Bad Girls
37 Drag you down
Notas iniciais
AI GENTEEEE, VCS VIRAM QUE AS MÚSICAS DO ALBUM DA DEMI JÁ TAO DISPONIVEIS? CARA EU SURTEI MUITO SOIDJASLKD
Esse capítulo é dedicado à Mrs Castellan, pela recomendação dela que ♥ ♥ eu amo esse coração cara ♥ vocês me acham retardada ? USHUDSH
Enfim, enjoyyyyy
Don't let the water drag you down.
Eu acordei e me deparei com um teto branco. Tinha alguma coisa envolvendo o meu nariz e a minha boca, me obrigando a respirar, já que eu não conseguia fazer aquilo com tanta facilidade. Alguma coisa furava o meu braço, e a minha visão estava embaçada. Olhei para o lado e vi uma daquelas telas monitorando a minha frequência cardíaca. Eu tossi. Tossi e não parei mais, e o que saia da minha boca era água.
Assim que eu comecei com a tosse, um médico chegou ao quarto. Ele era alto, barbudo e parecia tranquilo. Seus olhos passavam uma sensação de serenidade.
- Olha quem está acordada! – ele disse, e sorriu de leve, tirando o troço da minha boca. – Annabeth Chase. Seus amigos achavam que você não iria resistir. Ficou desacordada por quase quatro dias.
- Onde eu estou? – indaguei, com dificuldade.
- Hospital Mount Sinai, Nova Iorque. Se lembra de alguma coisa?
- Eu já estou em Nova Iorque? Mas eu estava em Cancun!
- Não depois do afogamento. Não conseguiram te acordar em Cancun, então você foi transportada para Nova Iorque. Um moreno de olhos verdes... Percy Jackson, eu acho, veio com você. Ele estava desesperado.
Eu sorri de leve.
- E onde ele está?
- Na escola. Já é terça-feira, Annabeth. Ele virá te visitar após as aulas, assim como os seus outros amigos. Vou entrar em contato com o seu avô, Zeus, e avisá-lo de que você já acordou. Todos ficaram muito preocupados com você. Se lembra de alguma coisa?
- Hm... Bem, eu me lembro de estar brincando de briga de galo com os meus amigos... Então o Percy me jogou na água e algum ser gordo obeso não quis sair de cima de mim.
O médico assentiu.
- É, foi essa a versão que me contaram. Eu sou Esculápio, aliás. Você estava com tanta água nos pulmões que ninguém achou que você fosse resistir.
- Valeu – eu disse, sarcasticamente.
- Disponha. Qualquer coisa, é só chamar.
Esculápio saiu do quarto, e eu fiquei me perguntando se ele entendia alguma coisa de sarcasmo. Me debati na cama. Eu dormi por quatro dias mas ainda estava exausta. E eu queria ir no banheiro.
Tirei aqueles tubos estranhos e caminhei lentamente até o banheiro, com as minhas pernas estremecendo debaixo de mim. Lavei meu rosto e depois voltei para o quarto, pensando no que eu faria até alguém chegar.
Felizmente eu não tive que pensar muito, já que Zeus e Hera adentraram o quarto do hospital poucos minutos depois da minha ida difícil ao banheiro.
- ANNABETH! – minha avó gritou, me abraçando. – Oh! Estávamos tão preocupados com você! Todo mundo estava, certo, Zeus?
Zeus assentiu.
- Achamos que você não sobreviveria – ele disse, simplesmente.
- Achamos, não! Você achou! Eu sempre soube que a Annabeth iria sobreviver, ela é forte, ela é uma menina forte, certo, Annabeth?
Eu estava meio atordoada com a minha avó agindo com preocupação e não consegui falar nada. Ela chegou a ter uma crise de choro e a enfermeira teve que levá-la de volta para a sala de espera.
- Então, Annabeth... Esse seu caso com o Jackson é sério?
Encarei meu avô por meio segundo.
- Eu não tenho nada com ele.
- Ah, não seja boba. Poseidon disse que ele só fala de você. E foi ele que te acompanhou até aqui, não foi? Porque não foi a Thalia, a Silena ou qualquer outra pessoa?
- Ele é meu amigo.
- Annabeth, sua mãe te mandou para cá para você melhorar seu comportamento, não para conhecer namorados novos. E ainda mais o Percy. Meu relacionamento com Poseidon já é complicado, com o filho dele então...
- Não tenho nada com o Perseu. E não, minha mãe me mandou para cá porque ela é uma vadia escrota que não aguenta mais a filha por ter sido resultado de um estupro.
Zeus me olhou furioso e eu encolhi os ombros, como se ele fosse me fulminar ou coisa do tipo.
- Não fale assim da sua mãe. Você não sabe pelo que ela passou.
- Nada do que ela tenha passado justifica esnobar a filha como se ela fosse uma mendiga.
Antes que Zeus respondesse qualquer outra coisa, a porta do quarto se abriu e Thalia entrou.
- Annabeth! – ela disse, alegre. – Pai?
Zeus se levantou e saiu do quarto bravo, sem dizer mais nenhuma palavra. Thalia encarou a porta por alguns segundos e se aproximou.
- ANNABETH! AH, ANNABETH, VOCÊ NÃO SABE O QUANTO NÓS FICAMOS PREOCUPADOS COM VOCÊ! O PERCY QUASE TEVE UM ATAQUE DO CORAÇÃO, ELE DORMIU AQUI TODOS ESSES DIAS, E AQUELA SUA AMIGA, A KRYSTAL, MEU DEUS, ELA VOLTOU PRA CALIFORNIA E ACHO QUE ELA NÃO TÁ MUITO LEGAL, E... AH, ANNIE! – ela completou, me abraçando.
- Thalia... Você... Socorro.
Thalia riu e parou de me esmagar/abraçar.
- Nunca mais me dê um susto desses, entendeu, Chase? Acho que o Percy vai te dar uma bronca maior do que o comum, mas...
- Ele tá aí?
Ela assentiu.
- Tá. E daqui a pouco ele que vai entrar.
- Espera! Fala pra ele que eu não acordei, finge que eu ainda não acordei, ok?
- Annabeth, você quer matar o seu namorado do coração?
- Ele não é meu namorado!
- É, sim! Ok, vou falar que você ainda não acordou. Finja que está dormindo!
Me deitei na cama e fechei os olhos, imóvel. Ouvi a porta do quarto abrindo, um silêncio e ela se fechando. Senti alguém pegando a minha mão e beijando os nós dos meus dedos, e meu corpo inteiro se arrepiou. Eu não precisava ver pra saber que era o Percy que estava ali.
- Isso tudo é culpa minha... Anda, Annie... Eu sei que você está me ouvindo, você sabe que vai resistir... Acorda, vai... Você já está dormindo há quatro dias, são quatro dias sem beijar alguém e quatro dias sem fazer sexo. Sabe como isso é difícil?
Eu fiz muita força pra controlar o riso, mas acabei dando um sorrisinho. Graças a Deus o Percy é bem lerdo.
- Então você pode me ouvir. Hm... Então, er, eu vou te pedir uma coisa, quer dizer, te dar uma coisa, acho que vai ser mais fácil do que quando você estivesse acordada e... É, é isso aí.
Percy colocou um pedaço de papel e alguma coisa metálica e gelada na minha mão.
- Só pensa nisso, ok?
Percy me deu um beijo na bochecha e eu ouvi a porta abrir e depois se fechar. Assim que isso aconteceu, eu abri os olhos e vi o que ele tinha me dado. Um papelzinho escrito alguma coisa e um colar. Um colar lindo, maravilhoso. Tinha um coração de diamante azul escuro como um pingente, e dentro dele, uma das fotos que havíamos tirado juntos no Hard Rock Café, há não sei quantos meses atrás. Eu sorri e fitei o colar um tempo, então abri o bilhete.
Escrito em uma caligrafia horrível e perfeita ao mesmo tempo, Percy perguntava se eu queria ser a namorada dele.
Ai meu Deus. Não, não, não, o que eu falava agora? O que eu fazia agora? Eu quero isso? Ah, Annabeth, não se faça de burra, você quer isso. Mas e agora? Socorro.
Fui até o banheiro e peguei uma bolsa que estava em cima da privada, com algumas roupas minhas. Coloquei um short Jeans e uma blusa preta, então saí do banheiro, ainda com o colar em mãos. Respirei fundo antes de abrir a porta do quarto.
Na sala de espera, Silena chorava, Clarisse chorava, Leo chorava e Thalia estava com cara de tédio. Nem pra disfarçar, que amiga inútil. Luke e Nico conversavam com o Percy, que estava de cabeça baixa, e Jason e Grover falavam com o médico, que estava com uma cara de “não estou entendendo nada”.
Silena me viu, e abriu a boca em forma de “O”, dando uma cotovelada na Clarisse. Eu coloquei um dedo na boca como se as mandasse calar a boca.
- Percy – eu chamei baixinho, mas isso foi o suficiente para a minha voz ecoar pelo silêncio da sala de espera e fazer com que todo mundo olhasse pra mim, menos o Percy. – Percy – eu chamei, mais alto.
- Viram? Já até consigo ouví-la falando – ele disse.
- Hã... Cara, você não tá ouvindo coisas – Nico disse, e Percy olhou com uma cara confusa para ele, até erguer os olhos e me ver.
- Podemos conversar? – eu pedi, tentando conter um sorriso. Ele piscava e fazia caretas estranhas, como se não estivesse acreditando naquilo.
- C-C-Claro.
Dei meia-volta até o quarto não conseguindo esconder um sorriso enorme no meu rosto. Entrei no quarto do hospital e logo depois Percy entrou, fechando a porta.
Eu não disse nada. Ele me encarou de cima a baixo e me abraçou, me apertando forte e me rodando.
Ele se afastou de mim quando eu comecei a tossir, e sorriu.
- Você... Quando...
- Eu já estava acordada quando você veio, Percy.
- E VOCÊ NÃO SE MANIFESTOU?
- Eu sorri! Não acredito que você foi tão lerdo de pensar que eu só escutava o que você estava dizendo.
- Eu não... – ele ia começar a dizer alguma coisa, mas parou.
- Ok, Percy, tanto faz. Eu acho que a gente precisa conversar.
Percy ergueu uma sobrancelha.
- Sobre o que?
- Sobre isso – e mostrei o colar. – E isso – e mostrei o bilhete. – E tudo o que aconteceu.
- Ah... Escuta, se você não quer, a gente...
- Shiu, quem disse que eu não quero? Você não me deixa falar.
Percy sorriu e se aproximou de mim.
- Então você quer?
- Quem disse que eu quero?
- Você.
- Eu disse? Quando? – brinquei, com vontade de rir. Eu estava tentando não sorrir àquela hora.
- Você está rindo de mim.
- Não estou, não!
- Você não está tornando as coisas nada fáceis.
Eu ri e o abracei.
- Eu nunca, nunca vou tornar as coisas fáceis pra você, Cabeça de Alga. Acostume-se a isso.
O puxei pela nuca e o dei um beijo demorado, apaixonado, sem aquela urgência ou ferocidade de sempre.
- Então nós estamos namorando? – ele perguntou, quando me afastei.
- Acho que sim – respondi, sorrindo. – Mas antes, coloca esse colar em mim.
Percy sorriu e eu me virei. Ele fechou o colar na minha nuca e depositou um beijo lá, me fazendo soltar um gemido baixo.
- E agora? – indaguei.
- E agora o que?
- Eu não sei namorar.
Percy riu.
- Como não sabe namorar, Annabeth?
- Eu não sei namorar, não sei! – respondi, rindo.
- Bom... Basicamente, você só pode me beijar, e eu só posso te beijar, e você só pode transar comigo e eu só posso transar com você.
- Ah... Podemos usar aqueles anéis de castidade?
- Anéis de castidade?
- É, aquele troço... A... Aliança?
Ele deu uma gargalhada maior ainda e me abraçou.
- Ok, a gente usa aliança, Annabeth.
- Não ria de mim, seu bocó.
- Não tô rindo de você – ele disse, rindo. – É só que... Você parece uma gênia mas não sabe namorar. Talvez você não seja tão sabidinha assim.
- Talvez você não seja idiota.
- Se eu for, você está namorando um idiota.
- Acabou de se chamar de idiota.
Percy se jogou contra mim, apertando minha cintura, e eu soltei um gemido de dor. Ele se afastou, assustado.
- O que eu fiz?
- Não, nada, eu só... Acho que estou um pouco sensível – falei, me sentando na cama.
- Quer que eu chame um médico?
- Não, eu estou bem.
- Annabeth, você sabe o quanto é teimosa?
Revirei os olhos, e Percy saiu pela porta, chamando o médico. O médico disse que eu estava meio propensa a sentir dores pelos próximos dias e que devia evitar fazer esforços porque minhas costelas pareciam estar fraturadas, mas nada muito grave. Ele pediu um Raio-X, que eu tive que fazer, e sim, uma das minhas costelas estava fraturada. Ah, obeso filho da puta. Ele disse que eu iria ser liberada a voltar para casa no dia seguinte, mas que eu só poderia voltar a dançar em quatro ou cinco semanas.
Isso foi bom e ruim ao mesmo tempo. Agradeci por a Goode não ter nenhum jogo marcado para as próximas duas semanas, e caso tenha, eu teria que ter cuidado e não participar de nenhuma manobra, o que me deprimiu um pouco.
Depois que eu falei com todo mundo, ouvi as choradeiras de Silena, as cantadas do Leo, e tive que aguentar o Nico e o Luke me enchendo o saco por causa do meu namoro com o Percy, o doutor alguma coisa finalmente anunciou que o horário pra visitas tinha terminado e que só o Percy poderia passar a noite, já que é o que ele tem feito pelos quatro dias que se passaram e eu tenho quase certeza de que ele pagou alguém pra o deixar fazer isso.
Enfim, uma das enfermeiras me ajudou a tomar um banho de água fervente porque o vapor me faria bem e e.t.c. Eu não caí na da enfermeira de primeira, mas o vapor da água quente realmente me fez sentir melhor.
- Você precisa descansar – ela falou, me deitando na cama do quarto, enquanto eu ainda estava enrolada na toalha. Foi até a mala que estava em um dos sofás e tirou de lá a camiseta preta de Percy e um short de moletom. A enfermeira me ajudou a vestir o pijama improvisado e logo depois afofou o meu travesseiro. – Acho melhor não fazer nenhum esforço hoje.
- Esforço? Do que você está falando?
Ela deu um sorriso de leve e ligou a televisão.
- Vou chamar seu acompanhante.
Abaixei a cabeça pra esconder qualquer sentimento que viesse à tona. Eu me esqueci que era Percy que iria ficar ali comigo, e a cada vez que eu pensava que iríamos ficar em um quarto sozinhos, meu corpo simplesmente se desesperava pelos seus toques.
Antes que eu pensasse mais alguma coisa sobre transar com o Percy em um quarto de hospital, o mesmo adentrou o quarto, fechando a porta atrás de si e me fitando com aqueles olhos verdes intensos.
- Já tomou banho? – ele perguntou.
- Já, sabe, porque com certeza não podemos nos ver sem roupa, porque somos virgenzinhos usando anéis de castidade.
Ele riu e se sentou ao meu lado.
- O que foi? – indaguei.
- Chega pra lá.
- Eu não consigo dormir em tão pouco espaço.
- Nesses quatro dias você dormiu.
Revirei os olhos e dei espaço para que Percy se deitasse naquela pequena cama de hospital. Ele passou o braço pelos meus ombros e nós nos esprememos ali. Soltei um pequeno gemido de dor.
- O que foi? – ele perguntou, com um olhar de pavor.
- Nada, só... Parece que dói mais agora que eu sei que está quebrada.
- Não está quebrada, você só fraturou.
- Mesma merda.
- Sabe, se fosse a mesma merda, eu não poderia fazer isso – ele disse, se deitando em cima de mim o mais devagar possível e me dando um beijo. Não doeu nem um pouco, e só fez com que a vontade de sentí-lo dentro de mim se tornasse maior.
O puxei pela nuca e o obriguei a continuar me beijando. Uma das minhas mãos desceram até a barra da camiseta que Percy usava, e eu comecei a puxá-la levemente para cima. Assim que toquei seu abdômen, Percy se afastou.
- Não – ele grunhiu, saindo de cima de mim e se sentando na cama.
- Não o que?
- Eu não posso transar com você.
Suspirei.
- Porque não?
- Annabeth, eu não posso te machucar.
- Você não vai me machucar, eu estou ótima.
- Não, não está. Eu não vou me conseguir me controlar quando eu estiver dentro de você.
- Vai, sim. Eu confio em você.
- Eu não confio em mim – ele disse, e eu sorri.
- Percy, por favor, eu estou implorando para você me foder.
- Não, Annabeth, eu não posso te foder, eu não posso te machucar. A culpa de você estar aqui é minha, eu não devia ter te jogado na água, e se eu te machucar eu...
Envolvi seu rosto com as mãos e o beijei.
- Cabeça de Alga, a culpa não é sua.
Percy deu de ombros e continuou encarando as próprias mãos. Eu me sentei de frente para ele.
- Ok, então não me foda. Só transe comigo, faça sexo comigo, chame do jeito que você quiser. Por favor, Percy, a gente vai devagar.
- Acho melhor a gente esperar até que você esteja melhor.
- Ah, tá. Então a gente espera umas cinco ou quatro semanas até que eu esteja melhor. Que maravilha – eu disse, e revirei os olhos. – Percy, por favor, você sabe que quer.
- E se eu te machucar?
— Você não vai me machucar. Eu não vou apressar nada. Se for devagar não vai doer.
Ele suspirou e passou a mão nos cabelos.
- Devagar, ok? Eu não posso te machucar ainda mais, Annabeth.
- Você não vai me machucar.
- Se doer você vai avisar. Você vai avisar e vai pedir que eu pare.
Revirei os olhos.
- Annabeth...
- Tá, mas só se for insuportável.
- Annie...
- Tá bom, Percyto, se doer eu te aviso.
Ele sorriu de leve e eu retribuí o sorriso. Percy me beijou levemente, como se tomasse cuidado ao me tocar, com medo de que eu quebrasse. Ele me deitou na cama do hospital lentamente e me beijou com tranquilidade e sem pressa. Eu tirei sua camiseta, mas ele não me deu os chupões de sempre, ele só beijava o meu pescoço. Eu gemia baixo, mesmo que preferisse os chupões. Percy tirou a camiseta e o short de moletom que eu usava. Fiquei um pouco apreensiva quando ele começou a beijar os meus seios, porque aquela área era aonde estava mais dolorido, e Percy tem meio que uma obsessão pelos meus seios, demora uma meia hora os chupando, mordiscando e beijando.
Mas dessa vez foi diferente. Ele os chupava devagar, e os massageava de leve. Voltou a me beijar. Ele se levantou por meio segundo para desabotoar a bermuda que usava, mas eu o interrompi.
- Quer ajuda?
Percy sorriu.
- Já que você insiste.
Me sentei com dificuldade escondendo as caretas de dor, e desabotoei a bermuda. Abaixei a cueca branca que ele usava, e estava prestes a beijar o seu membro quando ele me forçou a deitar na cama de novo.
- Ei, ei, ei, porque não?
- Não se esforce hoje.
Emburrei a cara e estava prestes a armar uma tromba, mas já devia estar sendo suficientemente difícil para Percy, então o puxei para que ele voltasse a me beijar. Ele desenrolou a camisinha no seu membro, tirou a minha calcinha habilmente e encaixou seu membro na minha intimidade, me encarando como se pedisse permissão.
- Tem certeza? – ele perguntou.
- Percy, eu não sou mais virgem, só entre logo aí antes que eu grite com você.
Percy sorriu e me deu mais um beijo antes de deslizar sem membro para dentro de mim, delicadamente e sem pressa. Quando já estava por completo dentro de mim, me encarou.
- Abra os olhos, Annie, assim eu posso ver se está doendo, e você não vai me enganar.
- Não vou te enganar, Percyto.
Abri os olhos hesitando. Minhas costelas doíam um pouco, torci para que ele não notasse.
- Está doendo? – ele perguntou.
- Não, eu estou ótima. Pode se mexer, Percy, eu não vou quebrar.
Ele sorriu e foi se mexendo em um ritmo extremamente devagar mas delicioso ao mesmo tempo. Eu gemia baixo e comecei a me mexer, o acompanhando, por mais que ele relutasse para que eu não fizesse aquilo.
- Não está bom? – ele perguntou em um sussurro no meu ouvido. Eu sorri.
- Está ótimo, eu só não posso gritar.
- Merda, adoro quando você grita – ele disse, e começou a se mexer com um pouco mais de rapidez, mesmo que fosse imperceptível.
Percy foi aumentando gradativamente a velocidade, mas nada que tenha sido tão rápido assim. Aos poucos, eu já gemia um pouco mais alto e ele me acompanhava. Percy deu uma última estocada mais forte, o que doeu pra caralho e causou prazer ao mesmo tempo, e eu cheguei ao orgasmo junto com ele.
Ele saiu lentamente de dentro de mim e se vestiu, logo depois me ajudando a colocar a roupa. Deitou ao meu lado e me abraçou.
- Você tá bem?
Eu sorri.
- Estou ótima, Percy.
- Está com cara de dor.
Suspirei.
- Doeu um pouquinho, mas...
- Droga, Annabeth, você disse que ia me falar se eu te machucasse!
- Você não me machucou, Percy – reclamei. – Doeu um pouco. Sempre dói um pouco.
Ele me encarou.
- “Sempre dói um pouco”?
- Ahhh, é, Percy. Sempre dói um pouco pra mulher.
- É? Então... Nas outras vezes doeu também?
- Nessa doeu mais.
- Porque eu te machuquei.
- Não machucou, que droga, até quando vamos ficar discutindo sobre isso?
Ele deu de ombros e bufou. Pegou o controle e zapeou pelos canais até que achou um filme de terror interessante, e um fato que eu sempre escondi do Percy ou de qualquer outro era que eu odeio filmes de terror, e esse em particular se passava em um hospital, o que foi contribuinte para a minha paranoia.
Depois que o filme acabou, e o outro depois desse, e Percy já estava babando perto do meu pescoço, eu finalmente consegui dormir.
Notas finais
Ahhh, e mais uma coisa, eu não sei se a fic no final vai ser Thaluke ou Thalico since ela foi apagada, então me digam o que preferem e eu vou fazer a mais votada, yesssss
Bem, esse cap é nhonhonho mas eu amo ele, e eu nao costumo fazer muitos caps nhonhonho, tem um capitulo que... ACREDITEM, é tenso.
E só os fortes sabem a relação entre o nome do cap e o cap MUAHAHA
Enfim, you know you love me. Xoxo, Gossip Girl.
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