Notas iniciais
HEY GIRLS, LET'S GO!

Como vão vocês? E os pais de vocês? Os tios? Os primos? Os irmãos? Os papagaios? Os cachorros? Os gatos? Os hamisters? Os vizinhos? ENTÃO, COMO VAI O MUNDO?

Tipo sei que demorou né? SEGUNDA IRIA FAZER UM MÊS QUE A ISA AQUI NÃO POSTA. Oh My Joan Jett! Qualé fiquei sem pc, vivo me metendo em confusões...

Ah tô com sono cara! Já são 00:52 e cá estoy eu! Vadiando no twitter, falando com o povo no msn, morrendo de sono, morrendo de frio, com dor de cabeça, vendo o filme trsite que ta passando na globo e quase chorando MAIS AINDA SIM A ANIMAÇÃO NÃO SOME. Ainda mais quando alguém diz que você é legal né? ;D

Nossa desse jeito vou ter NADA pras notinhas finais!

Lendo ~

Capitulo 16 — Sangrar em abundancia

PDV Bella

Renné foi parar na enfermaria e Charlie foi com ela. Meus avos acabaram por serem consolados por Carlisle e Esme, os policiais saíram dizendo que ficariam lá fora para respeitar nossa dor. Alice abraçou Tânia e Emmett ficou sentado em silencio.

Ficamos todos ali na pequena sala de espera, incrédulos, eu tinha certeza de que assim como eu ninguém queria aceitar que eles haviam morrido. Por que se pode prever quando alguém vai nascer, mas é impossível prever quando alguém irá morrer?

A dor era dilacerante. Era como cair num mar de ondas fortes e lutar para não se afogar, era como estar perdida numa floresta escura e fria lutando para encontrar a saída, era como perder pessoas que você ama e tentar encontrar um ponto onde você pudesse se segurar para não ir de encontro ao chão.

Por que é tão fácil encontrar-se com a tristeza e tão difícil conhecer a felicidade?

Talvez não sejamos realmente felizes só fantasiamos algo inalcançável. Ou não, talvez só precisamos saber lidar com os momentos, com as emoções, com as dores e com os momentos de anestesia, ou seja, os momentos de felicidade.

Ou simplesmente deveríamos aceitar os fatos, afinal, não importa o que fazemos da nossa vida tudo nos levará para um único caminho que encontraremos cedo ou tarde: a morte.

[...]

Renné, Charlie, Esme, Carlisle e meus avos ficaram no hospital para resolver alguns últimos detalhes. Eu e os outros viemos para casa, todos ficaram sentados na sala e eu subi para o meu quarto a fim de afogar-me em lagrimas.

Abracei forte o travesseiro tentando inutilmente sufocar a dor em meu peito. Não tentei parar as lágrimas, isso não sufocaria a dor... Não era uma dor comum, era como se meu coração estivesse em brasa e sangrasse em abundancia.

Mal conseguia respirar, as chamas em meu coração estavam sufocando-me assim como meus soluços que eram abafados pelo travesseiro. Sentei-me na intenção de normalizar minha respiração, fitei a porta por trás da visão embaçada pelas inúmeras lagrimas que teimavam em escapar de meus olhos.

A morte é fácil, a vida é mais difícil.

Então por que seguir em frente? Levantei-me e andei em passos vacilantes até o banheiro. Liguei a torneira da banheira e fiquei vendo-a encher. Abri o armário e peguei um frasco de comprimidos, com as mãos tremulas engoli mais calmantes que o recomendável. Fechei a torneira e em seguida afundei-me na água fria na esperança de não voltar a respirar...

PDV Edward

Fazia praticamente três horas que havíamos chegado em casa. Tânia havia ligado para Victoria e James para contar sobre o acontecido e eles estavam vindo para cá. Alice estava no telefone com os Hale, ela pediu para eles avisarem a diretoria do colégio que não voltaremos a tempo do inicio das aulas.

Bella havia subido para o quarto e não desceu até agora, Emmett pensou em subir para ver se ela precisava de algo, mas eu o impedi, era melhor deixá-la sozinha. Confesso que estava preocupado, ela ficou extremamente abalada com isso. Aliás, todos ficaram.

Olhei para as escadas, ela deveria estar sofrendo e eu aqui... Seria melhor subir e consola — lá ou deixar que ela se console por si própria? Droga! Isso era para ser uma simples viajem de férias e olhe agora o que virou: um pesadelo.

- Para de ficar como um idiota ai e decide se sobe ou não — Emmett disse

- Eu não sei... Ela deve estar sofrendo... — disse

- E o que você ainda tá fazendo aqui? — ele arqueou uma sobrancelha

Mas antes que eu pudesse sequer me levantar a porta de entrada foi aberta. Meus pais, Charlie, Renné, Jullie e Johnny entraram. Renné não disse anda somente subiu com minha mãe. Charlie, Carlisle e Johnny se sentaram, mas Jullie ficou em pé de braços cruzados.

Ninguém daria mais de trinta anos para ela. Ela tinha os cabelos loiros presos em um coque desajeitado, os olhos azuis, vestia uma blusinha bege de botões, calça jeans e salto alto. Perto de Bella elas pareceriam mãe e filha, não neta e avó.

- Vamos contratar um investigador profissional — ela disse fitando o nada á frente

- Acho melhor deixarmos isso por conta da policia, Jullie — Johnny disse e ela ao olhou furiosa

- Algum desgraçado plantou uma bomba de baixo do carro do meu filho, ele e minha nora morreram, meus netos estão órfãos sendo que um deles esta desacordado e você quer que eu deixe tudo por conta desses incompetentes?! — ela quase gritou e começou a chorar

- Acalme-se Jullie! — Carlisle pediu

- Não Carlisle, eu não vou me acalmar enquanto esse desgraçado não estiver atrás das grades! — ela disse e saiu em direção à piscina

- Ela não vai desistir enquanto quem fez isso não for preso! — Johnny disse passando as mãos pelo rosto

- Ela está sofrendo agora, alias todos estamos. — eu disse

- Foi plantada uma bomba? Mais quem faria isso?! — Emmett perguntou

- Alguém com muito ódio de nós... Eu só não consigo entender! Max e Gabriella nunca fizeram nada para ninguém! — Johnny disse

Charlie se levantou, foi até a janela e ficou ali de braços cruzados.

- Eles não... Mas nós sim — Charlie disse

- Como? — Emmett perguntou

- Onde está Bella? — Johnny perguntou

- No quarto — respondi

- Não deixem-na sair sozinha de casa, alias, não deixem-na sozinha — Johnny disse

[...]

Já era de noite, tanto o velório como o enterro seriam amanhã. Todos queríamos ir embora daqui o mais rápido, mas ainda tínhamos que esperar Clara acordar. Drew e Helena acordaram e souberam do ocorrido, ambos estão extremamente abalados.

Johnny e Charlie não explicaram mais anda, só disseram á todos para não deixarem Bella sozinha. Notei que Tânia também não sabia do que de tratava, e isso me lembrou a conversa que tive com Bella...

FLASHBACK ON

- Tem mais alguma coisa que não esta me contando -

- Edward... esse outro assunto é um ... tanto delicado ... pra mim . Nem mesmo Tânia sabe disso -

FLASHBACK OFF

Tinha algo a ver com isso? Talvez. Mas de qualquer forma não deixarei Bella sozinha... Alias desde que chegamos do hospital ela não desceu, Esme foi até o quarto dela bateu na porta, mas ela não respondeu. Então opinamos por deixa — lá sozinha.

Mas agora já era de noite e bem, ela não pode ficar trancada tanto tempo no quarto. Abri a porta do meu quarto e olhei o corredor vazio e silencioso. Fui até o quarto dela e bati na porta. nada. Bati mais duas vezes e nada. Resolvi entrar.

A luz estava apagada, então a acendi. Ela não estava na cama e em nenhum lugar do quarto. Olhei para o banheiro a porta estava aberta mais estava tudo escuro. Andei devagar até o banheiro, acendi a luz e fiquei paralisado: Bella estava submersa na banheira. Corri até ela e a puxei de lá. Sacudi-a e ela ainda continuava desacordada.

- PAI! SOCORRO, PAI! — gritei

Quem apareceu primeiro foi Johnny, logo depois todos os outros.

- Meu deus! O que aconteceu com ela? — Alice perguntou

Meu pai checou o pulso dela e olhou de relance para a pia onde... Havia um frasco de remédio um tanto vazio.

- Ela provavelmente tomou os calmantes e se afogou na banheira — Carlisle disse

- Oh meu Deus! — Renné disse

Peguei Bella no colo e a levei até o quarto, deixando-a na cama. Carlisle examinou-a novamente e disse que seria melhor levarmos ela para o hospital. Antes de sairmos meu pai ligou para o hospital já reservando um quarto para Bella. Deus, eu só esperava que ela estivesse bem!

PDV Bella

Acordei e sem ao menos abrir os olhos sabia que não estava em casa. Primeiro por que eu deveria estar afundada na minha banheira e segundo por que a cama em que estou é horrivelmente desconfortável.

Abri os olhos e fitei o teto branco. Só então percebi de fato os barulhos irritantes que vinham de aparelhos ligados á mim. Olhei em volta e o quarto estava vazio, não quero nem ver a bronca que Renné irá me dar... Se bem que isso nem importa muito.

Deitei minha cabeça de lado e fitei o chão sem realmente ver. Eu fui egoísta, extremamente egoísta, meus tios morreram e meus primos estão internados e o que eu faço pra melhorar? Nada. Pelo contrario tento me matar sou muito egoísta.

A porta se abriu e entrou uma enfermeira, quando me viu acordada ela saiu correndo. Que foi? Virei o Huck? Ela voltou com Carlisle e toda minha família, e quando digo todos incluo os Cullens. Renné correu até mi e me abraçou forte.

- Nunca, nunca mais faça isso! — ela disse me soltando

Todos me olhavam, mas o olhar que mais me incomodava era o de Jullie, minha avó. Nossos olhares se encontraram. Os olhos azuis dela eram frios e furiosos. Ela não demonstrava nenhuma expressão além de fúria.

Sempre que nos encontrávamos era assim. Era como se nos enfrentássemos sem armas, sem palavras somente com olhares. Olhares frios, acusatórios, furiosos e... Tristes. Nenhuma de nós desviou o olhar ela sorriu cínica e eu sabia que aquilo não era bom.

- Egoísta. Isso o que você é. Só se importa consigo mesmo, não se importou em como seus pais iriam ficar — ela disse

Jullie tinha o dom de te humilhar ao ponto em que você se afoga em suas próprias lágrimas... E bem, eu herdei isso dela.

- E você é o que? Santa? Quando você mandou Max para a França para separá-los de Cassia você foi egoísta. Então eu tive a quem puxar, vovó — disse

Antes que as coisas entre nós pudessem piorar Carlisle veio medir meus batimentos. Desviei o olhar de todos e fiquei fitando o sofá que havia em baixo da janela, eu não conseguia encara -los, o que fiz foi um ato de puro egoísmo.

Carlisle fez tudo o que tinha que fazer todos ficaram quietos provavelmente esperando uma reação minha, mas eu continuei como estava. Respirei fundo tentando impedir as lágrimas de caírem. Jullie abriu a boca para falar algo, mas a cortei antes.

- Saiam — disse

Renné deu um passo a frente a frente, mas continuei fria.

- Bella nós... — Johnny começou

Juntei todas as minhas forças, todo o meu desespero e toda a raiva que sentia e gritei o mais forte que pude

- SAIAM! -

Carlisle abriu a porta e todos saíram, com um último olhar Edward foi embora fechando a porta trás de si. Deixei-me afundar mais uma vez em lágrimas. Lágrimas de dor, lágrimas de desespero, lágrimas de sangue.

[...]

Acordei com a enfermeira abrindo as cortinas, lancei-lhe um olhar mortal e ela saiu deixando uma bandeja em cima da mesa. O relógio na parede marcava 07:05, escutei ontem uma conversa de Carlisle com uma das enfermeiras e descobri que o velório e o enterro dos meus tios será hoje.

Fiquei sentada na cama fitando minhas mãos enquanto as lágrimas escorriam por meu rosto. Eu teria que ver minha família se desmoronando novamente... Eu iria desmoronar novamente. Abracei minhas pernas sem saber o que fazer.

Por que mesmo sabendo que aquela dor me machucaria temporariamente eu sentia que não ia aguenta-lá. Era preciso suportar, manter-se de pé... Mais cair era tão fácil, deixar tudo passar por cima de você pouparia tanta dor.

Olhei novamente para o relógio, 07:20, será que ninguém veria ver como eu estava? Eu não deveria ter falado daquela forma com eles. Mas pior que as palavras de Jullie eram os olhares de piedade deles. Sem qualquer aviso a porta se abriu. Edward me olhou cauteloso e quando lagrimas escorreram-me dos olhos novamente ele correu e me abraçou.

- Shiu, Bells, vai ficar tudo bem! — ele disse beijando meus cabelos

Não tive condições de responder. Eu só queria chorar nos braços dele, chorar onde eu me sentia segura. As lágrimas diminuíam devagar, meus soluços sumiram e meu coração aquietou-se. Separei-me de Edward e limpei minhas lágrimas, ele se sentou ao meu lado e me fitou.

- Desculpe... Por ontem — disse e ele sorriu torto

Um sorriso reconfortante, triste, mas... Lindo.

- Tudo bem, você esta abalada com tudo isso, eu entendo. Mas ainda absolutamente nada justifica você ter tentado se matar Isabella — ele disse

Não queria tocar naquele assunto, aquilo só fazia a dor piorar.

- A que horas é o enterro? — perguntei mudando e assunto bruscamente e ele suspirou olhando em seu relógio de pulso

- Daqui duas horas. Vamos para casa... Jullie adiantou o velório ontem... E hoje será somente o enterro — ele explicou

Jullie adiantou o velório... Aquilo de certa forma pareceu-me que foi para me atingir. Mas não importava muito, o fato é que todos vamos ter que erguer a cabeça e seguir em frente... Mesmo que isso nos machuque.

[...]

Assim que chegamos em casa subi sem falar com ninguém. Fui direto para o banheiro. O reflexo no espelho parecia-se mais com um zumbi do que um humano. Fiz minha higiene pessoal e deixei a água quente do chuveiro relaxar meus músculos.

Fechei os olhos tentando encontrar forças, tentando encontrar a Bella de meses atrás... A Bella que só aprontava, a Bella que não suportava o Cullen, a Bella que não chorava... Tentando encontrar a armadura que construi, mas acabou por tornarem-se cinzas.

Desliguei o chuveiro e enrolei-me numa toalha. Quando sai do banheiro Alice estava sentada em minha cama com um vestido preto e seus olhos estavam vermelhos. Ao seu lado havia uma blusinha de manga cumprida uma saia de cintura alta, ambas eram na cor preta.

Terminei de me vestir e prendi meu cabelo num rabo de cavalo. Calcei os saltos, coloquei um casaco por cima e desci. Fiquei em frente a janela fitando a garoa fina que caia. Era como estar em um filme. Enterro, chuva, lagrima e dor.

Mais uma vez eu sangrava em abundancia.

Os únicos na sala éramos eu, Charlie e Carlisle. Nenhum de nós falava. Carlisle fitava o nada e Charlie brincava com um copo de uísque nas mãos. Escutei passos na escada e segundos depois dois braços envolveram minha cintura.

Deitei minha cabeça no ombro de Edward e pousei minha mão sobre a dele. Talvez a paz que ele me transmitia não fosse o suficiente agora, era como se faltasse um pedaço para eu me anestesiar de tudo. Fechei meus olhos e respirei fundo o cheiro das flores que havia nos vasos.

Escutamos um pigarro e Edward separou-se de mim. Dois segundos depois Renné, Esme, Jullie, Victoria e Hayley desciam as escadas. Vic e Hay deram-me um abraço rápido, seguidas por Renné que sussurrou um "eu te amo".

Quando todos estavam prontos, nos dividimos nos carros e partimos rumo ao cemitério. Fui ao carro com meus pais e Tânia. O silêncio era predominante, o único barulho agora era o da chuva que caia mais fortemente batendo contra o vidro fumê das janelas.

Não demorou muito e chegamos ao cemitério. Cerca de vinte pessoas estavam ali para o enterro de Max e Gabriella, saímos do carro e fomos até os caixões pretos. Na família de Jullie sempre tiveram a ridícula tradição de enterrar os parentes em caixões pretos, algo do qual ela não abria mão.

O padre começou com todo aquele discurso pronto, mas não dei atenção. Pensei em como aquilo era irônico, daqui um mês completaria nove anos da morte de John e daqui um mês completaria um mês que Max e Gabriella morreram. Irônico, não?

Ao que me pareceu todos começaram rezar pelas almas de Max e Gabriella, mas afinal, para quem eles rezavam? Se Deus existisse ele não teria permitido que isso acontecesse. Eles terminaram de rezar para seu Deus inexistente e começaram a descer os caixões.

Muitos choravam, outros se fingiam de triste e eu só observava meus tios irem para sete palmos a baixo da terra. Todos jogaram suas flores e logo jogaram terra por cima, cobrindo assim os caixões que guardavam corações mortos.

Algumas pessoas foram cumprimentar meus avos e meus pais enquanto eu e os outros ficamos encostados nos carros. Fiquei fitando as lapides dos meus tios mas logo desviei o olhar. Era hora de continuar independentemente da dor, das lágrimas... Era necessário seguir em frente.

Emmett passou um braço por meus ombros me reconfortando e sorri de leve tristemente. Meus pais e meus avôs terminaram de se despedir dos outros e vieram de encontro á nós. Todos ainda estavam abalados mais pareciam tentar superar.

Entramos todos nos carros e partimos de volta para casa. A chuva estava indo embora dando lugar ao sol por trás da arvores... A tempestade sempre passa e o sol reluz no horizonte, seria assim conosco. A dor passaria dando lugar a paz que talvez pudéssemos ter.

Chegamos em casa e fui direto para o meu quarto. Joguei o casaco no chão e sentei-me na cama. Abri uma gaveta do criado-mudo e peguei uma caixinha com algumas fotos. Joguei todas em cima da cama e fiquei á fita-lás.

Não passavam de lembranças, era tudo o que tínhamos agora: lembranças. Renné sempre teve verdadeira adoração por Max, talvez por esse lance dele ser mais velho, Sr o exemplo ela e tal. Os dois sempre foram bem unidos e eu admirava isso.

Quando Max tinha dezesseis anos se apaixonou por Cassia, ela era filha da empregada e Jullie não permitiu o namoro dos dois e os mandou para a França. Ao que aprece minha mãe ficou muito abalada com isso. Depois de três anos na França Max voltou e se apaixonou Gabriella.

Gabriella ficou órfã aos dez anos e passou a morar com os avôs. Ela e Max foram para Harvard, e depois de quatro anos juntos resolveram se casar. Nessa época os avôs de Gabriella já haviam morrido, e Max a ajudou a superar.

A história deles não se parecia com nenhuma história da Barbie... Mas todo casal tem seu conto de fadas e o deles durou o quando tinha que durar. Eternos serão eles em nossas memórias até desfalecermos.

Escutei três batidas na minha porta e Charlie entrou. Limpei as lágrimas e o fitei.

- Vamos até o hospital. Ligaram e disseram que Drew e Helena já tiveram alta, vamos levá-los até o cemitério... Quer vir? Pode ver Clara — ele disse

- Desço em cinco minutos — disse, ele assentiu e saiu.

[...]

Drew e Helena choravam eles não conseguiam aceitar a morte dos pais, mas era preciso. Acompanhei-os até o carro e voltei para o hospital. Eu queria ver Clara, eu precisava vê lá! Segui as instruções de Carlisle e cheguei ao quarto 306.

Girei a maçaneta e entrei fechando a porta atrás de mim. Ela estava deitada na cama, os olhinhos fechados, pálida, os cabelos loiros esparramados pelo travesseiro e inúmeros aparelhos ligados a ela. Fui até a cama e acariciei sua face.

Minha bonequinha de porcelana. Ela parecia tão frágil, como se qualquer mínimo toque pudesse rachar sua face. Um anjo, sim, ela era um lindo anjo. Abracei-a cuidadosamente deixando lágrimas escaparem-me dos olhos.

Lutei para controlar o impulso, a vontade de sair correndo daquele hospital com ela em meus braços. Era como se todas as lágrimas que derramei voltassem novamente e caíssem novamente sem pudor. Era uma mistura de saudade, alivio e dor. Como se todas essas emoções explodissem em um só coração. Novamente, sangrando em abundancia.

Minha respiração falhava mais eu não lutava contra as lágrimas ou contra os soluços que rasgavam meu peito. Eu queria libertar toda a angustia que eu sentia toda a dor que me machucava, eu queria transmitir para aquele pequeno anjo em meus braços todo o amor que eu sentia por ela. Eu queria poder olhar em seus olhos e disser que tudo ficaria bem, pois eu faria tudo ficar bem.

Apertei-a em meus braços buscando força para resistir aquela dor em meu peito... Meu coração queimava em brasa novamente, ele sangrava de novo e tudo que eu queria era aliviar aquela dor e diminuir as chamas.

Coloquei-a deitada novamente e passei a ponta dos meus dedos em sua face. Eu queria ver o brilho inocentes de seus lindos olhos azuis, eu queria ver seu iluminador sorriso, eu queria minha pequenina de volta... O anjo que me foi tirado de forma tão quão violenta, como brutal.

Segurei sua pequena mãozinha nas minhas e a acariciei. O sol que entrava pela janela tornou-se mais forte tocando o rosto de Clara, levantei-me e fui até a janela era como se o sol fosse "colocado" ali propositalmente. Ignorei aquilo e fechei as cortinas. Virei me para Clara e...

- Clara?! — sussurrei e ela me olhou confusa

- Quem é vucê? -

Notas finais
Lolly: Chorei Litros,
E não fiquem bravas pela demora pois depois a gente recompensa néah Belle? :B
Beeijos & Comentem :3

N/Belle: ISSO AÊ LOLLY! CHORA NÃO GATA'

o inocente nunca sobrevive, me acorde quando setembro acabar ♫ Green Day é Green Day fala sério! TIpo tô escrevendo as notinhas finais agora 01:22 que acabou o filme da globo... AIN EU E MINHA PERVA CHORANDO AQUI ~crying~

Caracoles, tô com sono sérião! Então gostaram do cap.? GUARDEM AS FACAS, AS BOMBAS, AS GRANADAS, AS METRALHAS, OS DARTOS, OS CANIVETES E QUEM TIVER UM SOCO INGLÊS ME DOU, PLEASE.

Bem... Eu comecei a escrever o proximo cap... PENSEM EM UM CAPITULO QUE TAVA FODASTICO, TIPO PERFEITO... Ai pensem em uma idiota chamada Isabelle Cristina que sem querer apagou tudo...É TENTAR ESCREVER TUDO DE NOVO!

Ah galerê tenho tanta coisa pra falar com vocês mais agora nem dá hein! MOMYS TA MANDANDO A DESOCUPADA AQUI IR MIMIR... Entãããão passar o domingo FOREVER ALONE por que né... enfim :3 feliz dia dos desnamorados para nós(PELO MENOS PRA MIM)

Depois conto pra vocês como foi a festa junina da escola, conversamos sobre o MMA, sobre o paramore... TIPO FALAMOS DOS ACONTECIMENTOS MUNDIAIS!

bjos
(reviews?)
fui mimir'