Notas iniciais
OOOOOOI MEUS AMORES ♥
Liiiiiindas, desculpem a demora pra att a fic! De verdade, eu sei que demorei demais mas eu tive que organizar as ideias pra fic KKKKKK Não foi bloqueio criativo dessa vez, foi excesso de criatividade mesmo! kgjaldçkasç~l~gas
E cá estou eu, postando a fic a tamanhas... 04:21 da manhã! KKKKKKK
Então, eu acho que minhas desculpas não adiantam nada né? jkgasjldjqa Mas aqui está novo cap.
Aproveitem e leiam as novas finais ♥
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AVISO: Eu mudei o meu user de "thayna_pinheiro" para "payne"

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Hm, Leslie falando.

Sabe, as vezes as coisas mudam rápido demais. Rápido demais para sequer tenha tempo de pensar sobre isso. Foi exatamente o que aconteceu comigo. Em um dia, eu estava em um orfanato, no outro eu estava acompanhando a turnê do maior astro do momento. Em um dia, eu estava no anonimato, no outro eu era conhecida no mundo inteiro. Em um dia, eu estava compondo músicas e escondendo as partituras debaixo do meu travesseiro, no outro, eu estava gravando um CD; é isso, as coisas mudam rápido demais. Você não tem o tempo necessário pra pensar. Você nota a grande diferença, mas as coisas estão indo rápido demais e você não assimila muito bem. E parece tão surreal que você simplesmente não vê a necessidade de pensar ou falar sobre isso, apenas de continuar antes que o seu tempo naquele mundo acabasse e você fosse jogada de volta para a sua triste realidade. Embora fosse tudo muito real para mim, eu não estava preparada para pensar naquilo tudo. Era coisa demais para uma garota como eu. Mas o mês de Outubro, definitivamente, abriu meus olhos para um monte de coisas. Primeiro: eu era agora uma cantora, e namorada do Justin Bieber. Segundo: eu tinha que mudar muitas coisas na minha vida se quisesse continuar com isso. Terceiro: mesmo se não quisesse continuar, eu teria, não tinha volta.

Outubro foi um mês cheio. Teve todo o trabalho com Under The Mistletoe – CD de natal de Justin – e todo o trabalho com o meu, que, por direitos autorais, tivemos que mudar o nome. Agora se chamava Permanent December, não Dream. Eu tive duas seções de photoshoots em uma só semana. Uma das seções foi para o meu CD. Eu e Justin tivemos uma entrevista na rádio do Ryan Seacrest.

–Bem, pessoal – Ryan começou, colocando as mãos na mesa, e segurando-as em uma pose profissional. – Algum plano para um novo dueto?

Eu abri a boca para falar, mas o microfone havia se afastado um pouco de mim, eu estava prestes a puxá-lo para mais perto quando Justin esticou a mão e ajustou o microfone para mim pela quinta vez. Eu sorri para ele, agradecendo silenciosamente.

–Sim, sim. – eu respondi. – Nós temos um dueto confirmado para o meu albúm, Permanent December.

–Mesmo? – Ryan sorriu, animado. Era ótimo para ele que nós confirmássemos um dueto em seu programa. Mais audiência traz mais dinheiro. – Isso é ótimo... E você, Justin? Algum dueto para o seu álbum?

Justin ajustou os fones em seus ouvidos e se inclinou para frente, falando em seu microfone:

–Nós já fizemos, na verdade, a nova versão de Stuck in the Moment vai vir no meu futuro album, Believe. Mas o foco agora está em Under the Mistletoe e no álbum da Leslie, Permanent December.

Quem diria que aquela seria nossa primeira e última entrevista juntos.

Você provavelmente se lembra do que aconteceu na festa de Halloween na casa do Justin, certo? Você provavelmente já deve ter tirado suas próprias conclusões sobre mim e deve me odiar. Bem, eu me odiaria.

Na verdade eu odeio.

Odeio o fato de ter tomado aquela maldita bebida. Odeio o fato de ter magoado a única pessoa com quem eu realmente me importava. Mas afinal, era isso que eu fazia, certo? Eu magoava e decepcionava as pessoas. Eu não era fabulosa, talentosa, sexy ou qualquer outra coisa que as revistas falavam de mim. Eu era uma aproveitadora, idiota e estúpida. Eu era a maldita que acabou com a amizade de Justin e Chaz. E ali estávamos nós, em Dezembro e nada havia se resolvido.

Não, ninguém sabia do ocorrido da... Da traição. Mas depois que Justin deu unfollow em Chaz no Twitter e outras indiretas, algumas beliebers foram encaixando as peças, e no final, tudo levava à mim. Eu ferrei uma amizade de anos.

–... Leslie? – chamou Scooter pela terceira vez, balançando o CD bem na frente da minha cara. – Pode, por favor, prestar atenção aqui?

–Ah, oh. Sim, foi mal Scoot. – eu forcei um sorriso. – O que foi?

Scooter me encarou, com raiva. Eu pude ver claramente as olheiras abaixo de seus olhos, e franzi a testa.

–Scoot – chamei calmamente. – Você andou dormindo bem?

Meu pai e empresário piscou com força e pegou o café da Starbucks em cima da mesa e tomou um gole. Enquanto o observava eu me senti culpada. Eu estava dando tanto trabalho para ele ultimamente, todas as porcarias que eu andara fazendo o estavam afetando também... Deus, o que há de errado comigo?

Scooter pigarreou e sorriu para mim, um sorriso cansado, mas sincero e acolhedor. Não era o sorriso de “Scooter Braun, O empresário”, era o sorriso do Scoot, meu pai adotivo.

–É apenas uns probleminhas – ele disse calmamente, o que era estranho, considerando o fato de que Scooter andava sempre estressado.

–Que probleminhas? – eu perguntei, franzindo a testa. – Tem a ver comigo? Scooter, eu fiz algo que...

–Não, não – Scooter riu, balançando a cabeça como quem diz “ela não tem jeito”. – Não tem nada a ver com você.

–Então tem a ver com o quê... Ou com quem? – disparei a pergunta antes que ele me interrompesse. Scooter analisou minha expressão por alguns instantes, pensativo. Suas sobrancelhas estavam unidas, e ele parecia perturbado com algo. Eu só fiquei mais apreensiva, porém Scooter não falou nada. E quando eu estava prestes a desistir da pergunta, ele abriu a boca para falar:

–Carin. – ele suspirou, derrotado. Carin, namorada de Scooter. Carin, uma das pessoas mais incríveis que eu já conhecera. Carin, aquela que eu não havia visto em meses. E se eu não a vira, Scooter tampouco.

–O quê? Está com saudades? – eu sorri fracamente. Ultimamente meu estado de espírito não está dos melhores, se você quiser saber. Eu ando sempre preocupada, ocupada, de mal humor, ou chateada demais para sorrir ou qualquer coisa. Eu sequer consigo conviver comigo mesma, me pergunto como todos me aturam.

Scooter descansou as costas na poltrona em que estávamos sentados. Estávamos na gravadora, discutindo sobre meu CD. Scoot crispou os lábios e olhou para o nada.

–Ela me ligou ontem. – explicou.

–E...? – pedi que ele continuasse.

–Ela... Ela está chateada. – ele fechou os olhos com força, inalando ar antes de prosseguir. Eu esperei calmamente. – Ela diz que... – ele abriu os olhos, e pude ver que eles estavam marejados.

Espere.

Scooter estava chorando?, eu me perguntei. Aquilo era inédito, era algo que eu nunca havia visto na minha vida inteira, era algo... Quase impossível de se acreditar. Scooter poderia ser muita coisa, ele era estressado, paranóico, parecia uma bomba relógio, pronta para explodir a qualquer momento, mas frágil? Não, Scooter Braun não era frágil, ele era forte, ele era determinado e firme. O tempo todo. E aquela cena diante dos meus olhos me deixaram atônita e eu senti algo dentro de mim se partir. Scooter era o mais próximo que eu tinha de família, de um pai, vê-lo naquele estado doía. Demais.

–Scoot. – eu supliquei. – O que ela disse?

Scooter desviou o olhar, e vi que seu maxilar estava trincado e que ele estava fazendo um grande esforço para reprimir lágrimas. Eu queria saber o que raios estavam acontecendo, o que havia acontecido com Carin? Teriam eles terminado?

–Ela diz que não dá mais. – ele falou rápido, eu tive que me esforçar para entendê-lo. – Ela diz que não aguenta mais isso.

Eu o encarei e esperei que continuasse.

–Ela... Ela diz que... Se eu continuar assim, tão focado no trabalho, tão desligado do que se passa ao redor... – ele abaixou a cabeça e sua voz falhou. – Eu vou perdê-la.

Eu não consegui falar nada. Eu não sabia o que falar. Eu andara tão preocupada comigo mesma, com meus problemas, que esqueci de todos. De Scooter, dos meus amigos, de Chaz, do quanto eu havia bagunçado a vida de todos eles. Então eu me levantei a poltrona em que estava sentada e praticamente me joguei em cima de Scooter, puxando-o para um abraço apertado. Eu não havia percebido, mas estava chorando.

–Desculpa, Scooter. – eu implorei, desesperada. – Me desculpa por tudo o que eu fiz, me desculpa por estar te mantendo tão ocupado comigo, me desculpa por ser tão egoísta e ter esquecido que tem pessoas com tantos problemas quanto eu ao meu redor. Me desculpa, me desculpa.

Eu havia chegado ao meu limite. Aquilo era meu limite. Chegar ao ponto de afetar tanto a vida das pessoas que eu amava? Não. Eu não ia me dar ao luxo de fazer algo tão egocêntrico; eu e Scooter ficamos assim, abraçados, por um bom tempo. Eu e ele nunca fomos do tipo carinhosos, Scooter era tão distraído quanto eu, não era de me abraçar o tempo todo ou de beijar minha testa antes de dormir e dizer “eu te amo”, mas nós realmente não precisávamos disso porque eu sabia que ele me amava e se preocupava comigo, e ele sabia que o sentimento era recipócro.

E Carin, oh Deus, Carin. Scooter a amava mais que tudo nesse mundo, ela era tudo para ele, e embora eles não tenham se visto em meses eu tinha total certeza que o amor entre eles ainda permanecia ali.

–Não precisa se desculpar, Les. – sussurrou Scooter acariciando meus cabelos. – Você é minha filha, huh? E pais fazem sacrifícios pelas filhas.

Como é?

–O quê? – eu perguntei aflita, me afastando dele. – Sacrifício? Você vai... Terminar definitivamente com a Carin?!

Scooter hesitou, mas respondeu firmemente.

–Se for preciso.

Eu só tive uma reação: agarrar seus ombros e o chacoalhar.

–Você não vai desistir da mulher da sua vida, Scooter Braun! – eu quase gritei. – Eu o proíbo!

Scooter afastou minhas mãos de seus ombros e disse, calmamente:

–Eu não vou escolher entre você e ela.

–Você não precisa. – retruquei. – Não precisa porque não há escolha! Você ama a Carin, ela ama você, mesmo com toda a distância.

–Como você sabe? – Scooter perguntou quase zombeteiro.

Eu reconheço amor verdadeiro quando o vejo.

As palavras saíram da minha boca antes que eu pudesse impedir. Isso soava tão clichê, não era o tipo de coisa que eu falaria normalmente, mas eu me sentia tão mal... Eu só queria colocar tudo para fora agora; Scooter me fitou, confuso com as minhas palavras. Eu respirei fundo.

–Escute – eu sentia as lágrimas quentes fazerem seu caminho pelas minhas bochechas. E novamente eu estava chorando. Que idiota. – Eu não vou deixar você desistir da Carin, você a ama demais e... – eu engasguei. – Eu... Eu perdi a única pessoa que eu realmente amei na minha vida inteira! – as lágrimas agora estavam vindo com força total, a dor dentro do meu peito só me fez querer me jogar no chão, e deitar em posição fetal e ficar daquele jeito pro resto da vida. – Eu perdi... Eu perdi o Justin, Scooter, e isso dói, entende? Dói demais, é difícil ver ele todo santo dia e ver o olhar de repulsa nos olhos deles, é difícil ver a mágoa dentro daquela expressão de frieza que ele teima em vestir sempre que me vê. E isso está me matando, me matando lenta e dolorosamente. Eu admito, isso é clichê, e idiota, e eu nunca pensei que me veria falando esse tipo de coisa, mas eu cansei. Eu desisto de mim, eu não vou deixar ninguém sofrer pelas merdas que eu fiz.

Eu dei uma pausa para recuperar o ar e então continuei, enquanto Scooter me encarava:

–O Chaz! – eu gritei, sufocada pela dor só por pronunciar o nome dele. – Ele é meu melhor amigo! Eu o perdi também! Eu não me acertei com ele, eu não pedi desculpas! Porquê? Porque eu sou egoísta demais para tirar um único dia da minha maldita vida pra ligar para ele! E eu sou covarde! Eu não tenho coragem de ouvir a voz dele, porque eu poderia estar de ressaca no dia seguinte, mas eu lembro perfeitamente do olhar dele quando eu disse que não lembrava da porra do beijo! Eu o magoei, e essa nunca, jamais, foi minha intenção. E eu magoei o Justin. – levei a mão ao peito, agarrando minha camiseta desejando poder arrancar meu coração de lá e simplesmente jogar meus sentimentos fora. – E eu o amo, Scooter! E eu tenho certeza que você não quer perder a Carin como eu perdi o Justin, porque dói, você não tem ideia do quanto dói, e você não pode simplesmente pedir desculpas, porque certas coisas não tem perdão! A vida é só uma, você comete erros o tempo todo, mas eu não vou deixar você errar como eu errei. Não vou deixar você perder a Carin.

Um silêncio se instalou entre nós dois. Eu não saberia dizer se era um silêncio desconfortável, eu estava ocupada demais enxugando minhas lágrimas. Eu havia dito coisas que eu havia guardado para mim durante quase dois meses, mas isso não me fazia sentir melhor. A dor parecera ficar pior.

–Agora eu digo pra você pegar um avião de volta pra Atlanta, tire três semanas de férias, ou quatro, quantas você precisar, o Timberlake cuida das coisas por aqui, mas não deixa a Carin escapar. – eu finalizei. Scooter me encarava, e eu não conseguia decifrar sua expressão.

–Você não perdeu o Justin. – ele disse, olhando nos meus olhos.

–Não? – zombei.

–Não. – afirmou ele.

–É? Como você poderia saber?

Eu reconheço amor verdadeiro quando o vejo. – Scooter repetiu minha frase. Eu não respondi nada, só o fitei. Ele então desviou o olhar e suspirou, aliviado, jogando-se na poltrona. – Bem, então acho que é isso. – ele sorriu alegremente, mudando de assunto. – Eu vou voltar pra Atlanta amanhã.

~*~

Na manhã do dia seguinte, nós estávamos no aeroporto de LA.

–Tem certeza que vão ficar bem sem mim? – Scooter perguntou pela décima terceira vez. Eu revirei os olhos.

–Claro que vamos, o Timberlake vai tomar conta do lançamento do meu CD esse mês... Volte em Janeiro, nós vamos ficar bem. – eu sorri para Scoot, enquanto ajeitava seu casaco.

Chamada para o vôo 456 para Georgia, Atlanta.

–É o seu vôo, cara. – uma voz familiar falou atrás de mim. Eu me encolhi e me afastei de Scooter para que Justin pudesse dar adeus a ele. Justin se aproximou de Scooter e o abraçou. – Vamos sentir sua falta. – ouvi ele dizer. Eu me abracei, desconfortável. Para ser sincera, eu estava sempre desconfortável quando estava no mesmo ambiente que Justin. Ainda mais agora que nós não tínhamos mais nada, nem sequer éramos amigos. Nós só éramos o casal nº 1 de Hollywood e nada a mais. E nossa farsa continuava... “Jeslie” era o casal mais falado do mundo e Scooter achou melhor nós mantermos o “relacionamento” até no mínimo fevereiro, Justin não gostou da ideia, tampouco eu gostei. Era bom poder segurar a mão de Biebs enquanto andávamos por aí, mas não era nem metade do que era quando estávamos mesmo juntos, ou éramos amigos porque agora nós mal nos falávamos, só segurávamos as mãos, fingíamos conversar por aí, uns beijinhos na bochecha... Só. Não havia mais aquele sentimento que havia antes. Era apenas repulsa, desconforto, mágoa. Fim.

Eu cheguei a conclusão de que a minha vida era uma total e completa merda.

–Leslie – Scooter chamou antes de ir embora, eu o fitei. – Escute o Timberlake.

–Eu vou. – respondi; você deve estar se perguntando sobre toda essa história de Timberlake. Bem, para resumir um pouco: ele é meu mentor. Sim, como Usher é de Justin.

Eu e Timberlake tivemos um almoço de “negócios”, onde nós conversamos sobre a minha carreira, e eu admiti que adoraria que Timberlake fosse meu mentor, naquele dia. E Timberlake, entre uma brincadeira ou outra, disse que se voluntariava para o emprego.

–E então eu estava tipo: “cara, é a Beyoncé”. Você não sabe como eu adoraria trabalhar com a Beyoncé. – Timberlake dizia, animado. Eu ri um pouco e beberiquei meu vinho. Mesmo que fosse sem álcool a ideia de tomar qualquer tipo de bebida me enojava desde a festa de Halloween na casa de Justin. O pensamento me deixou um pouco desanimada, porém eu tive que me recompor, eu e Timberlake estávamos nos divertindo, eu não ia acabar com isso.

–Deve ser incrível... Isso de trabalhar com grandes nomes da música e todo o resto... Eu adoraria trabalhar com alguém como você. – eu disse, não muito consciente do quão constrangedor aquilo soava. Eu esperei que Timberlake risse na minha cara, mas um sorriso radiante apareceu no seu rosto:

–Mesmo? – ele me fitou, o sorriso nunca deixando sua expressão. – Cara...

–O quê? – eu perguntei, confusa e corando. Deus, como eu era idiota.

–Bem – Timberlake começou com um sorriso. – Eu estava pensando exatamente a mesma coisa ultimamente... Sabe, foi por isso que chamei você para um almoço. Eu tenho uma proposta. — eu encarei Timberlake, curiosa, assenti para que ele continuasse. Ele respirou fundo antes de falar novamente:

–Leslie Braun, você é, provavelmente, uma das artistas mais talentosas do nosso século, e eu quero ter o privilégio de trabalhar com você. Como se mentor, eu sei, posso parecer um interesseiro ou qualquer coisa do tipo, mas... Eu realmente quero trabalhar com você.

Eu encarei Timberlake por longos minutos. Eu ouvira coisas horríveis sobre Justin Timberlake, mas algo naqueles olhos azuis, no sorriso ansioso e no jeito que ele falava, me fez crer: ele não era aquele cara nojento que todos falavam que era.

–Tudo bem. – eu disse; Timberlake arregalou os olhos, como se não acreditasse na minha resposta.

–Desculpe? – ele franziu a testa.

–Tudo bem, você vai ser meu mentor. Como Usher é de Justin. Scooter não pode fazer tudo sozinho, ele vai aceitar trabalhar com você.

E foi assim. Parece rápido, não? Na verdade, não foi tão rápido assim. Nós tivemos os contratos, a gravadora teve que aprovar o fato de Timberlake ser meu novo mentor e assim, coprodutor do meu álbum novo. E sim, meu álbum novo, Permanent December lançaria no sábado, 17 de dezembro, e estava bem próximo já que era segunda feira. E nós já havíamos gravado todas as músicas, e bem... O álbum estava pronto. Só tínhamos que soltar uma preview dele todo naquela tarde e bum, os fãs iriam ter que esperar até sábado para ouvir as músicas inteiras.

Eu me virei para ir embora, quando senti algo me puxar pela mão. Era Justin. Meu coração vacilou e minhas respiração acelerou, eu o encarei, confusa. Biebs revirou os olhos:

–Ainda temos que fingir que estamos namorando. – ele resmungou a contra gosto, puxando para seu lado, e nós começamos a caminhar, em silêncio, ambos com uma cara de tacho que a mídia não deixaria passar. Mas afinal, eu não estava me importando. Justin tampouco, e Scooter não estava ali. Dane-se. Os seguranças nos escoltaram para fora do aeroporto porque havia um pequeno grupo de fãs ali, e elas estavam histéricas. Algumas delas até gritavam meu nome e imploravam para que eu desse autografo, mas agora eu não podia, eu tinha que me encontrar com Timberlake e Alex.

Oh, Alex.

Ele estava na festa de Halloween na casa de Justin, e Timberlake é seu empresário, então isso meio que nos aproximou no último mês. Alex era um cara legal, divertido, e meigo, mas era inseguro demais e Timberlake vivia dando broncas nele por causa disso. Ele era um garoto tímido, mas muito doce. E tinha talento. Oh sim, ele era muito talentoso.

Nós saímos do aeroporto e eu entrei no meu carro, abraçando Justin – ele estava indo fazer uma seção de photoshoot – e ele retribuiu fingindo entusiamos para os paparazzi ali perto. Eu e meu segurança pessoal, Brad, entramos no carro enquanto Justin entrava em outro com Kenny. Brad, bem, ele era um cara alto e robusto, de cabelos loiros ralos e olhos verdes amedrontadores, ele parecia um típico surfista australiano. Quem o visse poderia dizer que ele era um brutamontes, mas ele era um cara divertido, eu gostava dele.

–Para onde, Srta. Braun? – ele disse fazendo falso sotaque britânico, o que me fez rir, já que seu sotaque australiano ainda estava lá.

–A casa do Timberlake, ele está me esperando lá. Quer falar sobre um novo videoclipe.

Brad deu partida no carro, e eu senti meu estômago embrulhar. Eu não sabia porque, mas eu estava sentindo algo estranho.

Um sentimento estranho, e aquilo me deixou preocupada.

Eu mal sabia o que ainda ia acontecer naquele dia.

Notas finais
Ok, o cap não ficou ÓTIMO, mas eu to guardando algumas coisas pros próximos, preparem os corações KKKKK
E esse cap foi mais pra explicar as coisas que aconteceram com a Leslie e o Justin, e a carreira dela e tudo mais. Eu acho que tá tudo muito corrido, mas eu PROMETO, que vou fazer melhor nos próximos caps.
Tem nova cap, o que acharam? C:
E de novo, desculpem a demora pra atualizar, lindas.
MAS VAMOS FALAR DE ALGO MAIS IMPORTANTE.
A FIC COMPLETOU UM ANO! (e eu ainda não terminei ela, hm) E VOCÊS AINDA ESTAO AQUI.
E eu queria agradecer a todas vocês por continuarem lendo a fic, e me apoiando, deixando reviews e até recomendações, isso significa MUITO mesmo pra mim, sério, e vocês são as leitoras mais incríveis do mundo e eu amo todas vocês, okay?E eu queria mandar um oi pras leitoras fantasmas ou as que não tem conta aqui no Nyah! Hey, você, obrigada por ler, viu? ♥
E vocês aí, princesas lindas que indicam a fic em seus FCs no Twitter, ou aos amigos, ou qualquer outra coisa, MUITO OBRIGADA ♥
Ah, e então galera, alguém aqui gosta de One Direction? Só pra avisar que eu futuramente vou começar a escrever uma fic deles (provavelmente vai ser interativa e eu não vou postar no Nyah!), então quando eu postar ela eu aviso as directioners, okay? C:
Então é isso. Se vocês tiverem alguma ideia pra fic, podem me falar, viu? Eu estou completamente aberta a sugestões. E aqui vai um spoiler:
Chaz, e Selena vão aparecer no próximo cap (e eu decidi que a Selena não vai mais ser vilão, vcs vão se surpreender com o que vai acontecer futuramente). A ficha de Biebs vai cair, Timberlake vai ter uma ideia brilhante. Carin e Scooter vão dar um anuncio muito especial, e uma nova tour pode começar num futuro bem próximo.
Ohhhh, parei com os spoilers KKKKKK
Se quiserem falar comigo, perguntar sobre a fic, ou não quiser dar suas sugestões por review ou mp, meu twitter é esse: @h0rans, eu tive que criar ele de novo porque deletei meu antigo twitter pessoal. Eu também tenho outro twitter (@MyLerman), mas lá é FC do Logan, então fica melhor pra vocês perguntarem da fic no @h0rans. Mas sintam-se livre pra falar comigo, okay? :3
Bem, é isso, lindas.
Vejo vocês nos próximos caps.
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FAÇAM A THAY FELIZ E DEIXEM REVIEWS.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.