Assassin´s Creed Revenge

6 Capitulo 5 - Duas mortes, uma perda


Notas iniciais
FALA GALERA BLZ? Já estamos no nosso 5° capítulo do Assassin´s Creed Revenge. Vocês podem ter percebido que lancei 5 capítulos em só 1 dia, isso só aconteceu porque eu já tinha escrevi-do este livro no Microsoft Word, e só escrevi até o 5° Capitulo. Espero que gostem.

Meu objetivo era ir até Gilbert para comprar algumas armas, quando cheguei, Tonyr estava lá, apontando uma arma para Gilbert, mas quando cheguei, ele me olhou e sorriu.

– Olha quem chegou, Sr. Mayhew

– Oque você quer aqui?

– Bom, eu estava interrogando Gilbert, mas agora, vou te matar.

Ele apontou a arma a mim e atirou, eu agachei no mesmo momento para a bala não me acertar e peguei um dos guardas que estava com ele e o matei, depois atirei com minha lâmina fantasma no seu ultimo guarda e então ele paralisou.

Corri para mata-lo, mas ele me chutou e acabei quebrando a janela e saindo da loja.

Ele pulou e começamos a lutar na rua.

Eu tentava acerta-lo com minha lâmina, mas ele segurava meu punho e jogava ao lado.

Ficamos lutando até que mais de 30 soldados chegaram para ajudar a Tonyr, eles devem ter tramado uma armadilha para me matar.

Eram muitos, eu tinha que sair dali, até que eu vi alguns Assassinos chegarem, então aproveitei para sair dali, porem Tonyr me seguia, então decidi ir para um prédio, quando eu estava no topo, Tonyr chegou onde eu estava eu não tinha aonde ir, então tive que brigar.

Ele arrancou a espada e a apontou a mim, então fiz o mesmo, porem com duas espadas, e começamos a brigar.

Ele batia a espada e eu defendia, até que uma hora ele arrancou uma das espadas da minha mão e me chutou, então acionei minha lâmina e tentei enfia-la em sua garganta, mas ele segurou meu punho, então aproveitei e enfiei minha espada em sua barriga e a tirei.

Ele ficou com a mão na barriga e agachado, quando fui enfiar minha lâmina em sua garganta, ele arrancou uma pistola e atirou em mim.

Ambos estávamos com um furo na barriga, mas só um poderia sair vivo de lá, então peguei meu machado e fui tentar cortar sua cabeça, porem ele pegou sua espada e veio me atacar.

Ele estava em vantagem, porque a espada é melhor que uma machadinha, mas minha arma machucava mais.

Eu acionei minha lâmina e enfiei minha lâmina novamente em sua barriga, porem ele enfiou sua espada em meu ombro direito.

Eu fiquei sem oque fazer, tive que soltar minha machadinha, pois não sentia meu braço, mas o outro ainda funcionava, então quando ele chegou perto, eu acionei minha lâmina e enfiei em sua barriga novamente, ele agachou e começou a cuspir sangue:

– Heh, seu merda – ele falou – Isto não acaba aqui.

– Espero que acabe.

Ele ficou agachado, então rasguei uma parte do meu traje e amarrei no meu ombro, depois fui até Tonyr e falei:

– Acho que tudo que você planejava para seu futuro acabou

– Mayhew

– Oque?

– O governador, está em...

– Onde?

–Jamais insute l'oubli ( Nunca Insulte Com Esquecimento)

Não entendi nada, mas parecia ser uma charada.

Peguei seu corpo e amarrei sua garganta, depois amarrei a corda em uma iluminaria, deixando seu corpo enforcado.

Fiquei pensando nesta charada que ele me deu, depois de muito tempo, entendi oque ele quis dizer, o Governador estava em Nice, uma cidade da França, então minha próxima vítima seria o Governador Cristovan.

5 de Setembro de 1755

Eu estava no meu barco, com minha tripulação de Assassinos, e deixei Izabel como minha contramestra.

– Me diz Mayhew, oque o Governador fez para ti?

– Bom, mandar um de seus soldados para destruir minha vila e matar minha família?

– Um bom motivo para estar aqui.

– Eu só quero me vingar.

– Vingança, essa é a palavra chave que eu queria ouvir de você.

– E você Izabel? Qual seu motivo?

– Meu motivo não é nenhum, meu pai era Assassino, então fui obrigada a ser, até que ele foi morto por um Templário.

– E qual o nome desse Templário?

– Eu não sei.

– E você matou esse ser?

– Não, eu só tinha 6 anos quando isso aconteceu.

Eu já conseguia ver a cidade de Nice, só não sei como o Governador conseguiu sair da ilha em que eu o tranquei.

– Já estamos perto – Disse Izabel

– Sim, o Governador nem espera que hoje ele vai morrer.

– Tripulação, a Lydian esta perto de Nice!- Eu falei

– HEEH!

– Então capitão – disse Izabel – De onde você tirou esse nome, Lydian?

– O nome da minha esposa era Lydian.

– Ok, me desculpe.

Eu parei o barco, coloquei minha toca e falei a Izabel:

– Izabel, me siga.

Quando eu sai do barco, ouvi alguns guardas falando:

– Sabia que o Governador Cristovan passou por Nice?

– Sim, está aqui desde 5 de junho, parece que o encontraram em uma ilha, os barcos estavam sem velas e sem motores para funcionar!

– Bom, eu soube que ele esta no Forte Júpiter.

– Por quê? Ele não devia estar na nossa cidade resolvendo as coisas sobre os... Assassinos?

– Não sei.

Parei de ouvir as suas conversas e fui falar com Izabel:

– Ele esta em um forte, o Forte Júpiter.

– Raios!

– Vamos até lá.

–Peguei meu navio e fui até o Forte, que por algum motivo não nós atacaram.

– Vamos Izabel.

Pulei do barco e vi que estava vazio.

– Oque esta acontecendo? – Perguntou Izabel

– Ainda não sei, fique aqui de guarda, vou entrar lá.

Eu entrei no forte, e vi muitos guardas mortos no chão até que, vi a porta onde ficava o dono do forte, acionei minha phantom blade e abri a porta.

Vi que não havia ninguém, só uma caixa grande

– Oque é isso?

Abri-a e vi uma X-Besta, com dardos envenenados e flechas.

A peguei e guardei nas minhas costas, quando vi um mapa, uma seta apontando a Falaise, e com um brinquedo de um barco Francês lá, então só podia significar que, o Governador está lá.

Quando sai, vi Izabel me chamando:

– Mayhew, venha aqui!

Quando vi sete barcos franceses vindo para ao forte

– Izabel tire Lydian daqui, vou cuidar deles.

Ela entrou no barco e o levou para trás do forte, e o maior de todos apareceu, que talvez estivesse um Templário dentro dela.

Entrei na sala onde ficavam os donos do forte, e fiquei atrás de uma parede, quando ouvi alguém falando:

– Bom Governador, acho que os Assassinos não serão mais problema depois de nosso plano.

Então vejo o Governador Cristovan e mais alguém, era um Assassino, não consegui reconhece-lo na hora, mas quando o vi tirando a toca reconheci, era o assassino de Gabriel.

Não aguentei a raiva, pensei em usar minha nova arma e matar os dois, mas eu preferia escutar o plano deles de ´´ destruir os Assassinos``

– Olhe, acho que o tal de Mayhew vai se infiltrar nessas historias e acabar estragando, para você ter uma ideia ele já matou quatro dos meus melhores soldados!

– Mas ele não vai conseguir. Ninguém vai conseguir atrapalhar esse plano.

– Mas precisaremos de barcos mais potentes para isso.

– Grão mestre, nós teremos mais de vinte barcos muito potentes, são todos HMS ( para quem não sabe, são barcos muito potentes), eles não vão conseguir parar a destruição.

Então eu só com a palavra barco e potentes, já sabia o plano deles, eles queriam destruir a ilha dos Assassinos com barcos, cheios de morteiros e canhões.

– Mas ainda precisamos da localização da ilha deles.

– Espere Grão Mestre, tem alguém além de nós nessa sala.

Eu sabia que ele ia dizer isso, todos os Assassinos tem um sensor, eu também tenho, mas no mesmo instante, um dos soldados bateu a porta, e falou:

– Grão mestre! Encontramos um barco, suas bandeiras são de Assassinos!

Eles encontraram Lydian.

– Vai lá Grão Mestre, eu cuido do forte.

O Governador Cristovan saiu do Forte, e só eu e o assassino de Gabriel estava nele.

Peguei minha X-Besta, coloquei uma flecha nela, e fiquei esperando ele parar de olhar para o barco do Governador ir em bora, quando ele parou, virei e mirei em sua cabeça, porém ele me apontou com a pistola

– Quem é você? – Ele perguntou

– Ninguém que te interessa

Atirei a flecha e acertou no peito dele, porém ele a tirou em mim, eu desviei e atirei outra flecha, nessa vez pegou em seu ombro, ele pegou uma faca e jogou, e acabou me acertando.

– Você vai morrer!- Ele falou

Eu acionei minha lâmina e corri para enfiar ela em seu pescoço, eu não consegui acertar, só consegui derruba-lo e ajoelhar em cima dele para ele não se levantar.

– Por favor, sou muito importante, é meu sonho ser uma pessoa importante!

– Meu amigo, acha que vou deixar viver, sendo que você matou meu melhor amigo?

Acionei a lâmina e enfiei em seu pescoço, agora ele estava morto.

Agora, meu próximo objetivo era voltar para Lydian, quando sai do forte, vi ela fugindo com os barcos do Governador atrás

– Não!

12 de Setembro de 1755

Agora, o Assassino de Gabriel estava morto, Rug, o guarda-costas de Cristovan, Ovan e Tonyr, só faltava o Governador Cristovan, não sei quem ainda está por vir, só sei que ele não é o ultimo dos Templários, sendo que meu objetivo é eliminar todos eles na região da França.

Eu fiquei sete dias no forte, e só consegui comer peixes, e algumas aves em que eu acertava com minha nova arma, a X-Besta, dormir no chão duro e tomar água salgada.

Porém, nesse sétimo dia, eu vi Lydian voltando, quebrada, mas estava voltando, quando avistei minha tripulação, mas tinha algo de errado, estavam todos presos e até Izabel, Cristovan estava lá, ele saiu do barco e veio até a mim falando:

– Bom, amigo, parece que agora a vida de sua tripulação esta em minhas mãos, eu decido se as mato ou não, porém, eu não vou mata-las se, você se entregar e pagar suas dívidas, ou se você quiser viver, sua tripulação vai morrer.

Era uma decisão difícil, mas muitas vidas são melhores que uma.

– Tudo bem, eu me entrego.

– Não Mayhew! – Disse Izabel

– Está feito, Mayhew.

Ele amarrou três cordas nos meus braços e me levou a Lydian, enquanto ele libertava minha tripulação e os deixava no forte.

O piloto pegou o timão e saímos ao mar.

4 dias depois...

Estávamos em Bordéus, a cidade em que comecei minha nova vida, e parece que ia ter minha morte.

– Bom Mayhew, estamos aqui, na sua querida cidade, porém, agora, sua desprezível cidade, já que aqui vás morrer. – Falou Governador

– Aqui não é meu fim, já não sei o seu.

Ele me encarou e mandou seus homens me levar para o decapita mento.

Eu via os cidadãos irritados com minha morte, já que eu estava começando uma revolução, uma nova hera para eles, uma nova França.

Eu subi no altar de decapita mento, tiraram as cordas que estavam amarradas nos meus braços, prenderam minha cabeça e mãos e colocaram a mão na alavanca.

– Meus cidadãos!- Gritou o Governador – o Terrível Assassino Mayhew Corn vai morrer!

Quando ele puxou, por algum motivo, o facão não desceu, e eu fiquei vivo.

– Mas que raios está acontecendo aqui? – Resmungou o Governador

Quando vi Guitron, no meio da multidão, quando percebi que ele tinha quebrado a maquina para eu não morrer.

Então fiquei a espera que o Governador passasse na minha frente para eu pegar a chave e jogar para Guitron pegar e me soltar.

Quando ele passou, peguei-a rapidamente e joguei para Guitron, que pulou para o altar de decapita mento e me soltou, me deu uma espada e começamos a matar os guardas.

Agora era minha chance de matar o Governador, porém ele começou a fugir, comecei ao seguir e quando ele estava mais perto, joguei a espada, que acertou em seu pescoço.

– Mayhew, safado, traidor, Assassino!

– Nunca fui um traidor, eu estava seguindo sua ordem, até que Edgar me fez os trair.

– Eu sei que seu objetivo era no final nos roubar ou nos matar, nossa ordem precisava do terreno.

– Essa ordem não existe mais, já matei Rug, Edgar, seu guarda-costas, Tonyr, o Assassino de Gabriel, e agora você.

– Heh, você acha mesmo que sou o ultimo da nossa ordem?

Ele apontou para trás, quando vi o Governador da minha antiga vila, com o colar dos Templários, apontando uma arma para Guitron, que estava ajoelhado, derrotado.

– Não! – Gritei

Sai correndo para salvá-lo, mas era tarde demais. Guitron estava morto.

Olhei para meu antigo Governador, cujo nome era Luís, que me deu um sorriso e saiu de onde estávamos.

Então, Luís não havia sido sequestrado nem morto, mas sim, nos traído.

Peguei o corpo de Guitron e o levei para o esconderijo dos Assassinos, e recuperei todos os meus equipamentos.

Quando nós Assassinos o enterramos e fizemos nossas cerimonias, e um dos Assassinos, subiu em um dos altares, da igreja em que estávamos para rezar para Guitron, falou:

– Todos, prestem atenção em mim! Agora, o nosso próximo Grão Mestre será Mayhew, que nos ajudou, apagou vários Templários, e esta revolucionando a França! Quem está comigo?

Só consegui ouvir todos os Assassinos gritando: SIM!

Notas finais
Agora Mayhew é o Grão-Mestre dos Assassinos, e a melhor parte do livro vai se passar nos próximos capítulos.