Notas iniciais
Gente este é o ultimo capitulo dessa "temporada" Sim que triste mas olha, a fic não vai entrar em hiatus, e nem ser dividida em varias fics, vou postar assim que puder o próximo capitulo aqui mesmo ok? :D vamos ler então?

Finn

Rachel, Puck e Sam estão sentados na mesa, e eu me aproximo colocando um prato com biscoitos na mesa.

–Peguem, gente. — Eu falo servindo eles. — Alguns biscoitos. Beleza. Como vocês sabem, vou morar com a Lea, e estou feliz por conversarmos como adultos.

–Lea fez esse biscoito. — Puck fala e joga o biscoito com raiva pra longe.

–Mais alguém? — Eu pergunto o ignorando.

–Está cometendo um grande erro, indo morar com a mulher que fez de você um agorafóbico, insensível e cachaceiro. — Sam fala e Rachel continua quieta com os braços cruzados.

– Vou começar de novo, não foi como eu tinha planejado. — Eu falo. — Como sabem, estou indo embora. Devemos resolver algumas coisas.

–O que vou fazer com meu dinheiro extra, agora que não preciso emprestar para você? — Sam pergunta irônico. — Talvez eu compre uma cidade.

–Pode abrir um shopping. — Puck exclama rindo e pega mais um biscoito. — Chame de "Canto do Sam". Isso é chocolate granulado? Está tentado comprar nosso amor com isso? — Ele pega e joga o biscoito longe novamente. — Seu idiota.

–Não vai sentir falta disso? — Sam pergunta e Rachel continua quieta de braços cruzados parecer não se importar. E isso estava me incomodando.

Puck

–Certo, isso é tudo. — Finn fala fechando pequeno caminhão que tinha as coisas dele. — Obrigado pela ajuda. — Ele olha para Rachel que parece indiferente. — Obrigado por me ajudar.

–Tchau Finn, eu vou entrar e fazer o anuncio para o próximo inquilino. — Rachel fala se afastando e Finn a encara confuso.

–Vamos? — Eu pergunto e eu ele e Sam entramos no caminhão.

Finn começa a dirigir.

–Eu e Lea estamos começando uma nova vida juntos. — Finn fala. — Estamos decidindo entre uma parede bege ou verde. Acho o bege muito forçado, mas o verde é difícil de combinar. Já falei das janelas na sacada?

–Falou. — Eu falo.

–Acabou de dizer. — Sam fala irritado.

–São incríveis, não? — Finn pergunta. — Vou me pendurar nelas como um gato.

–Essa é a casa. — Sam fala quando passamos por uma casa.

–Essa? — Eu pergunto confuso.

–Essa mesmo. — Finn confirma olhando a estrada.

–Não vai parar? — Sam pergunta confuso.

–Eu deveria. — Finn fala.

–Finn. — Eu pergunto.

–Fala. — Ele fala.

–O que está fazendo? — Eu pergunto calmamente.

–Estou endoidando! — Ele grita nervoso entrando na rodovia. Eu e Sam nos encaramos assustados. — Finn Hudson está doidão de novo! Quais as novidades?

Sam

Finn para na beira de uma estrada deserta e desce do caminhão correndo.

–Vamos! — Ele fala e eu e Puck descemos do carro o observando.

–Acha que ele está bem? — Eu pergunto pra Puck.

–Com certeza. — Puck fala irônico. — Fazemos isso todo dia. Só nunca convidamos você.

Finn se ajoelha no chão.

–O que eu fiz? — Ele grita para o nada.

–Passou do apartamento a 70 quilômetros atrás! — Puck fala pra ele chutando arei na cara dele.

–Vamos entrar no caminhão, e voltar para casa. — Eu falo.

–Sim, está certo. — Finn fala.

–Certo? — Eu pergunto sorrindo pra ele.

–Tudo bem. — Puck concorda.

–Isso é loucura, vim até aqui. — Finn fala.

–Dirijo até a Lea. — Eu falo indo pegar a chave da mão dele.

–Lea, não! — Finn grita jogando a chave para longe. Finn para confuso. — Isso foi inesperado.

Santana

–-Puck está em casa? — Eu pergunto entrando no apartamento vendo Rachel na cozinha.

–Não, está ajudando o Finn. — Ela fala parecendo entediada e o telefone dela toca. — É ele. Oi, Puck. Como vai? Como está o apartamento novo? Cheira a tinta e compromisso? — Ela começa a rir e para ficando séria. — O quê? Onde?

Finn

–Vai escurecer logo. — Sam fala.

–Está com medo do escuro? — Eu pergunto rindo.

–Não. Me preocupo com ele. — Ele fala apontando para Puck que procurava as chaves pelo chão. — O judeu no deserto. Não quero ele peregrinando.

Meu telefone toca e eu suspiro confuso.

–É a Lea. O que digo? — Eu pergunto confuso.

–Que tem Formigas Vermelhas em todo canto. -Puck fala se aproximando bravo e eu atendo o telefone.

–Oi. — Eu falo.

–Finn, onde você está? — Lea pergunta.

–No deserto. — Eu falo rapidamente.

–Onde? — Ela pergunta confusa.

–Sim... — Eu falo com vergonha me afastando dos meninos. — Eu endoidei.

–Sei que é demais. — Ela fala. — Volte o mais cedo possível, e daremos um jeito.

–Eu amo você. — Eu falo sorrindo por ela me entender.

–Também amo você. — Ela fala e eu desligo o telefone sorrindo.

–Exagerei jogando as chaves. — Eu falo sorrindo.

–Mesmo? — Sam pergunta irônico.

–Não sei porque duvidei dela. Ela é a melhor. — Eu falo.

–Então por que jogou a chave? — Sam grita irritado.

–Eu mereço. — Eu falo culpado.

–Vou matar você! — Sam fala vindo pra cima de mim.

–Sam, não. — Eu grito e ele pula em cima de mim me derrubando no chão.

Puck logo nos separa e eu continuo tentando partir para cima de Sam.

–Chega! — Puck fala e eu o encaro bravo. — Quer parar?

–Por que estamos brigando? — Eu pergunto irritado parando. — Por que isso tudo?

Vemos um carro se aproximar e sorrimos ao ver Rachel e Santana.

–Ótimo. — Puck fala.

–Graças a Deus. — Sam concorda.

–Rachel! — Sam pergunta. — Por que demorou?

–Bonito apartamento, Finn. — Santana fala rindo e Rachel continua séria. — Espaçoso.

–Sim, sou um idiota. — Eu confirmo incomodado por Rachel não ter falado a opinião dela até agora. — Se sairmos agora, chego na Lea até às 20h.

–Lea? — Santana pergunta.

–Mudei de ideia. — Eu falo animado. — Vou me mudar. Nem ligo para o caminhão. Pego ele amanhã. Sugiro irmos agora, e sairmos do deserto.

–Então, vem minha pergunta: como vai chegar lá? — Santana pergunta pegando a chave da mão de Rachel.

–Vai me levar. — Eu falo pra ela.

–Não vou. — Santana afirma.

–O quê? — Sam pergunta confuso.

–Por que veio ao deserto? — Santana me pergunta.

–O que está fazendo? — Sam pergunta enquanto Santana sai correndo.

–Santana! — Eu grito e ela joga a chave do carro longe.

–Não! Fala sério. — Sam grita irritado. — Gente, me escutem. Parem de jogar as chaves! Os lobisomens saem a noite. Não quero alguém me comendo! -Tenho coxas e bunda grande!

–Relaxe. — Eu tento falar para ele que está pirando.

–Estamos no meio do deserto, e não vão achar nossos corpos! — Sam grita e Rachel começa a rir. — O quê?

–Está tendo um ataque. — Eu falo para Sam.

Puck

–O reboque só vem amanhã. — Eu falo.

–Olha o que achei. — Rachel fala rindo e mostrando uma fita antiga nas coisas de Finn.

–Guarde isso. — Finn grita e ela ri.

–Preciso ouvir. — Ela fala indo até o rádio.

–Imploro que guarde. É humilhante. — Finn pede pra ela que está rindo. — Fiz aos 14 anos.

–Preciso ouvir. — Rachel fala rindo e todos concordam.

–Aumenta. — Eu grito e Rachel coloca em um rádio sem fio que estava dentro do caminhão.

A musica começa a tocar e Finn se levanta corando.

–Que música horrível. — Santana fala rindo.

–Ela é boa. — Finn fala. — Vocês estão loucos. Escutem a letra. Cara. Estou sentindo isso. — Ele fala começando a dançar. — Está brincando? Está nos meus ossos. "Just a small town girl, livin' in a lonely world She took the midnight train goin' anywhere"

–Não. — Eu falo rindo.

Just a city boy, born and raised in South Detroit He took the midnight train goin' anywhere – Finn continua a cantar e dançar e todos rimos dele e começamos a cantar e dançar com ele. — Estou de volta! Obrigado por fazerem isso.

–Vou sentir falta disso, gente. — Eu falo rindo. — Todos nós, juntos... zoando o Finn.

–Certo. — Finn fala ficando sério e sem graça e Rachel para o encarando. — Tudo bem, entendi. Sou um idiota. Entendo o que estão fazendo. Já entendi. Estão me lembrando de como é bom

sairmos juntos, para eu não ir.

–É só diversão. — Rachel fala confusa.

–Entendo. — Ele fala. — Já entendi Rachel, eu sabia que você iria pirar em alguma hora mesmo. — Ela franze a testa. — Eu estava estranhando você não dar a sua opinião até agora, mas entendi o que você pensa. Acham que sou idiota e fiz más escolhas, mas não fiz.

Ele fala se afastando.

–O quê? Fala sério. — Rachel fala confusa. — Está louco. Aonde vai?

–Pegar minha chaves. — Ele grita.

–Nunca vai encontrar. — Ela afirma o seguindo e eles somem na escuridão.

Rachel

–Fala sério, chaves. — Ouço Finn resmungar chutando o chão.

–Finn? — Eu pergunto me aproximando. — Está difícil, agora. Voltamos de manhã.

–Não quero procurar de manhã. — Ele fala me encarando enquanto eu paro na frente dele. — Quero estar na minha cama, no meu novo apartamento, com a minha nova velha namorada.

–Certo. Eu sei... — Eu começo a falar e vejo ele arregalar os olhos. — O quê? — Ele coloca a mão tampando a minha boca e me vira e eu vejo um cachorro gigante nos encarando. — Meu Deus.

–Calma. — Finn fala me abraçando, me protegendo. — O que fazemos?

–Não sei o que fazer. — Eu falo assustada.

–Precisamos fazer algo. — Finn fala.

–Meep-meep. — Eu grito.

–O que fez? — Finn pergunta me encarando confuso.

–Papa-Léguas. — Eu explico.

–Eu sei disso. — Ele fala me encarando, e ele estava perto demais. — Por que imitaria ele?

–Porque ele é... — Eu encaro o cachorro novamente. — Meep-meep.

–Não faça isso, Rachel. — Ele fala nervoso. — -Sério, não imite ele.

–Cuidamos de coiotes assim. — Eu explico.

–Ele não é coiote! — Finn grita irritado e o cachorro rosna. — E coiotes odeiam eles! — Finn tampa minha boca e me puxa para trás. — Ele está nos observando. Está nos olhando.

–Ele não tem o que fazer? — Eu pergunto.

–Isso é um desastre. — Finn fala sério.

–Por que continuou dirigindo? — Eu pergunto o encarando.

–Não quero falar sobre isso. — Ele fala. — Sei o que vai dizer, não quero ouvir.

–Não. — Eu falo brigando com ele. — Não sabe o que vou dizer. — Ele para e espera que eu fale algo. — Quero que seja feliz. Se isso significa morar com a Lea, você deve ir.

–Você acha isso? — Ele pergunta confuso, era como se todos os muros que ele tinha levantado para se proteger tivessem acabado de cair.

–Sim. — Eu falo concordando e ele fica quieto por um tempo.

–Precisa demais de mim. — Ele fala e eu franzo a testa.

–Vou ficar bem. — Eu falo. — Eu vou.

–Não vai, não. — Ele fala negando.

–Sabe o porquê? — Eu pergunto.

–Por quê? — Ele pergunta.

–Porque eu conheço você. — Eu falo e ele me encara de uma maneira que só havia visto no dia em que ele me beijou na praia, eu coro. — Por isso estou bem. Por isso consigo fazer isso.

Eu pego e fico de quatro encarando o cachorro.

–O que está fazendo? — Finn pergunta confuso.

–Para derrotar o cachorro. — Eu começo a dizer. — Precisa ser ele.

–Achei que diria isso. — Finn fala debochado. — É uma ideia idiota. Não seja ele. Não estou com ela. Isso é coisa dela, senhor.

Eu saio correndo em direção ao cachorro gritando e ele sai correndo, eu me levanto surpresa.

–Meu Deus. — Finn fala rindo.

–Consegui! — Eu grito animada.

–Vem cá. — Finn fala me pegando no colo e me abraçando.

–Consegui! — Eu grito feliz.

–Bom trabalho! — Ele fala me colocando no chão e me encarando.

–Consegui! — Eu falo sorrindo e acabo percebendo que Finn estava muito próximo. — Melhor irmos, devem estar nos procurando.

Santana

O dia tinha amanhecido e todos dormiam no carro, e no caminhão, eu caminho e tiro a chave do carro do meu bolso, eu sorrio e a jogo no chão. Eu me abaixo e pego a chave.

–Hey! — Eu grito e todos se levantam rapidamente. — Achei minhas chaves!

–Graças a Deus! — Todos falam rindo.

Eu estaciono o carro em frente a nova casa de Finn, eu e Puck estávamos na frente e Sam, Finn e Rachel atrás.

–Ainda rola um café? — Puck pergunta.

–Virão me ajudar com a mudança amanhã? — Finn pergunta.

–Não, sem chance. — Sam fala.

–Então, sem café. — Finn responde.

Os três ficam em silencio e Puck tira o cinto e vai pra trás dando um selinho em Finn que vai para trás com tudo.

–Desculpe. — Puck fala.

–De novo Puck? — Finn fala limpando a boca. — Inaceitável.

–Boa sorte. — Eu falo sorrindo.

Finn e Rachel se encaram sem graça.

–Então... — Eles falam juntos e sorriem corando.

–Beleza, até mais. — Finn fala sem jeito.

–Até mais. — Rachel fala sorrindo triste e Finn sai do carro.

Finn

Eu entro em casa e vejo Lea arrumando uma cortina.

–Oi. — Ela fala sorrindo ao me ver e eu sorrio de volta. — O quê achou?

Rachel

A casa estava em um silencio profundo pela primeira vez desde que eu cheguei aqui. Puck e Sam estavam nos seus quartos, e eu no meu. Antes de fechar a porta vejo a do quarto de Finn aberta e o quarto que agora estava vazio. Suspiro e fecho a porta me sentando na cama triste. Me levanto e vou fechar a janela e quando olho para baixo vejo o caminhão de mudanças parado na frente de nossa casa e franzo a testa.

Just a small town girl, livin' in a lonely world She took the midnight train goin' anywher – Escuto o som alto vindo do quarto de Finn e sorrio.

Corro até a porta do meu quarto e tento fechar meu sorriso quando abro a porta. Vejo Finn abrir ao mesmo tempo e se encostar na porta sorrindo de lado. Oh droga ele é lindo.

–Oi. — Ele fala e eu perco o ar.

–Bem-vindo de volta, seu idiota. — Eu falo tentando não sorrir pra ele.

Eu dou um passo pra trás pra fechar a porta e ele faz o mesmo e eu sorrio pra ele e ele sorri de volta. Eu fecho a porta e abro um sorriso gigantesco que não cabe no meu rosto. Eu começo a pular de felicidade como uma criança idiota.

Santana

–Ele voltou. — Puck me fala por telefone animado.

–É óbvio que ele voltaria Puck. — Eu falo rindo. — Os meus planos nunca falham.

–Espera, planos? — Puck me pergunta confuso.

–Um dia você vai entender... — Eu falo e bocejo. — Boa noite Puck.

Notas finais
Quero bastante reviews me falando o que acharam ok? :* sem reviews sem capitulo novo...