Notas iniciais
Oi meninas, tudo bem?
OBRIGADA A TODAS PELOS REVIEWS
Gasparzinhas, vamos dar um oi? custa nada ser camarada, sem falar que eu sempre posto rápido quando recebo reviews bem rapidinho :) espero que gostem do capitulo, já é o antepenúltimo, ou seja, temos apenas mais dois capitulos OO'
Vamos ao capítulo, quero saber o que vcs acham que está acontecendo :D

O príncipe Jacob olhava chocado para seu pai. Seu cérebro não conseguia processar o que havia acabado de acontecer.

Na noite passada, ao chegar acompanhado do padre, Jacob evitou o máximo o pai, nem mesmo falou direito com ele no jantar. Decidiu que iria esperar até de manhã para contar sobre seu casamento. Seu pai achava suas atitudes estranhas, mas resolveu não importunar o filho... por hora. Também queria esperar para conversar com seu filho no café da manhã, assim os dois estariam descansados e poderiam conversar sem muito atrito.

Quando o dia amanheceu, Jacob foi direto para o salão. Seu pai o chamou para comer, mas ele se recusou, disse que tinha um assunto importante para tratar com ele. O rei ficou curioso e desconfiado, decidiu terminar seu café da manhã depois e ir até um dos pátios do palácio para conversar com seu filho com mais privacidade. Andaram por um tempo pelo pátio conversando amenidades, até que o príncipe resolveu contar de uma vez que estava casado com Branca de Neve.

Seu pai ficou furioso, lembrou-se sobre tudo o que a sua amiga, a rainha Esme, havia lhe contado e podia jurar que teria um infarto. Seu filho estava casado com uma perfeita víbora. A briga entre os dois foi feia e séria. O rei Black expulsou seu filho e sua esposa do reino. Ali não seriam bem vindos. O bate boca foi mais sério depois disso, o rei Black perdeu a cabeça e partiu para cima do filho para lhe proferir um forte tapa a fim de corrigir seu filho irresponsável. Jacob, por reflexo, empurrou seu pai, já de idade, para longe. O velho e sábio rei Black foi ao chão, batendo a cabeça na quina de um banco antes de finalmente desfalecer no chão frio do pátio.

Jacob ficou um tempo sem reação, estava tomado pelo susto. Correu até o pai para lhe oferecer socorro e constatou que o rei não tinha pulso. Olhou em volta e não havia ninguém para lhe ajudar.

– AJUDEM! SOCORRO! AJUDEM! – o príncipe gritava para que alguém viesse ao seu socorro.

Logo alguns guardas apareceram afobados. Alguns tinham as espadas em punho.

– O que houve? – o guarda Seth perguntou.

– Meu pai caiu... pisou em falso...bateu a cabeça. – Jacob falou desorientado.

Ninguém perguntou mais nada. Levaram o rei para seus aposentos e chamaram o médico real. Logo ele estava no quarto do rei, fazendo seu trabalho. Constatou o que todos ali já esperavam: o rei estava morto.

– Morto? – Jacob falou desolado, sem realmente acreditar no que ouvia.

– Sim. A batida na cabeça foi forte, forçou a espinha que se quebrou. A morte foi instantânea. Sinto muito meu príncipe. – o médico falou fechando sua maleta.

– Não pode ser... – Jacob falou, a culpa lhe invadindo pela primeira vez.

– Não se culpe jovem príncipe. O rei já era de idade, estava frágil. Foi apenas uma fatalidade. – o médico falou se levantando e indo em direção de Jacob. – Será um grande rei, sei disso. – ele completou antes de sair.

Lágrimas silenciosas desceram do rosto de Jacob. Agora ele era rei, um título conquistado à custa de seu pai que ele havia matado. A culpa o massacrava. Olhou em volta e viu os guardas ajoelhados, lhe fazendo reverências.

– Viva o rei Jacob. Deus salve o rei! – os guardas proferiram, uma conduta de praxe que sempre era feita quando um novo rei era declarado.

– Irei comunicar a morte de seu pai. Providenciarei para que o bispo venha para fazer a coroação amanhã. – o conselheiro de seu pai, Sam, lhe falou. – Majestade. – o conselheiro fez um reverencia e se retirou.

Jacob não conseguia processar tudo direito. Seu pai estava morto por sua causa, ele era o novo e rei e seria coroado amanhã, ele estava em lágrimas e transtornado e ninguém se importava. O fato é que todos esperavam que Jacob fosse forte e assumisse sua função, mas ninguém sabia que ele era o culpado dessa mudança. Ele sentia uma dor forte no peito, se sufocando. Não se sentia digno de governar um reino. Precisava de consolo e ele só iria encontrar nos braços de sua princesa e esposa Branca de Neve.

Cavalgou com pressa até a cabana em que sua esposa estava escondida. Chegou lá e se jogou imediatamente nos braços de sua amada. Ela deitou a cabeça dele em seu colo e secou as lágrimas de seu marido enquanto ele lhe contava toda a tragédia.

– Não sei o que fazer Branca de Neve. Estou perdido! Todos esperam que eu assuma o trono, mas eu não sou digno. – Jacob falou chorando mais um pouco.

– Não foi sua culpa, foi apenas uma fatalidade. Agora, levante a cabeça e assuma a posição que lhe é de direito. Você tem um reino para governar, não pode se dar o luxo de ficar ausente de suas obrigações. Volte o mais rápido possível para o castelo e assuma o trono. – Isabella disse firme, tentando persuadir seu marido a voltar à razão.

– Não sei se consigo.

– Tem que conseguir, o seu povo conta com você agora. Ora essa, seja homem Jacob e cumpra com suas obrigações! – Jacob olhou para Isabella espantado, ela nunca falara assim.

Sentiu a admiração por ela aumentar, ela era a mulher perfeita para ele. Simples, doce, inocente, delicada, forte e com fibra. A esposa perfeita e certamente a rainha perfeita.

– Tens razão minha esposa. É melhor assumir o trono e fazer o que tem que ser feito. Depois eu lido com meus conflitos internos e com minha culpa, no momento o meu reino é mais importante. – Jacob disse se levantando e passando a mão no rosto para tirar o resto das lágrimas. – Pegue suas coisas, nós iremos para o castelo. Te apresentarei como minha esposa na cerimônia da coroação. Será minha rainha! – Jacob falou e Isabella sorriu contente.

– Não preciso levar nada. Não trouxe muitas roupas, apenas alguns vestidos e uma veste para andar com mais facilidade na floresta.

– Então vamos. Vou providenciar para que tenha o melhor quando chegarmos ao castelo.

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A manhã chegou para a alegria da princesa. Assim que os raios invadiram o seu quarto ela se levantou e tratou de se arrumar. Jacob não estava no quarto, havia saído um pouco antes de o sol raiar. Isabella agradecia a isso secretamente, não suportaria ter que fingir por mais nenhum minuto que gostava das carícias de seu marido. As lembranças da noite anterior lhe davam náuseas, mas agora não era hora para recordar. Era hora de se aprontar para a coroação.

Mandou a criadagem lhe preparar um banho e lhe trazer um vestido para o evento. Após o banho as criadas lhe ajudaram a colocar o vestido vermelho com dourado. Vermelho...a cor da realeza... Isabella gostava disso. Logo depois o cabelereiro dos nobres entrou em seu quarto para lhe fazer um penteado. Após tudo pronto, Isabella apenas passou um pouco de perfume antes de ir para a cerimônia e colocou brincos grandes de diamante. Caminhou sorridente, pois hoje era um dia de triunfo, e foi recebida com reverências na igreja do castelo.

Assumiu seu lugar, sentou-se na poltrona dourada posicionada no altar para que ela ficasse voltada para o futuro rei. O bispo entrou juntamente com outro membro da igreja que carregava uma almofada vermelha onde a ostentosa coroa dourada com diamantes e safiras estava posta. Logo depois a música começou a tocar e o príncipe Jacob entrou coberto por uma manta de pele.

A cerimônia se prosseguiu e o rito foi realizado de forma rigorosa. A coroa finalmente fora colocada na cabeça de Jacob e o cetro já estava entregue. Jacob se ajoelhou como príncipe e agora se levantava como rei. Isabella foi até o seu lado, e Jacob a conduziu até o lado de fora da Igreja onde a população nada nobre residia. Assim que chegaram à porta, aplausos foram ouvidos e gritos de “Vida longa ao rei!” ecoavam por todo canto. O rei soltou sua mão da de Isabella e pediu silêncio e logo ele foi obedecido.

– Apresento-lhes Isabella Mary Swan, minha esposa e rainha deste reino! Sei que não foram comunicados do casamento, mas ele foi feito às pressas em um ato de amor. A princesa do reino oeste agora é sua rainha. Que a tratem como tal! – Jacob encerrou seu pronunciamento e Isabella sorriu satisfeita.

Os súditos na mesma hora se curvaram em sinal de respeito enquanto o novo rei e a nova rainha caminhavam pelo tapete vermelho que guiava até o castelo. Os nobres que caminhavam atrás estavam embasbacados. O rei estava casado e não os havia convidado? Era um escândalo, um ultraje, uma ofensa.

Jacob e Isabella chegaram até seus aposentos. Jacob depositou a coroa em cima da cômoda com cuidado e retirou a manta que lhe cobria.

– Estava com saudades de ficar a sós com você. – Jacob falou sorridente.

– Oh, eu também. – Isabella disse tentando dar o seu melhor sorriso.

– Vou tomar um banho, quando voltar quero conversar com você.

– Sobre o que? – Branca de Neve perguntou nervosa. Havia feito algo errado?

– Nada com o que se preocupar, provavelmente alguma bobagem da minha cabeça. Não me demoro. – o rei falou depositando um beijo na testa de Isabella e indo em direção ao banheiro.

Assim que ele entrou na banheira Jacob começou a pensar na sua suspeita. Na noite anterior, depois de consumar o casamento, o rei notou que sua esposa não sangrara. Isso o intrigava muito, virgens não deveriam sangrar? Ele não conseguia acreditar que Isabella o traíra, com certeza ela tinha uma explicação para isso.

Jacob terminou seu banho e, antes de sair do banheiro, notou que não estava sozinho. Sorriu pensando ser Isabella, mas notou que quem se escondia atrás do armário usava botas de couro sujas de lama. Antes que pudesse reagir, a figura saiu de seu esconderijo. Era um homem alto, coberto por uma capa negra e do seu rosto nada era visível, a não ser os lábios que formavam um sorriso maligno.

– Quem é você? O que faz aqui? – Jacob falou e o estranho riu. – Ande, fale, é uma ordem! – Jacob falou e notou que o estranho tinha óbvia má intenção.

Tentou sair do banheiro para pegar uma espada, mas assim que se virou sentiu algo ardendo em suas costas. A dor era excruciante e o impossibilitava de respirar. O estranho o apunhalara e agora ria ao ver que sua vítima tinha uma morte certa.

– Vida longa ao rei! – a voz grossa e zombeteira do estranho soou suave no ouvido do rei.

O corpo do rei foi ao chão. Isabella apareceu no banheiro para ver o que causara o baque que ouvira. Só conseguiu ver o sorriso do estranho encapuzado antes dele se segurar em uma corda e se retirar pela janela.

Notas finais
e ai reviews? Indicações? Podem dar indicações pq essa fic só tem cinco capitulos mesmo ^^ vai, por favor *--* quero ouvir teorias u.u