Bad Girls
44 Locked out of heaven
Notas iniciais
QUEM AMA BRUNO MARS? EEEEEEEEEEEEEEEU!
Esse cap é dedicado à Nati, NATI CARA EU TE AMO VOCE É MUITO DAORA, É SÉRIO, OUTRAS PESSOAS NÃO SE SINTAM MENOSPREZADAS MAS É PORQUE A NATI É TOP. Ok, respira Rafaella, respira. Mas é sério, você está na minha lista dourada de leitores que eu amo bastante, porque eu amo todos vocês, mas enfim.
Enjoy!
Cause you make me feel like I’ve been locked out of heaven, for too long, for too long.
- Hera disse que você estava se sentindo mal.
- Há quanto tempo está aqui?
- Pouco tempo depois que você subiu. Na verdade, foi ela que foi me procurar.
Eu soltei um leve sorriso.
- Já está se sentindo melhor?
- Muito. A porta está trancada?
- Não. Por que?
Eu me levantei do colo do Percy e caminhei lentamente até a porta. A tranquei e voltei a cama. Ele me encarou brincalhão.
- Por que fez isso?
- Porque estamos sozinhos. E eu preciso mostrar ao meu namorado que eu o amo.
- Já que você insiste...
Percy me pegou pela cintura e me jogou na cama. Eu senti as molas da cama fazendo o meu corpo pular antes de se estabelecer na cama. Percy e eu trocávamos beijos quentes, ele explorava cada canto da minha boca, mordia meu lábio e passeava com as suas mãos pelo meu corpo, me fazendo arfar.
Percy tirou minha jaqueta e a blusa que eu usava. Ele beijou o meu colo e o meu pescoço. Eu puxei a barra da sua camiseta e toquei seus músculos definidos.
- Gostoso – eu sussurrei em seu ouvido, e ele soltou um pequeno gemido.
- Gostosa – ele disse de volta, e voltou a me beijar. Abri o zíper da sua calça e ele já estava com um volume notável por baixo da cueca. É impressionante como esse garoto nunca decepciona.
Percy tirou o meu sutiã e começou a beijar o meu seio esquerdo, enquanto massageava o direito. Ele rodava a língua ao redor do meu mamilo, e então começou a sugar os meus seios. Depois que eles já estavam avermelhados e sensíveis, Percy traçou uma linha de beijos até o cós da minha calça, a abaixando lentamente, como uma tortura.
Ele beijou as minhas coxas e as apertou com força. Deu pequenos tapinhas ali, e apertou com mais força. Eu inverti as posições, e me sentei em cima do seu membro, ainda coberto pela cueca. Percy gemeu. Eu dei beijos e pequenas mordidas no seu pescoço, enquando ele apertava meu quadril.
Tirei sua cueca com facilidade, e sorri ao me deparar com sua ereção quase explodindo. O encarei marotamente, e ele soltou um sorriso intercalado com um gemido. Me ajoelhei ao seu lado e beijei a glande, o fazendo soltar um gemido. Os gemidos do Percy só me deixavam mais excitada, e eu só queria fazê-lo gemer de novo, e de novo, e de novo.
Logo comecei a chupá-lo. Suas mãos agarraram nos meus cachos loiros, ajudando nos movimentos de vai e vem. Acariciei seus testículos enquanto sentia seu membro pulsar cada vez mais dentro da minha boca. A cada vez que Percy gemia o meu nome sem dó, sentia a minha intimidade pulsando também. Eu nunca estive tão excitada assim antes, e olhe lá.
Percyto avisou que iria gozar, então eu só aumentei, ou tentei aumentar, a velocidade. Logo senti seu líquido doce invadir a minha boca, e engoli tudo com prazer.
- Como eu disse, gostoso – repeti, o beijando. Ele sorriu e deu um tapa em uma das minhas nádegas.
- Você é a gostosa.
Percy me jogou mais uma vez na cama, e então abriu as minhas pernas. Ele se aproximou da minha intimidade e penetrou dois dedos de uma só vez, os rodando dentro de mim, enquanto lambia e mordiscava meu clitóris. Eu gemi, e gemi o seu nome quando cheguei ao orgasmo. Duas vezes.
- Agora, vem aqui – ele disse, estendendo os braços. Eu o abracei e ele beijou a minha testa. – Eu vou te... Amar? Foder de amor?
Eu ri.
- Foder de amor.
- Ok, vou te foder de amor.
Percy me deitou na cama delicadamente, e separou as minhas duas coxas. Me penetrou lentamente, as mãos ainda apertando as coxas, enquanto eu grunhia e gemia coisas desconexas. Ele passou minhas pernas pelos seus ombros e se enterrou dentro de mim, me fazendo gemer um pouco mais alto. Suas mãos massageavam meus seios, e ele aumentou a velocidade gradativamente.
Senti espasmos de prazer percorrerem o meu corpo, o que significa que eu iria chegar ao meu ápice em pouco tempo. Comecei a rebolar enquanto Percy me penetrava, e ele soltou um gemido baixo ao ver aquela cena, o que me fez sorrir. Percy chegou ao seu ápice antes de mim, mas estocou algumas vezes com uma força absurda para me fazer gozar.
Ele desabou em cima de mim, com o rosto afundado na curva entre o meu pescoço e o meu ombro, as mãos nas minhas coxas e ainda dentro de mim.
- Ah, merda, você é o paraíso – ele disse, e eu sorri.
Senti meu corpo enfraquecer debaixo do Percy. Eu o puxei pela nuca e o dei um beijo, então me virei de lado, de costas para ele.
Suas mãos prensavam a minha cintura, e ele fazia os movimentos mais lentos atrás de mim. A penetração não era tão funda, mas era mais prazerosa. Suas mãos passaram da minha cintura para o meu clitóris, e ele o massageou enquanto me penetrava, e dava beijos no meu pescoço.
- Se isso for foder de amor – eu disse. – Quero foder de amor com você sempre.
Ouvi Percy sorrir no meu pescoço.
- Com prazer.
Quando cheguei ao meu ápice, me afastei dele, e ele gemeu como resposta. Acho que ele ainda não tinha chegado no clímax ou sei lá.
- O que houve?
- Nada – eu respondi, sorrindo. – Eu só quero te ouvir gemendo hoje.
Percy deu um sorriso malicioso e me fitou com aqueles olhos verdes penetrantes.
- Ah, é? E o que você vai fazer?
O dei um beijo e fui beijando todo o seu abdômen, até chegar no seu membro. Voltei a chupá-lo como eu estava fazendo antes dele me penetrar. Ah, Percy, o seu gosto é tão bom...
Enquanto eu ia beijando e chupando devagar o seu membro, comecei a masturbá-lo ao mesmo tempo. Senti as mãos de Percy no meu cabelo, não sei diferenciar se ele estava empurrando a minha cabeça contra o seu corpo ou se estava fazendo uma espécie de carinho bruto ali. Tirei seu membro da minha boca e comecei a chupar os seus testículos enquanto o masturbava. Ele gemeu mais do que o comum, o que me fez perceber que ele gostava disso.
Há, já sei como provocar o Percyto.
Apertei as minhas mãos um pouco mais em torno do seu membro e as movimentei com mais rapidez, enquanto depositava beijos na base.
Percy gemia loucamente, e eu gemia de ouvir os gemidos dele. Como aquilo era excitante.
Alguns minutos depois, ele finalmente chegou ao ápice, e eu dei um último beijo na glande depois de engolir o líquido que ele havia despejado ali.
- Doce – eu disse, e ele me beijou. Percy se levantou e se ajoelhou na cama. Ele me avaliou de cima a baixo e sorriu.
- Gostosa – disse mais uma vez, e quase se jogou em cima de mim me beijando. Seus lábios percorreram o meu pescoço, dando beijos e chupões por lá. Cravei minhas unhas nas suas costas conforme ele aumentava a força nos chupões, e dei um pequeno gritinho quando ele me penetrou de repente.
Percy dava estocadas fortes e rápidas, sem nem se preocupar com as minhas unhas arrancando a carne das suas costas ou os meus gemidos provavelmente sendo escutados até do porão. Bom, devem ter escutado alguma coisa, porque assim que eu gritei “Percy” ao chegar no orgasmo, alguém bateu na porta.
- Annabeth? Você está acordada?
Era a voz de Thalia, o que significa que o porão realmente nos ouviu e todo mundo devia estar ali.
- Ahn, oi, Thalia – eu respondi contendo um gemido, já que Percy ainda dava fortes estocadas dentro de mim. – Oi, já acordei... Hã... Sim.
- Você está se sentindo melhor? Quer que eu entre?
Thalia tentou abrir a porta, mas por sorte, eu a havia trancado.
- Não... Oh... Precisa. Eu estou... Bem... Ah... É, eu estou... Hm... Bem!
- Annabeth, por que está gemendo?
Agora eu tenho certeza de que Thalia e todos os meus primos/amigos sabiam que eu estava fazendo sexo com o Percy e queriam me zoar. Filhos da puta.
- Eu não... Estou... Ah, merda... Eu estou bem e... – eu gritei o seu nome quando ele deu uma última estocada com força, me penetrando por completo e quase me explodindo também.
Percy riu. Senti o seu líquido escorrer dentro de mim, e eu também havia chegado ao meu ápice.
- Interrompemos alguma coisa? – perguntou Nico, e Thalia deu uma risada.
Percy saiu de dentro de mim enquanto ria. Ele jogou a minha calcinha e a sua camiseta na minha direção.
- Eu sei que você quer ir matar eles – ele disse, ainda rindo.
O puxei pela nuca e o beijei, mas sim, ele estava certo. Eu ia matar todos eles.
Vesti a calcinha, a camiseta de Percy e fui marchando até a porta do quarto, tentando aguentar o peso das minhas pernas. Escancarei a porta e me deparei com Thalia, Nico e Silena rindo igual a dois bobocas retardados. Os risos cessaram assim que eles me viram.
- Eu vou matar vocês! – eu gritei, pulando em cima dos três, tentando dar pequenos tapas em qualquer forma que eu achasse. Silena ria enquanto gritava, Thalia ria e Nico reclamava porque eu estava batendo nele.
- Não foi nada engraçado – eu disse, parando de bater nos três.
- Desculpe – disse Nico, rindo. – Mas ouvimos os gritos lá do porão, achamos que alguém estivesse morrendo aqui.
- Isso, é claro, antes de você gritar o nome do Percy, aí soubemos que... Você sabe – Thalia disse, rindo. Senti as mãos do Perseu atravessarem a minha cintura, me abraçando.
- E aí? – ele disse, como se estivesse tudo normal e feliz.
- E aí, pegador? – disse Nico, e eu senti Percy sorrir.
- Vocês estão muito solitários ou só ficam esperando alguém transar pra interromper? – ele indagou, me fazendo rir, mas Thalia e Nico emburraram a cara.
- Muito engraçado – disse Nico. – Só porque eu ainda não transei esse ano...
- Ninguém quer saber dos seus problemas sexuais, Di Ângelo – Silena reclamou. – Enfim, Zeus pediu pra chamar vocês pro jantar.
Revirei os olhos.
- Todo mundo vai estar lá?
- Não, Annabeth – disse Nico. – Seu pai e as crianças já foram embora. Aquela sua amiga gostosa vai ficar aí.
- Nunca mais chame a Carolline de gostosa na minha frente – eu disse, e fiz uma careta. – Já vou me trocar.
- Não transem de novo – avisou Thalia e eu mostrei o dedo médio pra minha amiga, que desceu as escadas gargalhando.
Eu e Percy voltamos ao quarto e colocamos nossas respectivas roupas. Ficamos nos beijando por um tempo até Nico invadir o quarto e berrar para que descêssemos.
A sala de jantar estava cheia. Haviam duas cadeiras vagas, logicamente, e a mesa devia ter uns três ou quatro metros de extensão. Eu me sentei ao lado de Thalia, e Percy se sentou logo do meu lado.
- Então, Percy – disse Zeus. – Aonde é que você levou a Annabeth?
- Nós só saímos – Percy respondeu, dando de ombros.
- Esse menino está exatamente igual ao pai – disse Anfitrite. – Dando essas escapulidas... Fica de olho nele, Annabeth.
Poseidon deu um sorrisinho meia boca.
- Isso aí, filhão – ele disse, e voltou a comer.
- Vocês têm noção do quanto ficamos preocupados? – disse Afrodite. – Eu super apoio Percabeth moralmente e fisicamente, mas gente, não podem sumir assim sem deixar vestígios!
Fisicamente?
- Não sabíamos que iam ficar tão preocupados – eu respondi.
- Quando os dois somem, não atendem o celular, matam aula e ninguém os viu depois do almoço, sim, ficamos preocupados! – manifestou-se Hera. – O que é que estavam pensando?
- Eu acho – interrompeu Carolline. – Que vocês tem que parar de ser tão duros com eles. Eles são adolescentes brigando contra os hormônios, isso é tão... Excitante! Ou nunca tiveram 16 anos? Tentem entendê-los, eles já sabem se virar sozinhos.
- Eles são crianças! – disse Ares. – Crianças mimadas!
- Homens não prestam – disse minha tia, Ártemis. – Annabeth, entre para o convento enquanto você é nova.
- Não faça isso com a sua vida, Annabeth! – disse Carolline. – Homens decepcionam, mas são as decepções que...
- Bah! Conversa furada! Homens são ruins, não é bom se envolver com eles. Percy até que é bom, para um homem, mas não é para a Annabeth.
- Ei! Não fale assim do meu filho!
- Não fale assim de Percabeth!
- Eu vou fazer um haicai sobre isso. Acho que o jornal matinal vai gostar muito – disse Apolo, sacando um bloquinho de notas do bolso e uma caneta.
- CHEGA DE HAICAI’S! – gritou Hades, pegando o bloquinho e jogando para longe.
- EI! Meus futuros trabalhos estavam ali! Vá pegar!
- Me obrigue! – rebateu Hades, cruzando os braços.
- Zeus, cadê os cereais desse jantar? Por que não tem cereais no meu prato, Zeus? Hera, por que se casou com esse incompetente? – estrilou Deméter, quando recebeu seu prato.
- Está frio, vamos acender a lareira? – indagou Héstia, se levantando da cadeira e indo em direção à lareira.
- Não faça isso, lareiras são românticas, Percy vai querer estuprar a Annabeth! – gritou Ártemis, levando as mãos à boca.
- Meu filho não vai estuprar a namorada!
- E como você sabe? Você é homem! Aposto que você também estupra!
- Estupra mesmo! – gritou Anfitrite, e Poseidon arregalou os olhos.
- Não estupro, não!
- ESTUPRAR É O QUE TÁ TENDO! – gritou Tritão, levantando da cadeira e tirando a camiseta, começando a dançar “sensualmente”.
- O que tem de errado com essa família? – perguntou Silena, levando as mãos à cabeça.
- Eu tirei 10 no meu teste de redação! 10! – Piper disse, tentando acalmar a confusão, mas ninguém prestou muita atenção nela. Hera e Zeus estavam discutindo com Deméter sobre a falta de cereais na mesa. Hades e Apolo discutiam sobre haicai’s. Afrodite, Poseidon, Ártemis, Carolline e Anfitrite discutiam sobre estupros e meu namoro com Percy. Hefesto estava tentando acender a lareira com Héstia.
Eu, Nico, Silena, Piper, Percy, Thalia e Jason estávamos jantando em silêncio, apenas observando nossa linda família quase se estapeando na mesa de jantar.
Então Malcolm chegou.
- Cheguei! O que é que tem pro rango?
- Bom, se você quisesse comer cereais, saia daqui, porque aqui não tem! – disse Deméter, brava.
- Ei, Malcolm! – chamou Afrodite. – O que acha do namoro entre Percy e Annabeth?
- Hã...
- Não responda, não responda – eu disse, mas Malcolm me ignorou.
- Eu acho os dois bonitinhos. Percy é um cara legal pra minha irmã.
- HÁ! Um cara legal. Ouviu essa, Ártemis? Não um estuprador. – disse Poseidon.
- Bonitinhos! Eu diria lindos, maravilhosos! – disse Afrodite.
- Claro que ele vai achar isso, ele é um homem – Ártemis reclamou.
- Vocês todos estão agindo como homens! – gritou Carolline.
- Ah, como é bom estar em casa! – Percy tirou sarro, arrancando risadas dos seis adolescentes quietos.
Notas finais
Enfim, eu vou confessar que a parte mais legal é no final, na reunião de família. PORQUE É DAORA VEI, É MUITO DAORA.
Ok, agora eu vou me recompôr. Alguém lê essa joça? Como eu acho que nenhum de vocês realmente lê isso, eu vou deixar pra falar minhas falações no próximo capítulo, que deve sair... Hm, quarta? É, eu acho.
GOSTARAM DA MARATONA?
You know you love me. Xoxo, Gossip Girl.
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