Bad Girls
50 Big girl
Notas iniciais
E SIMMM, eu demorei, mas posso muito bem explicar QUE eu esqueci a minha senha e não conseguia entrar nem por um caralho, mas ficou td bem no final. Ah, e eu também tava viajando com essa baleia aqui: http://img0.liveinternet.ru/images/attach/c/5/3970/3970473_sprite198.swf
MAS ENFÂN, aqui estou eu para alegrar sexta-feira de vcs, e falar que FÉRIAS ALELUIA JESUS AMÉÉÉÉM
Esse cap é dedicado à CristinaJackson, pela recomendação dela ♥ HENTAI DE PREFERÊNCIA RSRS HENTAIS S2 EU
One way or another, VOCÊ ESTÁ NA MINHA LISTA DOURADA ♥ Aproveite o capítulo p vc, q tá um cocô mas okkkk
E VCS TAMBÉM APROVEITEMMMM
It’s time to be a big girl now, and big girls don’t cry.
Eu, pelo menos, saí com as pernas trêmulas do Túnel do Amor. Sim, Percy havia ido com força demais, e eu só percebi aquilo agora.
– Aonde vamos agora? – eu perguntei, me agarrando ao braço dele. Ele sorriu.
– É muito bom ver o seu rosto – ele disse, me beijando. – Que tal a Roda Gigante?
Eu olhei para a Roda Gigante, que não estava com muita fila.
– Claro – eu sorri.
Fomos andando até o brinquedo e nos sentamos nos banquinhos. Quando aquilo começou a subir, eu achei que fosse despencar e cair com tudo no chão. Sério, acho que eu nunca fiquei tão grudada com o Percy antes.
Não que ele parecesse não estar gostando. Ele estava com aquela usual expressão de “sou foda” no rosto.
Assim que descemos da Roda Gigante, eu quase beijei o chão. Quase. Só não beijei porque Percy ficaria com ciúmes.
Fomos comer o tal algodão-doce que poderia abrigar um golfinho com facilidade. O dividimos enquanto andávamos pelo parque, rindo das crianças desesperadas correndo e pensando em que brinquedos iríamos.
Decidimos ir na montanha-russa. Claro, muito sensato ir na montanha-russa logo após comer um algodão-doce do tamanho de uma baleia, mas felizmente não passamos mal, só... Gritamos até ficar roucos.
Fomos em praticamente todos os brinquedos do parque. Umas cinco vezes na montanha-russa, no elevador, que despenca de não sei quantos metros de altura, em todos os brinquedos que dão cambalhota e te deixam enjoada só de olhar as pessoas os enfrentando.
– Eu aposto que você não consegua acertar a garrafa – eu o desafiei, assim que chegamos em uma barraquinha qualquer. O objetivo era acertar a garrafa com uma argola e ganhar um prêmio.
– Por favor, você não conhece a minha mira.
– E você não conhece a minha habilidade de azarar as pessoas.
Percy olhou ao seu redor.
– Eu aposto que você não consegue derrubar aquelas garrafas empilhadas – ele apontou para a barraquinha paralela à que estávamos.
– Ok, desafio lançado – eu disse, o beijando, e fui até a barraquinha das garrafas empilhadas.
– Quanto é para jogar uma? – eu perguntei ao vendedor, que estava de costas para mim.
– Dois dólares – ele respondeu, e se virou.
Deus, não. O que o Dylan estava fazendo aqui?
– O que você está fazendo aqui? – eu indaguei, enojada.
– Você achou que eu tivesse me esquecido, certo? – ele disse, sorrindo. – Da festa naquela boate... de você beijar o meu melhor amigo em Cancun... E agora, de estar namorando esse viado.
Melhor amigo? Alguém ainda consegue ser amigo do Dylan nesse mundo?
– Você está me seguindo? – perguntei, mesmo que a resposta fosse óbvia.
– Você me jogou na cadeia – ele cuspiu as palavras na minha cara, com raiva. – Eu fiquei três anos lá, preso, só pela sua mãe ter influência o suficiente para me manter lá o tempo que quisesse. E a culpa é sua.
– Não é minha culpa você ter enlouquecido e ter dado um tiro no meu pé – eu rosnei, e ele bateu as mãos nas garrafas, as fazendo cair no chão.
– Eu vou te destruir, Annabeth – ele avisou. – Eu vou destruir você e todos que você ama. Começando pelo Luke.
Eu gelei.
– O Luke?
– É o seu melhor amigo na Goode, não é? – ele indagou, com um sorriso sinistro no rosto. – Eu sei que, embora você não admita, você o ama como amigo. Não seria uma pena se... Ele sumisse?
– Você está mentindo – eu disse, já prendendo a minha vontade de chorar. Ele sorriu.
– Estou, é? A decisão é sua. Quando o seu amigo morrer, a culpa vai ser sua. E então, quando ele estiver morto e com a cabeça pendurada na minha sala de jantar, eu vou pegar o seu irmão. A Thalia. Silena. Clarisse. Grover. E por último e mais torturante, o seu namoradinho – ele apontou com a cabeça para Percy, que ainda tentava acertar as argolas na garrafa. – E você vai ouvir. Você vai ver eles morrendo. Vai sentir na sua pele – ele me beliscou e chegou perigosamente perto de mim. Eu conseguia sentir seu bafo – a culpa por ter matado todos eles.
Eu tirei meu braço bruscamente de lá, deixando uma marca vermelha ali. Enxuguei as lágrimas que já escorriam no meu rosto.
– Você está mentindo – eu repeti, me afastando dele.
Dei as costas ao Dylan e caminhei até a barraquinha onde Percy estava.
– Vamos embora? – eu perguntei, soluçando.
– Mas eu estava... – então ele olhou atentamente para o meu rosto. – Você está chorando? O que aconteceu?
– Vamos embora, por favor – eu pedi, o abraçando.
– Ei, o que aconteceu? – ele indagou, acariciando o meu cabelo. – Você não conseguiu acertar as garrafas?
– Percy, eu estou te implorando – eu olhei para a barraquinha, e Dylan ainda estava lá, me encarando com seu sorriso sinistro. – Por favor, vamos embora. Eu te explico tudo no carro, mas pelo amor de Deus, eu não posso ficar mais aqui.
Ele me olhou assustado. Jogou a última argola, que acertou na garrafa, e escolheu um urso panda enorme como prêmio. Caminhamos até o estacionamento e, assim que entramos no carro e ele começou a dirigir, eu suspirei.
– Ok, agora, me conte o que está acontecendo – ele pediu. – Eu fiz alguma coisa errada? Merda, eu usei muita força, não usei?
– Não foi você, Percy... – eu disse, acariciando seu rosto.
– Bem, então o que aconteceu? Nosso segundo encontro não estava tão desastroso assim pra você chorar e pedir pra te levar pra casa.
– Dylan estava lá.
Eu juro, eu achei que o Percy iria explodir. Ele ficou vermelho como um pimentão, e apertou ainda mais as mãos no volante. Eu também achei que ele fosse dar meia-volta com o carro e atropelar o Dylan.
Não que eu achasse a última parte ruim.
– Por que você não me falou? – ele perguntou, gritando. – Eu juro, se eu encontrar esse filho da puta na rua, ele vai...
– Percy, calma. Pelo amor de Deus, calma – eu pedi, passando a mão pelo seu braço, mas ele se mexeu desconfortável, tirando a minha mão dali.
– O que ele te falou? – ele rosnou. – HEIN?
Eu encolhi os meus ombros. O Percy nunca tinha gritado comigo daquele jeito. Nunca alguém tinha gritado comigo daquele jeito. Ele estava possesso, e não de um jeito legal e excitante.
– N-N-Nada – eu menti, me encostando no banco. Eu ia falar alguma coisa, mas hesitei. – Nada.
Se passaram alguns minutos de silêncio. Um silêncio constrangedor. E então, quando eu percebi, estávamos cruzando a ponte Brooklyn-Manhattan.
– Aonde estamos indo? – perguntei, ainda assustada por ele ter gritado comigo.
– Manhattan – ele respondeu, como se fosse óbvio. – Ele deve saber onde você mora, e o Brooklyn não é seguro agora.
– Você vai me levar para o Olimpo? – perguntei. Droga, a última coisa que eu queria era visitar o meu avô.
– Não. Eu vou te levar para o meu apartamento.
Notas finais
ENFIMMM, o que acharam do cap? RÇRÇ quem aí quer matar o Dylan? RÇRÇ caça ao Dylan partiu
You know you love me. Xoxo, Gossip Girl.
Fale com o autor