Bonfire Heart
9 Jeremy
Notas iniciais
>THAISSSS, LEIA!!!
Oi ( :
Thais, sua linda, obrigada pela recomendação!!!! Sério mesmo (:
Decidimos não excluir a fic, mas continuem comentando, isso estimula bastante e ajuda!!!
Bjs
– Melhorou, Rick?
Damon se encostou na parede do solitário quarto de hospital e sorriu.– Na medida do possível...– Sabe quando ganhará alta?– O viado do seu irmão sempre diz 'logo', 'logo'. Nunca vou sair daqui.O moreno riu e se sentou na poltrona.– Como vai Jenna?– Jenna? — riu amargo. — Brigamos.– Posso saber porque?– Fiz um comentário e ela tava naqueles dias. Gritou e saiu chorando. Disse duvidar que eu a amava e que queria a ver gorda porque eu disse que ia comprar chocolates quando saísse dessa prisão.Damon disfarçou a risada fingindo uma tosse — Que bom que ela não atirou nada em você...– Mas meu copo de água foi parar na parede — Alaric encarou o moreno — Ok, ok. Vamos falar da sua garota. Como vão indo?– Bem. Tivemos um encontro ontem.– E como foi?– Quer saber antes ou depois de Charlotte aparecer? — Alaric ergueu as sobrancelhas — Ela apareceu do nada.A cena de Elena lhe veio em mente. Mesmo com raiva e transtornada, estava linda. Quando a encurralou na parede fria o desejo de beija-la cresceu. E aumentou ainda mais quando admitira ter ciúmes. Agia de um jeito fofo nessa situação. Talvez mais do que quando tinha vergonha. Mas achou que se a beijasse enquanto estava brava poderia levar um tapa na cara.– Então acabou os encontros? Sinto muito, estava torcendo por você.– Não acabou. Comemos no Mcdonald.– Jura? Se eu fizesse isso com Jenna ela me matava. — pensou um pouco — não, eu já estaria morto se ela descobrisse que eu lembro o nome da minha ex.Damon riu e Stefan entrou no quarto. Cumprimentou o irmão com um aceno de cabeça.– Irmãozinho, sua aparência estaria melhor se estivesse bêbado.O médico franziu os olhos e estendeu remédio e um copo de água para Alaric.– Estava.– Você bebeu? — Damon perguntou estranhando — eu tava brincando. Você nunca foi além de dois copos.– Briguei com Lexi. Feio. Nem lembro de passar da terceira dose. Quando acordei estava no sofá da minha sala. Foi melhor que a última vez, quando esqueci a chave e dormi no chão.– Então além de ressaca tem dores nas costas — o irmão provocou.– Shh — pediu. — Mais baixo.– Eu briguei com Jenna e Stef com Lexi. Você é o próximo, Damon.– Vira essa boca pra lá, idiota.– É, Ric. A última chance do meu irmão casar é com a Elena. Dizem que depois dos vinte e oito não há chances.– Vocês são insuportáveis.O moreno acertou um tapa na cabeça do caçula, que praguejou um palavrão e levou as mãos à cabeça.– Porque não toma café? Tem uma máquina na sala de espera.– Café que tira ressaca é mito. As pessoas só acham isso porque a dose de cafeína que te faz ficar alerta se sobrepõe à lentidão do álcool.Ric bufou.– Viu? Nem tá tão ruim. Eu quando to de ressaca fico com dor de cabeça só de tentar lembrar meu nome. O cara lembra de biologia!Damon tombou a cabeça para trás e riu, recebendo repreensão do irmão.– Mais baixo! *-*– Conta logo!Caroline e Elena se encontravam em uma pequena cafeteria na frente do prédio. O celular em cima da mesa estava no viva-voz, permitindo que Bonnie participasse da conversa sem sair de casa.– E ele se aproximou — mordeu o lábio inferior, olhando para cima e lembrando.– Então se beijaram? — Caroline e Bonnie perguntaram juntas.– Não. A Car ligou perguntando onde tava o açúcar. — encarou a amiga mortalmente, mordendo mais um pedaço do pastel.– Por isso você atendeu mal humorada — concluiu.– Caroline! Qual o seu problema?– Eu não sabia, Bon. Juro que nunca mais ligo por açúcar nenhum. Tomarei café amargo por você, Lena.– Agora já foi. Não sei se vamos sair de novo.– Claro que vão. Ele tem um sobretudo pra lhe entregar — Bonnie riu.Car estendeu o próprio celular.– Liga para ele.*-*O relógio marcava três da tarde quando Elena deixou Querido John de lado na cama e se levantou, saindo do quarto. Seu estômago clamava por comida. O tempo passara tão rápido que esqueceu de almoçar. Sentia o corpo cansado e decidiu que não cozinharia. Abriu a geladeira a procura de algo fácil e simples de preparar e percebeu que precisava ir às compras.O celular tocou na mesa e correu para atender.– Oi, mãe.– Elena, como vai?– Tudo certo, nada fora do seu lugar.– Que maravilha. Achei que teria algum problema.– Porque achou isso? — estranhou, juntando as sobrancelhas.– Coração de mãe não se engana. — pausa. — Jeremy tem sido um bom garoto, Elena.– Ótimo ouvir isso.A morena lembrou do irmão mais novo. Havia sido mandado para o reformatório contra a vontade quando o vício em drogas o levou a vender as coisas de ouro da casa. O anel de quinze anos de Elena fora a primeira peça a sumir. Não sabiam quando começou a se envolver com isso, e ele se recusava a dizer. Pensar nisso a fez lembrar de Damon. Mas seu irmão não tinha um motivo tão grande para entrar nisso.– Como Jeremy vai indo?– Bem melhor. Saiu do reformatório e o supervisionamos em casa. Teve uma recaída, mas vez ou outra seu pai o convidava para beber um copo, ir diminuindo aos poucos. Vimos o quão violento ele fica se tentar cortar de vez.
– Fico contente que esteja dando certo.– Acho estranho você me perguntar. Ele não lhe contou nada?– Porque contaria? Não nos falamos há anos. Ele me odeia.– Não se falam há anos? Ele não foi visitar você? — Elena ficou em silêncio, esperando mais alguma informação — Ele pediu há duas semanas para ir lhe visitar. Estava com saudades. Achamos que seria bom ele ficar com você. É a irmã mais velha e talvez lhe contasse coisas que não quis dizer para nós. Não está com você?– Ah, sim. Está — mentiu. — Mas não nos falamos muito. Acho que ficou tímido com o tempo.– Sim, ele ficou bastante calado.– Mãe... tenho que desligar.– Tudo bem. Cuide do meu bebê. Beijos, querida.– Beijos...Deixou o telefone em cima da mesa, atordoada. Jeremy "veio" visita-la. Há duas semanas. Mas não a avisara. Nem aparecera. Perguntava-se se acontecera algo com ele.Outra coisa lhe ocorreu. Refez as contras três vezes. Jeremy veio à NY duas semanas atrás. E há uma semana e meia seu restaurante pegara fogo. Incêndio criminoso. O irmão a odiava. Tinha que ser coincidência. Miranda tinha razão: coração de mãe não se engana. Mas não queria acreditar nisso. O irmão não poderia chegar a tanto, poderia?
Notas finais
E então? O que vocês acharam dessa revelação sobre o Jeremy?
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