Bad Girls

51 Safe and sound


Notas iniciais
OI OI GENTEEEEEEEEEE! Demorei? Não? OK, tenho avisos a DARRRRRRRR!
Preciso de perguntas, curiosidades ou assuntos, NAO SEI, porque eu pretendo ir nos próximos dias na casa da Juliana (é, a louca do outro vídeo) para a gente fazer outro. Então, podem fazer perguntas pra mim, pra ela, whatever. MAS FAÇAM PERGUNTAS!
E outra, daqui a duas semanas, a minha prima vai estar aqui, PORTANTO, meu tempo pra postar vai estar meio corrido. Então, vou combinar de postar pra vocês toda segunda no período que ela estiver aqui, se eu não conseguir postar mais vezes, ok? Ah, e provavelmente vou fazer vídeo com ela também, então, BOLEM SUAS PERGUNTAS.
Esse cap é dedicado à Lahh, pela recomendação dela que ♥ eu amo as pessoas que leem a fic de madrugada pq eu s2 elas. Na verdade, eu s2 muitas coisas.
ENTÃO, APROVEITEMMMMMMMMMM (:

Just close your eyes, the sun is goin’ down. You’ll be alright, no one can hurt you now. The morning lights, you and I will be safe and sound.


Eu nem ao menos sabia que o Percy tinha um apartamento próprio. Seja lá qual for o motivo de ele ter um, ele nunca havia me contado sobre ele, e ele também não passava muito tempo lá.

– Você tem um apartamento? – eu indaguei.

– É – ele olhou para trás pelo retrovisor. – Ninguém sabe da existência dele, então, pelo menos hoje, a gente podia dormir lá. Só até você se sentir segura, eu sei que ele te falou alguma coisa.


Eu suspirei.

– Olha, eu não queria ter gritado com você – ele continuou. – Eu só queria que você tivesse me falado no parque. Assim, talvez, eu pudesse ter dado uma surra nele e ele nunca mais se meteria na nossa vida.

“Nossa vida”. Ok, o Percy acabou de falar “nossa vida”?

– Eu duvido muito – respondi, sorrindo fraco. – Eu só precisava sair dali.

– Ele falou alguma coisa sobre mim? – Percy voltou a perguntar, e eu não soube o que responder.

– Falou.

Ele assentiu, como se já soubesse disso. Assim que o sinal fechou, ele pegou a minha mão e a beijou.

– Nada vai acontecer com a gente, tá?

Eu fiz que sim com a cabeça, mesmo sabendo que aquilo não era uma garantia de nada. Eu só queria abraçá-lo.

O sinal abriu, e Percy continuou a dirigir. Chegamos a uma parte de Manhattan que eu não conhecia muito bem, talvez fosse o Greenwich Village. Era um prédio alto e branco, parecia bem novo.

Ele entrou no subsolo e estacionou o carro. Pegamos o elevador e ele apertou o botão do décimo segundo andar. Aquela musiquinha ambiente de elevador começou a tocar, e ele me abraçou. Deus, eu gostava do abraço dele. Era como se ninguém nunca fosse conseguir me tirar dali.

Finalmente, o elevador parou no andar do apartamento de Percy. Nós saímos de lá abraçados, e entramos no 1201.

Bem, como ele nunca passava muito tempo lá, não era de se esperar que o apartamento fosse bagunçado. E eu adoro bagunça.

A sala toda era cercada por vidro, exceto pela cozinha, que era separada com um balcão de granito. Havia uma geladeira, um fogão e uma cafeteira, além da dispensa logo ao ulado da geladeira.

Do outro lado da sala, havia um corredor, provavelmente com os quartos e o banheiro. Lembrava muito do apartamento da Haley em Sacramento.

– Bem-vinda, Srta. Chase – ele disse, de mãos dadas comigo. Não haviam móveis na sala, exceto por um colchão king size com mil cobertores e almofadas jogadas em cima, uma televisão e um videogame.

Eu sorri.

– Eu geralmente veio aqui quando quero fugir de alguma coisa – ele explicou, tirando os sapatos e caindo no colchão. – Ou quando quero um lugar quieto.

– Por que você nunca me falou disso antes? – eu perguntei, me sentando junto com ele no colchão. Ele puxou a minha cintura e me fez deitar em cima dele.

– Eu não sei. Era o meu jeito de relaxar, me livrar de tudo acontecendo lá fora. Me livrar da Calypso – ele revirou os olhos. – Você é a primeira que eu trago aqui.

– Eu me sinto honrada – respondi, rindo. Ele me beijou e me jogou no colchão embaixo dele.

– O que o Dylan falou para você?

– Ele disse que era minha culpa de ele ter ficado na cadeia. E que ia acabar comigo e com todo mundo que eu amava. Começando com o Luke e terminando com você, da pior maneira possível.

Ele me beijou. Um beijo longo, irresistível.

– Nada vai acontecer comigo – ele prometeu, beijando a minha testa. – E nada vai acontecer com você. Ou o Luke, ou ninguém. Vai ficar tudo bem. Se for preciso, a gente se muda pra cá até tudo isso acabar.

Eu sorri. Percy estava sendo tudo o que eu poderia desejar naquela hora, e simplesmente tudo o que eu realmente precisava. Eu sei que ele só queria me proteger, mas eu conheço o Dylan, e eu sei que ele não vai parar até ter o que quer.

E agora, eu não sei mais se o Dylan quer a mim, ou matar e torturar todos os meus amigos.

– Mas, Percy... Como vamos ir à escola amanhã?

Ele franziu o cenho, obviamente não entendendo a pergunta.

– Estamos sem uniformes – expliquei. – E o Sr. D não vai nos deixar entrar sem aquele uniforme maldito.

Ele bufou.

– Eu odeio aquele cara – ele respondeu, e eu concordei. – Ele olha para mim como se quisesse me fulminar ou coisa do tipo. E me chama de Peter Johnson. Eu estudo na Goode desde os 11 anos.

Eu sorri.

– Ele me chama de Annie Bell, e acho que só decorou o meu sobrenome por causa da minha mãe.

Percy me beijou, e então se levantou do colchão.

– Ok, você quer comer alguma coisa? – ele perguntou. – Por que eu estou morrendo de fome.

– Você sempre está morrendo de fome – respondi, e ele me ajudou a levantar.

– E não só de comida – ele disse, malicioso, e eu o dei um tapa no braço.

Fomos até a cozinha mas, como não tinha nada para comer exceto pacotes estranhos que obviamente já haviam passado da validade e uma lata suspeita, pedimos uma pizza. E, enquanto a pizza não chegava, Percy tentava me ensinar a jogar algum jogo de luta no videogame, sem muito sucesso.

– Ok, no X você atira – ele tentou me explicar – No triângulo você se abaixa. No quadrado você atira granadas, e no círculo você pega os objetos. Não é tão difícil.

Ele deu play no jogo, e eu tentei jogar. Mesmo sendo um time, eu acabava atirando nele, e ele morreu umas duas vezes porque eu não sabia diferenciá-lo de um inimigo e o matava. E eu atirava para tudo quanto é lado, sem me defender ou usar nenhum dos outros comandos.

– Eu não consigo jogar isso! – declarei, meu personagem correndo de um lado para o outro e eu como uma retardada apertando todos os botões aleatoriamente, fazendo com que um mini combo se formasse e alguma coisa pegasse fogo.

– É fácil, Annabeth – ele repetiu. Ele voltou ao menu do jogo e começou um novo, só que dessa vez, individual. – Anda, eu vou te ensinar.

Percy se sentou atrás de mim e me colocou no seu colo. Ele passou os braços ao meu redor e pegou o controle, repetindo os comandos do jogo. Então, ele colocou a minha mão no controle, como se eu fosse jogar, e a sua por cima.

Percy iniciou o jogo, e foi pressionando os meus dedos contra os botões certos, apesar de que eu nem prestei atenção em quais eram os botões certos, já que eu estava muito ocupada mordendo o lábio inferior e sentindo sua ereção na minha bunda.

E então, a pizza chegou.

Percy se levantou, e eu tentei pausar o jogo, mas como não consegui, simplesmente deixei ele rodando enquanto ia junto com Percy pegar a pizza.

– Aqui estão – Percy disse, entregando o dinheiro ao entregador. – Trinta dólares.

– Percy – eu chamei, e ele me olhou. – Me deixa pagar alguma coisa.

– Não – ele respondeu simplesmente, entregando uma gorjeta ao entregador e pegando a pizza.

– Ok, eu me sinto estranha com você pagando tudo pra mim.

– Acostume-se – ele completou, fechando a porta e colocando a pizza no balcão.

– É sério, Percy, parece que eu sou sua putinha.

Ele riu, pegando uma fatia de pizza e mordendo.

– Você não vira a “minha putinha” só porque eu pago as coisas pra você.

– Qual é o problema em me deixar pagar?

– Nós realmente precisamos discutir isso?

– Sim!

– Bem, os homens gostam de ter controle, mas acho que disso você já sabe. E se eles podem pagar, eles pagam para se sentir no controle.

– Isso é ridículo, não é pagando ou não que você vai ter controle.

Ele fez uma careta.

– Você vai comer ou não?

Eu revirei os olhos e me sentei no balcão de frente para ele, tirando um pedaço de pizza da caixa.

– Só vou comer porque eu estou com fome, e não porque você pagou pra mim.

Ele riu.

– Você é muito teimosa.

– E você é muito controlador – eu acusei, jogando uma calabresa nele. Ele olhou chocado para a calabresa que deslizava pela camiseta que ele usava.

– Sério, Annabeth? Guerra de comida?

– Como você disse – eu continuei, jogando mais uma calabresa nele. – Eu sou muito teimosa.

Ele soltou um sorriso sarcástico. Deixou a pizza na caixa, e tirou a própria camiseta.

Oi, peitoral do Percy.

Ele se aproximou de mim e me deu um beijo. Eu nem notei o que ele estava fazendo de verdade, até me sentir jogada nas suas costas como um saco de batatas. Ele bateu na minha bunda com força, e eu gemi um pouco baixo. Ele riu. Me estiquei e fiz uma ginástica olímpica, mas consegui dar um tapa na sua bunda, mesmo que não tenha sido com força.

– Ah, agora você quer brincar, é? – ele perguntou, com uma voz maliciosa.

Percy me colocou sentada em um balcão entre a pia e a geladeira, com as mãos na minha coxa, e beijando o meu pescoço. De repente, ele parou, e abriu a geladeira.

Notas finais
Pretendendo responder os reviews amanhã porque EU TENHO QUE SAIR E TINHA ESQUECIDO DE POSTAR. Rafaella, sua burra. MAS EU VOU RESPONDER, PQ EU S2 VCS E NUNCA VOU PARAR DE RESPONDER.
RÇRÇ o que acharam? É, muita gente estava achando que NÃO TERIA SEXO mas esses dois são ninfomaníacos e sexo s2 eles. Afinal, pra eles, sexo = resposta pra tudo. "tô com fome" "ah, vamos fazer sexo" "meu avô morreu" "ah, vamos fazer sexo". WHATEVERRRR.
Não esqueçam das perguntas, heinnnn
You know you love me. Xoxo, Gossip Girl.