Bad Reputation
17 Apenas Sorria
Notas iniciais
Então vim aqui ao som de Scar Tissue postar mais um capitulo pra vocês... Olha podem ir guardando as facas, metralhas, canivetes, dardos com veneno e tudo mais, ok? Sou M1N4 Z1C4 e isso não me atinge ~cofcofcofmentiracofcofcof~
Sério desculpem pela demora... Tava lendo o capitulo passado ~souretardadaeleiominhapropriafic~ e Méul Déuls, minhas notinhas tão muito sem noção... Tô parecendo uma bêbada O.o
Enfim :3 Não chorem, não gritem.
Lendo ~
Capitulo 17 — Apenas Sorria
PDV Autora
Quando crianças as únicas cosias com que nos preocupamos são não perder nossos desenhos favoritos, ter o máximo de tempo para brincar, não no separar de nossos pais e ter muitos amigos. As crianças são o símbolo da inocência, da pureza o verdadeiro símbolo da felicidade. Ao ver o sorriso de uma criança é possível crer que o mundo ainda tem salvação, ao ouvir a risada de uma criança você percebe que a paz ainda existe. Ao ver uma criança nós podemos crer que o futuro existe.
Quando adolescentes nos preocupamos somente em ser querido, ser o mais popular, o mais bonito, o mais legal, ser o “mais” tudo. Adolescentes escondem os sentimentos, adolescentes fingem inúmeros sorrisos, forçam risadas, esconde lagrimas, abafam soluços, reprimem gritos desesperados. Adolescentes sofrem. Adolescentes carregam o peso do mundo em suas costas, cabe a eles mudar o presente para o futuro ser melhor... Mas podem eles realizar tal ato?
Quando adultos só se preocupam em trabalhar, em pagar contas, em manter um casamento infeliz, em fingir para os filhos que tudo esta bem e ter uma boa relação com a família. Adulto acha que a felicidade não existe mais pra eles, adulto acha que só está a esperar a morte, adulto acha que sofrer não é errado, adulto acha que ser adulto é ser infeliz. Por que os adultos tiveram a chance de mudar o futuro, mas eles recearam. Eles temeram e, hoje se arrependem de não ter agido por impulso.
O que nós não percebemos é que onde mais sofremos é onde mais temos forças para mudar tudo. Adolescência. É na adolescência que nós mais sofremos e temos o dever de mudar tudo, mas por conta da dor nós recearmos, nos sentimos oprimidos e acabamos por continuar sofrendo... Bella sofreu por perder o irmão na infância, por conta disto sua adolescência foi afetada e ela carregou uma dor maior do que ela poderia suportar...
Agora que está entrando em sua fase adulta ela tem que enfrentar os demônios que deixou para trás. Demônios esses que agora voltam a assombrá-la... Para ser completamente feliz ela terá que enfrentar os demônios que não enfrentou em sua adolescência, ela terá que percorrer o caminho desde sua infância até a beira dos seus dezoito anos... Ela sabe que não poderá contar com a ajuda de ninguém, pois tem que fazer isso sozinha... Pois é a sua única chance de salvar o que ainda resta de sua felicidade.
“Silêncio é o inimigo contra a sua urgência, então reúna os demônios de sua alma”
PDV Bella
Fiquei estática fitando-a que me olhava confusa. Era como se acontecesse uma explosão dentro de mim, uma explosão de emoções. Eu sentia alivio, felicidade era como se eu voltasse a viver! As chamas em meu coração pareciam diminuir e parar de sangrar aos poucos, as lágrimas não me incomodavam, pois aqueles olhos azuis me fitavam com tal intensidade como se pudesse ver minha alma.
A paz que fora me tirada parecia voltar aos poucos, os demônios que me atormentavam pareciam estar adormecidos, a dor que eu sentia parecia ter evaporado. As explosões em meu peito só aumentavam assim como as lagrimas que rolavam por meu rosto, mas isso nem importava muito, pois... Ela estava viva, o meu anjo estava vivo. Eu tinha razões para continuar respirando, eu tinha que continuar... Por mim e por ela. Por nós. Corri até ela e a abracei fortemente, fechei os olhos e respirei fundo tentando achar calma. Separei-me dela e a olhei, tirei o cabelo de seu rosto e a fitei confusa.
- Clara? Você... Você não... Não se lembra de mim? – perguntei prendendo a respiração.
- Não... Quem é vucê? Pui que eu tô nu huspital? – ela perguntou pendendo a cabeça para o lado.
Coloquei uma mão sobre a boca para abafar o soluço. A dor parecia arrastasse novamente para o meu peito, os demônios pareciam ter acordado, as chamas acenderam-se novamente e o sangue voltou a jorrar em meu coração. Minha cabeça pareceu girar, levantei-me da cama e ela me fitou mais confusa ainda. Por minha visão periférica vi Carlisle e Edward aparecerem na porta, eles pararam e fitaram Clara. Clara começou a gritar com eles e eles a gritarem comigo, minha cabeça girou e meu corpo foi de encontro ao chão mais ainda pude ouvir Edward me gritar.
PDV Edward
Fitei novamente Bella que estava em uma das poltronas desacordada, acariciei seu rosto e soltei um suspiro. Estávamos na enfermaria onde algumas pessoas tomavam soro. Depois que levaram Drew e Helena até o cemitério Carlisle me ligou e pediu para que eu viesse fazer companhia á Bella, pois ele estava ajudando os médicos do hospital. Quando cheguei o encontrei na recepção e ele se prontificou a me levar até o quarto de Clara.
E quando chegamos... Isso! Clara está acordada começa gritar perguntando onde está nós também gritamos perguntando para Bella o que estava acontecendo e... Bella acaba por desmaiar, provavelmente por que ela não se alimenta há muito tempo e por causa de todo esse nervosismo. Carlisle ficou com Clara... Ao que parece ela perdeu a memória. Talvez esse seja o motivo por Bella estar tão assustada quando chegamos. Ela ama incondicionalmente Clara e saber que ela não se lembra dela deve ser extremamente doloroso.
Passei as mãos pelo rosto sem saber o que fazer. Primeiro ao acidente, depois a morte de Max e Gabriella, depois Bella tenta se matar, o velório e o enterro, e agora Clara acorda! Agora entendo melhor por que muitos querem pausar a vida. O futuro é incerto, o futuro é temeroso... O futuro é um mistério. Quem nos dera poder adivinhar tudo o que irá acontecer, tantos erros poderiam ser evitados... Meu relógio marcava 13h45min tínhamos que avisar os outros sobre Clara.
Bella se mexeu na poltrona e segurei sua mão. Não demorou muito e ela abriu os olhos, sentou-se na poltrona e olhou em volta da sala. Voltou seu olhar para mim e como se recordar-se de tudo o que aconteceu seu olhar tornou-se doloroso. Puxei-a para o meu colo e ela enterrou o rosto na curva do meu pescoço cedendo ás lagrimas. Apertei-a contra mim e afaguei suas costas tentando acalma-lá.
- Ei, Bells, acalme-se ok? Está tudo bem! – disse.
Eu faria tudo ficar bem, eu não a deixaria sofrer. Ela se separou de mim e me olhou enquanto eu limpava suas lágrimas.
- Ela não se lembra de mim Edward! Ela não se lembra de nada! – Bella disse.
- Ela irá se lembrar, Bells, nós vamos ajuda-lá! – eu disse e ela se levantou.
Ela fechou os olhos e respirou fundo ignorando as poucas lágrimas que ainda caiam. Levantei-me também e coloquei minhas mãos em sua cintura, ela abriu os olhos e nos fitamos. Eu sabia que ela estava sofrendo, aquilo devia estar dilacerando-a, mas era preciso enfrentar. Clara precisaria muito de nós nesse momento assim como nós também precisaríamos dela. Dei-lhe um beijo na testa e sai da sala puxando-a pela mão.
Os corredores de paredes brancas e com pessoas de aparência cansada pareciam deprimir mais ainda Bella. Apressei um pouco mais o passo até chegarmos ao elevador. Bella estava quieta demais, e eu olhava os andares passarem lentamente o que começavam a me irritar. Assim que as portas se abriram, puxei-a para fora. Ignorei a recepcionista da ala de pediatria e rumei para os corredores. Há essa hora eu já andava rápido de forma que Bella tivesse que correr pra me acompanhar.
Uns nos olhavam torto, outros curiosos e alguns simplesmente ignoravam-nos. Chegamos ao corredor certo e diminui o passo. As paredes eram cheias de desenhos coloridos, provavelmente feitos pelas crianças internadas. Eu sentia Bella tensa à medida que nos aproximávamos do quarto de Clara, a mão dela estava gelada e tremia, e só de olhar para Bella já se podia ver que ela estava prestes a sair correndo dali.
Paramos em frente à porta do quarto e fitei Bella. Seus olhos brilhavam por conta das malditas lagrimas que teimavam em cair. Abracei-a tentando mostrar que eu estava ali com ela e que ficaria tudo bem, não era preciso temer. Nos separamos e respirei fundo antes de girar a maçaneta. Clara estava sentada na cama e alguns enfermeiros pareciam examiná-la. Bella ameaçou ir embora, mas a segurei ali. Os enfermeiros perceberam nossa presença e saíram.
Clara fitou Bella confusa e depois me olhou. A pequena garota continuava como um anjo, nada nela mudara... Pelo menos externamente. Primeiro o acidente, depois a morte de Max e Gabriella, o enterro e agora Clara sem memória. Nada disso fazia sentido, era muita tragédia em pouco tempo. O fato é que a vida não faz sentido. Você nasce, cresce e tudo acaba da mesma forma: morte. Vendo desta forma até posso entender os suicidas, eles só antecipam o fim.
Não importa os erros, acertos que você cometeu. Nos final todos iremos para o mesmo lugar: de baixo da terra.
PDV Bella
Eu estava anestesiada da dor, pelo simples fato de Clara e Edward estarem ao meu lado. Mesmo sem memoria Clara ainda ma anestesiava. Mas isso não significa que as lágrimas deixaram
de cair. Eu não tinha forças sequer para iniciar uma conversa com Clara, minha frustração e meu medo bloqueavam qualquer chance que eu tinha de fazer isso.
- Clara essa é Isabella, sua prima — Edward disse.
- Mia plima? I vucê, u qui vuce é? — Clara perguntou.
- É eu sou... Sou... — Clara não o deixou terminar.
- U namolado dela — Clara disse fazendo nós dois rirmos.
Aquilo diminuiu a tensão que pairava no ar. Nem Edward e nem eu desmentimos ou afirmamos o que Clara disse.
- Clara,você se lembra de alguma coisa relacionada a nós? — Edward perguntou e ela balançou a cabeça negativamente.
- Do que você se lembra? – perguntei.
- Lembu du meu nomi — ela disse.
Edward sentou-se ao lado dela na cama e eu fiquei em pé aos pés da cama. Edward pegou as mãozinhas de Clara nas suas e ela sorriu meiga para ele, lembrei-me do dia em que os encontrei tocando piano, era uma cena linda de se ver.
- Olhe, Clara, você tem uma família enorme e que te ama muito. Mas algumas coisas aconteceram e a vida de todos nós mudou inclusive a sua. — ele disse e ela pendeu a cabeça para o lado confusa.
- Família?... Eu tenhu papai i mamãe? — ela perguntou.
Eu e Edward nos olhamos sem saber o que dizer, o celular dele tocou e ele pediu licença saindo do quarto. Me vi novamente sozinha com uma Clara sem memória, me sentei onde antes Edward estava e acariciei os cabelos dela.
- Querida seu papai e sua mamãe... Eles... — as palavras não saiam, as lagrimas voltaram e Clara secou alguma delas.
Ela sorriu e me abraçou e eu retribui. Desde aquele maldito acidente eu esperava poder ter de volta os abraços de Clara e tê-los agora fazia eu sentir-me viva. A porta do quarto se abriu e entraram tanto Cullens como Swans e bem... O que restou do Ghariels.
[...]
Estava na recepção olhando a chuva que caía lá fora. Os pingos batiam contra o vidro, os ventos moviam as folhas das arvores e os relâmpagos e trovões rasgavam o céu com violência. Fechei os olhos e respirei fundo pendendo a cabeça para trás.
Ainda estávamos no hospital. Carlisle estava fazendo mais exames em Clara e disse que talvez daqui dois dias ela poderia ser liberada. Jane havia me ligado perguntando se as coisas estavam melhores, ela já estava em Forks e as aulas começariam semana que vem.
Abri os olhos e respirei fundo. Eu era a única na recepção, quero dizer, eu e a recepcionista. Minha família estava no quarto de Clara eu não quis ficar lá, aquele ambiente estava me fazendo mal. Sentei-me em uma das cadeiras que ali havia, fitei minhas mãos e desviei o olhar para o lado.
Lagrimas embaçaram minha visão novamente. Mordi o lábio e olhei para a saída a chuva havia diminuindo tornando-se uma garoa. Levantei-me rapidamente e sai as pressas do hospital, ignorei a garoa e continuei andando.
Abracei a mim mesma por conta do vento forte. Meus saltos batiam fortes contra o asfalto, a garoa fina pinicava minha pele descoberta. Olhei para trás, eu era a única na rua e a neblina tornava aquilo um filme de terror. Voltei meu olhar para o chão e abracei a mim mesma mais forte.
Virei à esquina e me deparei com outra rua novamente vazia. Soltei um suspiro talvez fosse melhor voltar... Continuei andando, voltar não seria bom. Todos os comércios já estavam fechados, não se via nenhuma alma na rua.
Apertei meus passos, eu iria para casa talvez encontrasse algum táxi. Iria para casa sufocar minha dor. Sei que era perigoso andar a essa hora na rua, ainda por cima sozinha, mas quem se importa?
Escutei um barulho e olhei para trás. Um carro vinha na mesma direção que eu, voltei-me para frente e apressei o passo. Ia virar outra esquina mais o carro parou na minha frente. A porta do carona foi aberta e... Marco apareceu.
- Você é louca ou se perdeu? — ele sorriu — Entra ai, eu te levo em casa — ele disse.
Soltei um suspiro e entrei no carro. Fiquei quieta não queria falar, com certeza todos na cidade sabiam da morte de Max e Gabriella incluindo Marco, sendo que ele é filho dos sócios de meus avós. A chuva aumentou consideravelmente batendo forte contra o vidro.
- Então... Eu soube do seus tios. Meus pêsames — ele disse e assenti.
Eu não queria falar, mas ao que me parecia com Marco ao meu lado isso seria impossível.
- É... Foi uma fatalidade — disse fitando minhas mãos.
- Bem eu ia no enterro sabe, mas... Não deu, tive que ficar na loja do meu pai — ele disse.
Ri fraco sem humor e voltei minha atenção para a chuva. Os pais dele estavam lá, a loja estava fechada. Ele não foi por vontade própria, mas realmente isso não me importa ou sequer me incomoda. Ele não fez falta alguma.
- Sem problemas — disse somente.
- Mas uma coisa está me intrigando... — ele começou e me controlei para não bufar — O que você está fazendo aqui sozinha essa hora? – perguntou.
- Estava no hospital... E resolvi vir embora sozinha. Só isso – disse.
Acho que a ultima frase já indicava que eu não falaria mais naquilo... Mas quem disse que ele entendeu?
- Hmmm... Estranho. Afinal esse tal Edwin parece sempre tão preocupado com você e te deixou vir embora sozinha — ele disse
Soltei um suspiro. Edwin? Mas que diabos é Edwin?!
- O nome dele é Edward e ele não sabe que eu vim embora — expliquei dando enfase em Edward.
- Ahh — foi só o que ele disse.
Eu não sabia se era de propósito ou por precaução ao asfalto molhado mas Marco estava dirigindo á 30 km e isso estava me deixando angustiada. Eu queria chegar logo em casa e tirar aquela roupa molhada. Fazia cerca de trinta minutos que havíamos saído do hospital, talvez já tenham percebido minha falta.
Era capaz de Charlie colocar a SWAT atrás de mim, depois do acidente ele estava bem super protetor. Alias todos estavam eu não podia dar cinco passos que havia alguém atrás de mim. Por um milagre consegui fazer com que me deixassem um pouco sozinha na recepção, eu não agüentava mais todo mundo dizendo que tudo iria ficar bem por que de certa forma eu sabia que não seria tão fácil assim.
Marco pareceu acelerar conforme a chuva foi diminuindo e eu agradeci por isso. O celular dele tocou, antes de atender ele me olhou. A pessoa aprecia perguntar se estava tudo bem e onde ele se encontrava, ele respondeu tudo calmamente e depois desligou dizendo que era seu pai.
Percebi que já estávamos chegando em casa e ignorei o fato dele diminuir a velocidade. Revirei os olhos, aquilo já estava me irritando. Pude avistar a casa e soltei um suspiro de alivio, agora sim eu iria poder dormir e descansar. Assim que ele estacionou em frente à casa que estava completamente escura tirei o cinto de segurança.
- Obrigada pela carona — disse quando ia sair ele segurou meu braço.
- Bella, tá escuro, a casa ta vazia... Não quer que eu te leve até a porta? — ele perguntou olhando cuidadosamente para a casa.
Olhei também e um tremor percorreu minha espinha. Realmente a casa escura dessa forma era de dar medo.
- Ok. Então pode me levar até a porta? — pedi e ele assentiu.
Marco saiu do carro e andou ao meu lado até a porta. O vento gelado fez com que eu me encolhesse, as arvores se balançavam fortemente dando um ar sombrio a casa. A chuva estava um tanto fraca, mas ainda conseguia me deixar ensopada. Chegamos a porta e só então percebi... Eu estava sem chave.
- Droga! — disse chutando a porta com o salto.
- Que foi? — Marco perguntou confuso e o olhei.
- Estou sem chave – disse.
Ele riu fraco e tirou um canivete do bolso. Fiquei olhando enquanto ele foi até a porta e, não me pergunte como, mas, abriu ela. Fiquei olhando embabascada pra ele que sorriu e me deu passagem. Entrei e acendi a luz da sala, ele entrou e fechou a porta. Deixei-o na sala e subi. Fui até um dos armários que havia no corredor e peguei duas toalhas. Desci novamente e lhe entreguei uma toalha.
- Obrigado — ele disse se secando.
Tirei meus saltos e os larguei ali mesmo na sala. Fui até a cozinha abri a geladeira. Peguei o leite e enchi dois copos, coloquei-os no microondas e peguei dois pratos no armário. Cortei dois pedaços do bolo que havia em cima da mesa e peguei duas colheres. Empurrei um prato para Marco que me observava encostado na soleira da porta. O microondas apitou e retirei os copos de lá deixando-os em cima da mesa. Me sentei na mesa e Marco ficou em pé ao meu lado. Ambos comíamos sem dizer nada. Afinal, o que eu diria?
- Posso te perguntar uma cosia? — ele pediu.
- Diga — disse colocando minha colher em meu prato e fitando o chão.
- Você tem alguma cosia com esse Edwin? – perguntei.
Ri fraco. Ele parecia disser Ewdin de propósito. Coloquei meu prato em cima da mesa e o olhei.
- Ele é ex da minha irmã — disse e ele assentiu.
- E isso impede alguma cosia? — perguntou confuso e curioso.
A expressão dele era quase desesperada e me fez sorrir.
- Ela ama ele — disse pulando da mesa e indo lavar meu prato na pia — E isso seria... Não seria legal com ela – disse.
Eu não podia contar que eu e Edward estávamos juntos. Marco veio para o meu lado e colocou seu prato dentro da pia me fitando.
- Eu já vi o modo que ele olha pra você... E você retribui o mesmo olhar — ele disse.
Larguei os pratos na pia e fechei a torneira. Virei-me de lado e fiquei fitando-o.
- E o que isso importa? – perguntei
- Eu também quero você! — ele disse chegando mais perto — Isso que importa!
Antes que ele pudesse dizer ou fazer mais alguma coisa, meu avô e Edward apareceram na soleira da porta.
- Bella?! Oh meu Deus! Nós enlouquecemos atrás de você! — meu avô disse vindo me abraçar.
Marco deu passo para trás, dando-lhe passagem. Meus olhos estavam fixados nos de Edward que me fitava um tanto incrédulo. Eu tinha que explicar aquela situação, ele não podia acreditar que eu o trairia. Oh, não ele não podia acreditar!
- Bem, agora que Bella não está mais sozinha... Eu vou indo embora! — Marco disse.
- Ah sim! Obrigada por trazê-la, Marco! — Johnny disse.
- Não foi nada. — Marco disse e foi embora.
Fiquei ali parada fitando Edward enquanto Johnny fazia-me varias perguntas das quais eu não fazia a mínima idéia do que se tratavam. Johnny disse alguma coisa e foi para a sala. Edward foi até a geladeira e pegou uma garrafa d'água. Fui até ele que me fitou frio.
- Por favor me escuta! — pedi e ele apertou a garrafa e respirou fundo.
- O que quer dizer?! Já vi tudo não precisa de explicações! — ele disse.
- Edward, por favor, deixe-me explicar! — pedi, na verdade, eu implorei.
- Bella eu... Eu não quero ouvir ok? Depois conversamos — ele disse e subiu.
Fiquei fitando a geladeira... Ele não me ouviria, ele não acreditaria em mim... E mais uma vez eu me vejo caindo em pedaços. Quando tudo está desmoronando e você não pode contar com ninguém só com você mesma. O único remédio é forçar um sorriso, mesmo que esteja desfalecendo por dentro.
Notas finais
Pois é. Pois é. Sarinha está aqui novamente para betar essa história que é linda de matar! (y) #RimaFail.
Idiotisses e estranhezas à parte, ESSA FIC TÁ FICANDO CADA VEZ MAIS LIMDA. Tipo, faleci completamente com a super reflexão no começo e morri muito com a Clara e sua perda de memória (='[).
CARACO MANOLADA, MARCO SAFADHENHO, COÉ. larga a Bella e vemk, beibe :9
juro que parei.
Bem, gatones, a minha dorgadinha da Belle tá se superando a cada capítulo. E cá entre nós, Sarinha e leitores, leitores e Sarinha, ela tá dando cada vez menos trabalho na betagem!! uaihsiauhs. Daqui a pouco ela me manda pra rua, pq mano, a minha tá progredindo. Essa dorgadinha limda.
Enfim. EDWARD, SEU LIMDO, LARGUE DE BOBAGEM E AGARRE A BELLA U_U' num guento essas briga, mano.
To totalmente nas dorgas hoje, ignorem. E comeeentem *---------*
Beijos e queijos da sua querida beta desmiolada ;*
N/Belle: Então né. Antes de tudo, eu ri com a notinha da Sarah... E bem... Eu fiz uma surpresa pra minha ruiva aê e disse que só revelaria quando eu postasse o capitulo da BR então né: http://belle-iwasbornforthis.blogspot.com/2011/06/teenagers.html
Alias eu estou escutando Teenagers agora... Sarah quando ler não chore gatenha!
~
EAÊ QUEM GOSTOU DO CAPITULO? Caraleo... Não me matem, ok? Tenho uma marido, uma mulher, uma amante, uma mante um filho... Alias eu tenho um filho e uma filha pra criar ~brincadeira~
Pensem em uma pessoa surtando aqui sou eu, é teenagers anima qualquer um gatenhas! Bem... O motivo da demora é que tava sem ideias pro capitulo... Mais sei lá né. Inspiração vai e vem do além. ~rimou*-*~
Não matem o Marco, ok? ELE É LINDO GENTE... Tá, tá vocês devem estar se perguntando como eu sei. Simples: o Marco é um personagem do filme A ONDA... Gente eu recomendo demais esse filme... Em resumo é sobre uma turma super desunida, isso é na Alemanha, envolve um pouco de ditadura, talvez... A historia é verdadeira aconteceu no seculo passado... TIPO EU AMEI O FILME, ele mostra que estamos muito enganados com a sociedade. Assistam, é bão.
Então né... MMA é nosso... Ai, ai tão bom o sabor da vitoria ~EmmaEssaFoiPraVocêBitch~ Então né gente... Postei na SOI... Não sei quando posto aqui de novo ok? Tenho pouquíssimas ideias para o próximo capitulo. Dicas? Sugestões? Ideias?
OH GOSH, ULTIMA SEMANA DE AULA DEPOIS 20 DIAS EM CASA SO DORMINDO, COMENDO, TECLANDO E SENDO FELIZ. Viva o lado coca cola da vida.
Então... Eu tô falando umonte de coisas tentando evitar o assunto que me deixou P da vida ontem... Ok! Quem aqui tem twitter talvez saiba disso:
Foi descoberto um blog... Onde um cara estrupo duas crianças, filmou e postou no blog. Alguém aqui viu os videos? Eu não vi, meus amigos viram e um deles disse "Isa não vê, é sério, é muito horrível!" Gente... O que eu quero dizer com isso é que a gente tem que denunciar! Eu e minhas amigas hoje fomos falar sobre isso com nossa coordenadora e ela disse que vai falar com o diretor... Cara, fiquei chocada, isso é um absurdo! Então vamos tomar cuidado com tudo que fazemos aqui pro que né, vocês sabem. E bem... Eu ia falar uma coisa mais é melhor não. Sério denunciem, isso é crime e acaba com a vida das crianças, tira a inocência delas.
Uma coisa que eu quero saber: todos vocês sabem que a fic é pra maior de 18 né? Espero que sim. Pois ainda vão acontecer coisas na fic que podem chocar vocês. E eu não estou falando de sexo, pois acho que todos aqui são grandinhos o suficiente para entender isso. Mais sério, vão ter coisas que irão chocar você se depois não quero ser culpada de nada ok? Ok!
Então, vamos deixar esse assunto de lado. Já descobriram o blog, apagaram o blog e agora a Policia Federal vai investigar tudo. Tomara que esse FDP seja preso!
Beeeeeem eu indo embora lavar louça nesse frio minhas mãos estão congelando MAIS É NOS QUE TÁÁ ~essafoipragabizitta~
OLHA AQUI MEU ANIVERSARIO TA CHEGANDO E SE NÃO ME MANDAREM PARABÉNS, AI, AI, AI HEIN'
(pra quem não sabe que dia é vai no meu péérfil que ta lá dudes)
Ok agora vou embora mesmo! Olha vou postar mais textos no blog... SARAH MEU AMOR VAI VER TUA SURPRESA, FICOU LINDJA ~modestiaaparte~
#2BeijosSeusLindjos
(reviews? recomendações? EU QUERO HEIN ^^)
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