Bad Girls
45 Sugar
Notas iniciais
Bem, algumas coisitchas antes do cap: EU DEMOREI DUAS HORAS, DUAS HORAS PRA RESPONDER OS REVIEWS DOS TRES CAPITULOS QUE EU POSTEI NO DOMINGO (foi domingo?), E A MINHA AMIGA ME CHAMAVA PRA FALAR MAL DOS OUTROS KKKKKKKKKKKKK
A segunda coisa é que MUITOS DE VOCÊS LEEM MINHAS FALAÇÕES, AWN AWN ♥ Então, eu estive pensando, e ACHO que eu vou fazer um vídeo pra vocês. Talvez eu até dê alguns spoilers, risox.
Então, vocês podem me mandar perguntas, ou xingamentos, elogios, ou qualquer coisa que vocês quiserem saber. Pode ser pelo meu ask.fm, por reviews, MP, facebook, fax, telefone fixo 021 ou qualquer outro método que vocês tenham pra entrar em contato comigo, MENOS TWITTER, porque eu não entro muito lá. Mas, se vocês quiserem que eu responda em vídeo, manda um "vídeo" entre parênteses, ou colchetes, ou caps, ou qualquer coisa pra eu saber que vocês querem em vídeos. Talvez eu dê spoilers... Talvez não...
Olha o tamanho disso, oh my god.
AH, e o cap é dedicado à MrsDaddario, QUE TAMBÉM É MUITO MUITO TOP E EU ADORO ELA E ELA TAMBÉM ESTÁ NA MINHA LISTA DOURADA DE PESSOAS QUE EU AMO ♥ E SIM, EU TE PERMITO, I KNOW I LOVE YOU
Finalizando esse monstro também chamado de notas iniciais, APROVEITEM!
My lips like sugar, this candy got you sprung.
Depois do nosso lindo jantar em família e das discussões inacabadas, eu e Percy finalmente voltamos pra casa. Lógico que Ares não deixou Percy dormir lá em casa de novo, então eu e ele tivemos que combinar uns esquemas para eu descer pelas escadas de incêndio até o seu quarto.
Eu cheguei em casa e fui direto tomar banho. Coloquei um short de moletom cinza e uma blusa branca qualquer, e dei boa-noite para o meu tio. Fiquei esperando Percy me mandar uma mensagem falando que eu já poderia descer, e quando ele fez isto, tranquei a porta do meu quarto e usei a escada de incêndio.
Lá fora estava frio. Eu tive vontade de pegar um casaco assim que saí pela porta em direção à pequena varanda, mas o meu namorado iria me aquecer. Depois de alguns minutos desemperrando a escada de incêndio, finalmente cheguei à varanda do Percy, me contorcendo de frio devido àquele vento cortante. Ele abriu a porta quase que no mesmo instante.
– Oi – ele disse, abrindo a porta e me puxando para dentro. – Só veio com essa roupinha? Tá meio frio lá fora.
– Eu não sabia que estava ventando tanto – justifiquei-me. – Mas não interessa, não vamos ficar lá fora, vamos?
– Não – ele disse, sorrindo. – Paul e a minha mãe só voltam de manhã. Quer ver um filme?
Dei de ombros.
– Pode ser. Que filme tem aí?
– Ah, já sei de um filme legal. Você vai gostar.
Bom, o “filme legal” do Percy foi A Invasão das Aranhas Gigantes, que combinava filmes de terror com aranhas. Pior, aranhas gigantes.
Tudo bem que, se eu não morresse de medo de aranhas e de filmes de terror, eu acharia aquele filme patético e tosco, mas a sensação de ter aranhas gigantes pousando na terra e te devorando me fazia gritar igual a uma garotinha e me agarrar ao Percy como se a minha vida dependesse disso.
E o filme era muito tosco. As aranhas não tocavam no chão.
É claro que eu fiquei emburrada com o Percy assim que descobri do que se tratava o filme, e quando acabou ele estava quase soltando uma gargalhada de deboche na minha cara.
– E aí, o que achou? — ele perguntou, debochado, segurando o riso.
– Você é patético! — eu disse, e mudei de sofá. — Você sabe que eu odeio aranhas, e que eu odeio filmes de terror. Eu estou com tanta raiva de você que eu podia até...
– Podia o que? — ele me cortou, me olhando desafiador. — Me comer vivo? Me amarrar na cama enquanto desfila por aí seminua?
Olhei para ele chocada. O sorriso de Percy era brincalhão, mas seus olhos estavam me olhando como se me decifrassem, procurando saber o quão longe eu iria.
– Eu vou subir — falei, e me levantei do sofá. Percy riu.
– Anda, Annabeth, não seja uma criança mimada.
– Eu não sou a criança mimada aqui — respondi, cruzando os braços. Percy me encarou e encarou a porta do banheiro.
– É, sim. E sabe o que eu faço com as crianças mimadas?
– Bate nelas? — indaguei, mordendo o lábio inferior. Percy me olhou com malícia e sorriu.
– Também, mas não em caso de pirraça — ele disse, e se abaixou, agarrando as minhas coxas e me pegando no colo como um bombeiro.
Percy me carregou até o banheiro, e entrou no box de vidro, fechando a porta. Assim que percebi que ele estava prestes a me dar um banho de água gelada, comecei a me debater. Infelizmente, o Percy tem muito mais força do que eu, então me apertou ainda mais em seus braços.
Minhas roupas já estavam grudadas no meu corpo, eu tentava respirar e me agarrava ao Percy cada vez mais. Ele também estava debaixo da água fria, mas não parecia estar se incomodando.
– Ok, eu já aprendi, Perseu — falei. — Desliga essa bosta. DESLIGA!
Percy riu e desligou a água. Ele me jogou uma toalha.
– É só água fria, Annabeth.
– Água fria? Parece mais um balde de gelo na cara — reclamei, tentando me cobrir com a toalha. Meu queixo batia, e eu estava realmente com frio.
Ele revirou os olhos.
– Anda, é melhor você trocar de roupa, senão vai ficar com mais frio.
– Sério, Percy? Sério? Eu estou com frio, congelando, e você está arranjando uma desculpa pra transar comigo?
Percy riu e colocou as mãos acima da cabeça como se fosse inocente.
– Eu só sugeri que fôssemos trocar de roupa, sua pervertida. Se você quiser ficar gripada, ok, faça o que quiser.
Joguei a minha toalha molhada na cara dele, o fazendo rir.
– Você tá fazendo muita pirraça ultimamente — eu disse, mostrando a língua para ele. Ele passou a toalha pelo rosto.
– Eu faço muita pirraça, e você tem que se acostumar com isso — ele declarou, com um sorriso boboca no rosto. Percy tirou a roupa e se enrolou na toalha, então caminhou até o seu quarto lerdamente.
– Então é isso? — eu indaguei, quando chegamos no seu quarto. — Você me faz assistir um filme de aranhas gigantes, me enfia debaixo de água gelada, faz pirraça e a gente vai dormir? Eu achei que só pessoas casadas e velhas fizessem isso.
– E você fica brava quando te chamam de ninfomaníaca — ele disse, rindo. Colocou uma calça de moletom e me jogou uma camiseta azul. — Eu não quero que você morra de hipotermia, então veste isso.
– Eu sei de outro jeito pra me aquecer — respondi, com um sorriso malicioso no rosto. Percy me olhou com o cenho franzido.
– Não entendi.
Eu revirei os olhos. Troquei de roupa e me sentei na cama. Percy se sentou ao meu lado e me beijou.
– Então, a festa da Clarisse amanhã — ele disse, sorrindo. — Que horas que é?
– Não sei, Silena disse que ia mandar o convite pelo facebook hoje — respondi, dando de ombros. — Você sabe onde ela mora?
– Quem? Clarisse? Ela me odiava antes de eu começar a te namorar, então não. Mas vocês garotas não sabem onde todo mundo mora?
– Nem sempre, Percy.
– Então nunca fizeram festas do pijama só de lingerie sexy enquanto bebiam vodca?
Eu ri. Ele parecia desapontado por todas as suas fantasias a respeito das festas do pijama serem uma mentira.
– Não, nunca fizemos isso. Bom, eu nunca fiz com elas.
Os olhos verdes do Percy me encararam e de repente estavam brilhando. Não soube comparar muito bem, mas pareciam estar tão brilhantes quanto àquela noite em Cancun, ou a noite no iate.
– Então você já fez isso? Já dormiu de lingerie vermelha e sexy na casa de uma amiga? E você bebeu? E se bateram com travesseiro? E ele explodiu de plumas como nos filmes de terror?
Eu não pude deixar de cair na gargalhada quando ele começou o questionário sobre as noites que eu tinha na California.
– Me responde, Annabeth! — ele se desesperou, me sacudindo pelos ombros enquanto eu ria.
– Sim, eu já fiz isso!
– Já? Me conta, me conta!
Eu voltei a rir e me joguei na cama. Ele se ajoelhou sobre mim e avaliou o meu corpo estirado nos lençóis brancos, como se me imaginasse em uma lingerie sexy batendo em outra garota com um travesseiro.
– Eu fui dormir na casa da Haley — comecei a contar — devíamos ter uns 14 anos.
– Nossa, Annie, que ousadia pra quem tem 14 anos.
Eu sorri.
– Ah, eu fiz muita coisa quando eu tinha 14 anos.
– Eu não quero ficar com ciúmes — ele disse, fazendo beicinho. — então só me fala da festa do pijama na casa da Haley.
– Ok — eu ri. — E já tava todo mundo lá quando eu cheguei. Os pais dela não estavam em casa, então ela disse para a gente pegar tudo o que a gente quisesse e levar pro quarto dela. Eu fui no armário e peguei vodca e doce, aí...
– Doce? Vodca com doce?
– Cala a boca, eu não sabia beber — justifiquei, e ele riu. — Aí a gente subiu. Quando eu cheguei no quarto da Haley tinha muita coisa tensa lá.
– Especifique "tensa".
– Vibradores, brinquedos... estranhos, corpetes, lingerie, bebidas, brindes de festa, roupas zoadas, um rádio tocando música dance...
– Um vibrador? Um vibrador?
– Eu não cheguei nessa parte ainda.
– Ok, continua.
– Aí começamos a beber e brincar de "Eu nunca...", e como eu tinha acabado de entrar em uma escola pública eu não tinha feito nada. Nem conhecia o Dylan ainda.
– Bons tempos aqueles.
– Então elas meio que decidiram fazer um ritual e me explicar tudo o que eu tinha que fazer. Já que estava todo mundo bêbado e eu era praticamente a única sóbria, falaram que eu teria que beber aquela garrafa de vodca inteira pra começar.
– E você bebeu? — ele indagou, com um sorriso infantil no rosto.
– Bebi.
– E depois?
– Depois me perguntaram se eu ainda era virgem, e como eu era, eu tive que usar o vibrador.
– Então um brinquedo de gel tirou sua virgindade?
– Eu não sei, acho que sim — respondi, rindo, e ele balançou a cabeça negativamente. — Depois começamos a dançar feito retardadas, vestimos os corpetes, tiramos muitas fotos, a Haley postou tudo no instagram mas depois apagou.
– Tem fotos? Essas fotos ainda existem? Por favor, diga que existem.
– Eu não sei, e você nunca vai conseguir essas fotos — eu respondi, rindo. Ele se abaixou para me beijar.
– Ok, continue.
– Então a Haley bateu em mim com um travesseiro e eu revidei, então começamos a bater umas nas outras com os travesseiros. Minha história te agradou?
– Sua história me deixou excitado, se essa foi a sua pergunta.
– Eu não perguntei se você está excitado, você sempre está excitado — eu disse, rindo. — Perguntei se tirei sua dúvida sobre guerras de travesseiro em festas do pijama.
– Bom... Um pouco. E é verdade, eu sempre estou excitado. É culpa sua.
– Não é minha culpa se você se excita quando vê até uma estátua pelada de uma fonte — rebati, e ele fez uma careta.
– Isso só aconteceu uma vez, e foi porque você era muito parecida com aquela fonte.
Eu ri mais uma vez. Ele se abaixou para me beijar, e depois deu selinhos por toda a extensão do meu pescoço, me fazendo sorrir.
– Eu já disse que te amo hoje? — ele perguntou, com um sorriso bobo no rosto.
É, eu nunca fui muito fã dessas relações melosas que você vê no cinema, mas viver aquilo era uma coisa completamente diferente. Eu era uma boba apaixonada. Uma diferente boba apaixonada, mas ainda uma boba apaixonada. Era tão... Perfeito. Talvez fosse o Percy, ou talvez só eu me rebelando e achando tudo perfeito.
– Não — respondi, e fiz beicinho.
– Bom, então... Eu te amo — ele disse, beijando o meu pescoço. — Eu te amo — e beijou novamente, e eu comecei a rir. — E eu te amo.
– Então você me beija por cada vez que diz que me ama?
– Tipo isso.
– Diz de novo! — eu falei, sorrindo.
– Ei, eu é que estou em desvantagem aqui.
– Bom, você sabe que eu prefiro fazer e não falar.
Percy riu. Ele me olhou maliciosamente e passou a mão por toda a extensão do meu corpo. Rolei para cima dele, invertendo as posições e apoiando minhas mãos no seu peito.
– Então, Srta. Eu-Prefiro-Fazer-E-Não-Falar, faça.
Eu sorri e joguei todo o meu cabelo para um lado só. Me abaixei para beijá-lo. Ele levou as mãos até a minha coxa e a apertou. Depois pegou o meu quadril e o mexeu, me fazendo rebolar enquanto eu ainda o beijava.
Percy já estava sem camisa, o que facilitou muito, e eu sei que ele não dorme de cueca, então eu já podia sentí-lo embaixo de mim. Não que isso fosse um problema, é claro.
Ele tirou a camisa azul que eu usava, que na verdade era dele, mas enfim. Ele desabotoou o sutiã rapidamente, graças a Deus, porque ele quase sempre se atola nessa parte.
Percy me jogou na cama e se ajoelhou por cima de mim. Ele avaliou o meu corpo inteiro como sempre faz, e me beijou. Começou a chupar os meus seios, me fazendo gemer alto, principalmente quando ele brincava com os meus mamilos.
Ele me encarou com aqueles divinos olhos verdes, e eu não pude deixar de sorrir. Agitou os cabelos um pouco e eu rolei para cima dele.
Ele pareceu ficar meio bolado com isso, até porque eu sei que um problema que nós dois temos é que gostamos de ficar por cima. Dá uma certa sensação de controle, e pelo menos nessa hora, Percy era a pessoa mais agressiva e controladora do mundo.
Quer dizer, uma vez ele me disse que tinha que fazer o que ele mandasse porque senão eu ficaria paraplégica.
– Você sabe que eu gosto de ficar por cima — ele disse, rolando de volta para cima de mim. Lógico que para ele era ridiculosamente fácil inverter as posições, enquanto eu precisava reunir décadas de força acumuladas.
– Sou eu que tenho que fazer alguma coisa agora, lembra? — eu respondi, tentando rolar de volta, mas ele não saiu do lugar.
– Vamos fazer isso do meu jeito hoje, ok?
– Não! — eu protestei, me debatendo embaixo dele. — Sou eu que tenho que fazer e não falar, você já falou, teve sua chance desperdiçada.
Percy não me deu tempo nem de tentar acumular forças pra rolar em cima dele, já que ele separou as minhas pernas usando um joelho e me penetrou com força. Então, é lógico que eu não iria conseguir rolar para cima dele em um momento como aquele.
– Falar nunca é demais — ele disse, dando uma estocada e agarrando a minha cintura, me fazendo mexer o quadril de encontro com seu membro. Passei as minhas unhas levemente pelas suas costas, e as arranhei mais forte quando ele deu outra estocada. Percy gemeu mais alto que eu, e falou alguma coisa com aquela voz rouca sexy que eu não consegui entender.
Ele continuou estocando com força, me preenchendo por completo, enquanto eu gemia e ele mordia o meu pescoço. Eu estava chegando perto do orgasmo, eu podia sentir isso. Entrelaçei minhas pernas na sua cintura e o puxei mais para perto, o fazendo se mover mais rápido.
– Você vicia — ele disse, engolindo em seco, dando uma estocada dentro de mim — Com essas curvas perfeitas – outra estocada – e essas drogas de olhos cinzas e...
– E você é meu — completei, jogando a cabeça para trás quando cheguei ao meu ápice, gemendo algo continuamente. Senti seu líquido escorrer dentro de mim logo depois de ter dito que ele era meu, e ele ainda sorria me encarando.
– Você podia só ter dito isso.
– E perder isso? — indaguei, sorrindo e suspirando. — Só me lembre de tomar a pílula amanhã.
Percy se deitou ao meu lado bruscamente. Ele ficou um tempo encarando o teto, pensativo.
– Annie?
– Hm?
– Desde... — ele tossiu, inseguro. — Desde quando a gente tá fazendo isso sem camisinha?
Eu olhei para ele e então me toquei. Já havia... Algum tempo desde que não usávamos camisinha. Então eu fiquei apavorada.
– Acho que... desde aquele dia no carro...
– E se... Você...
– Não diz isso — eu o interrompi, olhando a janela. Só a ideia de ter um filho já me deixou arrepiada. Não que eu estivesse muito preocupada com isso, quer dizer, a minha menstruação...
Bem, ela devia ter chegado ontem.
– Você está considerando — ele disse, e respirou fundo. — O que aconteceu?
– Só... — eu senti meus olhos lacrimejando. Não, não, não, eu não podia estar grávida. Isso era loucura, era impossível. Percy e eu não usávamos mais camisinha, verdade, mas eu ainda tomava pílula. E pílula previne 99% dos casos, certo?
CERTO?
– Você acha que eu ia terminar com você — ele concluiu, erguendo uma sobrancelha.
– Lembra do segundo dia de aula? Logo depois de a gente ter brigado feio nos corredores da escola?
Ele assentiu e me encarou.
– Tivemos aquela aula de Educação Sexual com Afrodite. E você disse... — eu hesitei. Percy me olhava desconfiado. Quer dizer, ele era meu namorado, e eu estava suspeitando dele por ele me deixar por algo que talvez estivesse acontecendo. — Que se a camisinha estourasse...
– Annabeth, aquilo é diferente. Tudo quando se trata de você é diferente. Mesmo se você estivesse grávida, o que vamos considerar que não é muito fácil de acontecer, eu não ia te deixar. A gente ia dar um jeito.
Eu assenti, mesmo Percy não tendo me tranquilizado tanto.
– E mesmo grávida, você ainda seria viciante — ele acrescentou, me fazendo rir.
– Você é a única pessoa no mundo que me faz rir numa situação dessas — eu respondi, ainda rindo, e dando um leve soco no seu peito.
– Bom, eu faço pirraça e faço piadas, então... — ele disse, e eu ri. — Tá a fim de ver algum outro filme?
– Existe outro filme com aranhas assassinas?
– Não — ele me assegurou, rindo e balançando a cabeça. -, mas tem um sobre um cientista maluco que quer juntar as pessoas em uma só pra formar uma Centopéia Humana.
– Percy, eu não gosto de filmes de terror.
– Não é de terror! É... suspense. E mais, é super legal. É nojento, mas legal. E você vai estar grudada no cara mais gato e foda do planeta, não vai sentir medo.
– O Johnny Depp está aqui?
Percy revirou os olhos, como se sentisse ciúmes do Johnny Depp. É, o Percy é meio ciumento, mas é fofo.
Só que, honestamente... Ele não devia sentir ciúmes do Johnny Depp. Quer dizer, é o Johnny Depp!
Segui com Percy até a sala. Ele colocou o filme pra rodar, e me abraçou. Eu fiquei com tanto, mas tanto pavor de algum maluco cortar os ligamentos do meu joelho e me fazer comer diarréia de outra pessoa que acabei dormindo ali.
Notas finais
Ok, mandem reviews, não sei que, não sei que lá. gENTE, eu me acho íntima de vocês, comassim? Se eu ofender alguém, é pq eu sou retardada e nem devo ter prestado atenção no que eu falei KKKKKKKKKKKKKKKKK
E aí tem o negócio do vídeo, tenho preguiça de repetir, então voltem nas notas iniciais KKKKKKKKKKKKKKKKKK
LEMBREM-SE: Não é só porque teve drama no final que significa que ela esteja grávida, just saying antes que eu receba ameaças KKKKKKKKKK
You know you love me. Xoxo, Gossip Girl.
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