Bad Girls
32 Like I wanna be loved
Notas iniciais
Esse cap é dedicado à AnnabethClovePJOTHG e que bom que você ama tudo e awn ♥ eu não amo a Krystal rçrç
Ah, e um aviso... TEM HENTAI, TEM HOT, TEM SEXO, SE NÃO GOSTA NÃO LEIA, bjs e aproveitem
But I never meant to hurt you, I know is time that a learn to treat the people I love like I wanna be loved.
Silena havia ido comer em algum restaurante. Clarisse havia ido fazer trilha, o que eu duvido muito já que ela odeia caminhar. Thalia tinha ido encontrar o Luke, e eu estava lá, sozinha, andando nos golfinhos como uma criança pela décima vez.
Quer dizer, o que merda eu estava fazendo da minha vida? Há alguns meses, eu nem queria ter me mudado pra Nova Iorque. Eu odiava aquela escola, o apartamento, minha família, tudo.
Há alguns dias, eu comecei a... Ficar? Não sei. Enfim, eu gostava do Percy, e alguns dias atrás eu descobri esse fato que já tava bem óbvio. Então, por que eu estou aqui, sozinha, nesse golfinho ridículo?
Mentira, golfinho, você não é ridículo. Me perdoa.
Assim que os meus dez minutos nadando com o golfinho acabaram, troquei de roupa no vestiário e saí a procura de Percy. Ele não ia escapar de mim tão fácil.
Eu praticamente me aventurei por aquela mata selvagem da Isla Mujeres. Milhões de folhas estranhamente molhadas e mal-cheirosas grudavam na minha perna enquanto eu andava, e várias espécies desconhecidas de mosquitos entravam na minha frente. Eu tenho certeza de que eu fui picada um bilhão de vezes. Maldita hora em que eu não passei repelente.
Parei de me aventurar quando cheguei à uma clareira. Finalmente não haviam folhas e flores estranhas. Era um grande espaço de terra descoberto, com uma mesa de pedra e uma nascente, ou fonte, ou sei lá o que era aquilo. O sol batia, não com muita força, na mesa de pedra.
Deixei a mochila perto da mesa e me ajoelhei em frente ao córrego para lavar o meu rosto. Quer dizer, se eu estou indo pedir perdão para o Percy, não acho uma boa ideia aparecer suada, cheirando a folhas desconhecidas e com os cabelos cheios de água salgada e mijo de golfinho. Irc.
Tirei meu celular do bolso. "Apenas chamadas de emergência". Então foda-se, eu devia estar perdida na floresta com folhas me pinicando e sem sinal. Isso era uma emergência, maldito celular.
Continuei andando em círculos em volta da mesa de pedra até encontrar algum lugar com sinal. Incrivelmente, quando eu decidi subir na mesa, o sinal deu uma subida monstruosa e eu comecei a receber mensagens de todo mundo. Silena... Aparentemente, estava namorando o Charles. Luke, perguntando se eu havia visto Thalia. Thalia, perguntando se eu havia visto Luke. E Grover, perguntando se eu iria me desculpar com o Percy.
Liguei para o Percy. Duas vezes. Deixei um recado nas duas vezes. E ele não atendeu. Então, é claro, liguei para o Grover.
– Alô?
– Grover, cadê o Percy?
– Ele tá aqui do meu lado. Por que?
– Por que ele não atende o celular?
– Ele está meio... Como eu digo isso? Bolado? Puto? Se sentindo traído?
– Eu preciso que ele me escute. Eu fiquei com o grego, é, é verdade, mas foi antes de...
– Ei, eu acredito em você. Não precisa se explicar, mas... Hm, vocês meio que já estavam ficando. Foi sacanagem do seu lado.
– Ele nunca disse que éramos exclusivos.
– Você é bígama.
Eu ri.
– Ok, pode passar o celular pra ele?
– Ele não vai atender.
– Diz que é outra pessoa, a Clarisse, ou a Silena, ou o Luke. É, o Luke, diz que é o Luke.
– Eu não posso dizer que é o Luke, eu acabei de te chamar de bígama.
– Ele não vai perceber, ele é o Percy!
Grover riu do outro lado da linha.
– E você ainda assim quer que ele te perdoe?
– Passa logo! — eu surtei, batendo o pé impacientemente na mesa de pedra. Grover passou o celular para o Percy, aleluia.
– Alô?
– Percy, eu...
– Você não é o Luke. Grover, ela não é o Luke, seu mentiroso.
– Por favor, não desliga — eu pedi. Percy continuou na linha, em silêncio, e tudo o que eu ouvia era a sua respiração. — Você ao menos está vivo?
– Me pediu pra não desligar, e não pra falar — ele respondeu, e eu sorri.
– Podemos conversar?
Ele suspirou.
– Eu não sei.
– Percy, por favor. Nós não estávamos oficialmente juntos, e...
– Não estávamos oficialmente juntos, mas estamos ficando há, sei lá, três semanas?
– Eu sei. Eu sei, eu sei, e eu não devia ter ficado com ele.
– De novo.
– É, eu não devia ter ficado com ele de novo, mas a gente precisa conversar. Você pode ao menos me ouvir?
– Eu estou te ouvindo.
– Eu não posso ter essa conversa pessoalmente.
– E eu não posso te ver, porque se eu te ver eu vou querer te beijar, e aí...
– Meu sinal está acabando — eu disse, sorrindo, depois de ter ouvido uns bipes esquisitos saindo do meu celular. — Eu estou na clareira, perto da Discovery Island. Eu vou te esperar aqui, ok?
Ele ficou alguns minutos em silêncio, nos quais eu honestamente o amaldiçoei por não ter falado nada e me deixado sozinha com os bipes esquisitos.
– Ok, eu já vou.
– Sozinho.
– Tá, eu já tô indo. Até.
Ele desligou o celular antes que eu pudesse me despedir, ou dizer um aloha ou coisa do tipo.
Guardei o celular na mochila e deitei na mesa de pedra, observando o céu acima de mim, e esperando o Percy. O tempo parecia se arrastar lerdamente, e eu até tentei dormir enquanto o esperava. Até que ouvi um barulho de folhas balançando do outro lado da clareira.
Sim, era o Percy, e ele também parecia ter problemas com as folhas pelo caminho.
– É sério, qual é o problema dessas folhas? — ele indagou, agitando a perna. — Elas grudam como um carrapato.
– Eu sei — respondi, dando de ombros. Ele me encarou e suspirou. Jogou a garrafa de água do lado da minha mochila e se sentou na mesa de pedra comigo.
– Oi — ele disse, depois de alguns minutos. — Eu não sei o que dizer agora.
– Eu acho que eu preciso me explicar.
– É, mas olha, eu... Eu não sei o que deu em mim. Eu fiquei possesso, sabe? Quer dizer, depois daquela noite, eu... Fiquei incomodado só pela ideia de você beijar outro cara. Principalmente aquele grego filho da puta.
Eu ri.
– Mas eu não beijei o grego depois daquela noite. Quando você e os caras sumiram, e o Leo disse que tinha garotas lá, eu achei que você tinha ficado com alguém.
– É claro, é tudo culpa do Valdez. Eu não gosto dele, não acredite nele.
– O que? Ele é gente boa, Percy.
– Ele beijou você antes de mim. Então, não, ele não é gente boa.
– O que eu estou tentando dizer — eu disse, depois de dar uma risada. — é que nós... Ainda éramos só amigos. Não tinha rolado a nossa noite juntos, e nem o luau.
– Mas isso não é tecnicamente uma desculpa, já que já tinha rolado a coisa do strip-tease, e a do jogo de futebol, e a do avião, e a daquela festa no hotel.
– Eu sei, Percy. Eu não sou boa com isso, com essas coisas. Eu nunca estive envolvida com ninguém tão sério antes. Eu namorei uma pessoa e essa pessoa...
– Não, nem comece a falar do Dylan.
– Ok, desculpa — eu ri. — Mas é isso, Percyto. Eu gosto de você, gosto pra caralho de você, eu acho que a nossa primeira noite foi uma das melhores noites da minha vida e eu não tenho muita certeza do porquê eu estar falando isso em voz alta.
Ele me encarou e sorriu. Percy se aproximou de mim e me deu um beijo no pescoço.
– Diz isso de novo — ele pediu, parando de beijar o meu pescoço. Eu ri.
– Eu gosto de você?
– Não, a coisa da nossa noite ter sido a melhor da sua vida.
Percy me deitou na mesa de pedra, ficando por cima de mim. Ele acariciava minhas coxas enquanto beijava o meu pescoço e pedia para eu repetir o que havia dito. Merda, esse garoto estava me fazendo deixar todo o meu orgulho de lado.
– A nossa primeira noite — eu arfei — foi uma das melhores noites da minha vida.
– Uma das? — ele indagou, olhando nos meus olhos e sorrindo. — E quais foram as outras?
– Se você me foder agora, essa vai entrar para a lista.
Ele abriu a boca em formato de O, completamente surpreso. É, eu estava surpresa, ele estava surpreso, as árvores também deviam estar surpresas com aquilo.
O momento de surpresa durou, no máximo, dois minutos. Ele imediatamente tirou a blusa que eu usava juntamente com o sutiã, jogando as duas peças de roupa para sabe-se lá onde. Percy começou a chupar meu seio esquerdo enquanto rodava o dedo em volta do meu mamilo direito, o puxando e brincando com ele, me fazendo gemer. Tirei sua camiseta e comecei a arranhar suas costas.
Ele desceu as pesadas mãos até o short Jeans que eu usava, dando um beijo na minha barriga e tirando o meu short. Tirou do bolso traseiro uma camisinha e me entregou enquanto tirava a própria bermuda.
– Isso está indo rápido demais — eu reclamei, cruzando os braços. Percy olhou para mim e riu.
– Ok, quer que eu vá mais devagar?
– Quero.
– Devagar como?
Me ajoelhei em frente à ele, afagando os seus cabelos negros enquanto mordiscava de leve o seu pescoço. Ele passeava com as mãos pelas minhas costas e pela minha bunda. Distribuí alguns beijos pelo seu abdômen e me deitei de novo na mesa de pedra. Ele aparentava estar decepcionado.
– Mas... Estava tão bom... — ele disse, fazendo beicinho. Eu ri.
– Anda logo, Percy.
Ele riu e me beijou mais uma vez. Tirou a box, me fazendo encarar seu membro por segundos prolongados e morder o lábio inferior. Aparentemente, ele gostava de me ver o encarando, e eu não vou reclamar porque, bem, eu gostava de encará-lo.
Ele se ajoelhou sobre mim e abriu as minhas pernas, segurando minhas coxas com força. Ele deslizou para dentro de mim e começou a se mexer rapidamente logo de cara, me fazendo gemer mais alto e procurar algo para apertar enquanto ele se mexia freneticamente dentro de mim. Agarrei a mesa de pedra, o que não foi muito agradável para as minhas unhas, ou os meus dedos.
Eu cheguei ao orgasmo antes dele. Prendi minhas pernas nas suas costas, o forçando a ficar parado. Ele gemeu em reprovação.
– Só não se esqueça do jeito que eu gosto — eu sussurrei no seu ouvido. Ok, foi mais para um gemido no ouvido, mas tanto faz.
Ele sorriu e me deu um beijo apertado e rápido. Inverteu as posições, ficando por baixo e apertando uma das mãos na minha cintura, enquanto a outra apalpava os meus seios. Apoiei as minhas mãos no seu peitoral e comecei a me mexer.
Eu não sabia quem gemia mais alto. Eu gemia, ele gemia, eu gemia o seu nome e ele gemia o meu nome, gemíamos palavrões e coisas sem nexo algum.
Ele chegou ao seu ápice e eu cheguei ao meu de novo. Ah, é bom ser mulher quando o cara é Percy Jackson.
Desabei em cima dele, arfando. O céu trovejou.
– Então — eu disse, com o queixo apoiado no seu peito. — estou perdoada?
Ele sorriu e suspirou, fechando os olhos.
– Você definitivamente está perdoada. Nunca tinha gemido tanto o meu nome assim.
– Não se acostume.
– Ah, eu vou me acostumar, porque você pode ter certeza que ainda vai gemer muito o meu nome, Annie.
Notas finais
E mais uma coisa, gente, eu perdi muito leitores por ter demorado um tempinho pra postar, e eu não demoro esse tempo, vocês sabem. Se eu demorei, era porque tinha alguma coisa acontecendo, e eu não podia postar. Alguns leitores mandaram MP's dizendo que tinham abandonado a fic porque eu tava demorando cara, meu coração ficou muito partido, e eu fiquei muito decepcionada. E pior, os leitores que mandaram isso eram os que viviam falando coisas tipo "ain sua fic é linda eu amo ela nunca vou deixar de ler". Na boa, eu to esperando a atualização de uma fic há duas semanas e eu não parei de lê-la por causa disso. Eu sei que eu não sou ninguém pra dar lição de moral, mas poxa, tenham consideração, vocês não sabem o por quê de eu ter demorado pra postar. E eu me desculpo por ter sido grossa com alguns leitores que não mereciam, mas é porque eu estourei. Mais de dez pessoas mandaram na minha MP que paravam de ler a fic #xateada
Enfim, You know you love me. Xoxo, Gossip Girl
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