Bad Girls

41 Footloose


Notas iniciais
OI GENTEEEEEEEEEE, QUEM GOSTA DE FOOTLOOSE AI LEVANTA A MÃO! UHULLLLLLLLL SÓ EU? ok.
Bem, aqui estava eu em minha manhã de quarta-feira, doente e deitada na cama, muito entediada. E então, não sei se vocês sabem, eu to esperando uma MP de uma quenga que plagiou a minha fanfic inteira (like, INTEIRA). Aí eu vi que tinha uma MP. Aí eu fui ver.
VEEEEEEEEEEEEEEEEEI DUAS PESSOAS LINDAS E MARAVILHOSAS USANDO ÓCULOS DE SOL FIZERAM UM COMENTÁRIO EM VÍDEO CARAAAAAAAAA EU AMEI AMEI AMEI AMEI AMEI e por isso que esse capítulo vai pra elas, pera deixa eu ver os nomes rçrç
Aqui ó, Annie Everdeen La Rue e Brenda Jackson, esse capítulo é pra vocêêêêês, suas nindas ♥
E VIRAM A MINHA CAPA? VIRAM VIRAM VIRAM???????? CHUPEM PQ A BLAKE LIVELY TÁ PERFEITA MUAHAHAHAHA
E como foi a Brooke J H quem fez essa beleza pra mim, eu também estou dedicando o cap pra ela ♥
Então, aproveitem amoresssssssssss

Lose your blues, everybody cut footloose.

Quando eu me dei conta, já era dia 10 de maio, e faltavam poucas semanas para as férias de verão. Graças a Deus. Por outro lado, as provas finais também estavam chegando, e aparentavam ser ainda mais difíceis do que as outras. Não curti.

E o Percy... Bem, eu não tenho nem palavras pra descrever a minha relação com o Percy. Era... sei lá, perfeita? Eu ainda estava meio apreensiva com o que ele me fazia sentir, mas quando estávamos juntos eu não sentia mais apreensão.

Fora isso, Rachel finalmente largou do pé dele. Luke ainda estava namorando Calypso, que também não se metia mais no meu caminho, graças a Deus. Acho que Luke também já está enchendo o saco da namoradinha dele, porque em qualquer tempo livre que temos, ele prefere passar comigo e Thalia do que com a própria namorada. Charles e Silena se assumiram, Chris e Clarisse também. Grover estava tendo um rolo com Juníper há algum tempo, e Nico estava tentando investir na Thalia.

Ela não dava a mínima para o pobre coitado, mas mesmo assim eu tentava engatar um romance entre os dois.

Leo também havia enjoado de Drew. A cada segundo ele aparecia com alguma menina diferente.

Era uma sexta-feira, e eu tinha acabado de chegar no refeitório. Eu me sentei na mesa e Clarisse começou a falar:

– Meus pais vão viajar hoje – ela disse. – Tão a fim de dar uma festa lá em casa?

– CLARO – eu fui a primeira a responder.

– Oba! Eu adoro festas! – disse Silena, animada. – Vou pra sua casa depois da aula pra decidirmos como vai ser! Chamamos vocês amanhã. E dessa vez trate de ir, Thalia.

– É, trate de ir pra você ficar com o Nico! – eu impliquei, e Thalia me fuzilou com os olhos.

– Eu não vou ficar com o Nico. Ele é praticamente um primo pra mim.

– Incesto é excitante – respondi, fazendo Silena rir.

– Não é uma festa se você não pegar ninguém, Thalia – resmungou Clarisse. – E você é a única solteira.

– Não se pegar o Nico – completei. – Anda, Thalia, o moleque está caidinho por você!

Thalia bufou.

– Só vamos ver no que dá, ok?

– Isso é um sim?

– Não.

– Mas não é um não.

– Vai se foder, Clarisse.

– Ela prefere que o Chris foda ela – eu provoquei, rindo. Clarisse ficou vermelha.

– Annabeth! E se eu não tiver feito isso?

– Lógico que fez!

– Não fizemos ainda. Já dormimos juntos, mas transar...

– Como não fizeram isso ainda? – indagou Silena. – Eu e o Charles fizemos na minha festa, há bilhões de anos atrás!

– Eu e o Luke fizemos no mesmo dia – disse Thalia, dando de ombros.

– Eu sou a mais controlada, porque só fiz isso com o Percy em Cancun.

– Mas fez com o Leo dois dias antes da festa.

Mostrei a língua pra Thalia e voltei a comer. Poucos minutos depois, Percy se sentou ao meu lado, e Nico logo ao lado dele. Charles surgiu das sombras quase encoxando Silena, Grover se sentou junto com Juníper e Chris deu um beijo-mega-babado-enjoativo na Clarisse.

– Arranjem um quarto – eu disse para Chris, que deu um sorriso.

– Não preciso dizer nada para você e o Percy.

– Pelo menos não nos encoxamos em público – Percy entrou na discussão, erguendo uma sobrancelha.

– Não queira saber o que eles fazem em particular – disse Thalia. – Acredite, um dia eu estava inocentemente passando no apartamento da Annabeth e quando eu passei pela porta...

– Você não devia estar lá – eu a interrompi, sorrindo.

– Quem vocês acham que mais transam nessa mesa? – perguntou Nico, o único solteiro dali, aparentemente entediado.

– Percy e Annabeth – todos disseram em coro.

– Ei! – eu bronqueei. – Não transamos tanto assim.

– Transam sim – disse Silena. – Você é ninfomaníaca.

– Não sou, não!

– É, sim – disse Percy, e eu olhei para ele furiosa, mas acabei rindo com a careta que ele fez.

– Enfim – disse Grover. – O que estão pensando em fazer nas férias?

– Nada – respondeu Silena. – E vocês?

– Eu vou pra California – falei, e logo todos me olharam confusos. – O que? Eu não vou voltar a morar lá.

– Ah tá – disse Percy, aliviado, e eu sorri. – Mas não vai se agarrar com californianos não, né?

– Você é mais gostoso – eu respondi, e ele sorriu, apertando minha coxa.

– Depois nós que temos que arranjar um quarto – disse Clarisse, e Chris riu.

– Ok, chatos, e vocês, o que vão fazer?

– Eu vou ter que viajar com Zeus e Hera pra Grécia – respondeu Thalia, revirando os olhos. – Mas isso é só em agosto.

– Ah, é, meu pai também vai pra esse negócio aí – disse Percy. – Mas eu não vou com ele. Nico, seu pai vai?

– Vai, e eu vou ter que ir com ele, já que Perséfone vai ficar com Deméter e ela não está muito fã de mim esses dias.

– Hmmmmm, Nickito e Thaliazita na Grécia – eu impliquei, arrancando risadas de todos, menos do Nickito e da Thaliazita.

– Eu vou viajar com os meus pais para a Floresta Amazônica, no Brasil – disse Grover, animado. – E Juníper vai comigo, né, Juníper?

– Sério? Vocês vão se enfurnar na mata e estão felizes com isso?

– Você não entende, Annabeth – ela reclamou.

– Bom, eu não vou fazer nada. E nem a Silena. Isso vai ser muito interessante.

– Só não a engravide, Charles.

Ele mostrou a língua para Clarisse.

– E você, Clarisse, o que vai fazer?

– Viajar com os meus pais, blá blá.

– Eu vou ficar em casa sozinho – disse Chris, comemorando. – Apareçam lá se quiser.

– Vamos aparecer – Percy disse.

– Ei, cadê o Leo e o Jason?

– Devem estar paquerando alguém – disse Thalia. – Acho que o Jason está andando muito com o Leo. Ele anda obcecado por garotas. Ele fica falando sobre a sua irmã, Si, vinte e cinco horas por dia.

– Nem me fale! A Piper também não para de mencionar o nome desse guri, tá me dando um ódio que vocês não sabem.

Eu ri.

– O Malcolm não fala de ninguém, mas se alguém quiser pegar ele podem pegar, viu? Ele tá solteiro há anos – eu disse.

– Oi, gente.

Ergui a cabeça. Luke estava parado ali, com uma bandeja de comida.

– Senta aí, Lukito – eu chamei, e Percy deu espaço para que ele se sentasse. Luke se sentou ao lado de Thalia. Thalia estava entre Luke e Nico. Que conveniente.

– E você, Luke, o que vai fazer nas férias? – indagou Chris.

– Até agora nada. Mas qualquer coisa que não envolva a Calypso eu aceito.

– Se você detesta ela tanto assim – disse Thalia. – Porque não termina com ela?

– É complicado.

Thalia revirou os olhos.

– “É complicado” – ela repetiu, com uma voz debochada.

Depois que aquele climão se passou, voltamos a conversar sobre a vida e tal. Quando bateu o sinal anunciando o fim do almoço, todos seguiram caminhos diferentes. Eu estava caminhando pelos corredores da Goode até a sala de costura quando Percy me puxou pelo pulso.

– Ah, fala, Percyto – eu disse, sorrindo. Ele me puxou pela cintura e me prensou contra os armários.

– Faria uma coisa pra mim?

– Depende. Manda.

– Eu sempre quis transar na escola – ele disse, rindo. Eu sorri de volta. – E como eu transei no carro com você...

– Como se tivesse sido um grande esforço... – debochei. Ele me beijou.

– Topa ou não?

– Percy, é lógico que eu topo.

Percy riu e me deu mais um beijo. Ele me puxou pelo braço até o terceiro andar da escola, onde tinham poucas salas e o banheiro de deficientes.

– As barras vão ajudar, na hora de... Você sabe.

Eu ri.

– Trouxe camisinha, pelo menos?

– Eu ando com camisinha no bolso, Annabeth.

Percy trancou a porta do banheiro e me prensou contra a parede paralela à pia. Eu segurei em uma das barras e ele começou a me beijar com força, dando chupões no meu pescoço. Senti um doer um pouco mais, o que significa que ficaria roxo.

Eu tirei sua camiseta e arranhei suas costas, enquanto ele gemia abafadamente. Ele tirou a blusa daquele uniforme escroto e abaixou o sutiã, chupando os meus seios até ficarem vermelhos e mordiscando os meus mamilos. Depois disso, ele me deu mais alguns beijos no pescoço e, com dificuldade, consegui tirar suas calças o suficiente para que o seu membro saltasse para fora da cueca. Mordi o lábio inferior e voltei a beijá-lo. Ele tirou a saia do uniforme e a calcinha, e me penetrou enquanto eu me apoiava nas barras. Soltei um gemido contínuo. Percy mantinha uma mão na minha nuca, e me beijava enquanto fazia os movimentos vai e vem e estimulava meu clitóris. Gozei quando ele achou meu ponto G.

Percy lambeu seus dedos e voltou a me beijar. Começou as estocadas firmes e fortes, o que significa que ele estava chegando ao próprio ápice. Massageei meus próprios seios pra ver se eu conseguia me estimular e chegar mais rápido ao ápice, junto com ele, mas ficou muito melhor quando ele resolveu fazer isso pra mim.

Alguns minutos depois, chegamos aos nossos ápices, com um pouco de diferença.

– Já transamos em um carro, em um banheiro, na escola... – ele disse. – Tem mais alguma vontade?

– Numa festa. Domingo a Clarisse vai dar uma.

Percy riu e me beijou.

– Beleza. Vou levar camisinhas extras.

– E você, tem mais alguma vontade?

– No mar, ou na piscina. E no chuveiro.

– Talvez... – eu engoli em seco. – Talvez você possa ir pra São Francisco comigo nas férias.

Percy me encarou.

– Tipo... Tipo eu e você? Sozinhos?

– É, a Carolline vai estar lá mas ela geralmente não fica em casa e a minha mãe...

– Eu adoraria ir com você – ele respondeu, e sorriu. – Assim eu não preciso me preocupar com você rodeada daqueles californianos.

Eu o beijei e me vesti.

– Então, Annabeth... Está a fim de matar aula hoje?

Eu sorri e mordi meu lábio.

– Tem alguma coisa planejada?

Percy deu de ombros.

– É, eu planejei uma coisa.

– Se você souber como sairmos daqui...

Ele riu e me beijou.

– É claro que eu sei.

Percy averigou os corredores, para ter certeza de que ninguém iria nos pegar. Ele subiu mais um lance de escada e abriu uma porta secreta que eu juro, eu nunca tinha nem reparado que aquela porta existia. Enfim, passamos pela porta secreta-não-tão-secreta e paramos em um terraço.

Não, não era um terraço. Tinha um helicóptero lá. Um helicóptero da Poseidon Travels.

– Percy, o que é que nós vamos fazer? – eu perguntei, e Percy fez um sinal para o piloto do helicóptero. As hélices começaram a girar.

– Um passeio por Manhattan. É um dos principais passeios turísticos da cidade, Sabidinha – ele disse, e eu sorri.

– Eu sei, mas... Percy, não é errado pegar o helicóptero do seu pai?

Percy sorriu.

– Achei que gostasse de coisas erradas.

– Da última vez que você disse isso, transamos em um carro.

– Podemos transar em um helicóptero também.

– Você é idiota – eu disse, e entrei no helicóptero.

Bom, o helicóptero não era um normal, com aqueles negócios pendurados e todas aquelas confusões de cintos de segurança. Era um helicóptero chiquésimo, todo em couro branco com detalhes pretos. A “parede” paralela à porta era toda feita de vidro fumê e dava pra se ver metade do mundo dali.

– EU SENTO NA JANELA! – gritei, e saí correndo até o banco de couro mais próximo da janela. Percy riu e veio andando lentamente até mim.

– Você consegue ser tão infantil às vezes.

– Ok. Crianças não transam – eu rebati, rindo, mas ele ficou sério.

– Não vamos exagerar. Coloca o cinto.

Algum homem fechou a porta do helicóptero e eu coloquei o cinto de segurança. O helicóptero começou a tremer com um barulho imenso vindo do teto, o que me fez presumir que devíamos estar decolando. Olhei para o Cabeça de Alga e ele estava meio apavorado, olhando fixo pra frente.

– EI! – gritei, devido ao barulho das hélices. – VOCÊ ESTÁ BEM?

Percy me encarou. Eu devia estar meio radiante, já que nunca havia andado de helicóptero antes, e ele riu.

– DETESTO A DECOLAGEM.

– AH, QUAL É! É A PARTE MAIS LEGAL! UHUUUUUUUUUUUUL! – gritei, o fazendo rir mais ainda.

– UHUUUL! – ele gritou junto, e nós dois rimos e gritamos enquanto o helicóptero decolava.

Poucos minutos depois, eu pude ver Manhattan como um pequeno formigueiro e todas aquelas formiguinhas correndo de um lado pro outro. Passamos pelo Central Park, pelo Empire State, pelo Madison Square Garden e por todos os outros pontos turísticos de Nova Iorque que se possa imaginar. O helicóptero pousou em um prédio perto do Queens, então fomos tomar um sorvete quando saímos do passeio.

– O que achou? – ele perguntou, sorrindo. Eu sorri de volta.

– Eu achei ótimo – respondi, dando uma lambida no sorvete. – Eu sempre quis andar de helicóptero!

Ele deu uma risada e entrelaçou sua mão na minha. Eu me arrepiei apenas com esse pequeno toque. Eu me toquei que aquele era nosso primeiro encontro oficial, já que as outras vezes... É.

– Sabia que olhando bem – eu comecei. – , esse é o nosso primeiro encontro.

Percy pareceu pensativo.

– Ah, não, já saímos outras vezes.

– Ok, me diga uma.

– Hm... Nós já... Aquela vez que fomos ao Hard Rock Café. Aquilo foi um encontro. Né?

– Não exatamente.

– Mas... Mas... Nós precisamos sair mais.

Eu assenti.

– Então, já que esse é o nosso primeiro encontro, vamos fazer com que ele seja... Diferente.

– Diferente?

Percy e eu continuamos a caminhar tomando nossos sorvetes, até que chegamos em uma estação de metrô. Joguei o meu sorvete ainda na metade no lixo e descemos até a estação.

– Já andou de metrô? – ele indagou, e eu fiz que não com a cabeça. – Uau, já mora em Nova Iorque há meses e nunca andou de metrô?

– Não gosto de coisas que passam por debaixo da terra – expliquei. – Me lembram...

– Aranhas – ele tirou sarro, e eu emburrei a cara.

– Você é muito chato.

– Ah, qual é, não vai ficar bravinha no nosso primeiro encontro.

Revirei os olhos, mas Percy me deu um beijo na testa, e eu acabei sorrindo. Continuei me segurando nele para não cair, e ele segurava em uma das barras no teto do metrô. Demorou um pouco, mas quando me localizei, estávamos na Quinta Avenida.

– Perseu, o que estamos fazendo na Quinta Avenida?

– Vamos no meu museu favorito.

Saímos daquele trem subterrâneo maldito e finalmente eu respirei ar puro, sem me deparar com pessoas suadas e apressadas. Andamos umas duas quadras até chegarmos em frente ao Metropolitan Museum Of Art.

Se você fosse qualquer pessoa normal, crucificaria seu namorado por te levar em um museu no primeiro encontro. Mas, eu adoro museus, então aquilo foi ótimo pra mim. E, confesso, eu nunca tinha visitado o Metropolitan antes.

Ficamos umas duas horas seguindo o guia, vendo as obras gregas, romanas, tirei fotos de Percy fazendo caretas com algumas esculturas e até nos pegamos no armário do zelador – que não tinha um cheiro muito agradável. Saímos de lá rindo porque uma menina atolada tinha caído de cara no chão enquanto corria de uma baratinha.

– Ok, e agora pra onde vamos? – eu perguntei, ainda rindo.

– Bom, já são 4:00 p.m.

– Tem alguma ideia, nova-iorquino?

– Claro, baby, você está na minha cidade agora. Mas... Temos que nos trocar.

– Vai me dar alguma pista de onde vamos?

– Não – ele respondeu, malicioso. – Mas se arrume.

Franzi o cenho, e pegamos um táxi de volta para o Brooklyn. Percy me deixou em frente ao 500 e desceu mais um lance de escada para se arrumar. Ok, eu tenho que ir com uma roupa formal, se eu tiver alguma.

Tomei um banho e lavei o cabelo, já que algumas pessoas no metrô acabaram esfregando as axilas suadas no meu cabelo, o que não me deixou feliz.

Ainda de toalha e com os cabelos encharcados, eu fui até o quarto e abri o armário. Enquanto eu tomava banho, tive uma ideia do que eu poderia usar, e tenho certeza de que Percy iria gostar.

Era um vestido azul royal, o vestido que eu havia costurado na minha primeira aula de costura e nunca havia usado. Me olhei no espelho e quase babei, nunca tinha me imaginado naquele tipo de vestido, e nunca teria imaginado que aquela bostinha teria ficado tão bem em mim.

Como, infelizmente, aquele vestido não combinava com coturnos ou com tênis, eu tive que usar salto alto. Eu odeio andar de salto alto. Calcei um salto alto branco, finíssimo, e fui mancando até a sala. Me olhei no espelho e ajeitei os meus odiados cachos. Não acredito que eu ando deixado meu cabelo cacheado só pra agradar o Percy.

Peguei uma clutch branca que Deus sabe de lá onde havia surgido, e guardei meu celular e uns cem dólares ali. Passei uma sombra branca, rímel, lápis e um batom vermelho, e estava pronta. Meu estômago já estava embrulhado, céus Annabeth, porque você está assim?

Comecei a chutar o piso e andar pelo apartamento de um lado pro outro, ansiosa. Será que o Percy havia dormido? Dei uns pulinhos no chão e pouco tempo depois, a campainha tocou.

Ok, respira Annabeth, respira. Você não pode ter um treco antes de sair com o seu namorado pela primeira vez.

Notas finais
EVERYBODY CUT, EVERYBODY CUT *TAN DAN* EVERYBODY CUT, EVERYBODY CUT *TAN DAN* EVERYBODY CUT FOOTLOOSE!
E aíííííí, gostaram? Odiaram? Querem me fazer algum comentário em vídeo? Querem que eu responda em vídeo? SUDHSUDHSUHD
O que vocês acham que vai acontecer nesse "encontro"? E o que o Percy planejou? RISOXXXXXXX
You know you love me. Xoxo, Gossip Girl.