Bonfire Heart

25 Explanations


Notas iniciais
Sinto muito pela demora. A Bea sumiu de novo e eu tinha certeza de que ela ia escrever o capítulo. Não aconteceu e eu demorei até dois dias atrás para perceber. Para aqueles que ainda estão aí: vou avisando que é uma leitura meio cansativa, mas necessária caso vocês queiram explicações. Eu pensei em escrever em forma de diálogos, mas me pareceu confuso então eu fiz em forma de narrativa. Aí ficou cansativo. Mas não confuso, ao menos. Agradeço a todos os comentários que recebemos e esperamos que a estória esteja de acordo com suas expectativas :) Perdoem os erros que passaram pela correção, não se pode pegar todos eles. Mas eu tento, juro. Boa leitura :3

Caroline Forbes. Mundialmente famosa por design próprio de moda — que começara do zero em um quarto comum de adolescente e chegara em um ateliê profissional em pouco mais de uma década. Seus desfiles rendiam dias de assunto e eram transmitidos para todos os continentes. Mulheres desejavam suas roupas tanto quanto queriam bolsas, sapatos, casacos e perfumes de marcas caras e já conhecidas — e pagavam por modelos exclusivos que teriam direito de exibir por aí sem o risco de encontrar uma peça igual. Modelos desfilaram suas coleções, e todos que não chegaram lá ao menos tiraram fotos para revistas. Suas peças já se ajustaram ao corpo de famosos no tapete vermelho da fama e chamavam atenção por seus detalhes.

Forbes era um nome de status agora. E estava estampado em várias etiquetas que as pessoas faziam questão de não tirar dos produtos adquiridos, mesmo que isso significasse um incômodo contra sua pele. Lhes dava gosto de vestir. Era quase uma honra.

Ambiciosa e sem medo de arriscar, Caroline subira rápido nos degraus do sucesso. Nunca olhara para trás- se seus olhos estivessem fixos em um objetivo, nada iria lhe distrair de chegar lá. Exceto uma mãe doente.

Care entrara na faculdade de moda sem ajudas ou problemas; e o dinheiro do trabalho como secretária de dentista somados aos esforços da mãe conseguiram pagar quase todas as cadeiras de um semestre. E a loira aproveitou cada segundo precioso de seu tempo. Trabalhava durante o dia e fazia horas extras a tarde, então corria até a faculdade e ficava lá até a noite. Chegando em casa, a mãe nunca estava.

– Fui chamada para fazer plantão no trabalho. Vai ficar bem sozinha? — a voz era abafada através do telefone.

E adiantava dizer não? Sempre havia um relatório para fazer, ou um carro para perseguir. Idiotas. Ela sempre odiava os plantões que davam para sua mãe fazer a noite e lhe tiravam de casa — lhe tiravam dela. Mal ela sabendo que era a própria Liz que se oferecia em troca do adicional de salário no fim do mês para ajudar a pagar a faculdade da filha além das contas. Mas a loira se virava com um pacote de lasanha congelada para microondas, às vezes encontrando uma pizza embalada — de quatro queijos, sempre.

Então sacrificava um pouco das horas de descanso para estudar, terminando de revisar a matéria e fazer as pesquisas no trabalho, quando ninguém ligava para marcar consultas.

Foram meses corridos para ambas, mas Caroline mostrou todo o seu potencial naquele semestre, ganhando um ponto de confiança da universidade e uma bolsa parcial de investimento pelo esforço. Com isso, no segundo semestre não trabalhava mais durante a tarde, e se não houvesse trabalhos ou projetos para apresentação e entrega, jantava tarde com a mãe que lhe esperava com a comida pronta — e fria.

– Deveria ter chegado mais cedo — a mãe brincava. Mas como a loira poderia? Estudava a noite e não era como se pudesse voar do segundo ônibus que pegava até a estação de trem. Mas o que importava era que não iam tirar mais a sua mãe de casa durante a noite e elas podiam até ver um filme se quisessem. Que dessem o plantão para outra pessoa. Até porque sua mãe fora promovida, e em seu novo cargo ela recebia o suficiente para não passar mais trabalho com dinheiro. A vida de ambas melhorou muito.

– Qual filme você quer assistir? — era uma pergunta frequente nos sábados agora.

Certo dia, No consultório dentário, Care reconheceu o filho do dentista, Tyler Lockwood, antigo colega de escola. Mostrando-se gentil e bem humorado após anos de amadurecimento, chamou a atenção da loira para o que havia se tornado após crescer. E fora sua primeira grande paixão. Como ela trabalhava pela manhã — e ele estudava -, eles se encontravam para almoçar juntos. Agora com parte da tarde livre, a loira dispunha de tempo para um namorado que conquistava seu coração mais e mais a cada dia que passava, até se infiltrar em seus sonhos sem pedir licença.

Educado, levava dois buquês de flores cada vez que ia em sua casa. O colorido e alegre era para sua mãe. O que continha flores vermelhas era seu e simbolizava o amor dos dois, nas exatas palavras dele.

– E quando eu não conseguir mais lhe trazer flores, será porque estarei muito velho para ir até a floricultura.

– Isso significa que é para sempre?

– E teria como nosso amor acabar?

Aquilo passou de paixão para amor em uma velocidade inacreditável. Caroline percebeu que realmente o amava, e o fazia por ele ser fofo, romântico e fiel. Ou assim ela pensava.

Com o relacionamento ficando mais sério, ele sugerira que avançassem um passo, para oficializar disse ele. E Caroline cometeu o primeiro grande erro de sua vida — com "sua primeira grande paixão". Entregara-se ao homem que pensava ser o amor de sua vida em um momento repleto de mentiras e promessas vazias. A melhor noite da sua vida, arruinada na manhã seguinte ao ser tratada com descaso.

– O que você esperava? Café da manhã na cama sobre uma bandeja de prata?

Também fora trocada por outra na primeira chance que ele teve.

Depressiva, ganhou todo o apoio da mãe. E após alguns dias de choro, percebeu que ele não valia nada para merecer suas lágrimas. Seu sangue fervia pedindo vingança. E foi aí que conheceu Kol, inimigo por razões desconhecidas do idiota que brincou com seu coração. Esse sim era educado e carinhoso de coração. E Care podia ter gostado dele de verdade se já não estivesse arruinada por dentro, sedenta apenas pelo revés ao ponto de estar cega. Usou o garoto, inicialmente, para provocar ciúmes. Até descobrir que ele era capaz de lhe oferecer mais. Envolvido com coisas ilícitas, Kol lhe apresentou um mundo completamente diferente do seu. Não que ele fosse o chefe da Máfia italiana. Mas ele conhecia pessoas interessantes que estavam dispostas a fazer trabalhos interessantes por uma certa quantia de dinheiro que lhes interessasse. Foi com Kol que ela achou professores com conhecimentos incomuns; tais como ervas de nomes estranhos capazes de lhe levar ao hospital sem que ninguém descobrisse a causa. Ia se lembrar dessa para Tyler.

– Ele não vai sofrer danos graves, mas seria um belo susto — um deles assegurou. Era tudo do que precisava.

Dera errado a primeira vez. Quem bebeu a xícara de café levemente modificado pela loira no consultório foi o doutor Lockwood, não Tyler. Mas fora o suficiente pra Caroline saber que funcionava. E na segunda vez teve o efeito esperado. Os médicos botaram a culpa no café com leite, achando que tal líquido láctico pudesse estar vencido. O que era uma afirmação estranha já que leite vencido nunca lhe faria agir de modo estranho — como se não fosse você mesmo — antes de desmaiar. A loira se demitiu na manhã seguinte com dificuldades em esconder o sorriso. Pobre doutor. Mas tudo tem falhas e efeitos colaterais. Tyler teve o que merecia. Era pouco, mas foi o melhor que a loira pôde fazer — então estava satisfeita, certo? Errado, seu coração ainda estava quebrado.

A mãe lhe acolheu com abraços e biscoitos de canela assados. Disse para que o esquecesse, o que causou grande confusão na filha.

– Esquecer o que ele fez?!

– Sei que é difícil, mas se você ficar se lembrando é o mesmo que dizer que ele venceu: mesmo saindo de sua vida ele não sai da sua mente. Esqueça-o. Foi uma péssima experiência, mas aprenda com ela ao invés de ficar se deprimindo.

A mãe falou uma vez, e Caroline ouviu. Tinha razão. Tyler não ia vencer. Afastou-se de Kol; ao contrário do que pensou, não precisava daquilo. Voltou aos seus modelos, estudando o mais recente desfile feito pela Valentino.

– Um dia — disse para si mesma em voz alta — meus desenhos vão ganhar vida.

E seriam tão apreciados quanto aquele que ela via na reprise, prometeu.

Mais tempo se passou. Caroline agora tinha bolsa integral. O dinheiro antes gasto em parte da faculdade ia para materiais de confecção com melhor qualidade. Fez sua primeira peça sem defeito algum: um vestido azul, inspirado no que a mãe usou em sua formatura do ensino médio.

Levou-o para uma loja no shopping, pedindo uma chance de ter seu modelo exposto. O que aconteceu foi melhor do que o esperado: a vendedora gostou muito da peça.

– Você quer quanto por isso? — tocou o tecido, examinando a costura. E ofereceu em dinheiro duas vezes mais do que Caroline estava pensando em cobrar.

Isso inflamou seu ego. Suas roupas eram apreciadas em desenho por donos de lojas, que queriam comprar os modelos para confecção. Liz não gostou. Caroline ficou sem entender, mas viu que a mãe tinha uma ideia muito melhor.

– Ao invés de vender os modelos para as lojas, porque não trabalha em ter a sua própria? — a mãe sugeriu.

E no mesmo dia a loira começou a trabalhar na ideia, fazendo uma blusa se materializar em cortes de tecido branco. Esquecendo-se um pouco de estudar para a faculdade, entregou-se àquele sonho com a ajuda de Liz. Aos poucos, o estudo teórico tinha menos importância que a prática em sua vida.

Certa vez, andando pelas ruas, a nova xerife da cidade apontou para um terreno vazio.

– Agora que temos mais economias, podíamos comprar aquele lote e criar sua própria loja. Construiremos algo digno de uma estilista de Paris.

Caroline não se continha de felicidade, e tão pouco a escondia. Adorava o futuro que sua mãe havia imaginado. Juntas, iam concretizar a ideia na qual trabalhavam. Tinham o dinheiro, poderiam comprar e construir sem problemas. Pelo menos era o que pensava até que em um exame — para continuar exercendo o cargo em que estava — Liz tinha que provar seu bem estar físico. Falhou.

– Senhora Forbes, infelizmente tenho que lhe dar a notícia de que seu exame apontou o desenvolvimento de câncer em estado avançado.

Não se sabe há quanto tempo ele vinha se desenvolvendo, mas os médicos concordavam que vinha avançando rápido.

Caroline chorou a noite toda. Então se recompôs e falou com a mãe, decidindo pagar o tratamento dela utilizando o dinheiro reservado para sua carreira. Também teve que pagar quimioterapias, as quais não resolveram muito o quadro da mãe. Todas as economias de anos foram destinadas para uma única conta bancária: a do hospital.

Mas não importava o quanto tentasse, nunca parecia ser bom o suficiente. E sua conta estava quase negativada. Resolveu, então, pedir empréstimo ao banco. Adiantou por um tempo, mas a quantia acabou rápido demais. O banco se recusou a fazer outro, e Care se obrigou a trancar a faculdade para procurar um emprego de bom salário. Às vezes tinha ataques de pânico e chorava de agonia no banheiro do restaurante em que trabalhava como garçonete; antes de trocar de roupa e ir para o segundo emprego como se nada tivesse acontecido.

Liz piorou. Agora vivia no mesmo quarto de hospital, cercada da mesma tristeza diária: ambos por causa da doença e por sua filha e tudo o que ela estava passando.

Sabendo que era má ideia e que sua mãe não ia gostar, mas vendo-se sem saída, Care procurou Kol. Sabia que ele tirava dinheiro sabe-se lá de onde, e achou que valia o risco. Sua mãe reagiu bem aos novos tratamentos e a esperança da loira voltou a crescer, investindo em tratamentos mais caros que tinham mais chances de dar certo. Porém em menos de dois meses o dinheiro havia acabado novamente e a doença, sem nada que pudesse lhe impedir, voltou a se desenvolver com rapidez.

Caroline não sabia mais o que fazer. Tinha dívidas altas no banco e até esquecera de que havia as contas da casa para pagar. Seu salário não era o suficiente para que pagasse tudo sozinha e mesmo que quisesse pedir emprestado a Kol de novo ela sabia que só ficaria mais ferrada do que já estava. Sua mãe dependia dela. Então falou com Liz e se rendeu, aceitando a situação e a desistência do hospital como a própria mãe havia feito. Todos os dias ela sorria e fingia que estava tudo bem, e essa atitude fez a mãe dar seu último suspiro com um sorriso no rosto.

Caroline não conseguiu se sustentar em pé quando aconteceu o que mais temia, e se trancou no quarto da mãe por um dia inteiro, sem comer ou ir ao banheiro. Apenas ficou lá, abraçada ao travesseiro e fingindo que não existia. Agora não havia razões que pudessem lhe dar forças de manhã para levantar da cama. Estava sozinha e assustada. E com muita raiva. Porque Liz?

Jogou o travesseiro longe; ele bateu na penteadeira e derrubou alguns objetos entre vidro de perfume e maquiagem. Arrependeu-se: estava destruindo o quarto da mãe? Chorou uma última vez até que não lhe restasse mais forças para ficar acordada.

Era tudo culpa sua, não se esforçara o suficiente. E até em suicídio ela chegou a pensar, entretanto sabia que a mãe iria ficar decepcionada se soubesse. Decidiu que a mãe não iria ficar viva apenas em memórias, Care iria deixá-lá viver em cada minuto de sua própria vida: terminaria aquela ideia da mãe que começaram juntas. Ia conseguir comprar o terreno e montar sua carreira de estilista onde a mãe imaginara. Aquele não seria o fim de Liz Forbes.

Em desespero e sem nada a perder porque ninguém dependia dela, pediu dinheiro a Kol no que prometeu que seria a última vez. Pagou todas as suas as dívidas em um dia, e com elas o risco de ir à cadeia sumiu também. Preferia dever para Kol do que não seria idiota de a denunciar à polícia, já que ele sabia que acabariam sendo colegas de cela.

Aos poucos recomeçou sua vida, voltando a trabalhar em três turnos. Juntou dinheiro aos poucos e achou melhor investir em uma amizade com Kol e mantê-lo por perto, para mostrar que estava realmente tentando conseguir aquele dinheiro de volta. Talvez vendo que ela se esforçava ele não se importaria muito com a demora para receber o pagamento.

Considerando que o terreno que queria comprar pedia muito menos dinheiro do que sua dívida com Kol, falou com ele sobre a possibilidade de que lucrar com um ateliê era maior do que como garçonete. Ele apenas riu.

– Faça o que tiver que fazer, Loira.

Por um momento ela ficou receosa de que ele não tivesse entendido.

– Isso significa que eu vou investir em minha carreira para somente então lhe pagar com os lucros — explicou. — E que você não vai receber tão cedo.

– Céus, Care. Eu entendi. Siga seu sonho, me pague depois.

A loira ficou radiante. Seu sonho estava a um contrato assinado de distância. Mas ela não incluiu nos planos que o terreno já havia sido comprado, e que nele estava sendo construído o estabelecimento que um dia viria a ser o restaurante famoso de Elena Gilbert.

Consumida pela raiva, jurou que iria se vingar por Elena roubar dela a propriedade de terra que iria dar vida a ideia de sua mãe. Claro, a morena não sabia que investindo no seu sonho do restaurante iria destruir os dois da loira — ser estilista e manter a mãe viva além de memórias ao construir naquele terreno. Mas isso não mininizava a agonia frustrante que Caroline sentia.

Lembrou de Tyler e de onde a ideia da erva veio, e pensou que poderia achar mais alguns professores. Claro, Liz teria dito para que esquecesse Elena já que ela tinha tanto direito quanto qualquer um de construir um futuro, mas Caroline não tinha o apoio da mãe agora.

Todo o seu dinheiro restante foi usado para comprar passagens para a Europa. Não entendeu porque Kol quis ir junto até que estivessem no avião.

– Você se arrisca muito e não tem medo de tentar coisas novas. Acho que vou me divertir mais com você do que ficando aqui. Além do mais, está me devendo — brincou a cutucando.

Caroline agora tentava viver na França, a cidade da moda. E em menos de duas semanas foi descoberta por uma secretaria de um estilista ao desenhar um vestido enquanto tomava um café no banco de um parque. Confuso? Sim, mas deu certo. Ele não era um estilista tão conhecido, mas — como Kol — ele tinha amigos interessantes. E desta vez não eram envolvidos em atividades ilegais.

Ela trabalhou para estilistas e designers até ter seu nome conhecido. Então arriscou tentar a carreira sozinha. Afinal, já fazia isso antes. E em pouco mais de um ano já tinha organizado sua primeira coleção para desfiles. Caroline Forbes era uma estilista mundialmente conhecida em pouco tempo. A descoberta das revistas, o que lhes rendia ótimas matérias que elevavam ainda mais a fama do nome Forbes.

Mas ainda não tinha aquele terreno que sua mãe queria. Isso importava agora? Não, não precisava daquele terreno já que estava em Paris. Mas Elena a impedira de começar por aquele terreno e ela ainda não a perdoara.

Caroline se desviou de seu propósito. Tentava manter Liz viva consigo, mas esquecera de que ela nunca concordaria com as ideias da filha. A loira nunca percebeu isso.

A conta bancária, que uma vez fora negativada, agora era preenchida por números altos. Pagou Kol em cada centavo, mas ainda assim achou interessante o manter por perto. Ofereceu uma quantia alta mensal para que ele fosse com ela até Nova York. Contou o motivo achando justo que ele soubesse do porque estava indo. Ele aceitou sem ter exatamente um porquê, mas ela não ia reclamar.

Elena Gilbert ia pagar.

Notas finais
Vocês podem ter tido algumas perguntas ao ler esse capítulo, certo? Entre elas, talvez o porque dela não ter pedido ajuda à um avô ou avó, o que aconteceu com o pai dela já que ela se sentia sozinha e se não teve um enterro ou qualquer cerimônia para a mãe. Eu pensei nisso, e em porquês e situações, mas não tive como escrever de forma breve. Foi um capítulo chato, acho eu, por retratar uma história inteira em um único capítulo, e eu não queria a estender ainda mais por não ter diálogos - eu acharia meio chato ler um livro com somente textos, do início ao fim. Então por isso essas cenas não foram escritas, digamos assim. Sintam-se livres para imaginar ':) Espero que tenham gostado. Não nos abandonem, embora pareça que nós abandonamos vocês - não vamos fazer isso. Só somos ruins com calendário ;( Apagaram as carinhas dessa vez ou todos os sorrisos estão aí? :D Sugestões, críticas e comentários abaixo, ok? Estamos sempre prontas para ler suas opiniões que são de extrema importância *w* Beijinhos.