Bad Girls
15 Waitress
Notas iniciais
Tá, esse capitulo é dedicado à Effy Scodelario pela recomendação que tocou meu heart, não importa se voce deixa reviews, vOCE DEIXOU UMA RECOMENDAÇÃO o/
Ok, whatever, aproveitem o capítulo E LEIAM AS NOTAS FINAIS.
NOTAS FINAIS, NOTAS FINAIS OSAKLDNAKD
Butter and bread, diet coke and cake. She takes notes, she makes no mistakes.
Sábado, 8:45 a.m. e meu celular começa a berrar anunciando que eu tinha que acordar para o trabalho. Quanto tempo eu dormi, cinco minutos? Essa coisa de trabalhar aos sábados me fodia legal.
Me levantei preguiçosamente sem a mínima vontade de ir até o trabalho. Troquei de roupa, comi uma fatia de pizza, escovei os dentes e arrumei meu cabelo, e deixei a cama de qualquer jeito mesmo. Me arrastei cinco lances de escada abaixo, cambaleando de sono e quase despencando no chão.
Cheguei ao carro e dirigi o mais rápido possível até o Starbucks. Tomei um café, o que me deixou mais acordada, e comecei a servir as mesas. A cafeteria já estava bem lotada, o que era meio difícil de acreditar já que eram 10:00 a.m. de um sábado de inverno.
Ethan disse que o movimento aumentou bastante desde que eu comecei a trabalhar lá. Eu não me surpreendi, já que eu passei de “novata” para “californiana que jogou café na Calypso” e para “chefe de torcida que jogou café na Calypso e se envolveu em uma briga com o capitão do time de futebol, Percy Jackson" em um piscar de olhos. Isso incomodaria mais da metade da população existente, mas eu me divertia ao entrar na escola e o povo me olhar com uma mistura de admiração e ódio, e então saírem do caminho para que eu passasse como uma celebridade. O povo na Goode é muito dramático. Se estivéssemos na California, e uma novata jogasse café em uma líder de torcida, essa novata provavelmente estaria morta ou sendo perseguida por serial killers.
Eu estava impacientemente limpando a mesa de uma criancinha que tinha derrubado chocolate quente, quando a campainha da entrada tocou, avisando que mais gente tinha chegado. Ergui os olhos para ver quem era, e meu primeiro pensamento foi que aquela merda era perseguição e eu ia denunciar Percy Jackson para o FBI por obcessão e insanidade.
E, por coincidência, o filho da puta (desculpe, Sally) se sentou em uma das mesas da minha sessão. E, claro, ele estava acompanhado por uma ruiva que eu reconheci imediatamente como Rachel. Esperei até que ela fosse caminhando até o banheiro inclinando a bunda para os lados desesperadamente (acho que imitando um rebolado) e fui atender a mesa.
- O que vai querer, Sr. Não-Quero-Uma-Namorada-Mas-Não-Consigo-Viver-Sem-Uma?
- Annabeth! – ele disse, com um ar de falsa surpresa. – O que está fazendo aqui?
- Claramente eu estou aqui para destruir o seu encontro com o Pesadelo Ruivo. Ah, não, espera! Eu trabalho aqui. Desembucha, o que vai querer?
- Sabe, Annabeth, você devia ser mais gentil com os clientes se quiser uma boa gorjeta.
- Sabe, Percyto, você devia saber que eu posso cuspir na sua bebida se eu quiser.
- Isso não seria muito profissional da sua parte.
- Pode só falar logo o que vai querer?
- Não, é bem legal ter a Annabeth Chase me servindo.
- Ah, claro, deve ser muito engraçado do seu ponto de vista,se bem que o seu ponto de vista é meio trouxa e ridículo Percy, agora o seu pedido.
- Nossa, grossa. Se lembre de que você não pode falar nada de mim, Sabidinha, foi você quem dormiu com o Leo.
Eu franzi o cenho.
- E você quer o que? Jogar isso na minha cara? Jogar na minha cara que eu transei com o Valdez? Bom, Percyto, não vai adiantar muito já que o Leo foi a melhor transa que eu já tive — menti, e ele fez uma cara estranha.
- Ah, é? E porque terminou com ele, então?
Como é que o Percy sabia todos os detalhes da minha vida?
- Isso não é da sua conta. Eu tenho que atender as outras mesas, filho, pode me falar logo o que vai querer?
Percy revirou os olhos
- Ok, eu vou querer dois chocolates quentes com aqueles marshmallow’s pequenos em cima e naquelas canecas colecionáveis. Ah, e canudinhos dobráveis.
Fiquei o encarando furiosamente enquanto escrevia seu pedido e suas exigências em um bloquinho de papel. Ele sorria vitoriosamente.
- Mais alguma coisa? – perguntei, me controlando para não esfaquear aquele stalker.
- Aham, um muffin de banana e um muffin de blueberry.
- Só isso?
- Só, Annabeth, pode me xingar agora.
- Ok, já trago o seu pedido. A propósito, minha saliva tem um gosto ótimo, aposto que você vai querer prová-la mais e mais vezes.
- Não no meu café, é claro.
Eu acho que aquilo foi uma cantada, mas não tive muito tempo para pensar. Mandei um “você é ridículo” e voltei para o balcão. Antes que os pedidos ridiculosamente ridículos de Percy ficassem prontos, mais gente entrou pela porta, mas dessa vez eram Thalia e Luke. Sozinhos. De mãos dadas.
Por sorte, eles não sentaram na minha sessão. Peguei meu celular e liguei para Silena.
- Annabeth! Ah, eu queria falar com você, já ia te ligar, eu vou d…
- Silena, shiu! Depois você me fala, mas agora você precisa ver uma coisa. Sabe o Starbucks na esquina da Goode?
- Lógico!
- Então, vem pra cá agora. Se senta em algum lugar entre as mesas 15 e 25.
Desliguei o celular e liguei para Clarisse, repetindo a mesma coisa que eu havia dito para Silena. Então, levei os pedidos para a mesa de Percy e Rachel, que armou um escândalo sobre aquilo não ter sido o que ela pediu. Fiquei tentada a jogar todo o conteúdo daquela caneca colecionável no cabelo seboso e recém-pintado dela, até que Percy percebeu a leve inclinação na caneca que eu estava segurando sob a cabeça dela e disse que ele havia pedido aquilo, então ela se acalmou e aceitou a caneca com chocolate quente (que já estava quase desabando naquele cabelo ruivo volumoso).
Eu voltei ao balcão no exato minuto em que Thalia e Luke trocavam um beijo nojento e babado, e Clarisse e Silena entraram na cafeteria.
Elas se sentaram na mesa 23, logo ao lado do Percyto e Rachel, e as duas tiveram uma crise de riso ao ver as gotas de chocolate na cabeça da Rachel.
- Fala, Annabeth, o que nós tínhamos que ver? – perguntou Clarisse, quando fui atender a mesa.
- Olha a mesa 3 – eu disse, fingindo anotar alguma coisa no bloquinho. As duas viraram as cabeças e os corpos com força até a mesa 3. – Discretamente!
- OH MEU DEUS, É A THALIA E O LUKE? – disse Silena.
- PUTA QUE PARIU, ELES ESTÃO EM UM ENCONTRO?
- Dá pra falarem mais baixo? – eu disse. – Sim, eles já se beijaram e foi nojento. O que você queria me falar, Silena?
- Ah, é, o Leo me falou que vocês só vão ser amigos, então eu decidi dar uma festa hoje à noite! Você não checa seu facebook, não? Mandei o convite hoje mais cedo, todo mundo já confirmou presença, menos você.
- Desculpa se eu trabalho pra ganhar a vida! – eu disse. – Todo mundo? Silena, defina “todo mundo”.
- Ah, todo mundo, Annabeth! Quase todo mundo do terceiro e do quarto ano vão estar lá. Vai ser foda! Você tem que ir!
- E QUEM DISSE QUE EU NÃO VOU? – eu respondi. – Há dois meses que eu não vou em uma festa, e aleluia alguém inteligente decide dar uma! Vai ser aonde?
- Na Gold Apple, na Fifth Avenue – ela respondeu (N/A, meu povo, essa boate não existe, ou eu acho que não existe, mas vamos fingir que sim). – Já ouviu falar? Se quiser, eu posso te dar uma carona.
- Não, eu sei onde é – menti. – Que horas?
- Começa às 10:00 p.m.
- 10:00 p.m.? Mas isso ainda é de dia! – eu disse. – Só vou aparecer lá pelas 12:00 p.m., ok?
- Ok, e acaba as 6:00 a.m., eu acho – disse Silena. – Ah, não sei! A hora que a boate fechar a gente vai embora.
- Beleza – eu disse. – E com que roupa vocês vão?
- Não sei – disse Silena. – Qualquer roupa que dê para dançar! Você já sabe com que roupa vai?
- Tô pensando – respondi. – Vou de meia calça arrastão.
- UUUUIIIIIIIIII – disse Clarisse. – Eu realmente não sei com que roupa eu vou.
- Vocês podem passar lá em casa, e se arrumam lá – eu disse. – Depois eu levo vocês na boate.
- E como voltamos pra casa depois?
- Sei lá, arranjem carona – eu respondi.
- Grossa! – disse Silena, rindo. – Porque vocês não vão pra minha casa? Annie, que horas sai do trabalho?
- 3:00 p.m.
- Então, eu e Clarisse te esperamos, e então vamos para a minha casa, e vocês dormem lá! Vai ser bom, já que eu tenho reunião de família amanhã, e a Annabeth já vai estar lá, e Clarisse quase sempre participa mesmo.
- Pode ser – eu concordei. – Vocês querem alguma coisa? Vou ter que atender as joçoilas das outras mesas.
- Traz um frappuccino de morango pra mim – disse Silena.
- E um moccha pra mim – disse Clarisse. Anotei os pedidos e fui servir as outras mesas.
Por algum acaso, eu estava caminhando por entre as mesas da minha sessão e ouvi a conversa da Silena com Percy, enquanto Clarisse tinha ido ao banheiro e Rachel estava ligando para alguém.
- Então, Percy – disse Silena, dirigindo-se ao Percyto. – Você vai na festa hoje?
- Lógico – ele disse. – Acha que eu perderia uma festa sua, Silena?
Silena riu.
- Tem razão, é imperdível. A sua “acompanhante” vai?
- Não sei – ele deu de ombros. – Deve ir, mas não comigo. Só não quero que a Calypso vá.
- Ela confirmou presença, e você sabe como a Calypso é. Ela vai armar pra cima de você.
- Eu sei, porque você convidou ela? Assim não vou ter como pegar quem eu quero pegar.
- A Rachel?
- Não – ele disse, e sorriu. – Outra pessoa.
- Provavelmente o Grover – eu me intrometi, recolhendo as canecas. – Porque você é meio gayzinho.
Percy fez uma careta e voltou a conversar com Silena. Quando deram meio-dia, Luke foi no banheiro e deixou Thalia na mesa, e eu fui falar com ela.
- Oi, Thalia– eu disse, pegando uma caneca vazia da mesa dela.
- Annabeth? O que você está fazendo aqui?
- Eu trabalho aqui, sua anta! Quando ia nos contar que tá saindo com o Luke?
- Nos?
- A Clarisse e a Silena também estão aqui. Anda, desembucha, desde quando é esse seu lance com o Castellan?
- Vocês estavam me vigiando?
- Sim! – eu respondi, e ela revirou os olhos. – Desembucha!
- Olha, só saímos duas vezes, essa é a terceira. Não queremos que ninguém saiba, por favor, não espalhem.
- Ok, relaxa. Vocês vão na festa da Si hoje?
- Não, acho que não. O pai dele tá viajando a trabalho, e os irmãos vão, então eu vou dormir lá.
- Uiiiiiiiii, danadinha – eu disse. – Será que alguém perde alguma coisa hoje?
Thalia me olhou confusa. Ela não entendeu o trocadilho.
- Você acha que rola?
- O que?
- O que, como o que, Thalia? Sexo, você acha que rola hoje? Acha que perde sua virgindade?
Thalia ficou vermelha.
- Annabeth! Eu não estou indo lá pra isso.
- Então está indo pra que? Pra peidar na cara dele? Por favor, usem camisinha.
Voltei ao balcão, e deixei a Thalia vermelha e sozinha lá. Falei à Silena e Clarisse sobre a minha conversa com a Thalia, certificando-se de que Percyto e Rachelzita não ouvissem. Então, voltei a atender as mesas.
Notas finais
Tá, foda-se, eu preciso saber se vocês vão querer uma continuação, ou um epílogo gatinho falando o que aconteceu, ou se querem saber de alguma das mil e uma ideias novas que eu tenho o/ tudo pra percabeth, lógico osodksdoadalsdka Geralmente as pessoas perguntam se querem continuação no final da fic mAS EU PERGUNTO NO COMEÇO PORQUE I'M A DIVA
Tá, enfim KKKKKKKKKKKKKK não precisam me responder agora, anjos, só estou comunicando. isso também significa que eu não vou parar de postar a fic, porque tipo ela já tá completa KKKKKK se quiserem spoilers, também estou apta pra dar LOL
Ah, bla bla bla, 20 reviews pra continuar, e o próximo capítulo não vai ser dedicado pra ninguém porque ninguém mais me recomendou, o que é uma pena já que daqui a dois capítulos tem o meu capítulo favorito e seria legal dedicar ~le eu pedindo recomendações
Ok, é só isso meu povo, bjao e até o próximo capítulo!
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