Notas iniciais
OMG! Mais de três meses sem uma atualização! Putz! Gentem, pedimos mil desculpas por isso... Podia ficar aqui enumerando as desculpas e os motivos dos sumiços, mas seria desgastante demais... Espero que vocês gostem do capitulo, é um bônus que pensamos para voltar a postar e logo traremos o proximo capitulo da fic. Como o nome diz, se trata da Caroline e é ela quem narra.

Eu estava preocupada.

Elena me ligou chorando – mais uma vez – por conta do Damon e pediu para passar a noite aqui. Isso há mais de duas horas. Eu já a esperava do lado de fora da minha casa, e toda vez que um taxi passava meu coração acelerava – sorte que não passaram muitos, se não eu teria um infarto muito em breve.

Peguei meu celular e liguei novamente para ela.

Oi... Aqui é Elena, mas você deve saber disso, já que está ligando pro meu celular, e bom... estou ocupada, se identifique e se eu quiser eu retorno.

Ela ri antes do bip anunciar o fim da mensagem. Então resolvo deixar uma.

Vadia, cadê você? Me ligue e se você tiver com o traste do Salvatore irei te esganar quando te ver.

Desligue e resolvi ligar pro Damon, ele havia me ligado querendo falar com ela, porém seu celular também deu desligado. Bufei e me levantei da escada, onde eu estava sentada. Entrei em casa e subi para meu quarto, deitando na minha cama e fiquei encarando o teto. Tateei a cama para pegar meu celular, que eu havia jogado por ali quando deitei.

Rolei minha agenda até chegar a um nome especifico, sei que não devia ligar a ele no momento. Mas... Um toque... Dois... Três...

– Loirinha... – Aquele sotaque que eu tanto amava ecoou do outro lado da linha.

Foi impossível conter o sorriso que surgiu no meu rosto. Eu gosto dele.

– Enzo... – Suspirei e deitei de bruços, para poder conversar melhor. – Podemos conversar?

– Conversar sobre o que? – Seu tom de voz ganhou um timbre de preocupação. – Aconteceu alguma coisa?

– Sim... – Dei uma risadinha, ele ia me matar – Elena e Damon... aconteceram.

Ele riu do outro lado da linha e isso me fez rir mais.

– Não acredito que me ligou há essa hora para falar do Damon e da Elena.

– Estou preocupada – Fico séria.

– Loirinha, isso não tem a ver conosco, eu já lhe disse isso várias vezes. – Me repreende.

– Desculpa te incomodar – Me viro novamente na cama e volto a fitar o teto – Esquece que eu liguei.

Eu já estava tirando o telefone do ouvido para desligar quando escutei.

– Espera, Caroline.

Fechei meus olhos e aquela sensação de desconforto no meio da minha perna apareceu. Ele não me chamava de Caroline com muita frequência, inclusive no sexo. E quando ele me chamava assim, significava três coisas:

1 – Nós estávamos com pessoas desconhecidas e tínhamos que nos tratar cordialmente – nos termos da sociedade.

2 – Quando ele queria conversar sério, geralmente brigar comigo.

3 – Quando ele estava absolutamente e completamente excitado e que estava prestes a gozar.

E eu tinha o leve desconforto que o Caroline que ele falou foi o da segunda opção. Respirei fundo e voltei o telefone ao ouvido, desligar seria muito pior e eu não queria estragar o que tenho com ele, por algo tão fútil.

– O que foi, Enzo? – Fecho meus olhos.

– Eu... – Suspirou – Desculpa... eu não quis ser rude.

– Você só falou o que pensa – Retruquei – Mais alguma coisa? Estou indo dormir.

– Posso ir te buscar? – Perguntou e eu me sentei na cama abrindo meus olhos e atordoada – Agora...

– Não – Respondi. – Não posso.

– Por quê? Está chateada comigo? Não quer me ver? – Atropela uma pergunta na outra, falando rapidamente.

– Não – Passei a mão pelos meus cabelos.

– Não o que?

– Não posso... – Sussurrei – Minha mãe está em casa.

O outro lado da linha ficou mudo.

– Ainda está na linha? – Questionei.

– Podemos nos ver amanhã então?

Meu coração palpitou.

– Vou tentar dar uma brecha na minha agenda – Respondo rindo e ele ri.

– Adoro quando você me maltrata assim.

– Não estou te maltratando, apenas dizendo a verdade...

– Está sim... me acordou a uma da manhã e...

Deitei novamente na cama e sorri.

– E?

– Agora estou pensando em você nua em cima de mim.

Fechei meus olhos e abri a boca, deixando o ar escapar.

– Também pensei em você sentada no chão do meu escritório, com meu pau na sua boca enquanto eu seguro seus cabelos...

– Enzo... – Sussurrei descendo minha mão para o meio das minhas pernas.

– Nos meus dedos entrando em você enquanto almoçávamos com Damon e Elena.

Gemi quando escorreguei um dedo para dentro de mim, aproveitando o quanto eu estava molhada.

– Eu quero você na minha cama, Caroline.

Abruptamente me sentei, deixando o celular cair na cama no percurso, também retirei meu dedo do meio da minha perna. Meus olhos se arregalaram e comecei a pensar que ouvi errado. Olhei pro meu celular e vi que Enzo ainda estava ao telefone e o peguei.

– Enzo? – O chamei para saber se ele ainda estava na linha e escutei sua risada rouca. – Filho da puta – Rosnei.

Eu já transei em vários locais com Enzo, não me arrependo de nenhuma delas, mas ele nunca quis me levar até o apartamento dele. Quando Elena me contou que Damon a levou pro seu apartamento logo após a boate, eu fiquei com inveja dela... Que em tão pouco tempo com Damon – de sexo, é claro, já que os joguinhos têm uns três anos – e conseguiu ver o apartamento dele, e eu que transo com Enzo há... Quanto tempo mesmo? Sei lá, nunca parei para contar... Ainda não sei nem onde ele mora.

E como se eu já não tivesse puta o suficiente com o que acabou de rolar, e ao fato de constatar que ele só estava me zoando, eu me lembro perfeitamente a minha primeira vez com ele.

Eu me remexia em seu colo de acordo com a proporção do nosso beijo. E que beijo! Estava diferente, mais carnal, mais sexual.

As mãos de Enzo subiram por dentro da minha blusa e seus polegares roçaram os bicos dos meus seios por cima do sutiã, gemi em seus lábios e ele sorriu. Eu o sentia duro e tentava o máximo friccionar meu corpo naquele ponto, tentando controlar o incomodo que eu sentia no meio das minhas pernas.

Ele se afastou e retirou minha blusa e me inclinou contra o volante do carro, suas mãos entraram debaixo da minha saia e eu o vi olhar todo o meu corpo. Mordi meu lábio inferior. Eu sabia no que isso ia dar, eu sabia que não teria volta...

Eu passei o nosso “encontro” todo o tentando, provocando e me insinuando. E o fato de que minha mão escorregou para o volume na sua calça, enquanto ele dirigia o fez parar num lugar isolado e me puxar para seu colo e me beijar como se dependesse disso, se como não pudesse mais esperar.

Ousadamente levei minhas mãos até meus seios e abro o sutiã e o retiro, deixado o cair em nossos pés. Vi ele puxando o ar antes de se inclinar e passar a língua pelos bicos. Fechei meus olhos e gemi baixinho, e gemi um pouco mais alto quando senti seus dedos brincando com a umidade da minha calcinha.

– Enzo.

Ele afastou a calcinha pro lado ao mesmo tempo que seus lábios começaram a chupar meus seios. Arqueei meu quadril em sua direção para senti-lo melhor e uma buzinada fez ele se afastar e rir.

– Merda – Rosnei e ele me puxou para um beijo.

Tateei seu corpo e puxei sua blusa, ele se afastou e eu a retirei, passei minhas mãos por seu abdômen e me inclinei para beijar a tatuagem em cima de seu peito, onde tinha o nome do seu irmão caçula que havia morrido num assalto. Suas mãos que estavam em minha coxa apertaram a carne com força. Era sem assim, toda vez que eu beijava sua tatuagem, ele me apertava com suas mãos. Inclinei um pouco mais do jeito que eu podia, e puxei o bico do seu peito com os dentes, ouvi um rosnado. Ele se moveu retirando uma de suas mãos da minha coxa e ouvi um clique de algo abrindo, quando desviei meus olhos de seu peito, vi que ele abriu o porta luvas e tirou uma camisinha de lá de dentro.

Isso me fez estremecer... Ia acontecer... Finalmente.

Minhas mãos desceram praticamente sozinhas até o cós de sua calça. Levantei a cabeça e procurei seus lábios enquanto procurava a fivela do seu cinto. Senti uma mão dele na minha me afastando e parei de beija-lo para encarar.

– Erga seu corpo – sua voz estava baixa, tensa, rouca e cheia de desejo.

Fiz o que ele mandou e o vi abrindo sua calça, me levantei mais um pouco e bati a cabeça no teto do carro, o que me fez rir, olhei pra ele que sorria enquanto abaixava as calças. Minha boca se abriu quando o vi pelado a minha mercê, mas logo o pensamento se dissipou, quando senti suas mãos abaixarem minha calcinha e ele levantar minha sala e logo após me puxar para seu colo novamente.

Eu sentia aquela borracha raspando na minha coxa, mas isso não era problema. O desejo estava falando mais alto. Eu o queria, e não era de hoje... O único problema pra isso não ter rolado antes, era exclusivamente porque ele não queria.

Voltei a beijar sua boca e rebolar em seu colo, eu não podia deixa-lo pensar demais. Porque quando a ficha dele caísse eu esperava que fosse tarde demais, e esperava também que ele não se arrependesse.

Minhas mãos subiram para seu cabelo, e suas mãos estavam nas minhas coxas, eu não aguentava mais essa tortura. Eu o queria dentro de mim.

– Enzo... – Resmunguei em seus lábios e ele sorriu, abri meus olhos e ele me encarava. – Por favor...

Movi meu quadril no seu e o vi ofegar, fiz mais uma vez e então ele me travou com suas mãos. Desci uma das minhas mãos que estavam em seu cabelo e peguei seu pau que latejou na minha mão. Por mais que eu tivesse um pouco de nojo de pegar na camisinha, meu desejo falou mais alto, então posicionei seu pênis na minha entrada. Subi novamente minha mão para seus cabelos e beijei rapidamente sua boca antes de mover meu quadril para deixa-lo entrar.

– Caroline.

Me perdi ao ouvir meu nome sair dos seus lábios daquela foram. O controle e o prazer me fizeram me impulsionar e entrei com tudo. Os gemidos ecoaram no carro, alto e estimulante. Fechei meus olhos e não me mexi para me acostumar com aquela sensação dele dentro de mim. Senti os lábios de Enzo no meu ombro, pescoço, maxilar, queixo até finalmente senti-lo nos meus lábios. Ele puxou o lábio inferior com os dentes e abri meus olhos, ele sorriu pra mim e eu ataquei sua boca.

Ele começou a se mexer primeiro apenas rebolando seu quadril, me alargando. Só para então começar a me mexer pra cima e pra baixo. Era sensual, era...

– Gostoso – Murmurei.

Seus lábios se tornaram mais agressivos e então eu soube, aquilo não estava sendo o suficiente pra ele... E muito menos pra mim. Comecei a ajuda-lo nos movimentos, rebolando e quicando. Me afastei de seus lábios e espalmei minhas mãos no teto do carro para poder dar mais velocidade aos meus movimentos. Eu estava me sentindo... Devassa.

Joguei minha cabeça pra trás e fechei meus olhos. Isso era mais que delicioso.

– Caralho – Escutei o seu rosnado.

Seus lábios capturaram meus seios, e ele me fodia. Céus... E como ele me fodia. Eu estava completamente pirada. Ele é tipo... Caralho! Ele é bom. Sentia meu corpo se contrair e sabia que estava prestes a gozar. Senti um de seus dedos no meu clitóris e deixei minhas mãos caírem em seus cabelos.

Impulsionei meu quadril na sua direção e esmaguei seu membro dentro de mim, tentando controlar a ânsia do meu corpo de gozar. Eu não queria que isso acabasse, queria continuar por mais algum tempo, queria o sentir assim. Me enlouquecendo, me dominando.

– Eu vou gozar – Murmurei olhando pra ele.

– Goze – ele levantou a cabeça e me olhou – Goze pra mim.

Puxei seu cabelo e colei nossas bocas. Então comecei a quicar em seu pau novamente, ele também mexia seus quadris e rebolava. E não foi preciso muito para que eu deixasse meu corpo liberar e extravasar aquilo que eu estava sentindo, então gozei gemendo seu nome alto. Senti meu corpo batendo no volante e a buzina ecoar, mas não me importei, quando senti ele inclinar seu corpo no meu – não sei como já que eu mal conseguia respirar, imagina abrir os olhos – e começou a estocar com força em mim. Nossos gemidos se misturavam com o barulho da buzina, seu corpo suado deslizava sobre o meu e sua boca devorava a minha, tentando calar nossos gemidos.

O senti ficar tenso e suas estocadas ficarem mais firmes, cravei minhas unhas em sua nuca e ele se afastou e gemeu.

– Caroline!

Meu nome saiu rouco, longo e delicioso de sua boca. Seus movimentos cessaram e seu corpo caiu no banco do carro, me carregando junto, minha cabeça ficou apoiada no encosto da cabeça do banco. Beijei seu ombro, pescoço, maxilar, até chegar a sua boca. Eu estava saciada.

Ele não correspondia aos meus beijos, seus olhos estavam fechados e seu peito subia e descia profundamente e aquilo me preocupou, entretanto passou, quando suas mãos foram pra minha coxa e ele correspondeu ao meu beijo. Sorri em seus lábios.

– Caroline você me escutou? – A voz grossa e irritada do outro lado da linha me fez voltar à realidade.

– Você é um babaca! – Rosnei.

– É isso que você acha sobre o fato deu querer algo mais sério com você? – Sua voz parecia chateada, então franzi o cenho.

– O que?

Notas finais
Então... O que acharam? Meio louco né? O que será que vai rolar entre os dois a partir de agora? *** Não sei se vocês notaram, mas a fic está com capa nova, feita por mim (Lisbeth). Espero que gostem dela. *** Gente eu (Lisbeth) não tenho certeza se nós agradecemos as duas recomendações que recebemos, pq as vezes eu sou esquecida. Miss A e Maria Clara Salvatore obrigada pelas lindas palavras. Também quero agradecer a paciencia de todos vocês, por não nos abandonarem.