Bad Girls

28 Belongs to lovers


Notas iniciais
AÊÊÊ VEIIIII É ESSE É ESSE É ESSE AHHHHHHHHHHH *surtando*
Bom, nada a declarar exceto SAOIDJALSDAKSDAJDL
Ta, como tava todo mundo querendo me trucidar e tinha gente me ameaçando NO FACEBOOK, eu me senti boazinha e to postando hoje askdjdlj não se acostumem
Esse cap é dedicado à Nutellinha DE NOVO porque ela me mandou uma MP linda me elogiando e eu quero dedicar a ela fodaci
ENFIM, APROVEITEM, NADA MAIS A DIZER

Because the night belongs to lovers, because the night belongs to lust.

Percy não desperdiçou tempo; ele me jogou na cama king size do quarto e começou a me beijar, beijar o meu pescoço, minha nuca, minha orelha, tudo. Suas mãos passeavam pesadamente pelo meu corpo inteiro, me fazendo arfar.

Tirei sua camisa enquanto ele começava a beijar o meu pescoço com brutalidade. Mordi meu lábio inferior quando ele me deu o primeiro chupão da noite, mais forte do que qualquer outro. Meu corpo inteiro estava quente e eu já me sentia excitada, urrando para sentí-lo logo dentro de mim. Mas, é claro, eu não ia facilitar as coisas pra ele.

Ele tirou a regata vermelha que eu usava, e soltou um gemido assim que viu a lingerie.

– Eu adoro azul – ele disse, e me beijou. Percy fez uma trilha de beijos do meu rosto até o meu umbigo, e então desabotoou o short Jeans, o tirando com só uma das mãos.

Ele ficou me encarando um tempo, e quase vi uma gota de baba escorrendo pelo canto da sua boca. Estalei os dedos, e ele piscou pra mim, como se eu o tivesse tirado de algum transe. Percy sorriu e apertou as minhas coxas, voltando a me beijar.

Entrelacei as minhas mãos na sua nuca e afaguei o seu cabelo, o forçando a se aproximar. O beijo se intensificou, e logo mais ele tirou o meu sutiã, começando a chupar os meus seios enquanto brincava com os mamilos.

Mas eu estava em desvantagem ali.

Percy desgrudou de mim por meio segundo para poder respirar, e eu tirei a bermuda que ele usava.

Ah meu Deus, ele estava excitado. É, ele estava muito excitado.

Eu devo ter encarado sua ereção coberta pela box preta por algum longo tempo, porque ele começou a me provocar:

– Pela primeira vez na vida, Annabeth Chase, você está sem palavras?

Eu não sabia o que dizer. Foi um misto de emoções. Eu abria a boca, mas me contia. Sorria, franzia o cenho, emitia grunhidos desconhecidos e, claro, ficava encarando aquilo. Em todos os meus 16 anos de existência eu nunca, nunca tinha deixado alguém tão excitado àquele ponto.

– Eu te deixo assim? – indaguei, e ele assentiu, rindo. – Uau, você deve sofrer.

– Você não faz ideia – ele respondeu, me beijando. Senti nossas intimidades roçarem uma na outra e soltei um gemido baixo. Percy não se importou e continuou me beijando, apertando minhas coxas e o meu quadril.

No meio do nada, ele parou de me beijar. Beijou o meu pescoço, o meu colo, meus seios, minha barriga e as minhas coxas. Meu corpo inteiro se arrepiou, e eu gemi um pouco mais alto. Seus lábios estavam quentes, e eu achei que fosse derreter. Percy riu.

– Espero que você não goste dessa calcinha – ele disse, e a rasgou em questão de segundos. Ele se ajoelhou sobre mim, me encarando por algum tempo, e então beijou a parte interna das minhas coxas, me fazendo olhar pra ele.

– Eu já te achava gostosa, Annabeth, mas agora tenho certeza. Você tem o corpo mais bonito que eu já vi.

Eu sorri.

– Eu até diria o mesmo de você, mas ainda não te vi por completo.

Percy riu. Ele subiu em cima de mim e voltou a beijar os meus lábios, e eu inverti as posições. Ele me pareceu meio surpreso, como se estar por baixo fosse uma coisa completamente nova. Mordi um de seus lábios, o que o fez soltar um gemido abafado. Me senti ainda mais excitada com aquilo, queria fazê-lo gemer muito mais àquela noite.

Beijei seu abdômem de dar inveja a qualquer pessoa humanamente mortal e retirei a box preta com calma. Ai meu Deus, é, ele estava excitado. Não sendo nem um pouco cara de pau, fiquei encarando seu membro por longos minutos.

– Impressionada? – ele provocou, e eu mordi o lábio inferior.

– Talvez você não seja gay.

Percy riu, e me puxou para beijá-lo.

– Não, shiu – eu disse. – Fica quietinho.

– Annabeth, o qu...?

Não o deixei terminar. Beijei a glande do seu membro, e ele fechou os olhos. Sorri.

– Falei pra ficar quietinho.

Peguei o seu membro com as duas mãos e o apertei levemente, fazendo-o gemer. Comecei a movimentar minhas mãos para cima e para baixo, o masturbando, e ele gemia baixo. Achei que ele tivesse dito o meu nome, mas não entendia muito bem o que ele estava dizendo.

Quando senti que ele estava chegando ao seu ápice, tirei as minhas mãos rapidamente. Ele gemeu em desaprovação.

– Você não vai fazer isso comigo – ele disse, meio bravinho.

– Percyto, pela terceira vez, fica quieto.

Aproximei o rosto de seu membro, e beijei a glande. Ele gemeu. Beijei de novo, e de novo, e de novo, a cada beijo arrancando um gemido do Percy. Passei a língua pela sua extensão, e eu mesma gemi. Percy tinha um gosto muito bom.

Fechei a boca ao redor do seu membro, o engolindo até onde eu conseguia. Senti seu membro tocando a minha garganta e enrijecendo a cada vez que eu o tirava da boca. As mãos de Percy foram parar no meu cabelo magicamente, e ele me ajudou a fazer os movimentos vai e vem, rapida e precisamente. O arranhava de leve com os meus dentes, e Percy já gemia alto e grunhia algumas coisas sem nexo e fora do vocabulário humano.

Olhei para ele. As bochechas de Percy estavam vermelhas e ele ficava lindo quando gemia.

– Porra, Annabeth! – ele gritou, ao chegar no seu ápice. Engoli tudo quando ele gozou e fiz cara de satisfeita.

– Gostou, Percyto? – brinquei, passando o dedo em seu queixo.

Percy arfava.

– Hora de trocar – ele disse, por fim, e me jogou na cama. Beijou os meus lábios mais uma vez, e foi se aproximando da minha intimidade. Olhei para o teto assim que ele depositou um beijo lá.

– Olhe pra mim – ele ordenou, autoritário.

– Você não manda em mim.

Percy penetrou um dedo na minha intimidade sem aviso prévio, e eu soltei um gemido que até a Thalia deve ter escutado.

– Olhe para mim – repetiu, sério. Eu neguei com a cabeça, e ele penetrou mais dois dedos, até que eu finalmente olhei pra ele.

Ele tirou um dos dedos e começou a me masturbar, fazendo movimentos firmes, brutos e precisos, me fazendo gemer. Ainda sem tirar os dois dedos de mim, passou a língua por toda a minha intimidade e pressionou contra o clitóris. Ele tirou os dedos de dentro de mim e começou a fazer movimentos circulares no meu clitóris, enquando me penetrava com a sua língua, e de repente, eu cheguei ao meu ápice. Assim, rápido, sem aviso prévio. Ele sorriu.

– Achei seu ponto G, Annabeth – provocou, e continuou a lamber exatamente no mesmo lugar onde sua boca estava antes. Eu gritava de prazer, enquanto ele rodava dois dedos no meu clitóris e lambia meu ponto G. Então ele parou de me lamber e penetrou dois dedos em mim. Cheguei ao meu ápice de novo quando seus três dedos rodavam em sincronia dentro de mim. Ele engoliu tudo.

– Seu gosto é maravilhoso – ele disse, sorrindo. Se sentou em cima de mim e apontou o dedo pra minha boca.

– O que foi?

– Lambe.

– Lamber o que?

– Lambe o meu dedo, Annabeth. Quero que sinta o seu gosto.

Revirei os olhos, mas eu estava gostando do Percy autoritário. Poderia viver disso. Puxei o seu dedo e o chupei com vontade, o fazendo gemer baixinho.

Foi estranho, porque eu nunca tinha sentido o gosto do meu próprio orgasmo antes. E eu acho que era o dedo de Percy que estava fazendo com que aquele gosto ficasse bom. Quer dizer, é o meu gosto. Estranho.

Percy afastou minhas duas pernas. Ele me beijou mais uma vez e ainda disse:

– Agora a coisa vai ficar boa.

Eu sorri. Ele pegou uma camisinha e desenrolou em seu membro, logo pra me penetrar. Ah, merda. Eu fechei os olhos e gemi alto, como se nunca tivesse feito aquilo. Era diferente, diferente de tudo o que eu já tinha feito antes. Percy era maior, mais forte e mais bruto.

Ele já estava por inteiro dentro de mim, mas não ousou se mexer. Ah, vai à merda.

– Percy, por favor – eu gemi.

– É só você pedir, Annabeth.

Eu não acredito que ele realmente estava me fazendo pedir para que ele me fodesse. Que tipo de homem é esse? Ele tinha um auto-controle incrível pra me penetrar e ficar parado. Quis socá-lo por isso.

– Percy...

– Peça.

– Percy, me fode – eu disse, relutante.

– Já estou te fodendo, Annabeth – ele provocou.

Eu suspirei.

– Percy, me fode mais rápido – eu disse, e ele sorriu.

– Foi tão difícil assim?

Percy começou a se movimentar rapidamente dentro de mim, me fazendo morder o lábio pra não gritar. Ele apertava minhas coxas com força, mas eu não gemia. Permanecia de olhos fechados, justamente pra provocá-lo.

– Olhe pra mim – ele ordenou.

– Nããããão – cantarolei, rindo.

– Anda logo, Annabeth, não é piada.

Olhei para ele, e ele se movimentava ainda mais rápido dentro de mim, e eu gemi. Ele pareceu extremamente satisfeito ao me ver gemendo, mas eu não ia lhe deixar com aquela cara de satisfação por muito tempo. Fiquei quieta como se não estivesse gostando, mas o meu corpo indicou outra coisa.

– Ah, merda – eu falei baixo.

– Alguém vai gozar – ele disse, no meu ouvido. O puxei para nuca para mais perto e o beijei.

Minhas mãos desceram e começaram a arranhar suas costas, enquanto gemíamos baixo, não querendo entregar um ao outro o quanto aquilo estava maravilhoso.

Eu cheguei ao meu ápice primeiro, o que foi uma mudança e tanto. Continuei rebolando e logo mais ele chegou ao dele. Percy desabou sobre mim, arfando.

Estávamos ali, naquela posição, quando ele saiu de dentro de mim. Jogou a camisinha no chão do quarto e se deitou ao meu lado.

– Você tá cansada? – ele perguntou, após alguns minutos em silêncio, onde só conseguíamos ouvir nossas respirações aceleradas.

– Ah, Percy, você não é tão molenga assim – eu disse, e ele riu. – Agora eu fico por cima.

– Você por cima? – ele indagou, rindo. – Não vai aguentar nem dois segundos.

– Coitado – eu disse. Subi em cima dele, e Percy me entregou uma camisinha. Desenrolei-a com a boca sob o seu membro, e ele já começou a gemer.

Fui me sentando lentamente em cima do seu membro, e Percy já ofegava. Subi e desci com cuidado e lentamente no seu membro, e ele gemeu.

– Annie...

– É só pedir, Percyto – o imitei, sorrindo.

– Mais rápido.

– Mais rápido o que? — eu provoquei mais ainda. Percy fez a melhor cara de gato de botas do Shrek que ele conseguia.

Me abaixei para beijá-lo, e suas mãos se firmaram na minha cintura. Me movimentei mais rápido em seu membro, e ele gemia. Gemia alto, com vontade. Acho que ele nunca tinha ficado por baixo.

Percy agarrou o meu quadril e o apertou, me fazendo gemer. Fiz o maior esforço que pude para ir cada vez mais rápido, até que chegamos aos nossos ápices juntos, dessa vez.

– Annabeth... – ele gemeu, e eu sorri. Já havia alcançado o meu objetivo, que era fazê-lo gemer meu nome. Entrelacei meus dedos nos seus e saí de cima dele, me deitando na cama.

– Casa comigo – ele brincou, rindo.

– Eu vou casar – respondi, e ri junto com ele. – Mas não teremos filhos.

– Mesmo você sendo ninfomaníaca?

Eu ri.

– Eu não sou ninfomaníaca!

– É, sim. Nenhuma menina consegue fazer o que você acabou de fazer sem prática.

– Talvez você tenha dedo podre pra sexo – eu disse, e ele riu.

– Falando nisso – ele disse, e se esticou até a mesa de cabeceira, onde as algemas estavam. – Você não gemeu o meu nome.

– Não seja bobo – falei, rindo. – Essas algemas não cabem em mim.

Ele me encarou, e olhou para os lençóis.

– Não tem problema.

O olhei confusa. Ele foi até o armário e pegou dois lençóis pretos. Amarrou um em cada cabeceira da cama.

– Mãos pra cima – ordenou, e eu coloquei as mãos pra cima. Ele amarrou o meu pulso com o lençol, um em cada cabeceira da cama.

Só fui sacar o que ele havia feito depois que não consegui me mexer.

– FILHO DA P... – gritei, quando ele me penetrou brutamente e sem aviso prévio. Percy me calou com um beijo.

– Nada de xingar, Annie, não quer acordar os outros.

Percy se movimentava com força e rapidez dentro de mim. Eu gemia alto, ele estava sendo muito mais bruto do que antes. Aquilo parecia a minha primeira vez, estava dando tanto prazer quanto. Então, repentinamente, ele saiu por completo de dentro de mim.

Fiz um muxoxo de desaprovação.

Mas, antes que eu realmente pudesse falar alguma coisa, Percy entrou por completo em mim de novo, com mais força do que a primeira vez. Gemi mais alto, e ele saiu de mim por completo novamente. Cinco segundos e ele me penetrou por completo com mais força ainda.

E isso foi se repetindo. Percy me penetrava repentinamente e com força, para logo depois sair de dentro de mim.

– P-P-P-Percy... – eu gemi, quando cheguei ao meu ápice. Meu Deus, o que foi aquilo? Eu nunca tinha me sentido tão submissa a alguém, tão entregue a alguém antes. Mal conseguia respirar.

Percy sorriu e beijou a minha testa. Desamarrou os lençóis pretos que prendiam os meus pulsos. Eu o puxei pela nuca e o dei um beijo lento e molhado, ainda ofegando.

Percy ficou se movimentando lentamente ainda dentro de mim. Nos beijávamos enquanto ele fazia isso, até que alguém bateu na porta.

– PERCY, VOCÊ ESTÁ AÍ?

– Merda! – ele disse. Saiu de mim bruscamente, me fazendo soltar um gemido baixo. Ele me jogou uma camisa qualquer. – No banheiro!

Revirei os olhos. Vesti a camisa e fui correndo até o banheiro. Bem, eu tentei correr, mas quando saí da cama caí de cara no chão. Percy riu.

– Anda logo – ele disse, me ajudando a levantar e me levando até o banheiro. Vestiu sua cueca e sua bermuda, então fechou a porta.

Me olhei no espelho do banheiro. Caralho, eu estava acabada. Meu cabelo estava bagunçadíssimo, meus pulsos estavam vermelhos e meu pescoço estava roxo. As minhas coxas tinham marcas exatas dos dedos do Percy. Colei meu ouvido na porta para poder ouvir o que Percy dizia:

– Ah, oi, Nico – ele disse. – E aí?

– E aí, cara? – Nico respondeu. – Já estamos indo pro BULLDOG Café.

– Ah, tá. Eu acho que não vou sair hoje, cara.

– Porque não? Você é que estava todo animado porque ia pegar a Ann...

– Nico, eu estou acompanhado.

– Ahhhhhhhh, cara, foi mal. Então, hã, eu não vou te incomodar, beleza? Ei, e você viu a Annabeth por aí? Estamos procurando ela há uns quarenta minutos. Aquela amiga dela, Krystal, está desesperada.

Percy riu.

– Não, não vi a Annabeth hoje. A última vez que a vi foi quando ela entrou na água.

– Você perdeu o show, então.

– Show?

– Cara, Annabeth participou três vezes do concurso de camisas molhadas. Onde é que você estava? Aquela garota é uma deusa, os peitos dela são uau...

Valeu, Nicola.

– Nada que você não saiba, é claro – Nico disse, rindo. Percy deu uma risada forçada. – Mas adicione uma camisa molhada curta e música. Ela também dança como uma deusa.

– Eu pagaria por isso – Percy disse. – Agora eu realmente tenho que voltar pra... Laura.

Havia alguma coisa diferente no tom de voz do Percy. Ele não estava mais com uma voz alegre, e sim rígida e séria, como a voz dos médicos quando vão te dar uma notícia ruim.

De repente, a porta do banheiro se abriu e eu quase caí no chão.

– Concurso de camisas molhadas? – ele indagou.

– Meus pulsos estão vermelhos – eu disse, mudando de assunto. – Vermelhos!

– Sua bunda também vai ficar – ele disse, me puxando pelo pulso pra dentro do quarto.

– MEU PULSO! – eu gritei, gemendo de dor.

Percy me jogou na cama.

– Ai, Percy! O que você quer?

– Eu vou te bater – ele respondeu, e eu ri.

– Me bater? Percy, você não é meu namorado ou... Christian Grey. E, além disso, eu sei que você queria estar lá — provoquei, mordendo o lábio inferior e passando o dedo pelo seu peitoral.

– Porque você acha que eu estou puto? Porque eu perdi isso.

Eu ri.

– Amanhã tem mais, Percyto.

Percy se deitou em cima de mim e tirou a camiseta que eu usava, me beijando.

– Até lá temos tempo.

Notas finais
E AÊÊÊ, O QUE ACHARAM DA PRIMEIRA VEZ DELES ? ASOIKADALDNA SKDADS o momento em que todos os ozados estavam esperando, tan-dannnnn
Entaooo, meu hentai é assim, é saoidkald eu nao gosto de usar palavras feias u_u como pau, bct e etc, ENTÃO É ISSO MESMO OALAKSD meu hentai é um hentai de classe, bjs
You know you love me. Xoxo, Gossip Girl.