chamei meus companheiros aqui. Eu tinha certeza de que você estava escondendo a Pombinha em algum lugar, e agora temos certeza. Também foi esperto de não avisar a polícia sabendo que eu sou um dos mais influentes lá.

Outro soco em meu nariz, seguido por um em meu olho esquerdo. O soco-inglês realmente deixava as agressões mais doloridas. Mas uma coisa eu não tinha entendido: certo, eu aceito que Yoda e seus capangas tiveram a capacidade de descobrir minha ligação com Meiko, apesar de estar faltando coisa nessa história, mas o que eles esperavam conseguir me trazendo até ali? Não deveriam só querer me bater.

– Sugu, me passe o cano. – Yoda estava com um olhar bizarro em seu rosto, o mesmo olhar que eu vi quando mencionei ter encontrado Meiko na delegacia. Eu tinha que fugir dali.

O musculoso de óculos escuros passou a Yoda um objeto metálico em forma de cilindro, não muito grosso e nem muito comprido. Mas poderia causar estragos. Esperei Yoda se distrair e tentei correr até a escada, ignorando a arma, ignorando os quatro. O homem com o tique na perna tentou me segurar, mas eu era mais forte. Ouvi a arma disparando contra mim, e depois o de óculos escuros conseguiu me alcançar. Me pegou pelo colarinho e me empurrou em uma das estantes, fazendo a dor nas minhas costelas aumentarem. Senti ser puxado pela camisa de novo e depois minha cabeça era jogada contra o chão, enquanto eu ouvia os insultos dos quatro. Yoda estava com o cano na mão, se aproximando novamente.

****

Sakura’s POV

Ino estava em meu apartamento, com a criança junto. Confesso que me senti desconfortável ao recebê-las, já que eu não me dava bem com crianças. Mas fazia parte do plano. Logo mais estaríamos nos dirigindo à casa de Yoda, pois a reunião deles estava marcada para começar às 21h.

Percebi que Ino me olhava de um jeito diferente, como se quisesse decifrar algo em mim. Tentei agir como se eu não tivesse transado com um certo moreno noite passada. Enquanto eu terminava de me equipar, com dois revólveres e uma faca, Ino me confrontou.

– Sakura, eu já sei. – olhei para ela assustada e tentei me fazer de ignorante.

– Já sabe do que?

– Não precisa fingir. Eu fiz Sasuke me contar tudo. – ainda tentei jogar a ela um olhar desentendido, mas não adiantava mais. Dei de ombros.

– Não vai mais acontecer.

– Foi o que ele disse, mas você pode garantir isso? – olhei Ino estressada, eu não queria mais falar sobre aquilo.

– Não vai mais acontecer. – ela pareceu satisfeita e começou a se armar também. Logo partiríamos. Meu celular tocou, mas eu ignorei.

– Não vai atender? – ela perguntou, escolhendo uma arma.

– Não, deve ser o Sasuk... quer dizer, o Uchiha.

– Ele te ligou hoje? – ela parecia confusa, e eu respondi na defensiva.

– Olha, não precisa se preocupar, eu não vou atender.

– Mas ele me ligou hoje a tarde também. Muitas vezes. – certo, aquilo era estranho. Olhei para o visor do aparelho, mas não era Sasuke quem ligava.

– É da casa dos Amano. – eu disse, atendendo. Vai ver eles tinham alguma informação.

Ino ficou me olhando até a velhinha terminar de falar.

– Certo, mudança de planos. – eu disse desligando. – Parece que nossos amiguinhos começarem a festa um pouco mais cedo. – eu disse fazendo os últimos ajustes.

– O que, eles já estão reunidos?

– Parece que sim. A velhinha avistou os carros dos demais estacionados perto da casa de Yoda.

Ino estava terminando de se arrumar também.

– Eu vou na frente, Sakura. Vou deixar Meiko na casa dos Amano e revisar o plano com eles mais uma vez. Também vou aproveitar e tentar ligar para Sasuke, avisando onde Meiko está. Eu te encontro dentro do seu carro para escutarmos a conversa deles.

– Certo. – Ino pegou Meiko e foi na frente com o próprio carro alugado. Terminei de me preparar e saí também.

Já percorrendo as ruas de Konoha com meu carro, sintonizei o dispositivo que conectava as escutas na casa de Yoda e me permitia ouvi-los. Se eles já estavam reunidos, não poderíamos perder nada da conversa. Mas o aparelho não estava funcionando. Era só o que me faltava, justo agora isso falhar.

Bati em cima do dispositivo de escuta, mas tudo o que eu ouvia eram chiados e ruídos. Ah não. Ah não, não, não, você não iria parar de funcionar agora. Isso não devia acontecer! O único jeito de haver interferência no aparelho era algum tipo de impacto nas escutas. No porão, havia uma atrás das estantes. A única explicação era alguém tê-las quebrado. Ou eles descobriram sobre as escutas... não, impossível, eles não eram tão espertos assim. Meu celular tocou, me assustando. Era Ino.

– Sakura! – a voz dela estava estranha. Agitada.

– O que foi, aconteceu alguma coisa?

– Eu ouvi a mensagem que Sasuke me mandou. Eu acho que ele está com problemas.

– Problemas?

– Sim, ele me ligou muitas vezes e deixou uma mensagem, que dizia: “Me ligue urgentemente. É sobre a Meiko”. Eu não sei o que ele quis dizer, mas será que algo aconteceu?

Nem esperei Ino terminar de falar e comecei a ligar os pontos. Sasuke ligando várias vezes para Ino, deixando uma mensagem urgente sobre Meiko, apesar de a menina estar com Ino o tempo todo. Depois os quatro capangas resolvem antecipar o horário da reunião, e agora as escutas não estavam funcionando. Ai Deus, por favor, não seja o que eu estou pensando.

Acelerei o máximo permitido, rezando para eu estar errada.

****

Sasuke’s POV

– ONDE ELA ESTÁ, SEU MERDA? – o cano de metal chocou-se contra minha perna com toda a força que Yoda tinha. Eu não conseguia mais não gritar. Todo o meu corpo doía.

– Até que ele é corajoso. – eu ouvia um dos homens dizendo, mas não sabia qual. – Mas parece que não vai falar.

– Vou quebrar todos os ossos dele se precisar. – o cano desceu novamente, dessa vez atingindo a região de meus rins. – ONDE ELA ESTÁ? – ele gritava, e eu respondia com gemidos de dor.

Senti minha cabeça latejar quando o cano bateu bem abaixo do meu olho. Agora eu entendi por que estava ali. Eles sabiam que eu estava com Meiko e queriam que eu dissesse onde ela estava. Claro, eles não poderiam deixa-la à solta por aí para denunciá-los a alguém como havia feito comigo.

– Onde ela está, heim? Ela está sozinha agora? Não pode deixa-la sozinha para sempre não é? – Yoda gritava. Eu tinha esperanças de que alguém fosse ouvi-lo do lado de fora.

– Ele não vai dizer, Yoda. Mate-o logo e esqueça a menina.

– Não, Martinez. Ele me enganou, me fez de idiota. Pensou que eu não iria perceber como caçoava de mim na delegacia. E ele está com ela, imbecil! Ela é a criança que precisamos entregar para ter o primeiro pagamento!

– Cale a boca, idiota! Ele está acordado! – o homem chamado Martinez o alertou.

– Não por muito tempo. – Yoda respondeu. – Vamos ver quanto tempo ele aguenta acordado depois de perder uma boa quantidade de sangue.

Dizendo isso, tirou um objeto pontudo não sei de onde e avançou para cima de mim. Tentei me defender, mas ele estava com a vantagem. Cortava o ar com a faca, esperando me acertar em alguma tentativa. Acabou cortando meu braço e depois meu pescoço. Levei minha mão ao local do corte automaticamente, para impedir o sangramento, mas foi meu erro.

Gritei mais alto do que jamais havia gritado quando senti a ponta da faca penetrar meu abdômen, do lado esquerdo. Não sabia quão profundo a arma havia entrado, só sei que perdi o discernimento de quem eu era e onde estava. Tossi e senti o gosto metálico do meu sangue na boca, mas nada se comparava a dor que eu sentia agora. Vi o rosto louco de Yoda me encarando, e pensei ter ouvido um barulho em algum lugar acima de mim. Senti que seria meu fim.

– Que merda é essa?

– Quem é você?

– Yoda, cuidado! – ouvi os homens falando e Yoda saiu de minha frente para analisar a situação, e não acreditei em meus olhos quando vi.

Eu estava entorpecido pela dor, mas não havia dúvidas: lá estava ela. O homem que atendia por Martinez levantou a arma na direção dela, que avançou para cima dele, entrelaçou as pernas em seu pescoço e o torceu, fazendo um alto som de estalar enquanto o homem sem vida caía no chão. Os outros homens tentaram revidar, mas já estavam todos condenados.

O de óculos escuros fez menção de ataca-la, mas ela deu um disparo certeiro entre seus olhos com uma arma que tirou do nada. Fez o mesmo com o homem com o tique nas pernas. O único que sobrara era Yoda, que, ainda com a faca ensanguentada, foi para cima dela, mas ela simplesmente segurou seu ataque e virou o braço do homem contra ele mesmo, fazendo a faca entrar em seu abdômen e em seguida, atirou para finalizá-lo.

Tudo isso, desde a chegada dela até todos estarem mortos no chão, levou cerca de 20 segundos. Eu só me lembro de encará-la de pé naquele cômodo, virando seu olhar preocupado para mim. Sakura havia me salvado. Eu nunca a vi tão zangada, tão perigosa, tão assassina como naquela hora. Senti medo dela. Temi ser o próximo. Sakura era mestra nas artes do prazer e nas artes do assassinato também. Eu captei seu olhar assassino enquanto ela os matava. E tentava não desmaiar de dor ou perda de sangue enquanto ela se aproximava de mim. O brilho perigoso e criminoso saía aos poucos de seus olhos, sendo substituídos agora por preocupação e gentileza.

Mas antes de desmaiar, eu sabia que nunca me esqueceria daquela personalidade assassina e obscura que ela exibiu naqueles vinte segundos.

May your feet serve you well

And the rest be sent to Hell

Where they always have belonged

Cold hearts, colder songs

Que seus pés lhe sirvam bem

E o resto seja mandado ao inferno

Onde sempre pertenceram

Corações gelados, canções ainda mais geladas

Let's kill tonight, kill tonight

Show them all you're not the ordinary type

Vamos matar esta noite, matar esta noite

Mostrar a todos que você não é do tipo comum

Panic at the Disco – Let’s Kill Tonight

Notas finais
O que acharam do cap? Não sei se consegui encaixar as coisas de forma que a leitura ficasse interessante, mas tentei hehe. Até o próximo ^^