Notas iniciais
Demorei pra postar o capitulo, descupem. Espero comentarios dessa vez porque não é facil rsrs Obrigado e até.

– Pobre Oswald. – disse o Comissário Gordon. – Nem mesmo um bandido como ele merecia uma morte dessas.

Gordon olhava o corpo de Pinguim que estava pendurado de ponta cabeça por um cabo. O corpo esta a dois metros do chão. Logo a baixo uma imensa poça de sangue, e um pouco ao lado a cabeça decepada do vilão. Um pouco perto dali estava a arma do crime. Uma espada samurai katana, que pertence ao acervo do Museu de Gotham, que era justamente onde a cena do crime se encontra.

– Mas que demônio teria feito essa barbaridade? – se perguntou Gordon ainda olhando o corpo pendurado de Pinguim

–Comissário – disse uma voz atrás de Gordon, que se vira. – Nós achamos um “sobrevivente”.

Um jovem policial vinha em direção ao velho comissário e trazia com ele um homem algemado e visivelmente abalado.

– O que quer dizer com “sobrevivente”?- questionou Jim Gordon.

– O Pinguim não veio sozinho ao museu. – disse outro policial que apareceu de outra parte. – Ele trouxe quatro subordinados. Achamos três totalmente massacrados e mortos.

– Esse é o único que restou. Um sortudo, por assim dizer. – disse o policial que trazia o bandido assustado.

– Nossa. Que massacre. – disse Gordon. Ele se direcionou ao ladrão – Pois bem rapaz, diga. O que fez isso aos seus amigos?

–F... foi o B... Batman! – respondeu demonstrando medo no olhar.

Gordon franziu a testa.

– Mas que historia é essa, rapaz? – disse ele.

– E... eu juro. A gente ia fazer um roubo simples e o Batman chegou do nada e cortou a mão de um dos meus amigos com aquelas bugigangas dele.

– Isso confere senhor. – interrompeu um dos jovens policiais que veio com Gordon. – Um dos mortos estava com a mão decepada.

– Hum. – sussurrou Gordon. – Continue a dizer o que aconteceu. – disse ao bandido.

– Depois que ele cortou a mão do meu amigo nós nos desesperamos e corremos para todos os lados. Ele foi atrás de cada um no museu todo e acabou com todo mundo. Eu sobrevivi porque me escondi bem. Mas os gritos... os gritos dos meus amigos nunca vão sair da minha cabeça. – e começou a chorar.

– Entendo. – disse Gordon. – Muito bem levem ele para os paramédicos e depois pra delegacia.

– O que fazemos agora senhor? – perguntou o jovem tira.

– Vamos ver as câmeras de segurança.

***

– Amorzinho, vem cá olha só!!! – disse alegremente Arlequina.

– O que é? – resmungou Coringa que saia do banheiro de toalha, touca e escovando os dentes.

– É você na TV. Vão falar sobre a sua brincadeira no hospital. Coringa cuspiu a escova de dente e correu para TV. Na imagem havia uma ancora de telejornal que dizia:

“É grande o numero de crianças mortas pela tragédia do Hospital Infantil de Gotham. É calculado que se passa dos cem mil. Os destroços ainda estão sendo retirados para a busca das outra vitimas do atentado. Agora vamos para a próxima noticia.”

– Nossa, foi demais!! – vibrou Arlequina batendo palmas e pulando.

– Demais nada! – disse Coringa irritado. – Eles nem disseram o meu nome. – ele pegou a escova de dente e se virou indo de novo ao banheiro.

– Espera aí lindinho. Olha ali!- disse Arlequina apontando pra TV.

–Eu não quero saber mais de nada!

–Mas é o Senhor Pinguim. Ele morreu.

Coringa se virou rapidamente para a direção da TV. Nela havia imagens do Museu de Gotham e a poça de sangue onde se encontrou o corpo de Pinguim. A repórter dava a noticia do ocorrido. “ O corpo de Oswald Chesterfield Cobblepot foi encontrado com a cabeça cortada e o resto pendurado no setor do Japão Feudal do museu. A Policia de Gotham não tem um suspeito definitivo do crime. Mas de acordo com as imagens das câmeras de segurança do museu tudo indica que o assassino é nada menos que o Batman.”

– Bah! Batman uma ova. – resmungou Coringa. – Todo mundo sabe que ele não mata ninguém.

As imagens das câmeras de segurança começaram a passar pelo telejornal. Uma figura encapuzada e com capa negra ataca Pinguim e os seus subordinados. Era muito semelhante a Batman.

– Isso é um farsante de merda! – cuspiu no chão Coringa.

De repente a TV começou a perder o sinal e a imagem a tremer.

– P...parece que estamos ten... problemas técni... – disse a ancora do telejornal.

A TV ficou totalmente escura e apenas uma silenciosa e quase inaudível voz sai dela. Era tão baixa que Coringa se aproximou vagarosamente na tela da TV. De repente um grito estrondoso resgou o ar saindo da televisão. E uma gargalhada sinistra veio em seguida. Coringa levou um tremendo susto e caiu de bunda no chão. De repente o dono da gargalhada apareceu finalmente na tela da TV.

– Não se assuste Gotham. Sou eu, seu herói. – disse Batman. Ele estava diferente do normal. Estava sorrindo. – Eu interrompi o jornal para esclarecer os fatos. Fui eu sim que matei a rola de poço do Pinguim. E querem saber, foi muito divertido. Nunca pensei que matar seria tão legal. Devo agradecer ao Coringa por me ensinar isso. A explosão do Hospital Infantil, abriu minha mente e me elevou ao nirvana. Obrigado Palhaço.

Coringa não parecia estar feliz com o que acabará de ouvir. Mas ele continuava atento.

– E tem mais uma coisa – continuou Batman – eu resolvi que estou cansado desses vermes malditos criminosos de Gotham. Então estou lançando um ultimato. Quero que todos os ladrões, assaltantes, estupradores, traficantes ou até mesmo ladrão de galinha se entreguem na Penitenciaria de Blackgate em 72 horas. Se não fizerem isso vou atrás de vocês e lhes darei um fim tão digno como foi o do Pinguim. E se acham que estou blefando, vou dar mais uma amostra.

Batman saiu de frente da câmera e mostrou uma pessoa ao fundo sentado numa mesa. Era Carmine Falcone. A câmera se aproximou dele. Ele estava com o olho roxo.

– vejam o Tio Falcone. – disse Batman tocando o rosto do bandido. – Ele foi se meter de novo com trafico de drogas e na noite passada eu resolvi dar um abraço nele. Agora vou usa-lo para um truque de magica que eu mesmo inventeu. – Batman sai da frente da câmera mas continua falando. – Agora vocês veem ele... E AGORA NÃO!

Uma forca desse rapidamente em volta da cabeça de Falcone e o prende no pescoço. O corpo dele é puxado violentamente e rapidamente para cima sumindo de vista. Batman volta a frente da câmera dando gargalhadas.

– Viu pessoal, 72 horas ou então! Tchau! Literalmente, hihi.- A imagem saiu do ar e voltou pro telejornal de Gotham.

Coringa estava boquiaberto e após um minuto assim, pronunciou apenas uma palavra:

–Danou-se.