Notas iniciais
Oi, gente!!! Tô chegando um tiquin mais cedo e com um capítulo que simplesmente ameiiiiiiiiiii escrever! A música tema do capítulo, é Don't deserve you - Plumb, que caiu como uma luva para Miastiel e me inspirou muito enquanto escrevia! Recomendo que leiam o capítulo ao som dela. Vai dar um climinha bem nó na garganta e fofo! Além de Miastiel, teremos um tiquin de Deanalie neste capítulo também, okay? Espero que gostem! Lá vai!

Você nunca desiste

Quando eu estou desmoronando

Seus braços estão sempre abertos

E você é rápido para me perdoar

Quando eu cometo um erro

Você me ama em um piscar de olhos

Eu não mereço o seu amor

Mas você o dá para mim de qualquer maneira

Eu não sou o suficiente

Você é tudo que eu preciso

E quando eu fujo

Você sai correndo e vem atrás de mim

É isso o que você faz

E eu não mereço você

(Don’t deserve you – Plumb)

Assim que Mia abriu a porta do seu quarto no bunker e adentrou o recinto, ouviu um farfalhar de asas, sentiu uma leve brisa mover os seus cabelos e se deparou com Castiel no centro do lugar.

Então, depois de fechar a porta, lentamente, atrás de si e se voltar na direção dele, ela expôs com uma desolação palpável:

— Não me entenda mal, anjo, mas eu realmente preciso tomar um banho e ficar um pouco sozinha.

Em resposta, Castiel uniu as sobrancelhas, deu alguns passos à frente, parando diante da caçadora enquanto a fitava com certa compaixão, e replicou seriamente:

— Você passou meses sozinha, Mia. Tem certeza de que não quer a minha companhia agora?

— Não se trata do que eu quero, Cas, mas do que eu mereço. E, neste momento, eu não acho que mereço a sua companhia. — articulou a caçadora, sentindo um nó surgir em sua garganta.

Ao perceber que os olhos dela tinham ficado ligeiramente marejados ao dizer aquilo, Castiel deu mais um passo à frente e tocou o rosto de Mia com carinho, antes de pedir:

— Não fale assim. Não se culpe desta forma.

— Eu te machuquei. — lembrou ela, ignorando o pedido do anjo e se culpando ainda mais, enquanto uma onda de desespero crescia dentro de si ao pensar em tudo o que havia feito nos últimos meses. — Não só quando eu usei os meus poderes em você antes de ir embora, mas também com as minhas palavras. E então eu te machuquei de novo, naquele bar. E lá embaixo, na masmorra. Eu te machuquei de todas as formas possíveis, Cas. Com palavras e atitudes. De todas as formas que eu não podia machucar. E nos últimos meses, eu fiz coisas terríveis. Coisas que se você soubesse, ficaria com nojo de mim. Não importa o quanto você tenha me purificado com o seu sangue. Eu continuo me sentindo suja. E eu acho que nunca vou parar de me sentir assim. — sem conseguir mais se controlar, Mia deixou que as lágrimas escapassem dos seus olhos e completou com a voz embargada: — Eu não mereço você...

— Isso sou eu quem decide. — afirmou o anjo, segurando o rosto de Mia com ambas as mãos e enxugando as suas lágrimas com os polegares, antes de trazê-la para junto de si e abraçá-la com força. — Não foi sua culpa. — disse na sequência, enquanto Mia o abraçava de volta e enterrava o rosto em seu peito. — Você não teve outra escolha.

— Nós sempre temos outra escolha, Cas. — contrapôs ela. — Eu só escolhi a mais fácil delas. Me entregar.

— Porque o Crowley matou a Natalie. E ameaçou o Sam, a Claire, todos nós. Você só estava tentando nos proteger. — lembrou Castiel, a abraçando com mais força e desejando ter o poder de livrar Mia da culpa que ela sentia.

Envergonhada e em meio às lágrimas que molhavam o sobretudo de Castiel, ela decidiu admitir:

— Não... Não foi só por isso que eu fui atrás do Crowley daquele jeito. Eu fui porque queria respostas que só ele podia me dar. Mas eu não gostei nem um pouco do que ele me disse e quando tentei recuar, era tarde demais. Eu não fui honesta, Cas. Nem com você, nem comigo. Eu menti para nós dois quando falei que iria me entregar apenas para que ninguém mais se machucasse. Eu devia ter ficado e lutado, como você implorou que eu fizesse, mas ao invés disso, eu... Eu fui tão egoísta. E é por isso que eu não mereço você, anjo. Eu não sou uma boa pessoa...

Sofrendo por ouvir Mia dizer aquelas coisas de si mesma e temendo o que ela pretendia com tais confissões, Castiel a desvencilhou do seu abraço com cuidado, apenas para poder fitá-la nos olhos, e avisou:

— Se essa é uma tentativa de me afastar de você, de terminar... Desista. Eu não vou aceitar que você faça isso.

— Eu não estou tentando terminar. — assegurou Mia, e depois de comprimir os lábios com força, numa tentativa de conter a vontade de chorar, ela completou: — Eu não sou nobre o suficiente para isso. Eu só estou dizendo que... Se você não me quiser mais, eu vou entender. Você não precisa continuar comigo só por obrigação, Cas, ou por culpa. Se você quiser desistir de mim, eu juro que vou entender.

Depois de refletir rapidamente sobre o que tinha ouvido, Castiel enxugou os resquícios de lágrimas do rosto de Mia, a fitou com carinho e esclareceu com um leve sorriso:

— Bobinha... Isso não tem nada a ver com culpa ou obrigação, mas com amor, Mia. E não há nada no mundo capaz de me fazer desistir deste sentimento e de você.

Ao perceber que havia dito a palavra proibida duas vezes, o sorriso de Castiel se alargou e ele desviou do olhar da caçadora por um instante.

Mia, por sua vez, sentiu o seu rosto ruborizar imediatamente. E, feliz por Castiel ter deixado claro que não iria abrir mão dela, indagou com um brilho intenso no olhar:

— Nada? Tipo, nada mesmo?

— Nadinha. — confirmou Castiel, sorrindo novamente, antes de se aproximar um pouco e envolver os lábios de Mia com um beijo, à princípio, suave, mas logo intenso e repleto da saudade que o consumiu por meses.

Também deixando-se guiar por toda a saudade que agora percebia que sentiu do anjo, Mia correspondeu ao beijo à altura, com muito sentimento e com um desejo crescente.

Algum tempo depois, quando seus rostos finalmente se afastaram um pouco, Castiel propôs de um jeito malicioso:

— Se você ainda quiser tomar aquele banho, eu posso te levar ao toalete.

— Apenas me levar até lá? — rebateu a garota no mesmo tom sugestivo, enquanto arqueava uma sobrancelha.

— Não exatamente. — respondeu o anjo, antes de beijá-la e envolvê-la em seus braços mais uma vez.

Mia sabia que ela e Castiel ainda tinham muito o que conversar. Aliás, não só eles, mas ela também precisava conversar com Sam, Dean e os outros. Precisava se desculpar e, principalmente, contar tudo o que Crowley planejava fazer, para que assim eles encontrassem uma forma de impedir o Rei do Inferno.

Mia também sabia que levaria algum tempo até que conseguisse perdoar a si mesma por tudo o que havia feito. E não tinha certeza se conseguiria mesmo fazer isso no fim.

Apesar de todos os problemas que ela teria que enfrentar, Mia não queria pensar em nada disso naquele momento. Ou melhor, em nada era justamente no que ela queria pensar. Em nada e em Castiel. Em nada com Castiel. Era só o que importava, era só o que Mia precisava naquele momento, para se sentir viva, para se sentir ela de novo, para esquecer o mundo lá fora e se sentir amada, apesar de todos os erros que cometeu.

Sendo assim, depois de interromper o beijo e olhar algo por sobre o ombro do anjo, ela propôs:

— Tudo bem, mas depois do banho, eu quero matar a saudade daquela cama.

— Da cama? — repetiu Castiel, imitando o gesto anterior da garota e arqueando uma sobrancelha.

— Não exatamente. — foi a vez dela imitá-lo, antes de beijá-lo novamente, de um jeito caloroso, apaixonado e profundo.

Enquanto correspondia ao beijo com ímpeto, Castiel deixou que suas mãos encontrassem a cintura de Mia e se fixassem nela.

E, instantes depois, o farfalhar de asas ecoou pelo quarto e o lugar ficou vazio.

Você é a luz dentro dos meus olhos

Você me dá motivos para continuar tentando

Você me dá mais do que eu poderia sonhar

E você me traz de volta para a realidade

Você me traz de volta para a realidade

Algum tempo depois

Todos, com exceção de Mia e Castiel, estavam reunidos na sala principal do bunker. Bobby checando algumas armas e munições. Sam e Claire lendo alguns livros antigos, a fim de ajudarem Garth com um caso que ele estava averiguando. Dean sentado em uma poltrona e tomando uma cerveja, enquanto folheava outro livro e fingia que estava ajudando o irmão e a cunhada na pesquisa, quando na verdade, estava mais interessado em observar Natalie à certa distância. E ela sentada em um pequeno sofá no lado oposto da sala, mexendo no notebook em seu colo, a procura de uma nova caçada.

Em dado momento, Natalie desviou o olhar da tela e acabou flagrando Dean a observando. Imediatamente, o Winchester se engasgou com a cerveja, se recompôs, disfarçou como pôde e voltou a "ler" o tal livro.

Ao perceber que o livro estava de cabeça para baixo, Natalie revirou os olhos, mas não conseguiu conter um discreto e divertido sorriso. Por mais que não conseguisse admitir, no fundo, a caçadora havia gostado de descobrir que Dean estava olhando para ela.

Logo depois, Natalie abaixou a tela do notebook, o segurou, pigarreou, chamando a atenção de todos, e levantou-se dizendo:

— Bem, para mim está mais do que claro que os coelhos se acertaram e que não vão aparecer por aqui tão cedo, então... Digam para a Mia que eu sinto muito por tudo e que eu tive que ir.

— O quê? Não... — protestou Claire, se mexendo na cadeira e olhando na direção da amiga, como todos. — Natalie, você não pode ir embora agora. Por favor...

— Fique pelo menos até conversar com a Mia. — pediu o Winchester mais novo, enquanto o irmão tentava disfarçar o quanto ficou desapontado com a ideia de Natalie indo embora do bunker de novo.

— Mas aqueles dois podem levar dias, quem sabe até semanas para saírem daquele quarto! — argumentou a loira.

— Não precisa exagerar. — protestou Bobby, enquanto Dean tomava mais um pouco da cerveja. — A Mia é humana. Em algum momento ela vai se cansar ou ficar com fome, ou as duas coisas, e então ela terá que sair de lá. — todos arregalaram os olhos diante da naturalidade com que ele disse aquilo e Dean chegou a se engasgar com a cerveja novamente. Estranhando tanto assombro, Bobby se defendeu sem muita paciência: — O que foi, idjits? Por acaso fui eu que apelidei aqueles dois de coelhos? Não. Pois então não venham bancar os puritanos para cima de mim, ok?

Todos se entreolharam ainda constrangidos, mas no fundo sabendo que Bobby tinha razão em se defender daquele jeito.

Incomodada com o silêncio que se instalou em seguida e disposta a ir mesmo embora, Natalie começou a caminhar na direção da porta e se despediu:

— Bem, eu tenho mesmo que ir. Me mandem notícias.

— Natalie... — chamou Claire, levantando-se da cadeira, enquanto a amiga cruzava a porta.

Quando percebeu que a cunhada ia atrás dela, Dean se encheu de coragem, largou a garrafa sobre uma mesinha ao lado da poltrona, se levantou e anunciou:

— Eu cuido disso.

Claire deteve o passo e observou Dean saindo do bunker. Em seguida, voltou-se para o pai e para Sam e os três se entreolharam, querendo que Dean convencesse Natalie a ficar. E, principalmente, querendo que o casal se entendesse de uma vez.

XXX

— Ei, loirinha! — chamou Dean, já do lado de fora, fazendo Natalie parar, girar nos calcanhares e encará-lo. — Fica. — completou, parando diante da caçadora.

Gostando de Dean ter ido atrás dela e lhe pedido para continuar no bunker, Natalie cruzou os braços contra o peito e, sem pensar direito no porquê estava fazendo isso, decidiu incentivá-lo:

— Por quê?

— Porque eu estou pedindo. — respondeu o caçador simplesmente. — Pela Mia, é claro. — fez questão de esclarecer, sem perceber certa decepção no olhar da loira. Mas, estranhando o silêncio que se instalou na sequência e o fato de Natalie ter desviado do seu olhar, Dean resolveu acrescentar: — E também porque... Você disse que a raiva que sente por mim diminuiu um pouco, então... Passar uma noite aqui não vai te matar, vai? Não há nenhum motivo para você ir embora assim às pressas. Então, fique. Pelo menos por esta noite.

Depois de pensar um pouco, Natalie balbuciou hesitante:

— Eu não sei se isso é uma boa ideia.

Cansado daquela relutância e decidido a mudar de estratégia para, quem sabe assim, ter a esposa de volta de uma vez por todas, Dean resolveu provocá-la:

— Por que não? Por acaso você está com medo de cair em tentação e ter outra recaída? Porque se for isso, não se preocupe, Baby, eu tranco a porta do meu quarto antes de dormir.

Sem acreditar no que tinha ouvido, Natalie riu sem humor e retrucou possessa:

— Não seja ridículo, Dean Winchester!

— Eu te digo o mesmo, Natalie Jones. — redarguiu o caçador e, em seguida, completou com desdém: — E tem mais, não fique agindo como se você fosse a última torta do planeta porque eu tenho vivido muito bem sem você.

Depois de sorrir incrédula, Natalie replicou:

— Você está bêbado, Dean. É isso o que você chama de tenho vivido muito bem sem você?

— Eu só estou celebrando o retorno da Mia, a vida. Estou feliz. — explicou-se ele. — Claro que você não consegue entender isso, porque está visivelmente amargurada...

— Eu não estou amargurada! De onde você tirou isso? — retorquiu Natalie, alterando-se um pouco.

Ignorando a reação dela, Dean prosseguiu tranquilamente:

— E eu sei o motivo. Com certeza, você está arrependida de não ter me dado uma segunda chance e agora...

— Eu não estou arrependida coisa nenhuma! — esbravejou Natalie, no fundo, sem muita certeza do que estava falando, mas incapaz de dar o braço a torcer.

— Ótimo! Mais um motivo para você ficar então. — articulou o Winchester e, logo depois, enumerou com certo cinismo: — Você não está arrependida, não está amargurada, não corre o menor risco de cair em tentação e bater na minha porta na calada da noite e, com certeza, é capaz de fazer um pequeno esforço pela Mia, certo?

Depois de respirar fundo, tentando conter uma onda de raiva que crescia dentro de si, Natalie se convenceu de que agora passar aquela noite no bunker era uma questão de honra.

Sendo assim, ela respondeu:

— Certo, pela Mia eu faço esse esforço de ter que passar uma noite sob o mesmo teto que você, seu idiota.

— Que bom, sua insuportável. Então nós estamos conversados. — encerrou Dean, lhe lançando um sorriso amarelo e um olhar indiferente.

Logo depois, ele deu as costas para Natalie e voltou para o bunker com um largo sorriso no rosto. Sua estratégia tinha funcionado, afinal. E Dean estava muito feliz por isso.

Horas depois

Era madrugada e Dean e Natalie se reviravam em suas camas, sem conseguirem pegar no sono nem por um instante.

O Winchester estava no quarto que dividia com a loira, quando os dois ainda estavam juntos, e sentia que, subitamente, a cama de casal tinha ficado ainda maior.

Já Natalie estava no antigo quarto de Claire e, apesar de estar em uma cama de solteiro, também estava achando-a grande demais só para si. E fria demais. Triste demais. Ao mesmo tempo em que o quarto parecia quente e sufocante.

Por algum motivo que preferiam não pensar naquele momento, nem Natalie nem Dean trancaram as portas dos respectivos quartos.

XXX

Enquanto isso, em outro quarto do bunker, Mia se moveu na sua cama, na direção de Castiel, se posicionou sobre ele e disse com a voz ainda ofegante:

— Eu quero de novo...

Um riso inevitável escapou da garganta do anjo e ele replicou com certo assombro:

— Mia, mas nós acabamos de... Aliás, nós só fizemos isso o dia inteiro.

— Foram longos meses longe de você, anjo. — lembrou, o interrompendo e fazendo um biquinho com os lábios. — Eu ainda estou com saudade. Com muita saudade. — confessou, distribuindo beijos pelo pescoço e pelo peito nu de Castiel.

Fazendo um esforço para manter o foco, o anjo envolveu o rosto suado de Mia entre as suas mãos, fazendo-a olhar para ele, e perguntou intrigado:

— Mas você não está nem um pouco cansada?

Depois de morder o lábio inferior e balançar a cabeça negativamente, Mia opinou:

— Eu acho que todas aquelas doses do seu sangue me deram uma certa... Energia extra.

Ao contrário do que ela esperava, Castiel não pareceu animado ao ouvir aquilo, mas sim culpado. Isso se confirmou, quando ele franziu o cenho e lamentou:

— Eu te torturei... Me desculpe...

— Schhh. — cortou Mia, colocando um dedo sobre os lábios do anjo. — Você me salvou. — corrigiu, e sem conseguir conter uma certa esperança, ela perguntou: — Por acaso o que você fez... Me livrou de todo o sangue de demônio dentro de mim?

Depois de estreitar o olhar na direção dela e acariciar o seu rosto por alguns instantes, Castiel respondeu com pesar:

— Não da parte que nasceu com você. Eu sinto muito, Mia.

Disfarçando a frustração e a tristeza que sentiu, já que não tinha se livrado completamente do sangue maldito do Rei do Inferno, Mia forçou um sorriso, retribuiu o carinho de Castiel, afagando o seu rosto também e ponderou:

— Não importa. Você me salvou do mesmo jeito. Então... Obrigada.

Sem conseguir conter um leve sorriso sugestivo, o anjo respondeu com o olhar fixo no dela:

— De nada.

Aos risos, Mia se aproximou mais um pouco de Castiel e alertou:

— Você não devia ter dito isso, anjo... Só me deixou com mais vontade.

— Eu fiz de propósito. — foi a última coisa que Castiel falou.

Depois disso, Mia o silenciou completamente com um beijo apaixonado, prontamente correspondido de um jeito que a deixou sem fôlego.

Em seguida, as mãos do anjo envolveram as costas nuas da caçadora e, com um movimento rápido, ele se virou sobre ela.

Os dois se abraçaram mutuamente, intensificaram o beijo já desconcertante, se entregaram a cada carícia e se envolveram cada vez mais. Por completo e profundamente...

Eu ainda não consigo acreditar

Que você está ao meu lado

Depois de tudo o que eu fiz

Notas finais
Os coelhos voltaram!!!! kkkkkkkkkkkkkkkkk Finalmente!!! Valeu a pena esperar por este momento? Sim? Não? Maybe? E Deanalie, hein? Será que eles vão resistir? Dormindo sob o mesmo teto (tentando dormir, na verdade), portas destrancadas... Hummmm vai saber, né? E a musiqueta do capítulo? Curtiram? Contem-me tudin nas reviews! Bjs!