Bad Girls
33 Master plan
Notas iniciais
Sim, eu to sumida. Porque? Não sei oaisdjmlad mas eu prometo que vou voltar a postar rápido.
Ain gente, hoje eu tava vendo Alladin e aí naquela musiquinha do começo o carinha fala um troço de orgias velho tipo OI DISNEY?
Tá mas foda-se, esse capítulo é dedicado à siriustick ♥ EU TB SURTO, TODOS SURTAM AUHAUHAUHA
Ah, e leiam as notas finais ok?
Hey, everybody says you're the man, the final piece to my master plan, you got the world in the palm of your hand.
Já estávamos no décimo dia de Spring Break em Cancun, e estava tudo sendo maravilhoso. Já tínhamos ido a inúmeras baladas, inclusiva as que você pode dançar de biquíni, visitamos milhares de pontos turísticos com o treinador Hedge, como Cozumel, Chichen-Itzá, Tulum e Xcaret. Também havíamos ido ao Jungle Tour, que é MUITO LEGAL.
Eu não sabia se Clarisse ou Thalia vinham ficando com outros garotos, mas eu não fiquei com mais ninguém a viagem inteira. Eu estava feliz com a minha situação indefinida com o Percy. Eu não me importava mais se ele me beijava em público, e quase todas as noites eu dormia no quarto dele. Pedíamos serviço de quarto, ríamos, conversávamos, víamos filme...
E outras coisas também, mas isso não precisa ser comentado aqui.
E, o que mudou na viagem também... A CALYPSO ESTÁ LEGAL.
Sim, isso é uma grande mudança, mas esses dias quando estávamos na piscina bebendo daquele bar que tem lá, ela veio falar comigo e ficamos conversando um tempo. Sem brigas, discussões nem nada, e olha que ficamos conversando por um longo tempo.
Hoje iríamos com Hedge até o penúltimo passeio cultural, o Parque de Xel-Há, que é tipo uma morada dos deuses maias ou sei lá o que.
Assim que acordei, vesti um biquíni por baixo da blusa roxa e o short Jeans que eu usaria. Calcei um chinelo mesmo e desci até o saguão, onde o Hedge já nos esperava. Depois de tomar café da manhã, fomos até o parque. A viagem durou uma hora, mais ou menos, e é claro que eu dormi no caminho.
O guia falou que o parque era considerado a terra dos deuses maias e era tipo um aquário a céu aberto, ótimo para a prática de snorkel e blá blá blá. Passeamos de barco pelas corredeiras do rio, pulamos na água e praticamos mergulho, encontrando raias, tartarugas e golfinhos. Eu nadei com os golfinhos de novo. Golfinhos são tudo.
Hedge chatonildo não quis entrar na água. Também exploramos grutas e ruínas das civilizações, e almoçamos comida mexicana ali por perto. Voltamos para o hotel já eram quase 7:00 p.m., e o passeio ao parque rendeu muitas fotos do Instagram.
- Pra onde vamos hoje? – perguntou Thalia, assim que entramos no hotel.
- Sem baladas, pelo amor de Deus! – disse Silena. – Eu ainda estou de ressaca da balada de ontem. Bebi mais que a minha vida.
Eu ri.
- Vai ter uma noite country no salão. Alguém tá a fim? – perguntou Nico.
- EU ADORO MÚSICA COUNTRY! – gritei. – É tão legal aqueles passinhos, e se vestir como um cowboy, adoro!
Thalia riu.
- Ok, noite country, então? – indagou Leo.
Todos concordamos. A noite country no salão do hotel só começaria às 9:00 p.m., então ainda tínhamos tempo para nos arrumar.
Subimos até a suíte. Thalia colocou uma blusa branca e uma blusa xadrez vermelha por cima, a fechando e amarrando, para que a blusa debaixo aparecesse. Vestiu também uma bermuda Jeans e um tênis.
- Sério, Thalia, você vai de tênis?
- Eu não sabia que iria ter noite country, Annabeth. Você trouxe uma bota?
- Trouxe, óbvio! Eu pesquisei sobre as festas do hotel. Sabia que, se ficássemos aqui até abril, teria uma festa do algodão doce? Fiquei triste.
Thalia riu.
Vesti uma regata branca justa que batia um pouco acima do umbigo, deixando uma parte da minha barriga aparecendo. Uma calça Jeans surrada e a minha bota marrom com desenhos dourados, completamente à lá country style.
- É assim que se vai à uma festa country, Grace – eu disse, e ela riu.
- Ai, Annabeth, quem diria que você gostava de música country.
- EU ADORO MÚSICA COUNTRY! O Estados Unidos inteiro ama música country. Música country é o que há nesse país.
- Então você deve saber dançar country também.
- Thalia, não me diga que você não sabe! É só acompanhar todo mundo!
Thalia deu de ombros, e fomos até a suíte de Silena e Clarisse. Clarisse estava com uma blusa xadrez preta e uma calça Jeans, além de um tênis. Silena estava com uma blusa xadrez rosa amarrada um pouco abaixo do umbigo e um short Jeans largo. E um tênis.
- Vocês não sabem ir à festas country – reclamei. – Todo mundo de tênis, suas sem cultura!
- Cala a boca, Annabeth Jackson – brincou Silena, e eu mostrei a língua à ela.
- Ui, a Sra. Jackson está nervosinha! – entrou na onda Thalia.
- Sra. Jackson a bunda de vocês – eu retruquei. – Vamos descer logo?
Já eram 9:30 p.m. quando chegamos ao salão, que estava lotado. Uma música country muito animada e ótima estava tocando ao vivo, e as pessoas estavam fazendo aqueles passinhos que eu adoro. Logo que saquei os passos comecei a dançar, e Silena me acompanhou. Thalia e Clarisse ainda estavam meio perdidas ali.
Duas músicas depois, Luke, Percy e Nico entraram no salão. Percy estava com uma calça Jeans e uma regata branca, além do chapéu de cowboy marrom. Luke estava com uma blusa azul de manga comprida e um chapéu também, e Nico estava com uma blusa preta e uma bermuda Jeans. Chato.
Larguei Thalia, Clarisse e Silena na multidão e fui os chamar.
- Venham dançar! – eu disse. – Vão ficar aí parados?
Percy me deu um beijo e foi pro meio da multidão dançar. Nico o seguiu.
- Ah, eu não sei dançar – disse Luke.
- Mas é música country, Luke! É só seguir os passos!
- Eu não sei dançar nada, Annabeth, não tenho ritmo.
- Não fala isso, seu bocó! Vem, eu vou te ensinar!
Puxei Luke pelo braço. Estava tocando Fake I.D., o que eu achei ótimo, porque eu adoro Footloose e já sabia a coreografia de cor.
- Me segue, Castellan – eu disse, rindo. Luke parou do meu lado. – Ok, anda pra frente, mão no bolso, chuta o chão com o calcanhar umas duas vezes, bate na coxa, roda, não Luke, roda com mais sensualidade! – eu disse, e ele rodou com sensualidade, me fazendo rir. – Ok, roda com pulinhos, isso, bate palma! Isso, Luke! Não tem ritmo nada, anda, vamos dançar!
Puxey Luke mais para o centro, e eu parei ao lado de Percy bem quando o refrão ia começar. Ele já estava completamente por dentro dos passos, porque dançava como se fosse profissional e não deixava o chapéu cair. Luke estava logo na minha frente, e também não vacilou muito. Thalia o acompanhava.
Continuei fazendo os passinhos, e todo o salão também fazia igual, bem naquele estilo filme de música mesmo. Percy me puxou e me rodou, então dançamos os passinhos frente a frente, até que o mini-solo de guitarra da música começou a tocar.
Me afastei e comecei a balançar a cabeça para deixar os meus cabelos voarem e a rebolar, só para provocá-lo. Ele também fazia passos de dança, mas eles não eram provocativos, já que um homem rebolando é gay.
O puxei pela camisa quando os caras recomeçaram a cantar, e ficamos rebolando em sincronia, com as testas coladas. Teve até uma hora que ele se abaixou e beijou a minha barriga, estilo Dirty Dancing total, e voltamos a dançar os passinhos.
No final da música, é claro, ele me pegou no colo e me rodou, me fazendo rir.
- É assim que dançamos country na California, Cabeça de Alga – eu disse, o beijando.
- Ei, não vão se pegar agora, né? – indagou Luke, que estava abraçado com Thalia. – Anda, vamos beber!
No bar, eles só estavam servindo tequila. Bebi umas duas doses, porque o gosto daquilo era horrível. Voltei com Percy até a pista de dança, porque hoje o que eu queria era dançar.
Bebi, comi, dancei e ri muito com o Percyto. Eram meia noite e o salão ainda estava cheio de gente dançando até se acabar.
- E agora, pessoal – disse o cara do palco. – Vamos fazer um leilão de pessoas! A pessoa que for leiloada vai ter que ir em um encontro com a pessoa que comprou! Os participantes subam ao palco.
- AAAAAAAAAAAH – gritei. – Eu vou participar disso agora.
- Ei, ei, ei – disse Percy. – Não vai a lugar nenhum.
- Ah, Percy, deixa eu ser leiloada pra algum outro cara me foder! – o provoquei, rindo, mas acho que ele não gostou muito da piada.
- Vai que um pedófilo maluco te compra?
- Percy, temos mais dois dias em Cancun. Eu agendo o encontro pra daqui a uma semana e sumo do mapa se eu não gostar do cara.
- Annabeth...
- Ok, Percy, então eu vou me sentar e ficar infeliz porque você não me deixou participar dessa merda.
Me joguei na cadeira e fiz cara de raiva, cruzando os braços.
- Para de birra, Annie – ele disse. Fiquei em silêncio. – Annabeth, eu sei onde o seu ponto G fica, se eu...
- Fala baixo, Percy! – o bronqueei, tentando prender o riso.
Ele suspirou.
- Vai logo lá pro palco!
Dei um sorriso e pulei no seu colo, entrelaçando minhas pernas na sua cintura e enchendo seu rosto de beijos.
- Já volto, Cabeça de Alga.
Saí correndo até o palco e me apresentei como voluntária. Krystal estava lá.
- KRYSTAL? Aleluia você apareceu, hein, parecia que tinha morrido – eu comentei, e ele deu um sorrisinho.
- HAHAHA Annabeth. Você é que sumiu por dez dias e não deu notícias!
- Dez dias? Krystal, eu sumi por uma noite.
- E onde é que você estava?
- Isso não é da sua conta.
- É, sim!
- Não, não é!
- É, sim!
- Desde quando, Krystal? Você não é a minha dona, aprenda! Com essa atitude, nem sei se minha amiga você é mais.
Acho que aquilo foi demais para Krystal. Ela me olhou como se fosse socar a minha cara, se aproximou e... me deu um beijo.
Uma palavra: Nojo. Muito nojo. ECA!
Quer dizer, eu não tenho nada contra lésbicas. Eu já até experimentei isso antes, mas a Krystal? Eu conhecia ela desde sempre, e do nada ela vira lésbica e me beija? ECA!
Ela pediu passagem com a língua e eu fechei a minha boca com a maior força que pude, e a empurrei para longe.
- KRYSTAL, O QUE É QUE VOCÊ TEM NA CABEÇA? – indaguei.
- Não, Annabeth, não brigue comigo... Você sabe o que eu sinto por você, eu sei que você também...
- Não! Não, não começa, Krystal! E-C-A! Eu não tenho nada contra, mas eu não sou lésbica! Me desculpa, Krystal, mas se era isso que você queria sendo minha amiga aqueles anos todos... Eca! Você me viu sem roupa!
Krystal sorriu.
- ECA! – gritei de novo. Ela tocou o meu braço e eu me afastei.
- Fica longe de mim – eu disse, e saí andando para o outro lado do palco. Não vi a Krystal se aproximar e, honestamente, eu já estava ficando enjoada.
Saí do palco e nem participei do leilão. Fui até o bar e encontrei com Percy lá.
- Ei, não ia participar do leilão? – ele indagou, rindo, e depois viu o meu rosto, que devia estar em uma mistura de nojo e raiva. – O que foi?
- A Krystal... Eca. Não posso nem falar. Blé.
Percy riu.
- O que foi, Annabeth?
- A Krystal me beijou! Ela me beijou, do nada, e disse que tinha sentimentos por mim! ECA!
Ele riu ainda mais.
- Eu disse que ela era lésbica.
- Para de rir, seu idiota! É horrível, eu não quero nunca mais beijar ninguém.
- EI! Não é pra tanto, ok?
Eu ri e o beijei.
- Isso é beijo de verdade! – falei. – Não aquela baba nojenta da Krystal.
Percy sorriu e me puxou pela nuca, me beijando mais uma vez.
- Falando nisso, Annabeth – ele disse, me abraçando por trás e sussurrando no meu ouvido. – Você me deve um strip-tease.
- Percy...
- Só temos dois dias, Annie.
Eu suspirei quando ele me deu um beijo leve no pescoço.
- Ok, Percy, amanhã nós estreiamos aquelas algemas – eu disse, e ele beijou meu pescoço com mais força, e eu gemi baixo.
- Beleza – ele respondeu, e eu me virei para ele, o beijando.
- Mas vamos voltar a dançar, ok? – eu disse, e o puxei até a pista de dança, rindo. Dançar era a última coisa que Percy queria fazer, mas eu não liguei.
Eu esqueci o nome da música que estava tocando, mas eu só segui o fluxo das pessoas e comecei a fazer os passos. Percy me imitava, até que ele me puxou pela cintura e me beijou no meio da música. Peguei seu chapéu e coloquei na minha cabeça. Me afastei dele, e rebolei, mordendo o lábio inferior. Ele veio andando até mim, e então começaram a puxar “trenzinho” de uma pessoa qualquer. Entrei no movimento dançando e rindo, e honestamente, Percy se perdeu de mim àquela hora.
Só que, alguns segundos depois, senti algo me puxar pela cintura, e comecei a rir. Era o Percy, claro.
- Você não vai se livrar de mim tão fácil – ele disse, sorrindo, e eu o abracei. Voltei a dançar enquanto nos beijávamos, mesmo ele fazendo o possível pra manter os meus quadris quietos.
- Você não vai me fazer parar de dançar tão fácil, Cabeça de Alga.
- Parem de se pegar! – disse Thalia, surgindo do nada. – Sempre que eu vejo vocês estão se pegando!
Eu ri.
- Cadê o Luke, Thalia? Vai cuidar do seu namorado, vai – disse Percy.
Thalia revirou os olhos.
- Vamos beber, seus chatos.
Thalia nos puxou até o bar, e o bartender nos serviu tequila.
- Eu odeio tequila! – gritei, depois de entornar uma dose na boca. – Tem gosto de pé!
- Então não bebe! – disse Silena, rindo.
- Não! – eu respondi, virando mais uma dose na boca.
Depois de mais algumas doses de tequila, eu e Thalia voltamos a dançar na pista de dança. Estávamos dançando juntas, rebolando, rindo, fazendo de tudo para provocar o Percy e o Luke.
Eles apreciavam a nossa dança de longe, e eu não sei se eles estavam bravos, ou se estavam gostando. Vou optar pela segunda opção.
Depois de umas cinco músicas os provocando, acho que eu tinha balançado a minha cabeça demais, por que comecei a me sentir enjoada. Parei de dançar com a Thalia e a puxei pelo braço até onde o Percy e o Luke estavam.
- Toma sua namorada — eu disse para o Luke, rindo. — Cabeça de Alga, me leva pro seu quarto? Tô me sentindo mal.
- Ih, bebeu muito – Luke brincou, e eu dei um soquinho de leve no seu braço.
- Idiota.
- Não vomite, o Grover não está aqui — Percy entrou na brincadeira, rindo.
- Você é ridículo.
Percy riu, e passou os braços pela minha cintura. Fomos até a sua suíte, ele me vestiu uma camiseta dele e tirou a minha calça, então eu dormi.
Notas finais
Tá whatever, o que eu tenho pra falar é que eu to muito indecisa sobre qual fanfic eu começo a escrever, então eu vou fazer tipo uma coletânea com as sinopses e postar aqui qualquer dia e vocês lindos vão me ajudar, ok? Enfim, 20 reviews, isso e aquilo, DUZENTOS E TRINTA LEITORES *surta*
You know you love me. Xoxo, Gossip Girl.
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