Notas iniciais
HO HEY BITCHES, DO YOU MISS ME? Como vão? Viveram esse feriados? Sei que fiquei muito tempo sem postar, é tudo culpa da Mari, ela conseguiu fazer um ensaio do outro lado do planeta e agora mal nos falamos, só por skype e face mesmo, aki são 21:53 da noite e pra ela são 06:23 da manhã de domingo, é muito bizarro. Entenderam o problema????? Eu A-M-O/S-O-U esse capítulo porque do Léo, espero que gostem, minha primeira cena hot ok? E nem é GRANDE. Se alguém puder me dar aulas de como fazer um hot por favor entrar em contato por inbox, agradecido, agora vamos para o capítulo. Kisses Bitches.

Dói tanto por sua causa
Pare de me confundir
Você é tão má

Silena apertava a faca não firmemente no pescoço de Percy que um fio escarlate escorreu, e ele não se importou em limpar, fitando o olhar voraz de Silena.

—Você é ser mais fracassado que eu já conheci. -Rosnou ela com o rosto próximo do dele.

—Porque a única pessoa que conseguia te aturar sumiu? -Perguntou Percy sorrindo de lado. -A falta de sexo está te afetando Si?

—Onde está o Jackson que conhecemos? -Rebateu Silena afastando a faca do pescoço de Percy.

—Porque eu iria atrás dela? Annabeth já mostrou que não liga para nós. -Percy se sentou confortavelmente na poltrona de couro com as mãos atrás da cabeça.

—Porque a amamos. -Respondeu Piper com as mãos fechadas em punho, atraindo todos os olhares para ela, inclusive Léo parou de desmontar sua pistola automática para encarar a morena em pé atrás de Reyna. -Todos amam Annabeth, ela é como um enorme sol brilhante, atraindo todos para sua orbita gravitacional.

—Se separem, vamos varrer essa cidade atrás dela. -Mandou Silena virando de costas para Percy e puxando Thalia pela mão. -Você vem comigo, Percy cuide da lésbica sem sal. -Silena pegou a chave do seu carro na mesa, empurrando uma Thalia irritada para porta. -Nos encontramos em frente ao cassino Flor de Lotus em três horas, nada de celulares desligados.

Silena bateu a porta descendo rápido com saltos tão altos que Thalia com toda sua habilidade com saltos achou irreal, ela ainda sentia a arma fria que roubou do quarto de Annabeth em sua cintura, não sabia ao certo se teria coragem de disparar se algo acontecesse, mas pelo menos agora não era apenas uma garota indefesa.

—Porque quer que eu vá com você? -Thalia cruzou os braços, estava cansada e ainda usava as mesmas roupas de ontem, sentindo o suave perfume de Luke sendo substituído pelo cheiro de suor e ruas de Las Vegas, que consistiam em bebidas, cigarros e sexo.

—Piper é muito chata e sem sal, Reyna vai me fazer perguntas sem parar, você parecia a menos irritante pequena Thalia. -Respondeu Silena com as mãos nos bolsos de sua saia cor-de-rosa com detalhes brancos.

—Achei que fosse porque eu conheço a Annabeth. -Thalia seguiu Silena pela garagem escura e cheia de carros caros do hotel, poderiam ter pedido para o manobrista trazer o carro, mas Silena parecia com pressa demais para isso, correndo para o carro com o barulho saltos contra o chão polido ecoando pelo lugar escuro.

—Você não conhece a Annabeth querida, agora entre no carro. -Silena bateu a porta do seu Porsche Panemera prateado acendendo os faróis enquanto Thalia entrava, ignorando a vontade infantil de dizer "conheço sim, ela é minha amiga desde o sexto ano", algo que ela diria se estivessem dois anos no passado, afinal, agora ela não sabe nem quem é de verdade, a Thalia que entrou em Westlake jamais entraria em um carro com Silena sem tentar arrancar os fios brilhantes da cabeça dela, nem carregaria uma arma na cintura e muito menos estaria com vontade de se esconder de todos e tudo por ser apaixonada por um garoto morto.

—Por onde começamos?

—Lado sul da cidade. -Silena olhou para ela com os olhos azuis brilhando, enquanto acelerava para fora do hotel.

No quarto deles Reyna ainda estava sentada encarando suas sapatilhas brancas que pareciam tão inocentes nesse tempo confuso esperando Léo sair do banheiro. Piper e Percy já tinham saído assim que ele terminou de tomar banho, se livrando da terra e do cheiro de flores.

—Vamos Avila. -Léo estalou os dedos na frende de Reyna, que levantou a cabeça fitando seus olhos castanhos foscos, ainda tinha a perfeita lembrança das chamas que brilhavam neles anos atrás.

—Como vocês sabem para onde ir? Ninguém deu nenhuma direção. -Perguntou sem se levantar com a mão no colo brincando com os próprios dedos.

—Porque estamos juntos a quase três anos. -Léo deu de ombros, girando uma faca prateada sem cabo, feita para lançamento que estava sobre a mesa em frente ao sofá onde Reyna está sentada. -Sempre seguimos a mesma direção, Percy para o Norte, Annabeth para o Sul, Silena para leste e eu para oeste, assim cobrimos uma área maior, há não ser quando saímos em dupla, Percy e Annabeth sempre vão juntos, eles trabalham melhor só os dois, o que é estranho já que ele parece estar afim dela, eu trabalho com a Silena, ele confia em mim o suficiente para me mostrar as costas, talvez porque perdeu o namorado que por acaso era o meu irmão.

—O que aconteceu com você depois... depois... -Reyna pela primeira vez não conseguia falar, se sentia sufocada, como se as palavras estivessem formando um nó em sua garganta.

—Depois que vocês queimaram a minha casa e matam meu irmão? -Léo se virou devagar, apoiando na mesa e fitando Reyna.

—Eu não queimei sua casa, foram Annabeth e Rachel. -A voz de Reyna subiu dos oitavos e ela se levantou em um pulo apontando para Léo, que apenas revirou os olhos.

—Lógico, foram elas que entraram no carro correndo e chorando dizendo que o malvado Léo aqui as traiu com a Lacy. -Disse Léo com ironia, Reyna arregalou os olhos surpresa. -É muito fácil culpar outras pessoas dos seus erros.

—Como você...

—Annabeth me contou, assim que me livrou de ir para o reformatório. -Falou Léo antes que Reyna terminasse de falar.

—Então você não ficou dois anos no reformatório, o que aconteceu depois? Nesses três anos. -Perguntou Reyna curiosa se aproximando de Léo.

—Annabeth me tirou do reformatório antes que eu entrasse, me contou o que aconteceu, eu gritei com ela e corri para casa da minha mãe e sabe o que eu vi lá? -Reyna sabia muito bem o que ele tinha visto, o incêndio na casa de Esperanza Valdez saiu em todos os jornais de Nova Iorque. -Estava escuro e a casa brilhava, com as chamas destruindo o lugar onde passei toda minha vida, lembro de correr para dentro tentando achar minha mãe, mas estava difícil de respira, meus olhos queimavam, a encontrei na sala, ou pelo menos acho que aquele monte de carne retorcido era ela, Annabeth entrou atrás de mim e me puxou para longe, assim que atravessamos aos tropeços a rua uma mensagem chegou no meu celular.

—Bad Girl? -Perguntou Reyna e Léo assentiu.

"Parece que o garoto em chamas queimou tudo literalmente" ela me enviou, como se estivesse assinando a morte da minha mãe, foi ai que eu topei trabalhar com Annabeth, ela comprou uma casa para nós e nos ensinou tudo.

—Nós?

—Percy, Silena e eu, ela salvou todos nós, e de uma forma estranha cuidou de todos. -Léo franziu o cenho, não acreditando no que acabara de dizer, realmente contou tudo para Reyna?

—Isso é tão confuso. -Murmurou Reyna afundando seus dedos nos seus cabelos soltos.

—E tudo por sua culpa. -Falou Léo entre dentes.

—Como assim? -Reyna arqueou as sobrancelhas se afastando dele. -Eu não tenho culpa da Bad Girl ter matado sua mãe, se não percebeu bem, todos nós somos alvos dela.

—Eu não era, eu nunca quis estar nesse meio! -Exclamou Léo. -Tudo porque você achou que eu tivesse quebrado seu coração.

—Eu vi vocês! -Reyna levantou o dedo para ele o fuzilando com os olhos. -Por Deus, você estava sem camisa e se deixou se beijado por ela.

—Lacy tinha vomitado em mim, queria que eu ficasse coberto de vômito? E ela estava me chamando de Connor quando tentou me beijar. -Léo se soltou da mesa fitando Reyna com tanta raiva que ela sentia seu rosto arder. -Eu te amava, acha que teria coragem de fazer isso? Mas você não parecia sentir o mesmo, já que não pensou duas vezes antes de deixar suas amigas loucas queimarem minha casa e matarem meu irmão!

—FOI UM ACIDENTE. -Os olhos de Reyna ardiam por lágrimas que ela não deixou cair.

—Você é fria Reyna, tenta fazer com que todos gostem de você, porem nem consegue gostar de si própria, me pergunto porque eu gostava tanto de você.

—EU TE AMAVA, e me culpei por anos por tudo que te fiz. -Reyna apontou para ele com raiva, suas bochechas ardiam vermelhas. -Você não sabe o quanto eu chorei por ter feito aquilo, por te perder, agora você volta, não é o mesmo garoto que eu conheci, mas acho que continuo te amando da mesma forma.

—MENTIRA. -Exclamou Léo.

—VOCÊ É TÃO ESTUPIDO. -Gritou Reyna dando um soco em seu peito. -PORQUE FAZ ISSO?- Continuou a bater nele, balançando a cabeça e deixando que algumas lágrimas escapassem. -PORQUE BRINCA COMIGO COMO SE EU NÃO ME IMPORTASSE?

—Reyna. -Léo a chamou bufando. -Reyna pare. -Ele suspirou enquanto ela continuava a descarregar toda sua raiva e frustração nele. -Para Reyna. -Léo segurou seus pulsos a fazendo olhar para cima, os dois se encararam por minutos, se desafiando a falar algo, a raiva de Reyna tinha derretido e agora tudo que ela sentia ela era o olhar dele sobre si, foi quando Léo a beijou, Reyna não pensou duas vezes antes de enrolar os braços em seu pescoço e o puxar para perto.

Faziam tantos anos desde a ultima vez que se beijaram, tanta coisa mudou e ele continuava a fazendo tremer de excitação. Léo tinha gosto de pasta de hortelã, sabonete e graxa, seus lábios estavam mais famintos que da última vez, as mãos apertando firmemente a cintura e perna de Reyna, quando o ar acabou ele tirou o cabelo dela do pescoço, mordendo e chupando a área sensível, Reyna gemeu mordendo os lábios e com a ajuda das mãos de Léo enrolando as pernas em seu colo.

—Não devíamos... -Ela suspirou sentindo as mãos dele apertando sua bunda e a aproximarem ainda mais contra seu corpo quente.

—Quer ir procurar Annabeth? -Perguntou Léo sorrindo de lado e beijando o ombro de Reyna, puxando com os dentes a alça do seu sutiã banco para baixo.

—Quem liga pra Annabeth. -Murmurou Reyna segurando o rosto de Léo e voltando a beija-lo, por todos os deuses no olimpo como ela sentia saudades dele.

Léo caiu no sofá com Reyna em seu colo, só se separando para que as camisas fossem jogadas para longe, Léo beijou o colo dela tão delicadamente quando o bater das asas de uma borboleta, a fazendo arrepiar esquentar, Reyna sentia como se estivesse mesmo em chamas, um efeito que só o Léo conseguia. Sem que ela percebesse seu sutiã já estava jogado no chão abaixo deles e os lábios de Léo sobre seus seios, a boca de Reyna se abriu como se ela fosse gemer, mas nenhum som escapou, ela estava sem estrutura rebolando sobre a ereção dele.

Léo os girou no sofá, fazendo Reyna ficar sobre si, ela admirou sem nenhuma vergonha o belo corpo que era tão estranho e quente sobre si. Eles se beijaram de novo, os seios vermelhos e excitados de Reyna roçando no tórax de Léo, enquanto ele se apoiava nos joelhos, desabotoando as calças dela.

—Valdez. -Sussurrou Reyna quando ele empurrou as calças dela para baixo, trilhando beijou molhados por seu corpo até beijar sua virilha por sobre a calcinha de renda branca encharcada de Reyna. -Tira isso. -Mandou Reyna quase fechando as pernas em busca de algum alivio, ela estavam em chamas naquele lugar e ele parecia apenas estar brincando com ela.

—Calva Rey. -Léo riu descendo a calcinha dela devagar, tão devagar que a frustrava, mas antes que Reyna voltasse a reclamar ele passou a língua por toda sua intimidade, fazendo-a gemer alto dessa vez, ela sentiu a língua quente de Léo massagear seu clitóris, descendo até sua entrada pulsante, Reyna fincou suas unhas afiadas no couro do sofá, descarregando todo o prazer que estava sentindo, oh fodidos deuses ela sentia que poderia entrar em combustão a qualquer momento.

O quadril de Reyna se movia sem que ela percebesse enquanto Léo a sugava, ele tirou a língua de dentro de Reyna, introduzindo dois dedos dentro dela, que arfou com as estocadas dele, seu corpo vibrava querendo mais, seu baixo ventre dava fisgadas de excitação.

—Mais forte. -Pediu Reyna apertando os ombros de Léo e jogando a cabeça para trás suspirando quando ele estocou os dedos mais lento e forte, sorrindo de lado quando o corpo dela relaxou, um gemido rouco e alto escapou da garganta dela, Reyna se sentiu sendo jogada nas nuvens e de volta para terra em segundos, seu corpo explodia em milhões de pedacinhos enquanto ela tinha o melhor orgasmo da vida, que foi prolongado pela boca de Léo beijando sua virilha.

Reyna arfava, com corpo um pouco brilhante de suor, as bochechas vermelhas, o cabelo despenteado sobre o sofá de couro e um sorriso enorme no rosto.

—Vista-se, temos que ir atrás da Annabeth -Falou Léo se levantando e buscando as roupas de Reyna pela sala.

—O que? -Perguntou ela sentando no sofá e se dando conta de que está nua e que realmente deixou Léo fazer um oral si.

—Temos que acha-la Reyna. -Léo entregou as roupas para ela, Reyna balançou a cabeça fazendo a si própria parar de olhar para o abdômen exposto de Léo, embora ele ainda estivesse usando calças.

—Mas... nós... quer saber, esquece. -Ela estava chocada e com frustrada, resmungando palavrões enquanto se vestia, com as pernas ainda bambas e o coração acelerado, queria tomar um banho, precisava tomar um banho.

—O que quer que eu diga? -Perguntou Léo coçando a nuca.

—Eu não sei. -Reyna jogou as mãos para cima frustrada. -Em um momento estamos brigando, em outro você me faz um oral e agora estamos indo procurar Annabeth, o que é um enorme corta clima.

—Reyna, eu acho que ainda gosto de você. -Léo acaricia o rosto de Reyna que se afasta da mão dele.

—Tenho certeza que ainda amo você, me avise quando também tiver. -Disse Reyna virando as costas e subindo as escadas.

—Rey. -Léo a chamou com as mãos nos bolsos, confuso pela recém confissão dela.

—Só vou tomar um banho, já volto para irmos ao oeste. -Ela falou batendo a porta do quarto.

Na cidade, mais especificamente na sala de segurança do strip club Eros Thalia e Silena olhavam a filmagem de ontem, avançando para chegar no hora em que Annabeth apareceu. Nenhuma luz daquele cubículo fedendo a café, cigarros e cerveja estava ligada, sendo então só iluminado pela tela do computador que as meninas encaravam, Silena no braço da cadeira que Thalia está sentada, ambas com os olhos ardendo de tanto olhar a tela.

—Como conseguiu que entrássemos? -Perguntou Thalia quase afundando o botão de avançar, seu pé balançava de nervosismo por não terem encontrado a filmagem de Annabeth ainda.

—Primeiro pedi educadamente para que nos deixasse entrar, depois bati a cabeça do segurança contra a porta e ele deixou. -Silena sorriu e Thalia gargalhou com a imagem da delicada Silena batendo a cabeça de um segurança com o dobro de sua força na porta.

—Aqui. -Falou Thalia parando de apertar o pobre botão e se aproximando mais da tela. -Tem alguém na mesa que ela sentou.

—Aproxima a imagem. -Pediu Silena, também ficando mais perto da tela enquanto Thalia dava zoom, as duas ficaram de olhos arregalados a reconhecer a garota em frente a Annabeth na filmagem, entregando o decodificador para a loira.

—Rachel! -Sussurram ao mesmo tempo.

—Ela não tinha se machucado no incêndio? -Thalia uniu as sobrancelhas, olhando Annabeth e Rachel sorriem enquanto bebem algo que parecia vinho.

—Parece que não o suficiente. -Falou Silena entre dentes.

—Olhe, Annabeth está indo embora. -Afirma Thalia, vendo Annabeth levantar dizer algo para Rachel e ir embora.

—Agora precisamos saber para onde ela foi. -Silena murmura batendo suas unhas bem feitas na mesa de madeira prensada e um pouco suja de algo que ela preferia não tentar descobrir o que era. Silena tira o celular o bolso da saia discando um numero e falando sem nem mesmo dar um olá.

—Rachel era o contado de Annabeth.

—Legal, e dai? -Pergunta Percy olhando para Piper que batia o pé no chão de madeira sujo do pub, mas Silena já havia desligado, ele deixa o celular no balcão.

—Quem era? -Piper olhava o pub onde estavam, era simples, de madeira cheio de posters de antigas bandas de rock, com um barman barbudo limpando o balcão de mogno em que Percy está apoiado nos cotovelos tomando uma enorme caneca de cerveja, apenas os dois estavam no lugar, por ser muito longe de todo o centro de Las Vegas.

—Sabe qual foi a primeira coisa que Annabeth me falou quando nos encontramos na delegacia de Nova Iorque? -Perguntou Percy a ignorando e bebendo um generoso gole da sua caneca.

—Não sei.

"Posso ser a solução dos seus problemas", com aquele jeito incrível que ela tem de fazer qualquer pessoa atender aos seus caprichos, no começo achei que era brincadeira, que ela estava flertando comigo, mas quando Annabeth estalou os dedos e os policiais tiraram as algemas de mim. -Percy passou a mão no cabelo negro rindo. -Eu comecei a acreditar em tudo que ela falava.

—Linda história, agora vamos atrás dela? Está começando a chover. -Observou Piper olhando para as nuvens que se formavam, transformando a manhã em noite, embora o clima ainda estivesse seco.

—Não, eu não vou atrás dele nunca mais, cansei de correr atrás, cansei de ser trouxa. -Afirmou Percy batendo a caneca gigante de cerveja no balcão. -Vou ficar aqui com ele, pelo menos o Bobby me entende, não é Bobby? -Perguntou Percy apontando para o barman assustador que limpava o balcão.

—Meu nome é Steve. -A voz fina o barman fez Piper arregalar os olhos e segurar a vontade de rir.

—Para com essa conversa de corno, me da dor de cabeça. -Resmungou Piper puxando a caneca de Percy para longe dele. -E não haja como se fosse o único, caso tenha se esquecido eu também era apaixonada pela Annabeth.

—Ainda é que eu sei. -Percy lançou um olhar malicioso para Piper sorrindo. -E porque todos os mortais são apaixonados por ela? -Se perguntou Percy sorrindo de lado, afinal ele já sabia a resposta.

—Agora vamos procura-la como bons amigos que somos, ok? -Piper virou a caneca de Percy, pagou a conta, entregando o cartão para o barman barbudo assustador de voz fina, puxando Percy para que ele ficasse em pé.

—Eu não vou embora, pode descer mais uma. -Murmurou Percy, sentando no banco ao lado do balcão.

—Ótimo fiquei ai, eu vou para o carro. -Piper bateu o pé saindo para a chuva.

Percy deu de ombros bebendo mais, só que dessa vez pediu whisky em vez de cerveja, ele estava mal, queria gritar com Annabeth e beija-la, queria estar a abraçando, fazendo coisas de pessoas normais e ao mesmo tempo queria estar lutando com ela, como nos velhos tempo. Porque ela não podia ser como todas as outras? Apaixonada por ele só por Percy ser bonito, seria tudo tão mais simples se ela sentisse ao menos um pouco do que ele sentia. Ele precisava dela, como precisava do ar para respirar, mas ela é tão fria, é como respirar estalagmites de gelo.

Seu celular vibrando no balcão do pub o livrou de pensamentos mais perturbadores.

"Percy, Percy, quando vai aprender que eu sempre ganho, mas só dessa vez te deixo ficar com o premio, a encontre na rua escura antes que seja tarde meu peão -Beijinhos Bad Girl"

Ele apertou o celular com tanta força que quase quebrou o aparelho, jogou um bolo de notas no barman saindo do pub não sem antes bater a porta com força a fazendo tremer, socou a parede indo até o carro onde Piper estava sentada jogando no celular.

—Parece que você mudou de ideia. -Murmurou ela vitoriosa enquanto Percy fazia uma curva fechada para voltar a cidade.

—Não diga nada. -Rosnou Percy jogando o cabelo um pouco molhado pela pouca chuva que pegou.

—Porque estamos aqui de volta? -Perguntou Piper olhando a entrada sexy e luxuosa do strp club Eros.

—Porque ela está no beco escuro. -Respondeu Percy, fazendo Piper olhar confusa para ele.

—Obrigada pelo grande nada. -Rebateu Piper saindo na chuva atrás de Percy, que corria empurrando os outros e recebendo muitos xingamentos, ele entrou em um beco entre um cassinos brilhante e o strip club, chutando latas de lixo pelo caminho.

O coração de Percy martelava em seus ouvidos, num ritmo frenético, se Annabeth ouvisse diria mais um dos seus comentários inteligentes que ninguém entende, do tipo "isso acontece pela liberação de adrenalina, deixa seus sentidos mais aguçados e os reflexos mais rápidos."

Percy correu até ver a garota estirada no chão, em uma posição estranha e inumana, com os braços virados e as pernas dobradas, sendo molhada pela chuva forte, que o atingia tão forte quanto tiros.

—ANNABETH! -Gritou correndo até ela e se jogando no chão ao seu lado. -Meu Deus Annabeth, acorda. -Percy a balançou pelos ombros, o cabelo dele pingava no rosto dela, era Annabeth, ele reconheceria aquele cabelo loiro em qualquer lugar, mas ao mesmo tempo não parecia ela, seu rosto estava encharcado de sangue, os braços nus cheios de hematomas e a blusa com manchas de sangue seco. Ele pressionou os dedos no pescoço dela, sentindo a batida forte do coração de Annabeth. Ambos estavam molhados e Percy não se importava, suspirou aliviado quando viu que ela está viva.

—PIPER CHAMA A SILENA. -Mandou Percy pegando Annabeth no colo.

—Percy? -Annabeth perguntou de olhos fechados.

—Está tudo bem Annabeth. -Percy corria em direção ao carro com ela nos braços.

—Não está. -Sussurrou rouca, repousando a cabeça no ombro de Percy.

—Bad Girl não vai te machucar mais.

—Ela está com meu irmão. -Annabeth respirou ruidosamente. -Pode me machucar a hora que quiser.

Percy piscou afastando a água da chuva de seus cilios, quase acreditando que poderia ver Annabeth chorar, que ela estivesse realmente fragilizada, ele entrou no carro ficando no banco de trás e deixando Piper dirigir para o hospital mais próximo enquanto abraçava Annabeth, que se mantinha silenciosa e de olhos fechados a viagem inteira.

Percy se assustou ao sentir os lábios ensanguentados da loira em sua bochecha, era um ato quase carinhoso, Annabeth só o beijava na bochecha quando estavam prestes a transar e ela estivesse sem folego, não quando estava ensanguentada e recém saída do sequestro de Bad Girl.

Notas finais
Então?????? Aprovado????? Posso continuar????? Me digam como ficou o Hot please! E a Mari mandou um beijo para vocês amore.