As Três Faces do Medo.

19 Capítulo 18: Entre irmãos!


Notas iniciais
Oi pessoas!
Como estão? Espero que bem!
Desculpem pelo atraso do capítulo, mas é que eu não estava conseguindo entrar em acordo comigo mesma sobre ele! O escrevi três vezes e nem sei se a escolhida foi a melhor! Hehehe
Espero que gostem mesmo assim...
Agradeço imensamente por todos os comentários, pelos novos favoritos e os novos acompanhamentos! Obrigada mesmo! :)
Um agradecimento especial à:
- sherons2 (que recomendou a FIC! o/);
- Little fox (que também escreveu uma linda recomendação;
- Nick_Uzumaki (que provavelmente vai me dar uns puxões de orelha pelo atraso... >.<);
- Biah Fernanda (me divirto muito com os comentário kkk).

Aos poucos vou agradecendo um a um... Logo responderei os comentários! o/

Vamos ao capítulo!

Ps: Não betado, como de costume!

Já era noite quando chegaram à Konoha e Naru insistiu para que fossem em sua casa, mesmo Sasuke querendo ir direto a mansão Senju. Quando pararam em frente ao sobrado, viram luzes acesas e movimentação.

– Eu disse que ia ter gente em casa, dattebayo! – O loiro fez uma careta de provocação.

O Uchiha apenas girou os olhos e seguiu o outro até a porta da casa. Adentraram o local silenciosamente e não foram percebidos até chegarem à sala onde estavam Minato, Kushina e, inesperadamente, Itachi.

– Pai, mãe! – Naru largou a mochila no chão e correu até os pais, que o prenderam em um abraço apertado.

– Graças a Deus! – Kushina murmurou, sem conter as lágrimas de alivio.

Sasuke sentiu-se estranho ali, estava desacostumado à demonstrações tão intensas de afeto. Mas para eles parecia tão certo e comum.

– Onde vocês estavam Sasuke? – Itachi indagou com expressão fechada.

O primogênito Uchiha descobriu que o irmão tinha estado na mansão através de Gaara, logo presumiu que o caçula tinha ido atrás de Naruto. Ficou preocupado e tentou ligar para ele, mas a chamada sempre caía na caixa postal.

Então, para sua surpresa, recebeu uma ligação de Fugaku. Após anos sem falar com pai, a primeira conversa que teve com ele foi marcada por tensão e frieza, o mais velho apenas queria saber se ele tinha notícias de Sasuke e Itachi garantiu que iria procurar o irmão.

Não obteve sucesso. Na verdade, ninguém conseguiu encontrar nem pistas de Sasuke em Konoha. Sabia que os subordinados de Fugaku e de Obito estavam o buscando, mas o menor parecia ter evaporado.

– Eu... – Se sentiu um tanto intimidado pelo olhar severo.

– Ele foi me buscar, dattebayo! – Naru, que depois de muito custo conseguiu se separar dos pais, virou sorridente para Itachi.

– E onde você estava? – Desta vez a pergunta partiu de Minato.

– Em uma terma! – Respondeu despreocupado. – Quem é você, dattebayo? – Os olhos azuis brilharam em curiosidade para Itachi.

– Sou Uchiha Itachi. – A voz saiu calma e o moreno alternou o olhar entre o loiro e Sasuke. Iria ter uma longa conversa com o irmão.

– É seu parente, bastardo? – Sorriu.

– Ele é meu irmão mais velho. – O moreno mais jovem respondeu em tom neutro. Ainda incomodado com a atitude de Itachi.

– Oh... Prazer em conhecê-lo, Itachi-san! – Estendeu a mão em cumprimento. – Sou Naru!

– É bom conhecê-lo Naru-kun. – Aceitou o cumprimento.

O loiro sorriu amplamente, os olhos acabaram fechados com a ação. A imagem de uma criança sorridente surgiu na mente de Itachi... A criança que ele tinha visto em uma foto há dez anos.

Logo findaram a saudação...

– Em qual terma vocês foram? – Kushina olhou desconfiada para os dois jovens e franziu levemente a sobrancelha quando captou uma mancha arroxeada no pescoço de Sasuke. – E o que vocês fizeram lá?

– Ah mãe... Isso vai virar um interrogatório mesmo, dattebayo? – O loiro resmungou e fez careta. – Eu ‘to com fome e... – Bocejou. – Com sono também.

– E como você acha que nós estamos?! – Quase gritou. – Você desapareceu por quase dois dias! Você acha que dormimos ou comemos direito? Você pensa que também não estamos esgotados?!

–Kushina, meu amor, acalme-se. – O Namikaze passou um braço pelos ombros da esposa e a puxou para encostar-se a si. – Gritar não vai resolver muita coisa.

– E o que vai resolver, Minato?! – Se afastou e encarou o marido, os olhos marejados e repletos de raiva, angustia e cansaço. – Eu não aguento mais isso! Não aguento mais essas fugas, desaparecimentos, preocupação. – Apertou o tecido da blusa leve que usava, sobre a região do coração. – Todas às vezes eu sinto como se fosse morrer!

Os irmãos Uchiha ficaram tensos ao ouvirem aquele discurso. Para Itachi àquilo poderia significar um possível colapso nervoso, então preparou-se para socorrer a ruiva. Já Sasuke pensou em Mikoto, lembrou-se da preocupação dela no dia em que Kiba foi atacado e também do olhar cheio de compaixão que ela lançou à Kushina no dia da festa. Será que ela estava daquele jeito?

– Eu estou tão cansada... – Lágrimas começaram a rolar por sua face. – Me sinto horrível toda vez que ele some, é como se eu não fosse forte ou confiável... Isso é frustrante!

Minato estava no limite de seu próprio controle, então apenas conseguiu ficar paralisado diante da mulher. Mas o estupor passou assim que viu o sorridente filho puxar a ruiva para um abraço sufocante...

– Para com isso mãe! – Disse calmo, quase divertido. – Você é a mulher mais forte e confiável que eu conheço, dattebayo! Não fique chorando e se martirizando por ter um filho que vale por três... – Riu da própria piada e escutou a ruiva soluçar, o rosto estava escondido em seu ombro. – É sério, dattebayo. A culpa não é sua e nós não vamos morrer, o rabugento do Kyuubi jamais deixaria, dattebayo!

– Isso é pra me acalmar? – A mulher resmungou, com voz abafada.

– É... Acho que não foi uma boa ideia, tteba. – Soltou uma risadinha sem graça. – Mas poderia ser pior!

– Como? – Se afastou para encarar os olhos azuis do filho. Tão iguais aos de Minato.

– Oras... Uma das minhas personalidades poderia ser o ero-jiisan* ou até o Sasuke! – Arregalou comicamente os olhos. – Já me imaginou escrevendo livros pervertidos ou tendo aquela cara! – Apontou para a expressão indiferente do caçula Uchiha.

A Uzumaki não aguentou e acabou rindo ao ver Sasuke estreitar os olhos em direção ao loiro, enquanto este lhe mostrava língua.

– Não seria muito bom ter você escrevendo aqueles tipos de livros. – Minato falou um pouco descontraído.

– Mas o Sasuke-kun é um bom garoto, já te ajudou algumas vezes... Talvez não fosse tão ruim. – Falou só pra ver o loiro mais jovem fazer uma careta.

– Nem pensar, mãe! – Arregalou os olhos.

Itachi arqueou uma sobrancelha. Aquele garoto havia, descaradamente, manipulado os pais. Desviou completamente o assunto e não disse nada sobre onde estava exatamente! Talvez tenha sido assim que ele conseguiu passar pelo interrogatório da polícia na época do caso de Kiba.

Naru parecia ser o equilíbrio entre as personalidades, mesmo sendo intenso em suas atitudes, sabia lidar melhor com as pessoas ao redor. Parecia apresentar uma excelente inteligência interpessoal, o Uchiha iria ficar atento a ele.

– Bom... Acho que é melhor irmos. — O moreno mais velho chamou a atenção da família.

– Já? Não querem ficar para o jantar? — A ruiva indagou calmamente, até parecia que não tinha tido uma crise há pouco.

– Melhor não, ainda tenho que levar Sasuke à mansão.

– Oh... Então fica para uma próxima. – Sorriu para os irmãos, ainda fortemente abraçada ao filho.

Minato foi até o jovem moreno e colocou a mão sobre seus ombros.

– Obrigado por tê-lo trazido, Sasuke-kun. — Deu um pequeno sorriso.

– Não foi nada... — Deu de ombros, não prestando muita atenção a Minato. — "Itachi vai em casa?" – Perguntou-se olhando de esguelha para o mais velho.

– Hei Sasuke... — O moreno encarou o sorridente Naru. — Você é um chato, mas até que o dia foi legal...

– Hm... — Franziu o cenho, mostrando incomodo pelo “chato”.

Naru apenas gargalhou...

Logo os irmãos estavam a caminho da mansão Uchiha. Inicialmente eles ficaram em silêncio, o mais velho com a atenção voltada para percurso e o mais novo preso em seus pensamentos. Itachi resolveu quebrar o silêncio:

– O que você fez foi muito perigoso, otouto. — Olhou o outro de esguelha.

– Eu sei, mas não consegui conter o impulso. — Encostou a cabeça na janela. — Eu descobri o motivo da sua expulsão. — Pelo vidro pode ver o outro arregalar levemente os olhos, mas rapidamente adquirir uma expressão fechada.

– Você escutou minha conversa com Nagato. – Concluiu em tom neutro. — E mesmo assim foi atrás do Naruto? Aquele cara poderia estar envolvido no desaparecimento do garoto.

– Se estivesse você não iria estar trancado em uma biblioteca contando histórias, aniki. — Girou os olhos.

Faltavam apenas duas quadras para chegar a mansão, Itachi estacionou o carro, o desligou e virou-se para o irmão.

– Você se lembrava de quem era o Naruto antes de ouvir minha conversa?

– Não. — Suspirou e olhou o maior. — Eu tenho algumas lembranças do garoto do parque, mas não sabia que ele era o Naruto.

– Na época ele não lhe disse seu nome?

– Ele disse, mas eu não lembrava! — Sua expressão ficou carregada. – Minha infância ficou marcada pela sua expulsão. Depois que você se foi, nossos pais mal se falavam e a mãe estava sempre triste, às vezes a via chorando. Já eu passei a ficar horas sozinho e papai começou a exigir mais de mim. – Soltou uma risada fraca. — Ele finalmente tinha me notado e ironicamente eu queria ser invisível pra ele. Em meio a isso Naruto se tornou uma lembrança sem nome, eu cheguei a pensar que ele não existia. Tipo um amigo imaginário... — Riu com escárnio. — Foram quatro anos vivendo praticamente preso naquela mansão, só convivendo com empregados e nossos pais, tudo que havia antes disso pareceu não ter existido.

Itachi ficou surpreso com a avalanche de revelações. Nunca havia pensado sobre as marcas que aquela época deixou em Sasuke, mas o olhando agora ficava claro o quanto seu irmão estava diferente...

– Aos dez anos comecei a frequentar festas, reuniões e jantares com nossos pais, a relação deles já tinha melhorado, e finalmente conheci outras pessoas... Sai, Kimimaro e Neji foram os contatos que meu pai escolheu, mas que acabaram se tornando meus amigos. Só que não era o mesmo que eu tinha com o garoto do parque.

– E o que você tinha com o garoto do parque? – Lembrava-se perfeitamente da expressão alegre que o pequeno e sujo Sasuke tinha todas as vezes que chegava do parque. Um Sasuke sem marcas...

– Naruto era meu oposto, Itachi. Pelo que me lembro, ele era exatamente como você viu hoje. E eu, você deve lembrar, tinha vergonha de tudo e todos os que não eram Uchiha... Mas ele sempre pareceu entender isso e eu me sentia livre com ele. Parece idiota, afinal éramos apenas dois pirralhos! – Balançou a cabeça em negativa.

– Não é idiota, otouto. O peso de ser um Uchiha caiu sobre nós desde o nascimento, é natural se sentir acorrentado à família quando criança e era por isso que você “travava” diante de pessoas que não eram da nossa família. – Deu um pequeno sorriso. – Teve sorte de conhecer alguém que o fez enxergar o mundo do modo “não-Uchiha”. Mas se você não se lembrava dele, porque se aproximou agora? – Arqueou uma sobrancelha.

– Quando Naruto chegou na escola logo o notei, é difícil não reparar em alguém que se veste de um jeito tão diferente. Então, na primeira vez que nos falamos, quando eu devolvi o livro que ele tinha esquecido na sala, ele sorriu. Não um grande sorriso, mas estava lá e foi a primeira vez que consegui ver seu rosto de perto. — Pausou.

Itachi gesticulou pra que ele continuasse...

– Naquele instante eu senti uma coisa estranha, uma falta inexplicável e por isso fiquei curioso sobre ele. Comecei a observa-lo a distância e quando percebi que após um mês estudando com ele, só conseguia pensar sobre ele e nos seus gestos, me assustei. — Balançou a cabeça e fitou o irmão com receio, mas Itachi apenas se manteve calmo e atento... — Eu sabia o que isso podia significar e não queria isso, então tentei manter o máximo de distância possível, até que ele foi atacado e tudo voltou duas vezes mais forte. Eu acabei, sem saber, conhecendo Kyuubi e Naru, e tive vontade de saber mais sobre ele, mas o pai disse para eu manter distância e eu obedeci, mas continuei o observando. Até que duas semanas atrás li isso...

Pegou a carta de dentro da mochila e entregou ao mais velho, este passou os olhos rapidamente por seu conteúdo e depois olhou inquiridor para o caçula:

– Onde você achou isso? — Ainda lembrava perfeitamente do surto que Naruto teve ao descobrir que tinha perdido aquilo.

– Achei no vestiário da escola e guardei na mochila, mas ela caiu em baixo da minha cama e ficou lá pegando pó até eu encontrar e ler pra tentar descobrir de quem era.

– Foi depois de ler isso que você decidiu se aproximar definitivamente?

– Sim... Eu li e reli, depois fiquei pensando sobre isso, acabei concluindo que o pai queria que eu me afastasse por saber o que ele tinha e por preconceito. Então decidi que descobriria por mim mesmo se Naruto era ou não uma "má influência" — fez aspas com os dedos — me aproximei e quanto mais o conhecia, mais queria saber, nunca disse a ele que sabia seu segredo e nunca imaginei que ele era o garoto do parque, mesmo que algumas vezes eu chegasse a lembrar do garoto enquanto conversávamos ou quando ele sorria.

O silêncio caiu sobre eles, o primogênito processando as informações tanto faladas quanto expressadas. Não queria que aquela relação resultasse em problemas pra nenhum dos dois garotos. Já Sasuke parecia hesitar em continuar, porém agora que tinha começado queria colocar tudo pra fora:

– Até que eu o beijei... — Falou baixo. — Pareceu certo, me senti bem e eu gostei. Ainda parecia que faltava alguma coisa, mas a sensação já não era tão forte e logo após ele ter se afastado, me lembrei do garoto do parque e de um acidente que tivemos em uma das brincadeiras...

– Acidente? — Arqueou uma sobrancelha.

– É... Foi uma queda que levou a um selinho acidental. Uma coisa bem idiota, do qual eu nem lembrava mais. — Sorriu de lado. — Depois ele desapareceu e eu senti uma vontade enorme de encontra-lo, como se o mundo fosse acabar se eu não fosse até ele. A maior parte disso foi porque cheguei a pensar que foi por minha culpa, mas depois de ouvir o que você contou... Bom... Deixei essa ideia de lado.

– E como você soube onde ele estava?

– Palpite de sorte, na verdade, um palpite de muita sorte. E eu nem deveria saber sobre aquele lugar... – Ficou desconfortável e deixou de encarar os olhos do irmão.

– O tal lugar vai ficar sendo um segredo, então? – Não pode deixar de dar um pequeno sorriso.

– Vai... Naru pediu que eu não contasse. Mas não se preocupa, lá não tem nada demais e acho que é por isso que Kyuubi foi pra lá.

O mais velho assentiu pensativo e seu olhar caiu sobre a mancha arroxeada no pescoço do menor...

– E aconteceu algo que você queira contar?

O adolescente se remexeu incomodado e puxou a gola da camisa, cobrindo a mancha.

– Não ainda. Eu nem consegui entender o que aconteceu. – Murmurou.

– Certo. – Ficou um tempo em silêncio, mas logo continuou. – O que você está sentindo por Naruto neste momento, Sasuke?

O garoto o olhou com uma mistura de confusão e surpresa, depois ficou um tempo pensativo...

– Confusão. – Disse sinceramente. – Aconteceram tantas coisas nessas duas semanas. Eu vi, ouvi e vivi tanta coisa que não sei o que sentir. Agora que já estou quase em casa, depois de toda a correria, me sinto um tanto entorpecido.

O jovem conseguiu perceber uma breve preocupação passar pelos olhos de Itachi, antes deste virar o rosto em direção a rua, parecendo muito pensativo.

– Sabe, nii-san... – Os olhos negros voltaram a fitá-lo. – Eu posso estar um tanto confuso sobre várias coisas, mas não pretendo me afastar do Naruto. Eu... – Suspirou cansado. – Eu só preciso descansar e pensar um pouco.

Itachi sorriu e pousou uma mão sobre o ombro dele...

– Você vai ter as férias inteiras para pensar, irmãozinho. – O sorriso carinhoso tornou-se divertido. – Tenho certeza que o velho Fugaku te manterá trancado e vigiado, durante todo o mês, vinte e quatro horas por dia, como castigo por ter desaparecido.

Sasuke fez uma careta e seus ombros caíram...

– Droga. – Resmungou.

Itachi voltou a ligar o carro e dirigiu até parar em frente à mansão Uchiha, não iria entrar, então despediu-se do irmão e esperou até que ele entrasse, para voltar para casa. Também precisava descansar.

Sasuke ainda demorou algumas horas para conseguir seu tão desejado descanso, ainda teve que ouvir um grande sermão de Fugaku, do qual ele nem se lembra da metade. Mikoto também lhe disse várias coisas, mas por fim parabenizou, discretamente, o filho por ter ido ajudar um amigo.

E como Itachi tinha previsto, ele iria passar o mês de férias sem poder sair de casa...

Notas finais
*ero-jiisan: Vovô pervertido!

Notas referentes a possíveis brechas deixadas:
- Sasuke está confuso com a situação em si, ninguém ficaria 100% confiante diante de algo assim, mas não significa que ele não goste do loiro.
- Mesmo conhecendo a Vila das Fontes Termais e sabendo que é o lugar preferido do Naruto, os pais dele não desconfiam que aquele também é o esconderijo dele, afinal é óbvio demais.

Notas do capítulo:
Itachi logo ficará com cabelos brancos de preocupação! hehe

Naru o maior manipulador de todos os tempos! Tomem cuidado com ele pessoal! kkk

Sasuke e o problema com o chupão... Vai precisar usar maquiagem nisso aí garoto!

Gostaram?
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Comentários em geral?

Comentem! o/

Até o próximo capítulo!
Beijos Beijos