Notas iniciais
Mais um capítulo para vocês. P.S: Esse capítulo é dedicado para minha amiga Ju que me deixou uma linda recomendação (apesar de nem ter mencionado o meu convite para sair comigo, nem ao menos respondido kkkkkk).

EMMA

Praticamente inacreditável para mim que ela tivesse aceitado o meu convite para jantar.

Eu esperava Regina do lado de fora da casa enquanto ela buscava sua bolsa. Quando ela apareceu o sorriso que se estabeleceu em meu rosto fez com que eu disse:

–- Você está linda.

–- Obrigada... Ele te ajudou não foi?

–- Confesso que sim, ele que me deu um chacoalhada e fez-me perceber o tempo precioso que eu estava perdendo.

–- Foi você que armou para tirá-lo de casa?

–- Não, isso foi ideia dele. Vamos?

–- Claro que sim Miss Swan.

Nós fomos para o meu carro e é claro que eu abri a porta para que ela entrasse, e já dentro do carro ela afirmou:

–- Está toda “cavalheira” hoje.

–- Não fala assim está bem... Toda vez que saímos juntas eu lhe abro a porta.

–- Bem... Isso é verdade, não posso reclamar.

Seguimos de carro até nos afastarmos razoavelmente da zona urbana de Boston e chegamos em um local parecido com uma pousada, Regina ao descer e observar o local disse:

–- Pensei que fossemos jantar.

–- E vamos. Mas eu queria que ela nos acompanhasse.

Eu apontei para a lua e Regina sorriu dizendo:

–- Você prestava mesmo atenção em mim quando eu falava que a natureza me encanta, não é mesmo?

–- Cada detalhe, eu prestava atenção em cada detalhe que dizia respeito a você.

Eu sorri timidamente para Regina e nós fomos até nossa mesa, que a única coisa que tínhamos sobre nós era a luz da lua.

Fizemos nossos pedidos e Regina comentou:

–- Esse lugar é tão lindo. Já veio aqui outras vezes?

–- Já sim, mas há muitos anos, logo que cheguei em Boston com a minha mãe. Uma amiga dela é dona do local. Nós ficamos aqui até conseguirmos nos estabelecer na cidade.

–- Entendi.

Enquanto esperávamos nossos pedidos éramos acompanhadas por uma maravilhosa melodia de violino.

Comemos em um clima descontraído, em que falávamos de tudo e ao mesmo tempo de nada, em que mesmo que eu não tivesse confessado qualquer tipo de sentimento, parecia que éramos banhadas pelo mais puro amor existente.

Terminamos nossa refeição, então eu me levantei e me pus ao lado de Regina e pegando sua mão perguntei:

–- Nós podíamos dançar, o que acha? O violino está tocando tão divinamente.

–- Encantadora a sua proposta.

Nós nos levantamos e ali mesmo dançamos ao som dos violinos que tocavam na sede do restaurante. Alguns minutos após, eu disse bem próxima ao ouvido de Regina:

–- Eu sou louca por você!

–- Louca como?

–- Louca por poder te abraçar, te beijar, viver ao seu lado e te mostrar de verdade o que é um final feliz.

Aproximei meu rosto lentamente do rosto de Regina e comecei a dar suaves selinhos sobre os seus lábios, deixando para ela a decisão de aprofundar ou não o contato. E foi uma surpresa para mim, quando ela entrelaçou sua mão direita pelos meus cabelos e me puxou para um beijo lento, carregado de sentimentos de ambas as partes. Ficamos descobrindo nossos gostos por um tempo, até que Regina rompeu o contato e pediu:

–- Me leva para casa Emma.

–- Claro, levo você para onde quiser.

–- Para minha casa está bom.

–- Certo.

Eu chamei o garçom, paguei a conta e nós fomos embora. Regina por todo o caminho observava a janela, essa atitude da minha rainha estava me deixando com o coração na mão, a cara que ela fazia era de quem estava se preparando para dar um fora em alguém, e no caso, esse alguém era eu. Quando encostamos na frente da casa de Regina, após desligar o carro, e abrir a porta para que a minha rainha saísse, ela me encostou no carro, contornou todo o meu rosto com os dedos, como se tivesse me testando para ver até onde ia meu controle, o que não foi muito longe, já que a puxei para um beijo bem mais intenso do que o anterior e quando o ar se fez necessário, ela disse:

–- Entra comigo.

–- Você tem certeza?

–- Nunca estive tão certa de algo na vida como estou agora.

Nós entramos na casa, e quando Regina fechou a porta, me prensou contra a mesma e me beijou intensamente, quando nós precisamos de ar, ela disse:

–- Qua... Quarto... Agora.

Nós duas subimos juntas para o quarto de Regina e ao chegar lá eu comecei a beijar minha amada enquanto minhas mãos passeavam pelo corpo dela. Regina ainda de olhos fechados sussurrou ao meu ouvido:

–- Me faça sua Emma, me faça sua.

–- Sempre.

Nossos lábios se tocaram, como se fosse o encaixe perfeito, Regina e eu nos beijávamos com desejo imenso, nós nos queríamos, nos queríamos mais do que tudo nesse mundo. Regina fechou os olhos e curtiu cada carícia que eu depositava sobre o seu corpo. Quando a minha morena se deu conta, estava nuazinha comigo a brincar com seus mamilos, chupava cada um dos seios e voltava com minha boca em um longo e terno beijo, sem nenhuma pressa, pois nós tínhamos todo o tempo do mundo. Voltei minha atenção novamente para os seios de Regina, eles eram perfeitos, do tamanho certo para que fossem considerados feitos especialmente para eu apreciar. Eu então beijei, suguei e dei leves e pequenas mordidinhas em um seio da minha amada enquanto massageava o outro com a mão. Revezei entre um e outro e continuei a descer pela barriga de Regina que soltava alguns pequenos gemidos tímidos, eu julgava serem tímidos devido ao fato de ser sua primeira vez com uma mulher. Aos meus ouvidos aqueles eram os mais lindos gemidos que já tinha ouvido na vida, eu comecei a beijar as coxas, as panturrilhas, pés e tudo mais, até que então levantei os olhos e vi a cara enfezada e com desejo reprimido de Regina, que queria soltar-se a qualquer instante e ficar por cima de mim, então dei um meio sorriso sacana e beijei a virilha de Regina, podendo constatar o tanto que a minha morena estava molhada, tornando impossível resistir à tamanha visão dos céus, então a chupei, lambi e suguei Regina que extremamente excitada se contorcia na cama e agarrava os meus cabelos para que eu aprofundasse o contato.

A minha língua explorava cada recôndito da vulva de Regina, não havia um lugar que eu não visitasse. Tomava seus lábios entre os dedos, afastava e colocava a língua no interior de seu sexo.

Eu podia sentir o corpo de Regina se encolher para depois se liberar a cada vez que a minha língua lhe tocava o mais fundo possível de sua intimidade.

Então vendo que ela estava próxima de gozar, eu introduzi dois dedos no seu sexo, aumentei a velocidade de minha língua e pouco tempo depois ouvi Regina praticamente gritar meu nome de forma doce e aliviada, os meus dedos estavam pressionados dentro do interior de Regina, mas mesmo assim eu decidi continuar meus movimentos agora ainda mais rápidos e consegui fazer com que Regina gozasse mais uma vez e gemesse como uma gata manhosa, enquanto sugava todo o prazer derramado por minha morena.

Eu dei um beijo no sexo de Regina e deitei-me ao seu lado para ter o prazer de vê-la com os olhos ainda fechados, tendo os últimos espasmos de um orgasmo. Quando Regina abriu os olhos, eu sorri e lhe beijei delicadamente os lábios e disse:

–- Te amo.

Regina aprofundou o contato do doce beijo que eu depositava sobre seus lábios e me virou bruscamente na cama e disse sensualmente no meu ouvido:

–- Eu quero te sentir!

Arrepiada! Foi exatamente assim que eu me senti com essa frase de Regina, tinha como não rastejar aos pés daquela mulher? Tinha como não ser completamente apaixonada pela morena? Não, não tinha!

As mãos de Regina passeavam por todo o meu corpo, enquanto ela descia os lábios por todo o meu colo até chegar aos meus seios, ela beijava e dava pequenas mordidinhas enquanto eu cravava minhas unhas por toda a extensão de suas costas.

Regina desceu a boca dando beijos em minha barriga, roçando os dentes, enquanto meus pelos visivelmente se arrepiavam com seu toque. Ela voltou a beijar a minha boca e o meu pescoço enquanto deixava sua perna direita roçando em meu sexo. Eu gemia baixinho, de satisfação e para atiçá-la ainda mais.

Foi então que eu senti Regina beijar a parte interna das minhas coxas e passar a língua delicadamente pelo meu sexo enquanto me penetrava com um dedo. Nessa hora eu gemi mais forte, então Regina intensificou ambos seus movimentos em mim e aumentou também a quantidade de dedos que me penetravam, me restando apenas segurar seus cabelos fortemente e praticamente gritar pelo seu nome enquanto um profundo orgasmo me arrebatava. Quando minha respiração estava se acalmando, Regina tirou seus dedos de dentro de mim, fazendo com que eu gritasse de prazer e me tremesse novamente por completo, ela subiu então para me beijar e depois do beijo, disse olhando fixamente para os meus olhos:

–- Eu também te amo.

Notas finais
Até o próximo. Bjs.