Bad romance... Or not?
12 I'm so sorry
Notas iniciais
REGINA
É... Emma tinha mesmo ficado chateada comigo, o que era para ser uma brincadeira, uma vingança por tudo que ela me fez passar na situação com Ariel acabou saindo de mão e ela se magoou. Eu fui para casa e lá encontrei meu filho jogando vídeo game com Mary Margaret, a mãe de Emma... Ele me olhou e disse:
—- Que cara é essa mãe? Aconteceu alguma coisa? A Emma não veio com você?
—- Nós brigamos.
Mary Margaret me olhou e disse:
—- Por quê?
—- Uma atriz deu em cima de mim na gravação e eu acabei não deixando que a Emma dissesse que era minha namorada e ela se chateou com isso e foi para a casa de vocês.
—- Hum... Interessante.
—- Interessante?
—- Ela está frustrada Regina... Ela te ama muito e queria poder contar as pessoas o quanto ela estava feliz.
—- E o que eu faço agora? Por favor, me dá uma dica porque eu não quero perder sua filha... Ela é uma das três melhores coisas que já aconteceram na minha vida.
—- Peça desculpas, converse, fale sobre os seus sentimentos, mas principalmente deixe-a falar.
—- Vou ligar para ela.
—- Não Regina, se você falar com Emma agora só vai piorar a situação, eu conheço minha filha, ela não vai querer falar com você enquanto a raiva não passar.
—- Ok, eu vou pensar em alguma coisa Mary, obrigada por tentar me ajudar querida.
—- Eu só quero a felicidade da minha filha Regina e tenho certeza que essa felicidade é você.
Eu sorri para a minha sogra e ela disse:
—- Agora vou para casa... Ver como está àquela loirinha cabeça dura.
—- Até amanhã e desculpe ter magoado ela nem que fosse um pouquinho.
No dia seguinte, ao entrar no estúdio, eu avistei Emma e fui até ela segurando um pequeno botão de rosa nas mãos. Eu enlacei meus braços em volta do pescoço de Emma e disse:
—- Amor... Desculpa vai. Eu não queria ter te magoado, juro que não foi essa minha intenção.
—- Ah tudo bem... Isso vai passar. Sou só eu que acabo idealizando muito os sentimentos das pessoas, aí quando não acontece o que eu queria eu me decepciono.
—- Por favor, vem jantar comigo essa noite, para eu tentar reparar o meu erro.
—- Acho melhor não Regina, eu ainda preciso de um tempo pra assimilar o meu papel na sua vida.
Emma se afastou de mim e ia saindo quando eu a chamei alto:
—- Emm... Não faz assim vai.
—- Não se preocupa, eu não estou brava com você, só preciso ficar um pouco sozinha.
Ela seguiu em direção ao seu camarim enquanto eu ia atrás e vendo Emma se trocar, a coloquei entre a parede e meu próprio corpo e disse com os nossos lábios quase se tocando:
—- Por favor... Diz que sim.
—- Regina... Eu...
—- É só o que eu te peço, vem jantar comigo, nós precisamos disso.
—- Ok, eu vou.
Eu dei um de meus melhores sorrisos para Emma e disse após beijar apenas sua testa:
—- Obrigada... Hoje às oito, vou te esperar ansiosa.
Eu saí do camarim de Emma e fui em direção ao meu próprio e já imaginei algumas coisas para a noite, primeiro eu teria que arrumar um lugar para Henry... Eu liguei para a mãe de Emma dizendo:
—- Mary... Sou eu... Regina. Preciso de um enorme favor seu.
—- E o que precisa Regina?
—- Preciso que o Henry durma na sua casa essa noite.
—- Posso deduzir que vamos trocar de filhos não é mesmo? Eu cuido do seu filho essa noite e você “cuida” da minha não é?
Ela caiu na gargalhada e eu complementei:
—- Exatamente... Prometo “cuidar” muito bem da sua filha. E aí? Topa?
—- Claro que eu cuido dele.
—- Obrigada, obrigada.
—- Juízo a partir de agora hein.
—- Pode deixar.
Eu desliguei o celular já imaginando o cardápio... Fui para casa preparar tudo, eu não teria cenas, as cenas do dia seriam gravadas entre Emma e Ariel... Quando eu soube disso o ciúmes bateu, mas eu achei melhor cuidar do meu relacionamento ao invés de ficar com um ciúme bobo.
Cheguei a minha casa, abri meu guarda-roupas e as primeiras peças que eu avistei foram lingeries que eu tinha comprado ainda quando estava bem com Graham... Depois tudo mudou e eu não fiz questão nenhuma de desfilá-las para ele. Mas agora elas serviriam direitinho para o clima que eu estava querendo criar, Emma ia adorar esse meu lado modelo.
Já durante a noite, no horário marcado do jantar, Emma foi pontual ao tocar a campainha do meu apartamento. Eu abri a porta sorridente dizendo:
—- Você está linda amor.
—- Obrigada.
Nós entramos, jantamos, conversamos sobre tudo, sobre o nosso relacionamento e por hora parecia que estava tudo bem.
Ao fim do jantar eu me sentei no colo de Emma e ela disse:
—- Por que você faz isso comigo hein?
—- Eu faço o que?
—- Me hipnotiza dessa maneira, pelo o que eu vi ontem esse relacionamento vai me fazer mal, passei a noite decidida em pôr um fim em tudo isso, para preservar a nossa amizade, a relação que já temos, mas eu não consigo Regina, eu simplesmente não consigo ficar longe de você agora que eu já pude provar do seu amor.
—- Não fala mais nada está bem? Saiba que eu te amo e não ouse nunca mais cogitar pôr um fim na nossa relação.
—- Você consegue reverter qualquer situação não é? Inclusive manter a idiota aqui ainda enfeitiçada.
Eu não dei mais espaço para reclamações e beijei a minha namorada com grande intensidade e quando o ar se fez necessário, ela disse:
—- Eu quero você... Eu preciso de você mais uma vez.
—- Vem comigo, eu tenho uma surpresa.
Nós subimos para o quarto rapidamente e lá a primeira coisa que Emma viu foi a cadeira que eu tinha deixado propositalmente no meio do quarto. Ela me olhou e perguntou:
—- Para que essa cadeira?
—- Faz parte da minha surpresa... Você confia em mim?
—- O que você vai fazer?
—- Você confia em mim?
—- Confio.
—- Ótimo.
Eu tirei quase toda a roupa de Emma, beijando cada parte do corpo que eu despia e no fim ela ficou apenas de calcinha, foi com grande surpresa que eu vi que naquela noite ela não usava sutiã.
Eu sentei Emma na cadeira e a amarrei de forma que ela não pudesse sair. E ela disse:
—- O que você vai fazer?
—- Espere e verá.
Eu saí em direção ao banheiro, tirei minha roupa e fiquei só com uma das lingeries que eu tinha comprado, coloquei um hobby de seda preto por cima e liguei o som que invadiu todo o ambiente do quarto, saí lentamente pela porta do banheiro e encontrei uma Emma sorridente. Eu me aproximei dela e disse:
—- Você apenas observará... Não poderá me tocar.
Eu comecei a desfilar frente a Emma, de uma maneira extremamente sensual, que eu podia ver que a estava deixando louca. Depois de rodeá-la eu fui tirando cada peça de roupa, primeiro a cinta liga, depois a calcinha e por último o espartilho e a dança era sensual, eu me sentei no colo de Emma e perguntei:
—- Você quer me beijar?
—- Que... Quero.
—- Você quer fazer amor comigo?
—- Sim.
—- Aguarde Miss Swan.
Eu voltei para o banheiro e coloquei mais uma lingerie e repeti o processo... E assim foi feito, torturando Emma, provocando seus sentidos até que eu terminasse de desfilar sete conjuntos de lingerie: um preto, um azul, um rosa, um amarelo, um roxo, um branco e por fim um vermelho vivo.
No fim da minha última apresentação, eu me sentei novamente no colo de Emma e a beijei como se fosse a última coisa que eu poderia fazer nada vida. Durante o próprio beijo eu a desamarrei e ela me enlaçou forte pela cintura, me suspendeu no alto e me jogou forte contra a cama e começou a me beijar por todo o corpo, quando eu a interrompi dizendo:
—- Para! Para.
—- O que foi?
—- Hoje eu quero de uma forma diferente primeiro. Espera aqui.
Eu fui até meu guarda-roupa e peguei o que eu tinha comprado no caminho para casa e quando me viu Emma disse:
—- O que você está escondendo?
—- É uma coisa...
—- Que coisa?
—- Uma coisa que eu queria usar.
Eu mostrei o que escondia e Emma disse muito próxima aos meus lábios:
—- Você quer usar isso? Quer mesmo usar um strap on?
—- Sim...
—- Ok...
Emma me beijou lentamente e quando eu quis deitar na cama, a minha loira sorriu e disse:
—- Não. Eu quero assim, nessa posição, quero você de quatro para mim Regina.
Eu fiquei na posição que a minha namorada tinha pedido e Emma começou a beijar a parte interna das minhas coxas até finalmente chegar ao meu sexo e se deliciar nele com voracidade. Eu nesse instante acabei fraquejando e minha parte da frente do corpo se curvou perante Emma, o que deu um acesso maior à fonte do meu prazer. Ela me penetrou de uma vez e começou um ritmo lento e prolongado por muito tempo, para depois Emma me penetrar conforme era o seu desejo me causando gemidos altos e fazendo com que o prazer triplicasse em mim.
Os movimentos da pélvis de Emma continuaram lentos e profundos, como se aquilo fosse uma espécie de tortura para mim pelo o que eu tinha lhe feito no dia anterior, eu conseguia sentir isso nela. Eu já estava ofegante com aquele ritmo, mas ainda precisava de mais intensidade, então eu olhei para Emma e disse:
—- Por favor... Eu preciso te sentir mais meu amor.
Este pedido bastou para que Emma aumentasse mais o ritmo dos quadris, fazendo de mim o que quis, a cada estocada de Emma eu sentia meu corpo ir para frente com a força do impacto. Então atingi o orgasmo depois de um tempo me contorcendo e gritando de tanto prazer que ela tinha me causado. Meu corpo desabou na cama ainda trêmulo. Emma, contrariando o que eu esperava, não parou os movimentos fazendo com que eu tivesse mais dois orgasmos consecutivos.
Então eu falei com muita dificuldade, pois estava muito ofegante:
—- Por favor, para!
Emma sorriu com malícia para mim e retirou o strap on de dentro de mim causando um estremecimento ainda maior do que eu já estava sentindo, subiu pelas minhas costas beijando-as e disse próximo ao meu ouvido:
—- Bem... Eu acho que esse seu pedido quis dizer que você gostou.
—- Eu... Eu... Eu... Amei.
—- Mas eu ainda não terminei...
Emma retirou a cinta e me deitou de costas na cama, capturando meus lábios em um beijo que quase me causou um novo orgasmo. Suas mãos passearam pelo meu corpo, ela apertou de leve as minhas coxas e desceu até o meu sexo encharcado pelos orgasmos de alguns minutos atrás.
Enquanto me chupava, apenas revezando a intensidade, só me restou a opção de me contorcer na cama, eu já não conseguia mais ter controle nenhum sobre o meu corpo, era como se o prazer estivesse transcendido, as ondas de prazer que me percorriam eram incontáveis, até que uma onda mais forte atravessou meu corpo e a única coisa que eu consegui fazer foi empurrar Emma enquanto o mais arrebatador dos orgasmos me consumia, dessa vez me fazendo ejacular. Eu desabei na cama, estava sem fôlego, ofegante, esgotada, os espasmos ainda tomavam conta do meu corpo, ao mesmo tempo parecia que todo o corpo doía e estava relaxado, um relaxamento ao extremo.
Emma subiu pelo meu corpo com um sorriso lindo, eu o retribuí e perguntei:
—- Você estava tentando me matar?
—- Não... Jamais. Dorme, você precisa descansar.
Ela ajeitou o meu corpo em seus braços, nos cobrindo e disse quando viu que a minha respiração já estava um pouco recuperada:
—- Eu te amo.
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