Breezes Of Spring - The Story Of Alice Cullen
2 Em busca de respostas
Alice acordou. A chuva havia estiado a pouco tempo. Suas roupas estavam encharcadas. Alice observou que estava nos fundos de um sanatório, e vestindo roupas dos pacientes. Ela pôs a mão na garganta, que ardia como se estivesse engolido ferro em brasa.
Pela pequena janela em uma das paredes, do que mais parecia um quintal, Alice viu que algumas enfermeiras entravam em um pequeno toalete com roupas normais e saiam com o uniforme. Ela escalou a parede com uma velocidade absurda. Ficou muito espantada, mais estava apressada demais para adicionar mais perguntas a sua enorme lista delas.
Alice entrou disfarçadamente no toalete e uma enfermeira havia acabado de deixar um conjunto laranja e um chapéu em um cabide. Alice pegou a roupa e vestiu-a colocando a que estava usando antes no cabide.
Ela espiou pela fresta da porta se corredor próximo a janela estava vazio, e andou vagarosamente até a janela. Assustou-se ao ver de que altura teria que pular, mais antes que tivesse mais tempo para pensar em outro jeito de sair do lugar, alguém esbarrou em seu ombro e Alice caiu. Fechou os olhos com medo. Aterrissou como uma pena no chão . Abriu os olhos bem devagar assustada com o acontecido , mais sem que pudesse pensar, a dor na sua garganta piorou.
Alice ouviu o barulho de água , que vinha de trás de um dos muros do ``quintal`´ do sanatório. Alice escalou o muro e correu até o rio , tão absurdamente rápido como escalou as paredes do sanatório. Alice bebeu a água, mais ao invés de sentir-se saciada, sua garganta queimava ainda mais do que antes , e agora tinha borboletas no estomago. Ela olhou seu próprio reflexo na água. Estava pálida demais e tinha enormes olheiras. E seus olhos estavam carmim. Alice não se assustou com o acontecimento, era só mais um em sua lista que começara a fazer tinha 15 minutos, mais se fosse um livro já teria muito mais de 500 paginas.
Ela viu que o povoado não ficava muito longe, e que talvez estivessem lá as suas respostas.
Quanto mais perto chegava do povoado com sua nova e absurda velocidade um cheiro tentador invadia suas narinas e fazia o ardor em sua garganta aplacar-se.
Alice via as diversas famílias que pareciam imensamente felizes. ´´porque comigo tem que ser diferente¿ por que não posso ser feliz como todas essas pessoas¿``-Pensou Alice atordoada indagando se as lagrimas não viriam a lhe escapar.
Alice correu sem destino indo parar em um cume . Alice começou a ouvir gritos de dor e seguiu-os.
Havia varias pessoas na clareira em que estava. Algumas mortas e outras pasmas e vivas. Alice sentiu sua garganta queimar mais do que antes. Alice sentiu-se como se estivesse sendo controlada e antes que pudesse pensar em algo, seus dentes encravaram-se em algo e sentiu algo quente entrar em sua boca e pela primeira vez sentiu-se saciada. Ela percebeu o que havia feito : tinha matado uma pessoa, bebendo seu sangue, como um monstro. Tinha mais outra pergunta em sua cabeça agora: O que foi que eu fiz¿
Alice sentiu um cheiro parecido com o seu e segui-o. Logo encontrou algumas pessoas conversando com as vozes alteradas
´´...você enlouqueceu¿ Os Volturi virão atrás de nós, você deve aprender a se controlar!...´´
´´...Volturis aqueles vampiros idiotas!..``
A mente de Alice começou a juntar as peças: Ela bebeu sangue, era rápida, ela era uma vampira! Alice assustou-se e correu novamente sem rumo. Ela tinha todas as suas respostas ,mais a angustia vinha junto com elas. Pela primeira vez sentira-se cansada desde que acordara no sanatório. Sentia-se um monstro. Tinha vontade de chorar, mais as lagrimas não saiam. Sentou-se em baixo de um pinheiro e logo desfocara-se , vendo o futuro. Viu um vampiro loiro, com olhos âmbar e tão pálido quanto ela. Sua face era coberta de ferimentos mais sua expressão era calma. Pela primeira vez Alice viu-se calma e naquele dia, decidiu-se que iria encontra-lo não importasse o quanto tempo teria que espera-lo.
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