Broken Trust
11 Capítulo X
Notas iniciais
Maka POV
Eu continuei fitando a porta mesmo depois que ela foi fechada. A ideia de ter deixado que Soul fosse sozinho martelava em minha cabeça como um erro. Por mais que ele fosse forte, uma death schythe afinal, eu não conseguia me sentir segura. Minha real vontade era de reabrir aquela porta a minha frente e seguir atrás de Soul. Mas antes que tal vontade se consolidasse, Blair chamou minha atenção.
– Maka, eu estou me sentindo do mesmo jeito que você. Ou você acha que eu estou feliz em saber que o Soul está voltando praquele lugar onde ele achou aquela mensagem horrível? – Tais palavras me fizeram girar o corpo sobre os calcanhares e fitar Blair, que continuou a proferir. – Nós vamos atrás dele. Mas antes disso eu preciso que você veja uma coisa.
Blair voltou séria à cozinha, e eu a segui com passos largos, evitando mais delongas. Chegamos ao balcão da pia onde a tigela estava repousada. Os símbolos continuavam os mesmos, e Blair os olhava com certa preocupação. Eu compreendi que seja lá o que estivesse errado, era algo que tomaria uma proporção muito grande dali pra frente. Blair desviou o olhar da tigela para mim, logo balbuciando algumas palavras.
– Maka, lembra que eu disse que esse feitiço tem alguns filtros? Que o pó branco que foi usado hoje era essencial para achar Shokunins? – Assenti positivamente como resposta às indagações. Meu olhar era fixo na mulher a minha frente. – Pois bem... O resultado que deveríamos ter portanto é a localização de Naomi, certo? – Blair pausou e fitou a tigela mais uma vez. – Mas acontece que os símbolos nessa água apontam outra coisa. Eles indicam que a pessoa procurada não é uma Shokunin.
Eu pensei que não houvesse compreendido bem as palavras da gata bruxa. Pedi para que ela repetisse, e ela confirmou o que eu suspeitava ter escutado: “Naomi não é uma Shokunin.” Me senti paralisada, enquanto analisava toda a situação. É certo que eu já suspeitava de Naomi antes, mas eu nunca seria capaz de suspeitar de algo assim. Se Naomi não é uma Shokunin, como é que ela conseguiu sustentar sua farsa por tanto tempo dentro do Shibusen, debaixo do nariz do Shinigami-sama? Essa e outras questionações rondavam minha mente, até o momento que Blair prosseguiu.
– Há outra coisa relacionada a esse feitiço que eu não contei a vocês, pois eu pensei que não houvesse necessidade. – Ela agora apontava alguns símbolos expressos ali, como se eu fosse capaz de entender alguma coisa. Mas eu não contestei, apenas prestei atenção nos códigos, compostos por vários desenhos e letras gregas. Por mais que eu fosse leiga no assunto de feitiços e magias, havia alguns símbolos bem sugestivos ali no meio. Notei uma fileira com alguns desenhos como chifres, serpentes e pentagramas. E era justamente para essa fileira que Blair apontava e continuava falando. – Mesmo quando usa-se um ingrediente essencial errado, os símbolos nos mostram o que o ser em questão realmente é. E no nosso caso... Os símbolos mostram que a Naomi é...
O restante da frase veio no momento em que meu celular tocou. Eu havia escutado perfeitamente as palavras finais de Blair, as quais definiram o que Naomi era. Fiquei completamente chocada com a revelação, e senti a vontade de sair correndo atrás de Soul me invadir novamente. Mas antes que eu fizesse isso, puxei o aparelho que tocava do bolso e atendi com a voz urgente.
– Moshi-moshi, sensei.
– Maka, eu consegui chegar aos resultados finais da pesquisa que eu havia te informado. E devo ressaltar que a situação é emergencial. Será que podemos nos encontrar? – A voz que proveio do outro lado da linha era de Stein.
Quando ele fez menção a tal pesquisa, me lembrei de quando ele esteve na minha casa mais cedo. Nós tínhamos conversado sobre a estranha tarefa extra que nenhum dos dois se lembrava. Isso eu contei até mesmo para Soul. Mas houve outros assuntos que repercutiram em nossa conversa, o qual eu tinha omitido para que Soul não soubesse. Eu havia contado para o sensei a cena que Soul assistiu naquela noite a alguns anos, e nós conversamos também sobre Naomi. Stein me disse que depois que Soul o procurou, ele passou a procurar informações daquela noite. Como aquela noite era pré-comemoração da captura do kishin, todos os estudantes estavam presentes. TODOS, menos Naomi. Tal fato Stein-sensei conseguiu constatar através da lista de chamada que todos assinaram ao passar pela portaria e pelas filmagens das câmeras na recepção. Foi aí que passamos a considerar Naomi suspeita. Mas eu não podia contar isso a Soul, por um pedido do próprio sensei que achava que Soul poderia contar à Naomi nossas suspeitas. Antes de ir embora lá de casa, o sensei disse que iria investigar mais a fundo e tentar achar alguma relação entre Naomi e o assassinato. E agora, com essa ligação, parece que ele tinha encontrado alguma resposta.
– Podemos sim. Eu estou no antigo apartamento em que eu morava, você sabe aonde fica, não é? – O sensei confirmou minhas expectativas com um rápido “sim” do outro lado da linha. – Mas não demore, eu preciso sair imediatamente pra procurar o Soul. – Stein compreendeu totalmente a premência da situação, desse modo, se despediu apenas com um “hai” e encerrou a ligação.
Eu expliquei à Blair que Stein estaria junto a nós em questão de alguns minutos e o porquê da presença dele logo agora. Ela pareceu compreender demasiada bem, ainda mais depois do que ela viu escrito naquela tigela.
Decorridos alguns minutos, a campainha do apartamento soou. Eu atendi a porta de forma ágil, e me deparei com Stein segurando uma pasta preta. Não foi preciso que eu o convidasse formalmente para entrar, apenas acenei com a cabeça, porque além do mais estávamos correndo contra o tempo. O sensei fechou a porta atrás dele após adentrar o apartamento. O meu olhar junto ao de Blair olhava em alerta Stein, aguardando que ele desse início ao esclarecimento dos resultados mencionados por ele antes. O professor então apoiou a pasta na mesinha de centro da sala e abriu a mesma, revelando o conteúdo. Eram algumas folhas de papéis com várias palavras impressas, algumas delas destacadas com marca texto. Também havia algumas fotos em algumas das várias folhas. Nós três nos sentamos no sofá em frente à mesinha e ficamos a encarar aquela papelada. Stein iniciou sua explicação, enquanto eu e Blair nos mantínhamos inertes e silenciosas.
– Primeiramente, eu fiz uma pesquisa na ficha de Naomi Nakamura. Acabei encontrando um fato bastante curioso. Quando ela fez sua inscrição no Shibusen, ela tinha 13 anos. Desde que ela começou a fazer parte da instituição, ela tinha o costume de, todos os dias, ir ao correio do colégio mandar mensagens para seus parentes que moram em outro país. Mas de acordo com esses arquivos, há alguns anos ela não tem mandado mais nenhuma mensagem. Em compensação, há uma caixa lotada, no correio do Shibusen, com cartas para ela de seus parentes pedindo esclarecimentos sobre ela ter parado de enviar cumprimentos aos familiares. Parece que ela nunca chegou a pegar nessas cartas. E a primeira dessas cartas de seus parentes, consta a data do dia seguinte da noite do crime que Soul presenciou.
Nos entreolhamos com clima de intrigação. Eu tentava adivinhar aonde aquilo tudo chegaria, mas eu não conseguia fazer a ligação entre o fato contado por Stein e o crime ocorrido naquela noite. O sensei continuou, parecendo não querer perder mais tempo.
– Eu passei a suspeitar que a Naomi que conhecemos não fosse a mesma Naomi que entrou no Shibusen com 13 anos. Mas eu não conseguia provas que me comprovassem isso. Então eu passei a investigar o assassinato que você me relatou, Maka. Essa busca foi difícil, eu tive que vasculhar muita coisa, mas ao menos eu cheguei a um resultado. Enquanto eu procurava por algo no arquivo criminalístico do Shibusen, encontrei a ficha de um criminoso foragido. Para ser mais exato, de uma foragida. Quando analisei tal ficha, os dados ali anotados sobre a maneira que tal criminosa cometia seus delitos me mostraram demasiada semelhança em relação ao crime assistido por Soul. Estacas, perfuração de órgãos vitais, deformação do cadáver... Tudo bate com a ficha. – Stein tinha a ficha em mãos, e balançava-a no ar à medida que gesticulava ao falar. – Aqui também há a maneira que essa criminosa descartava os corpos das vítimas. Pra ser sincero, não há nada de especial... Ela apenas joga fora o corpo, como lixo. – As últimas palavras do sensei fizeram vir a minha mente a cena que Soul descreveu quando me contava o que tinha visto. Ele tinha dito que a “suposta eu” havia jogado o cadáver na lixeira do Shibusen. Fiquei em estado de choque ao me lembrar, tudo estava se esclarecendo mais rápido do que eu esperava. Stein continuava. – Pois bem, quando li tal informação, procurei nos registros de filmagens na data daquele assassinato que davam para a lixeira e encontrei, a certa hora da noite, a filmagem que gravou algo suspeito caindo da rampa diretamente dentro da caçamba de lixo. Por ventura, nosso sistema de filmagem é de uma tecnologia das mais modernas. Então quando dei zoom, percebi que o que havia sido jogado era um corpo. Com o zoom de alta qualidade, eu não tive dificuldade em identificá-lo. Apesar do sangue cobrindo grande parte do corpo, eu não tive dúvidas sobre o que eu via. Bem... Por precaução, caso vocês não acreditassem em minhas palavras, eu trouxe isso para que vocês vissem com os próprios olhos.
Stein pegou uma das folhas retiradas da pasta e ergueu a nossa frente, possibilitando que eu e Blair fitássemos o papel simultaneamente. Nela havia duas fotos, lado a lado. Uma era um print que Stein tinha tirado das filmagens, era o corpo jogado na lixeira. Analisando tal print, eu senti um embrulho na boca do estômago. Com o enjôo, desviei o olhar para foto ao lado. Era uma foto de Naomi.
Eu tremi ao vê-la.
Tremi porque comparando as duas fotos...
Elas eram exatamente a mesma pessoa.
Fitei o sensei, com olhar de pavor, e ele me olhou de volta, como se compreendesse a minha reação.
– Não se preocupe, eu também reagi assim. – Stein usava um tom de voz consolador, em seguida, colocando a folha de papel sobre a mesa. – Então, pelo o que vocês podem ver, o corpo morto naquela noite... É o de Naomi. – Houve uma pausa dramática, mas ele retomou as palavras de novo. – Eu tentei achar as filmagens daquela noite que gravaram a prisão subterrânea, mas parece que quem cometeu tal crime teve o cuidado de apagar todos os registros. Sorte nossa que essa pessoa foi desatenta e não apagou a filmagem que gravou a lixeira.
Eu estava demasiadamente trêmula ao fim das palavras do sensei. Minha mente entrou em pani, e eu só conseguia pensar em uma única pergunta: “Quem é então essa Naomi que nós conhecemos atualmente?” Antes que fizesse tal questionamento a Stein, Blair indagou primeiro.
– Stein, qual o nome dessa criminosa foragida que você encontrou e trouxe a ficha?
O sensei analisou uma folha que estava debaixo das outras, e leu algumas das primeiras palavras impressas ali.
– Yoko... – Antes que o sensei dissesse o sobrenome, Blair lançou ligeiramente o olhar até mim, e eu senti como se ela tivesse achado a chave da questão. As novas palavras dela acabaram confirmando o que eu suspeitava.
– Agora tudo faz sentido. – Tudo fazia sentido apenas para ela, porque eu e Stein permanecemos boquiabertos, aguardando alguma futura explicação. E assim se fez, Blair passou a nos explicar suas conclusões depois de perceber minha expressão de incompreensão. – A tigela, Maka! A tigela mostrou que Naomi não é uma Shokunin, lembra? – Assenti enquanto Stein se surpreendia com a revelação que até então ele desconhecia. – Além da verdadeira raça dela, os símbolos mostraram outra coisa. Mostraram que a Naomi na verdade não se chama Naomi... E sim Yoko Hanover.
De imediato, franzi o cenho, demonstrando que eu não conseguia compreender a nova informação.
– Como os símbolos conseguiram mostrar, além da raça, a verdadeira identidade dela? – Indaguei me soerguendo do sofá. Blair se levantou também, e apontou para a tigela que estava ainda na cozinha mas do ponto da sala onde estávamos, era possível vê-la. Ela recomeçou a proferir novas palavras.
– A corrente. É a única explicação que eu tenho pra isso. Quando fizemos o feitiço e colocamos a corrente no meio, os símbolos rastrearam o proprietário do objeto. Quando encontraram, passaram as informações como nome e raça. Então pelo o que eu entendi, a corrente pertence à essa tal de Yoko, que enganou a todos fingindo ser a Naomi.
– Isso não é possível! – Exclamei incrédula.
– É possível sim, Maka. – Stein balbuciou, se levantando do sofá como eu e Blair. Nossos olhares foram de encontro ao sensei, que parecia estar convicto da conclusão de Blair. – O que indica isso é que Blair conseguiu dizer o nome completo da Yoko sem que eu dissesse antes. – O professor estendeu a folha em sua mão, mostrando a linha que ele lia em voz alta antes de ser interrompido por Blair. E estava mesmo escrito: Yoko Hanover. Permaneci inerte enquanto Stein indagou à Blair. – Mas sobre a raça da Yoko, o que você viu nessa tal tigela?
Notei Blair engolir seco após o questionamento do sensei. Ela fitava-o, hesitante, mas por fim revelou a ele sua descoberta.
– Bem... Pelo o que os símbolos me indicaram, Yoko é uma... Bruxa.
Uma palidez instantânea se fez presente na face de Stein, o qual voltou a analisar a ficha em suas mãos com os olhos urgentes. Depois de muito analisá-la, ele reergueu o rosto pálido e voltou a nos olhar, proferindo algumas palavras com tom de inconformação.
– Droga! Como é que o Shibusen se descuidou em não registrar uma informação dessas nessa ficha?
– Garanto que eles não sabiam disso, nem ao menos deviam suspeitar. – Arrisquei tal palpite para tentar acalmar o sensei, que evidentemente estava mais agitado após a revelação. Ele começou a andar de um lado para o outro da sala, incrédulo, rodando diversas vezes o parafuso gigante em sua cabeça.
A situação também me gerava desconforto, pois agora nós sabíamos que a foragida do Shibusen Yoko era uma bruxa e estava extremamente perto. E o Soul havia ido atrás del-...
Meus pensamentos, até então aéreos, haviam sofrido um choque quando me lembrei que Soul tinha ido atrás dela.
– Oh céus! Nós temos que ir atrás do Soul! – Exclamei com o tom de voz bem alta, despertando o estado de alerta de Stein e Blair, que também pareciam ter se esquecido de Soul por um breve momento.
– Não temos mais tempo a perder. – Stein permanecia com a voz estável e séria, mas a urgência em seus passos até a porta denunciou a preocupação que ele tinha.
Eu e Blair apressamos o passo atrás do sensei que já estava fora do apartamento. Os três pares de pés corriam com agilidade até a saída, e logo estávamos na calçada, em frente ao prédio. Eu pensava em alguma maneira de chegar até o apartamento onde Soul supostamente estava sem que demorasse muito, e Blair pareceu ler meus pensamentos quando exclamou:
– Nós podemos ir em uma das minhas Flying Pumpkin* (abóbora voadora*). O problema é que ela suporta no máximo duas pessoas.
Nos entreolhamos, questionando quem seriam as duas pessoas. Blair, querendo ou não, tinha que ir pois a abóbora precisava ser pilotada. Então a outra pessoa seria eu ou Stei-...
– Pode ir, Maka. – O sensei proferiu interrompendo meus pensamentos. – Eu estarei logo atrás de vocês, não se preocupem.
Blair então estralou os dedos duas vezes proferindo “Flying Pumpkin” no intervalo entre os dois estalos. Uma abóbora significantemente grande surgiu ao nosso lado, levitando no ar. Blair subiu sem delongas no objeto mágico e estendeu uma das mãos para me auxiliar a subir também.
Já de cima da abóbora, fitei sensei embaixo, que lançava um olhar de “conto com vocês”. Assim, partimos flutuando no céu iluminado pela lua sorridente e de boca sangrenta.
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Soul Eater POV
Eu sentia fisgadas na cabeça, provocando fagulhas de dor. Eu estava de ressaca de novo? Não. Eu não me lembrava de muita coisa, mas eu tinha certeza de que eu não havia colocado uma gota de álcool na boca nas últimas 24 horas. Abri os olhos vagarosamente, depois de espremer as pálpebras uma contra a outra. Tentei erguer as mãos para esfregar os olhos, mas algo me impedia. Quando encarei meu corpo, eu estava amarrado numa cadeira, impossibilitado de fazer algum movimento com os braços e as pernas. Subitamente olhei a minha volta e notei que estava no apartamento de Naomi. O cenário de destruição continuava o mesmo, ainda com todo aquele sangue na parede e o espelho quebrado no chão. A diferença era que agora a iluminação era um pouco melhor, graças a várias velas espalhadas por vários cantos do apartamento. Observei uma marreta grande jogada no chão, abruptamente me lembrando de quando eu adentrei o apartamento e levei duas fortes pancadas na cabeça, que me fizeram ficar desacordado; Com certeza deve ter sido aquela marreta usada para me atingir. Fitei o relógio de parede que fazia uma tic-tac irritante, notando que já se passavam das 2:30 da madrugada. Calculei que fiquei desmaiado por quase 3 horas completas. Senti mais uma forte fisgada na cabeça, dando um leve gemido de dor. O discreto ruído do gemido pareceu ter acordando alguém que estava no sofá atrás de mim. Senti um arrepio na espinha, pois eu não conseguia me mexer para sair dali, nem ao menos conseguia me virar para encarar quem é que estava atrás de mim. Tal presença desconhecida se aproximava aos poucos pelas minhas costas. Tinha a respiração pesada, embora acabasse de despertar. Quando finalmente cessou os passos por estar próximo a mim, o ar quente causado pela respiração pesada aqueceu a lateral do meu pescoço, próximo à orelha. O corpo desconhecido estava curvado bem próximo a mim, arfando em minha orelha. Tentei espiar pelo canto dos olhos a fim de identificar quem estava ali. Mas não foi necessário que tal presença se revelasse fisicamente; Eu consegui adivinhar quem era apenas pelo soar da voz.
– Eu não estava dormindo. Estive te observando esse tempo todo. – O proferir de tais palavras soou bem próximo ao meu ouvido, emanando de quem estava curvado atrás de mim. A voz era meio áspera, mas em sua essência eu conseguia identificar quem era o propagador das palavras ditas.
Era Naomi.
Notas finais
Mas mudando de assunto... Hoje eu estava procurando um site para ler o mangá de Soul Eater online e encontrei algo SUUUUPER legal! Eu nunca tinha lido, mas eu não sei se algum(a) de vocês já leu: É um mangá spin-off que se chama "Soul Eater Not!", conta sobre uma nova aluna do Shibusen que se chama Harudori Tsugumi. Essa história se passa na época do começo da história principal (do mangá original de Soul Eater). Eu ainda estou lendo o início, mas já achei SUGOI o pouco que li. Eu vou deixar o link aqui, e caso alguém se interesse, é só começar a ler. É online, não precisa baixar nada. Ta aqui: http://mangareader.com.br/Lista/mangas/125-soul-eater-not
(Eu não sei se o Nyah!FanFiction permite que a gente poste links de outros sites assim, mas eu tô postando mesmo assim, kk) Pelo o que eu vi, são só 12 capítulos, não sei se tem mais. Mas quando eu chegar no 12° capítulo eu procuro pra ver se tem mais e qualquer coisa eu posto aqui pra vocês.
Outra coisa é um aviso aos fãs de Naruto e Bleach.
Fãs de Naruto: Eu escrevi uma singela songfic sobre a Konan e o Yahiko. É de capítulo único e dá pra ler em 5 minutinhos, rs. Caso alguém se interesse, aqui está o link: http://fanfiction.com.br/historia/344342/My_Immortal/
Fãs de Bleach: Em breve (depois que eu acabar de escrever a fic "Broken Trust") eu irei escrever uma história com personagens de Bleach. O detalhe é que essa próxima fic será do gênero Yaoi, e vai abordar o casal Shuuhei e Izuru. Aos interessados, pretendo não demorar começar essa nova fic. Aguardem.
Enfim, voltando ao assunto do capítulo de hoje, talvez o próximo cap seja o penúltimo. Ainda não sei, pois as ideias estão super desordenadas na minha cabeça. Me perdoem qualquer erro, e caso eu tenha deixado de esclarecer alguma coisa e haja dúvidas sobre a trama, deixem um review sobre a tal dúvida que aí no próximo capítulo eu posso tentar encaixar a explicação no meio da história.
É isso aí. Até a próxima. o/
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