As Três Faces do Medo.

2 Capitulo 1: A fotografia e o protetor.


Notas iniciais
Yo... Obrigada a aqueles que leram o Prólogo, eu fico realmente feliz que tenham gostado... Um agradecimento especial a quem comentou! Vamos ao capítulo! [Capítulo revisado e respostado]

POV Naruto on

— Naruto, você vai acabar perdendo a aula, filho! — a voz de minha mãe soou.

Peguei o envelope com a carta, joguei dentro da mochila e desci correndo.

— Bom dia, mãe — cumprimentei-a ao entrar na cozinha.

— Bom dia, meu amor — ela sorriu e beijou meu rosto carinhosamente. — Agora se sente e tome seu café.

Obedeci e comecei a servir-me calmamente, sob o olhar atento de minha mãe, afinal, ela sabe que não como muito, mas, mesmo assim, insiste para eu comer mais.

— Onde está o pai? — indaguei entre uma mordida e outra na torrada.

— Ele saiu mais cedo hoje. Teve que viajar até a Cidade do Metal a negócios e voltará à noite.

— Hm... Depois da escola eu vou ao consultório da Tsunade obaa-chan? — hoje está marcada minha última consulta com meu tio e psiquiatra particular, Uzumaki Nagato, irmão mais novo da minha mãe.

— Sim, mas você terá que ir de taxi.

— Por quê? — franzi as sobrancelhas, confuso.

— Eu não vou poder buscá-lo, estarei do outro lado da cidade, mas nos encontraremos lá, não se preocupe — minha mãe é corretora de imóveis; acho que ninguém conhece Konoha como ela.

— Tudo bem... — forcei um sorriso.

— Não fique assim, príncipe... — ela veio até mim, beijou minha testa e depois acariciou meus cabelos. — Nagato também queria continuar te atendendo, mas ele não pode recusar uma proposta única como a que recebeu.

Meu tio é especialista em sequelas psíquicas causadas por traumas na infância. Ele faz pesquisas na área em busca de uma forma de curar ou amenizar essas sequelas e, por isso, foi convidado a dar continuidade a essa pesquisa em uma universidade renomada do País do Vento.

Mesmo que eu não me lembre, sei que minha doença surgiu após um trauma. Existe uma parte da minha infância que está quase completamente obscura e, dessa parte, lembro-me apenas de sensações... Medo, dor, nojo, tristeza e angústia.

— Eu entendo, mãe, mas não posso evitar ficar triste — levantei, sob o olhar pesaroso de minha mãe, peguei a mochila, despedi-me e saí rumo à escola.

O prédio do colégio não ficava longe de casa, então eu ia caminhando até lá, o que reforçava a ideia de que eu era um bolsista. É engraçado como as pessoas não conseguem enxergar além do que querem ver.

Logo na entrada, Suigetsu esbarrou em mim, quase me derrubando, pois apesar de sermos da mesma altura ele é mais forte que eu. Continuei meu caminho tentando ignorar todos à minha volta, mas percebi que a zombaria estava mais “pesada” que o normal. As pessoas riam de mim, me empurravam e xingavam.

Até aqueles que geralmente me ignoravam, agora estavam me olhando estranho.

— Eu até pensava que você era apenas mais um bolsista, mas acho que existem outros meios de entrar nesse colégio — Kiba parou na minha frente e me mostrou uma foto.

Na imagem eu estava sendo abraçado por meu avô. Até aí nada demais; o problema é que os alunos não sabiam que Jiraya era meu parente.

— Eu vou ligar para meus pais exigindo que tirem aquele velho pervertido da diretoria. Tenho certeza que o Namikaze-sama não sabe que o pai dele entrega vagas na escola em troca de sexo com “ninfetos”.

Arregalei os olhos. Meu avô poderia ser processado e preso, ou então o nome de meu pai iria parar na lama... E isso podia ser evitado se eu tivesse coragem. Por outro lado, eu não queria contar para ninguém quem eu sou e porque minha família me escondeu tanto. Estou encurralado!

— Não é nada disso... E-Eu nunca tive nada com o Jiraya-sama — tentei tomar a foto das mãos de Kiba, mas ele não deixou. — Pare, Kiba... Você não pode ficar insinuando essas coisas, o Jiraya-sama é um homem bom e nunca faria algo assim. Além disso, ele é casado.

— Um homem bom? — soltou uma estranha risada, que mais parecia uma série de latidos. — Não defenda seu amante, sua putinha! Tenho certeza de que aquele velho tarado gosta é de um bom pinto, e a mulher dele deve ser uma velhota frigida que só tem tempo para fazer “peruagem” no shopping — algumas pessoas se aproximaram e riram do que Kiba disse.

Comecei a hiperventilar, a cabeça doía, a visão ficando cada vez mais turva. Kiba segurou fortemente meu braço e se aproximou.

— Mas se você fizer para mim o que fez pro velhote, eu posso fingir que não sei de nada — sussurrou.

Tentei me soltar, mas ele apenas apertou mais meu braço. Meu mal-estar aumentou, comecei a alucinar, ouvia gritos, a imagem de uma silhueta se movimentando sobre mim, enquanto uma dor lacerante dominava meus sentidos.

— Me solta... — sussurrei, preso entre a realidade e a alucinação.

Senti o aperto ficar ainda mais forte e o corpo de Kiba se aproximar do meu.

— Vamos, putinha! Você não quer que seu adorado velhaco perca o prestigio, quer?

— Me solta, por favor... — senti ânsia, o desespero começou a me dominar. O Inuzuka me arrastou para o vestiário masculino sem eu nem perceber. — Por favor, me solta...

“— Não chore pequeno, não grite e assim será menos doloroso para você —“ essa voz não é de Kiba.

— Não, por favor... — me debatia e gritava ao máximo. Kiba encarou-me um pouco assustado. — ME SOLTA! SOCORRO! MÃE, PAI, SOCORRO! MALDITO! ME DEIXA IR, SEU DOENTE! — avancei em direção à saída, mas os amigos do Inuzuka impediram minha fuga, me seguraram, me jogaram no chão e tentavam tirar minhas roupas.

— Pare de se debater, otário — ouvi o som de zíper e comecei a me debater ainda mais. — Ninguém irá te salvar...

— Deixe-me sair... — a voz surgiu alta o suficiente para aplacar os outros sons, mas ao mesmo tempo não passava de um sussurro. — DEIXE-ME SAIR! — o grito, mais parecido com um rugido, me deixou zonzo e minha consciência se apagou.

POV Naruto off

— Finalmente parou de se debater — Suigetsu disse rindo e abaixou-se para tirar as roupas do menino.

— Afaste-se de mim, verme — a voz soou rouca e com asco. — Ou sofrerá as consequências.

— Não tente dar uma de machinho agora, trouxa — Kiba zombou.

— O que está acontecendo aqui? — Kakashi entrou no vestiário a passos rápidos. — O que pensam que estão fazendo? — Ajudou Naruto a se levantar e ajeitar as roupas. Os outros garotos estavam paralisados de medo. Kakashi era, muitas vezes, o professor “carrasco” da escola.

— Er... Era só uma brincadeira, Kakashi-sensei — Sakon tremia.

— Essa “brincadeira” não tem graça nenhuma e poderia levá-lo preso — o grisalho estreitou os olhos em direção aos meninos. — Vocês todos, vão para a diretoria agora e aproveitem para mostrar ao Jiraya-sama a foto que espalharam. Tenho certeza que ele ficará muito feliz em descobrir que é alvo de boatos desse tipo.

Saiu amparando Naruto, que não tinha nem ao menos levantado a cabeça para encará-lo. Os rapazes se entreolharam nervosos e seguiram para a diretoria.

— Esses inúteis irão me pagar... — murmurou o jovem loiro.

— O que disse? — Kakashi o olhou confuso.

— Nada, sensei.

— Você quer ir para aula ainda ou prefere que eu ligue para seus pais?

— Poderia ligar, sensei? Não estou me sentindo muito bem.

— Certo.

O mestre o levou até a sala de administração pedagógica, deixou-o sob os cuidados de Konan e foi ligar para Kushina.

— O que aconteceu, Naruto-kun? — a mulher sentou-se ao lado do jovem, que ainda mantinha a cabeça abaixada, e passou um dos braços por cima dos ombros deste.

— Alguns insetos fazendo brincadeiras sem-graça — Konan franziu o cenho.

— Insetos?

— É, Konan: insetos! — o jovem levantou a cabeça, no rosto um meio-sorriso.

— Kyuubi! — ela exclamou, se afastando.

Konan era amiga de infância de Nagato, seu tio, portanto ela conhecia Naruto desde bebê e sabia sua história.

— Ponto pra você... — o loiro piscou. Mesmo que ele ainda estivesse vestido excentricamente, a postura e expressão indicavam que aquele já não era mais Naruto.

— A “brincadeira” deve ter sido realmente péssima — a mulher cruzou os braços, mantendo uma distância razoável do jovem.

— Pois é... Os idiotas desta escola irão pagar por terem me tocado sem minha permissão — sorriu maldoso.

E mais uma vez Konan reparou que aquele sorriso não combinava com um rosto tão belo.

— Sua mãe pediu para você ser levado direto para o consultório de Tsunade-sama. Yahiko já está ai fora te esperando — Kakashi voltou, pareceu não perceber a tensão no ar e, se percebeu, não disse.

— Mas já? — o loiro fingiu espanto.

— Yahiko estava próximo à escola e Nagato pediu para ele vir buscá-lo.

— Ok! — olhou em volta. — Meu material ficou no vestiário.

— Não se preocupe. Eu levo para a sua casa depois — Konan garantiu.

— Obrigado, Konan — saiu da sala com as mãos nos bolsos.

— Fazia tempo que ele não aparecia, não é? — o Hatake comentou e encarou a mulher.

— Sim, mas espero que ele não tente fazer nada de ruim com os jovens daqui — ela disse.

O grisalho concordou com um aceno, já saindo.

— Kakashi? — ele a encarou. — Como você sabia que Naruto estava no vestiário?

— Sasuke me avisou.

A mulher arqueou uma sobrancelha, mostrando confusão.

********////********

— Olá, Naruto-kun — o homem alto, de cabelos laranja, sorriu para o jovem que saia da escola.

— Oi, Yahiko — sorriu torto. — Meu tio já está esperando? — entrou no carro e afivelou o cinto.

— Ele não é seu tio, Kyuubi.

— Como soube?

— Naruto me chama de tio e eu não conhecia sua outra personalidade — o mais velho sorriu de canto e deu partida.

— Acho que estou perdendo o jeito — Kyuubi retirou a touca e bagunçou os cabelos. Depois se livrou do cachecol e do casaco, jogando-os no banco de trás. — Como aquele idiota consegue se vestir desse jeito horrível? — arrancou as luvas e olhou-as com asco, ficando agora apenas com o uniforme do colégio, que era composto por uma camisa social branca, gravata vinho e calça negra.

— E aí, o que te trouxe de volta? — Yahiko indagou sem tirar os olhos da rua.

— Não te interessa — falou monotonamente. — Você sabe que só respondo às perguntas do seu namoradinho — sorriu malicioso. — Ainda não sei como um cara, tendo a Konan por perto, preferiu ficar com você... — o mais velho apertou o volante. — Não é nada pessoal, Yahiko, mas ela é muito melhor que você.

— Cala a boca!

— Você fica lindo irritado... — soltou um riso debochado.

Yahiko apenas o olhou nervoso e continuou guiando em silêncio. Kyuubi resolveu parar de perturbar o homem.

Em frente ao consultório, Nagato já os esperava e, ao ver o loiro sair do carro, suspirou pesaroso.

— Kyuubi? — indagou, arqueando uma sobrancelha. O loiro assentiu. — Eu, sinceramente, não queria te ver. — acenou para Yahiko, depois virou-se e entrou.

— Assim eu fico magoado — debochou, seguindo o ruivo.

Dentro da clínica os dois seguiram em silêncio até a sala de Tsunade. Ao entrar, encontraram-na conversando com um rapaz de longos cabelos negros.

— Oh, finalmente chegaram — a mulher levantou-se sorrindo, mas ficou séria quando reparou melhor no jovem à sua frente.

— Eu também estou feliz em te ver, Tsunade — sorriu falso.

— O que aconteceu? — ela olhou para Nagato e este apenas deu de ombros. — O que o trouxe de volta?

— Meu menino é frágil demais para se defender dos garotos maus — colocou as mãos nos bolsos e olhou em direção ao homem com o qual a loira conversava antes. — Quem é ele?

O homem olhou na direção do loiro. Olhos negros, pele muito clara e expressão neutra.

— Este é Uchiha Itachi, o novo psiquiatra do Naruto — Nagato respondeu e se aproximou do moreno. — Ele foi meu calouro na faculdade de medicina. Hoje é um dos melhores na área de estudo de traumas psicológicos.

— Seu calouro? — Kyuubi sorriu malicioso. — Então posso pegar o Yahiko pra mim?

— Pode tentar, pirralho — Nagato arqueou uma sobrancelha. — Vamos começar sua última consulta — seguiu para a própria sala.

— Naruto vai ficar tão triste por não ser ele a ter a última consulta com você... — expressou em falso pesar.

— Como se você realmente se importasse — o ruivo respondeu. Em seguida os dois entraram na sala e fecharam a porta.

— Vocês o tratam de forma muito ríspida e, ao mesmo tempo, íntima demais. Por quê?

Tsunade encarou o jovem psiquiatra com uma expressão triste.

— Kyuubi é um jovem de, aproximadamente, dezenove anos, tem um humor estranho e se diverte “cutucando” as feridas das pessoas à sua volta. Muitas vezes é cruel e arrogante. No entanto, ele trata Naruto como se fosse uma espécie de irmão mais novo e só aparece quando meu neto está correndo grande perigo.

— Isso esclarece bastante coisa, mas não responde à minha pergunta.

— Não conseguimos tratá-lo de outro jeito. Ninguém consegue, realmente, separar um do outro, mas sempre tivemos medo de entregá-lo nas mãos de profissionais não ligados à família.

— Até no Internato?

— Sim... Na época do internato, Nagato e minha filha adotiva, Shizune, ficaram responsáveis por ele e mais dois pacientes com problemas semelhantes.

— Então serei o primeiro profissional não vinculado diretamente à família? — arqueou uma sobrancelha. — Sendo assim, não preciso tratá-lo da forma que vocês o tratam.

— Sim, mas...

— Sem “mas”, Tsunade-sama. Vocês me escolheram por minha capacidade, portanto, terão de confiar nela — deu um curto sorriso, acenou e saiu.

— Moleque insolente! — a loira soltou, mas, ainda assim, um sorriso surgiu em sua face.

********////********

— O que o fez voltar, Kyuubi? — Nagato estava sentado em uma poltrona ao lado do divã, onde o loiro estava deitado relaxadamente. Postura bem diferente da de Naruto.

— Tentaram machucar meu pequeno. Apenas voltei para protegê-lo daqueles lixos — a voz era indiferente, mas Nagato captou uma pequena irritação. — Naruto tem sofrido na escola, mas não quer que vocês interfiram, para que ele possa superar isso sozinho. Ele é um pirralho fraco e idiota!

— Sabíamos que ele estava tendo dificuldade de adaptação, mas não a esse ponto — o ruivo estava intrigado. Se Naruto era capaz de guardar tanta coisa para si... Eles estavam realmente longe de ajudá-lo.

— Ele é muito bom em esconder segredos. Além disso, Naruto não quer que vocês pensem que ele é um fracasso total.

— Não pensamos assim.

— Diga isso a Minato, que quer tornar o neto de Sarutobi o principal herdeiro de sua fortuna.

— Como vo...

— Eu sei de tudo o que Naruto sabe, e ele ouviu Minato dizer isso a Kushina — sentou-se, endireitando a postura.

— Então, ele está tentando se mostrar forte e capaz de lidar com o problema, sem recorrer à ajuda de ninguém — suspirou.

— Exato. No entanto, os adolescentes podem ser muito cruéis — Nagato viu os olhos azuis tornarem-se vermelhos, mas foi tão rápido que ele pensou estar vendo coisas.

— O que eles fizerem?

— Não ‘to com vontade de contar em detalhes, mas a consequência disso é que, finalmente, algumas memórias sobre aquele período ficaram claras para Naruto.

— Então, foi por ele não suportar isso que você apareceu? — arqueou uma sobrancelha.

— Digamos que sim — deu de ombros.

— Logo agora... — passou uma mão pelos cabelos vermelhos. — Acho que terei que adiar minha viagem.

— Isso não será necessário, Nagato — Tsunade parou ao lado do ruivo.

— Está aqui há quanto tempo? — indagou confuso.

— Não vem ao caso... — ela respondeu, fazendo o ruivo girar os olhos. — Confie em Itachi-san. Penso que saberá como lidar com ele.

Nagato assentiu.

— Bem, acho que por hoje é o suficiente — encarou Kyuubi. — Apesar de tudo, foi bom conversar com você Kyuubi. Tenho certeza de que Naruto não ia me contar sobre os problemas escolares.

— Iria, sim. Ele apenas faria o problema parecer bem menor do que realmente é — levantou-se do divã.

— Kyuubi... — o loiro encarou o psiquiatra. — Não faça nada imprudente com os rapazes. Deixe com Jiraya e Minato.

— Não farei nada imprudente e os deixarei tomar as providências que lhes cabem — sorriu torto.

— Kushina o está esperando aí fora — Tsunade falou.

— Certo... — antes de sair, olhou para Nagato. — Boa sorte lá no País do Vento. E não se esqueça de, ao menos, ligar para seu sobrinho. Naruto sentirá muito a sua falta — saiu e caminhou até a recepção, encontrando Kushina.

— Kyuubi-kun — a ruiva o cumprimentou com um pequeno sorriso.

Apesar de sua personalidade nada convencional, Kyuubi respeitava os pais de Naruto, pois sabia que, se os destratasse, seu pequeno ficaria magoado.

— Kushina-san — inclinou-se educadamente. — Como está?

— Um pouco preocupada.

— Não fique. Em breve Naruto estará de volta.

— Eu sei, mas não consigo evitar — o olhou tristemente.

Kyuubi, mesmo tentando demonstrar o contrário, não conseguia se sentir afetado por isso.

— Amanhã irei para a escola — anunciou e viu a mulher o olhar estranho, mas não passou disso.

********////********

Entrou no vestiário após todos terem saído. Não gostava de se trocar quando todos estavam reunidos. A maioria daqueles inúteis ficava fazendo brincadeiras ridículas que não tinham graça, e ele não suportava isso.

Tomou banho rapidamente, depois caminhou até seu armário. Estava terminando de se vestir quando reparou em um envelope branco no chão, parcialmente sob o armário. O pegou e verificou se tinha remetente ou destinatário, mas não encontrou nada. Resolveu abri-lo.

— Vai logo, Sasuke, ou vamos chegar atrasados para a próxima aula — Kimimaro estava parado à porta do vestiário e o olhava impaciente.

— Hm — o moreno guardou o envelope no bolso, terminou de vestir a camisa e seguiu para a sala junto do colega.

Notas finais
E ai? Merece Reviews? Façam um autora louca feliz e mandem Reviews! Sasuke ajudou Naruto? Estranho... Kyuubi despertou e é completamente... Er... Malvado ou Sádico? Obrigada e até o próximo capitulo! Beijos Beijos