Assassin´s Creed Revenge

5 Capitulo 4 - Os passos da Revolução Francesa


Notas iniciais
Galera me desculpem, no capitulo passado Rug não morreu, não prestei atenção ;-;. Porém, neste ele morrerá, garanto para vocês, e Mayhew encontrará o credo dos Assassinos.

Havíamos chegado em Bordéus, me despedi de meu marujos e fui para uma Taberna, para comer, e me alojar lá por alguns dias.

Quando eu entrei, olhei em um folheto, que Rug estava em Bordéus.

Não sabia se ele ainda acha que dou Ovan, mas eu ia mata-lo.

Ele estava em uma prisão, onde decapitavam ou enforcavam os ladrões.

Fiquei no meio de todos, eu via perfeitamente Rug, com um traje de nobre, em cima do balcão de decapita mento, ele estava falando que eles eram pecadores e por isso deviam ser mortos, um monte de bobagem, até que ele chegou na parte que eu queria, a hora de mata-los.

Eu comecei a empurrar os cidadãos, até chegar bem perto do balcão, onde olhei para seus olhos e ele me identificou, então mandou os guardas me pegarem.

O primeiro guarda foi morto com uma lâmina cravada na cabeça, o segundo com uma machadada nas costas, o terceiro com uma espadada no pescoço, e o quarto, era Rug.

Pulei no ombro de um cidadão e acionei minha lâmina, eu ia acertar direitinho no pescoço de Rug, mas pelo contrario, acertei em seu peito.

– Qual é o motivo disto – Ele gemeu- não tem sentido em me matar, não fiz nada de errado.

– Nada de errado, olhe oque você esta fazendo, arrancando a cabeça de pessoas.

– Não são pessoas, são pecadores, eles merecem morrer.

– Vamos ver se é verdade?

O Levantei e prendi sua cabeça e seus braços na cabine e acionei a alavanca. Rug estava morto.

Peguei sua cabeça e a levantei, todos os cidadãos e os ladrões que iam ser mortos gritaram de felicidade, até que vi uma garota, bem bonita, que ia ser morta vindo até mim, e elaperguntou:

– Qual seu nome?

– Mayhew, Mayhew Corn.

– Prazer, meu nome é Izabel, e quero lhe fazer um convite.

–Qual?

– És um bom homem para luta, e temos um credo, chamado Assassinos, e você seria bem vindo a se juntar a nós.

Eu não sabia se eles eram confiáveis, afinal, Assassinos mataram minha família e Gabriel. Mas eu não tinha outra escolha, se eu não em juntasse, eu ia acabar morrendo. Pois eu estaria sozinho naquela guerra.

– Sim, obrigado.

Ela pegou a cabeça de Rug e a cravou em uma lança, e começou a levantar, parecia que uma nova era estava começando na França, talvez... Uma revolução.

Ela estava incentivando todos os cidadãos ali presentes a não gostar dos guardas e Templários.

Ela me levou a uma ilha que ficava uns 7000 km de Paris, ela falou que ali era onde os Assassinos moravam.

Na viajem ela me explicou tudo sobre os Assassinos, ela falou que eles eram um credo secreto contra os Templários e que eles estavam em guerra a mais de milésimos de anos, e seus objetivos era acabar com eles de uma vez. E que as vezes os Assassinos traem ou são Templários mas fingindo em ser Assassinos, que foi o caso dos Assassinos que mataram minha família.

Quando chegamos, havia um homem muito serio a nossa espera, ele era o chefe deles.

– Olá, me chamo Mayhew – Eu falei, porém fui interrompido.

– Eu sei quem você é, por isso esta aqui, sou Guitron, o chefe dos Assassinos.

– Prazer.

Ele me olhou bravo e falou:

– De onde você conseguiu este traje?

– De um bocó que destruiu minha vila e matou minha família antes de morrer.

– Você não merece este traje, ainda não és um Assassino.

– Acredito que se já matei pessoas é porque sou.

– Mataste por vingança, és um vingador, nada mais.

– Olha, não me insulte pois foram vocês queme chamaram a me juntar a vocês, vocês precisam de mim, eu não preciso de vocês.

– Você precisa de nós sim, para ganhar desta guerra com os Templários.

–Eu não preciso, sou bom em briga e assassinato (eu estava tentando mentindo, eu precisava deles).

Ele acionou a lâmina e tentou enfiar em meu peito, quando eu ia segurar o punho dele, ele a desligou.

– És bom, mas precisa de treinamento.

Ele me levou a uma sala, onde havia várias armas e Assassinos sérios, machucados.

– Esta é a sala de medicina- Ele falou

– E porque tem armas aqui?

– Nós nos cuidamos com armas, por exemplo, quando você quebra a perna, usamos uma arma para recolocar o osso.

– Que criativo.

Ele me levou a uma parede, onde havia vários buracos.

– Coloque o Cristal que você pegou do Guarda costas do Governador, Edgar, Ovan e de Rug

Eu as coloquei em uns buracos, que começaram a brilhar.

– Mais uns 7 e já tens o tesouro que está por trás desta parede.

– Qual o tesouro?

– Ninguém nunca conseguiu abrir esta parede até hoje, então tenhas sorte.

Depois ele me levou a uma torre enorme com pelo menos 25m.

– Agora começará seu treinamento, suba está torre.

Eu comecei a subir, mas havia vários erros naquela torre, e eu tinha que pular para conseguir me apoiar.

Quando cheguei ao topo, eu conseguia ver a ilha inteira praticamente, e olhei para baixo onde havia água funda, então saltei.

Quando sai da água, eu via o Guitron sorrindo, rindo de mim.

– Oque foi?

– Caíste em no lugar errado.

Ele me apontou uma carroça de feno.

– Não faças isso, por favor.

– Suba de novo, vai.

Subi tudo de novo e saltei no Feno.

– Agora me siga.

Ele me levou a um campo de treinamento.

– Lute com este Assassino.

Ele chamou um Assassino que parecia ser bem treinado, forte e sério.

Eu arranquei minhas duas espadas e comecei a lutar.

Ele era bruto, tentava fazer de tudo para me cortar, mas cada espadada dele eu rebatia e me defendia, até que ele começou a cansar, e então aproveitei para atacar, eu dava a espadada e ele defendia, até que ele realmente cansou e pude jogar suas espadas e deixa-lo no chão.

– Já chega – Falou Guitron – ou eu entro na luta

– Pode vir

–Acho melhor não

Então fomos para um lugar secreto, em que havia uma parede enorme com vários quadros de Templários e seus nomes, mas Guitron pegou uma faca e cortou meu dedo

– Ai! Para que isso?

– Faça um X em Rug, Edgar e no Guarda-costas do Governador

Então eu fiz o X

– Mas porque com meu sangue?

– Porque sabemos que quem matou eles foi você, por isso seu sangue

Então ele me levou até meu barco e me falou:

– Mayhew, você me provou que tem um grande espírito para ser um Assassino, volte aqui quando quiser, já és um de nós.

Entrei no meu navio e fui até Bordéus.

Quando cheguei, eu vi que havia muitos guardas me procurando, mostrando um cartas com meu rosto para as pessoas para ver se elas já em viram, então coloquei minha toca e fui andando.

Quando vi várias pessoas falando mal da França, que os guardas só estavam fazendo besteira e dos Templários, eu gostava disto.

Até quando vi um homem, que também estava com estes cidadãos, indo até a mim:

– Olá, meu nome é Frederico Martinez, e sou um destes revoltados, vi você no decapita mento, em que um dos Templários morreu, oque você matou, e gostei muito do seu jeito, qual seu nome, herói?

– Não sou um herói, meu nome é Mayhew Corn, é só estou tratando de um assunto muito sério.

– Bom, Mayhew, só queria te dizer que, eu estou disposto a te ajudar, quando você precisar de mim, é só me chamar, dando um assovio, ou qualquer coisa do tipo, e se você puder também nos ajudando a matar alguns desses guardas.

–Claro.