As If We Never Said Goodbye

40 Somewhere Only We Know


Notas iniciais
Ola! Será que alguém ainda anda por aqui? Se sim, gostaria de dizer que eu vim terminar o que comecei e devo isso a vocês. Vocês merecem que essa história tenha uma continuação e tenha seu fim. Sempre bom que as histórias tenham um desfecho, tanto fanfics ou vida real. Espero que aproveitem!

Embora houvesse muita confusão em sua cabeça, e não devido a bebedeira, ela tinha uma única certeza, e não era nada que pudesse ser dito, não haviam palavras que pudessem descrever essa certeza, seu corpo estava mandando sinais para sua consciência e quando não se sabe o que fazer o que parece mais adequado é seguir esses sinais. A pele arrepiada, os lábios secos e sua língua os acariciando como se quisesse degustar o resquício do seu prato favorito. O fluxo do seu sangue correndo para suas pernas, o coração batendo forte e suas mãos desesperadas para agarrar alguma coisa e marcar algum tipo de dominância.

Ela estava se sufocando, não tinha dado conta que sua respiração estava totalmente fora de compasso e que era difícil respirar. Também, quem poderia pensar em respirar quando se está a sós com uma mulher tão linda no sofá de sua sala, olhando para você com um sorriso tão safado nos lábios? Ela se concentrou para tentar equilibrar a respiração e segurou firmemente a garrafa de vinho, a pressão do momento a deixava inquieta, pois ela não sabia como agir, mas seu corpo queria mais, seu corpo sabia de tudo. Por alguns segundos ela entendeu como aqueles garotos no colégio se sentiam, bombardeados por tanta sensualidade e sem saber o que fazer com todo o libido. Era impossível não pensar no mantra que Finn balbuciava quando estava excitado demais “Pense no carteiro, pense no carteiro”. E ela entendeu, quando se está no caminho do prazer, nem um carteiro sendo atropelado pode parar alguém de fazer o que seu corpo já está fazendo.

—Espero que esse vinho seja bom, é o único que achei -ela tinha que falar alguma coisa, foi totalmente desconcertante perceber quanto tempo ficou presa em sua confusão mental e apreciação de Rachel Berry no seu sofá. -É um nome que não sei pronunciar direito, ou é super barato ou é super caro.

Rachel se levantou do sofá e caminhou até Quinn com um sorriso nos lábios.

—Vamos ver o que temos -Rachel pegou a garrafa das mãos da loira e tentou ler o nome com muita concentração. -Pia… Pia... npol… Sop… Não faço a minima ideia do que essas letras formam.

Quinn riu e sentiu seu corpo mandar um sinal mais forte sobre a urgência que sentia. Rachel estava realmente próxima, encostada na mesa da cozinha segurando a garrafa e a encarando.

—Você quer ajuda pra abrir? -perguntou e Quinn sabia que não tinha nenhuma hipersexualização nessa frase, mas não deixou de sentir um calor percorrendo sua nuca. Parecia que cada palavra que saia da boca de Rachel atravessava seus ouvidos como um grito de “Me pegue”.

—Eu vou pegar o abridor -decidiu se pronunciar e ser realmente mais ativa, esse vinho já estava demorando séculos para ser degustado, parecia uma barreira para os “finalmente”.

Ela voltou para as gavetas da cozinha e enquanto revirava os utensílios, Rachel subia no tampo de mármore da mesa ficando logo atrás de Quinn. Quando a loira se virou com o abridor em mãos viu a morena em cima da mesa, com o vestido erguido muito acima das coxas e a garrafa de vinho entre as pernas.

Rachel tirou o saca-rolha das mãos de Quinn, rompeu o lacre de proteção e girou a espiral contra a rolha do vinho. Sorriu para Quinn em meio aos cabelos caidos por cima do rosto e quando a espiral entrou o suficiente na rolha, ela puxou o saca-rolha abrindo o vinho.

—Se isso teve a intenção de parecer sexy.... conseguiu -Quinn sorriu e pegou o vinho entre as pernas da morena e encostou o gargalo em sua boca dando dois ou três goles de uma vez e ofereceu a garrafa. -A senhorita prefere uma taça?

Rachel apenas pegou a garrafa e tomou um grande gole, sem querer seus lábios retiveram um pouco do líquido, os deixando com um tom arroxeado.

Parecia um convite. O corpo de Quinn entendeu como um convite, ela sentiu uma ardência em seu rosto, um último sinal que dizia “Vai logo sua idiota, beija!”. Sem mais jogos, sem mais tortura. Quinn pegou a garrafa das mãos de Rachel e colocou ao lado na mesa. Ela sentiu a necessidade de aproveitar aquilo, de tentar focar e não se deixar ficar desastrada por causa do álcool.

Se postou contra a mesa, passando suas mãos pelo quadril da mulher a sua frente, deslizando e puxando-a mais para perto com um impulso em suas nádegas. Rachel sabia o que fazer, ela estava bêbada, mas não era estúpida. Ela sentia os sinais de que ia fazer sexo com Quinn e embora ela lembrasse de cada vez que a loira tocou seu corpo agora era diferente. Era a “primeira vez” de Quinn e ela sabia de todas as dores e frustrações que a mulher que ela tanto amava tinha passado na época do colégio. Sexo com Puck, gravidez, ser expulsa de casa. Rachel não queria apenas sexo, ou sexo de reencontro. Ela queria que aquela fosse a melhor transa da vida de Quinn.

Rachel passou os braços ao redor do pescoço de Quinn e colocou suas testas. Suas mãos deslizaram pelos cabelos loiros, pela nuca, e pousaram nas bochechas. Elas não tinham os olhos fechados. Observavam a pele uma da outra, os olhos, a boca, a curva dos sorrisos leves. Rachel só esperava um sinal, uma última coisa: um beijo. Um beijo que não fosse tímido, que não fosse agressivo. Um beijo que só a Quinn que ela conhecia poderia dar.

E Quinn o fez. Lançou os lábios para frente e as duas ficaram ali, conectadas por alguns segundos, antes que pudessem se mover. Era o que faltava, um beijo carregado de sinceridade. Carregado de significados que não podem ser entendidos de maneira clara, mas que podem ser resumidos em desejo.

Rachel partiu os lábios e Quinn deslizou sua língua até encontrar a da morena e ambas começaram um beijo mais real que abriu finalmente as portas para o que o corpo de Quinn clamava e ela deixou que seu corpo tomasse o controle, deixou que suas mãos vagarem pelas pernas da morena nas áreas expostas pelo vestido levantado. Rachel se agarrou aos ombros de Quinn e suas unhas agiam de forma agressiva, cravando na pele leitosa. Ela estava desesperada para sentir mais de Quinn, mas sabia que não cabia a ela ditar o ritmo.

Quinn por outro lado, não estava querendo ditar nenhum ritmo, ela sentia a urgência de jogar Rachel na cama e beijar seu corpo inteiro. Seu corpo sentia falta do corpo de Rachel, do contato com sua pele quente e macia.

—Droga Santana, eu disse pra ligar antes! -elas ouviram a voz de Brittany sendo sussurrada.

—Dios mio! Pianpolvere Soprano! -a voz esganiçada de Santana cortou totalmente o clima para as duas. -Eu estava guardando esse vinho! Ele é de uma reserva especial! Eu vou descer o Lima Hights em vocês!

—Santana! -Brittany a agarrou pelo braço e com pedidos de desculpas inaudíveis.

—Esse vinho custou trezentos dólares! 300! -gritou Santana.

—Ops — foi a única coisa que Quinn conseguiu dizer. Ela se distanciou de Rachel e esperou que a outra personalidade de Santana, a famigerada Snixxx aparecesse.

—Eu… eu estava guardando pra alguma ocasião… es...especial -de maneira inesperada Santana começou a se debulhar em lágrimas. Rachel observou um pouco horrorizada a cena e olhou desesperada de Quinn para Brittany e a última só ergueu uma mão enquanto a outra afagava as costas de Santana.

—Santana nós compramos outra… -Rachel começou a falar mas se calou quando Santana se recompôs levemente de seu colapso e caminhou até ela, a encarou e apenas pegou a garrafa de vinho que estava na mesa e caminhou em direção ao seu quarto.

—Espero que continuem o que estavam fazendo porque parecia super quente -Brittany disse caminhando para o quarto atrás de Santana e fechando a porta.

Rachel e Quinn se encararam e só conseguiram rir. Aquilo era tão típico, tão a cara de Santana e Brittany. Para Quinn era como se ainda estivesse com elas no colégio. Ela entendeu, que algumas coisas nunca mudam, Santana e Brittany eram um exemplo disso, ela estava em casa.

—Pelo menos tomamos uns goles -Rachel sorriu e desceu da mesa, crendo que o clima já não existia mais. Quinn não deixou de perceber um certo tom de desapontamento na voz e na expressão da morena. O que a fez puxá-la para perto a encostando contra a mesa.

—Acho que poderíamos ir pra cama…

—É, é melhor ir dormir, e eu posso pegar um táxi…

—Rachel -Quinn revirou os olhos e soube que tinha de ser mais clara naquele momento. -eu e você, na minha cama… nuas.

Rachel não pode deixar de sorrir e só concordou enquanto Quinn a guiava até o quarto. Mas sinceramente, ela estava nervosa, fazia algum tempo que não tinha aquela intimidade. Assim que chegaram no quarto, Quinn trancou a porta atrás delas e acendeu apenas a luz de um abajur no canto do quarto, elas conseguiam se ver, mas o escuro parecia exaltar os desejos que sentiam, como se nada ali fosse proibido.

A morena conseguia ver os olhos de Quinn deixando o esverdeado por um tom mais escuro, ela se sentia o alvo do ataque de um leão.

—Eu preciso ir ao banheiro… se me dá licença -Quinn a olhou com docilidade, Rachel apenas acenou positivamente com a cabeça e Quinn se dirigiu ao banheiro.

Quinn precisava se concentrar. Assim que a porta fechou a suas costas ela colocou as mãos no rosto. Era real, hoje ela iria fazer sexo com Rachel. Era algo irremediável, mas nada a impedia de estar nervosa, mesmo que seu desejo estivesse tão na cara. Ela andou pelo banheiro, respirando fundo, querendo que o resto da influência do álcool passasse mais rápido do seu corpo, ela ligou a torneira e jogou água no rosto. Depois se sentou na borda da banheira e respirou contando até dez. Ela se levantou e olhou-se no espelho. Dentro da sua cabeça ela disse a si mesma “Você é Quinn Fabray”, ela precisava relaxar e nada parecia adiantar.

—Quinn? — ela ouviu a voz de Rachel vindo do quarto.

—Só um minuto! -respondeu e ela chegou a uma conclusão, iria abrir a porta e que alguma força divina tomasse o controle porque se dependesse do corpo dela, ela se fundiria com Rachel.

Ela abriu a porta e se deparou com uma das cenas mais eróticas que ela já presenciou. Rachel berry de joelhos na sua cama segurando o lençol cobrindo os seios e o ventre a olhando com inocência.

—Você ainda quer fazer isso? -Rachel perguntou devido a sua posição delicada. Ela achava que Quinn não fosse demorar tanto e com essa demora toda abriu-se um espaço na mente de Rachel onde ela começou a discorrer sobre a hipótese de Quinn ter desistido de fazer qualquer coisa e ela estava lá, nua coberta apenas pelo lençol. Ela queria ser sexy e agora estava com medo de ter sido precipitada.

—Quero… muito -foi o que Quinn conseguiu dizer antes de se apressar para perto da cama enquanto baixava o zíper de seu vestido. Quando chegou a beirada da cama, deixou que o tecido deslizasse pelo seu corpo, sentiu seu rosto arder quando viu que os olhos de Rachel tinham acompanhado o vestido até o chão e voltado para olhar fixamente seus seios desnudos. Ela acertou quando estava se arrumando, hoje era o dia perfeito para usar apenas calcinha.

Quinn subiu na cama e tirou o lençol das mãos de Rachel. Ela sabia muito bem o que queria. Ela sabia muito bem o que fazer, sabia exatamente o que sentia. Rachel começou a se inclinar para trás, se deitando totalmente exposta, Quinn tomou alguns segundos para si e Rachel aguardou, ela não se sentiu invadida com os olhos da loira escaneando seu corpo nu, aqueles olhos com pupilas dilatadas olhando diretamente para o seu sexo, os lábios sendo mordidos e as mãos que se arrastaram pelas pernas bronzeadas a fizeram se sentir em casa. Fechou os olhos com o contato das mãos delicadas que acompanhavam o movimento de subida do corpo de Quinn, caminhando para segurar seus seios com firmeza enquanto os lábios rosados tocavam seu pescoço.

Rachel soltou um gemido baixo, suas mãos vagaram pelos braços e pelas costas de Quinn enquanto ela tremia com a maneira que Quinn tocava seus mamilos, era de uma naturalidade sem tamanho.

Quinn alcançou sua boca e se suspendeu enquanto beijava a morena de forma mais intensa, encaixou sua perna contra o centro de Rachel e não pode deixar de gemer quando sentiu a umidade tocar sua pele. Sua boca desceu até os seios da morena, sua língua acariciava os mamilos de forma alternada, dando uma leve mordida fazendo com que Rachel gemesse e soltasse uma pequena risada. Quinn sabia o que fazer com Rachel, sabia como agradá-la, era como fazer uma revisão da matéria que o professor acabou de passar. Estava tudo na mente dela. Quinn foi descendo, distribuindo beijos por onde sua boca passava, até chegar a viagina de Rachel. Instintivamente a loira afastou as pernas da morena e se posicionou com os braços por trás das coxas enquanto as beijava. O sexo de Rachel estava exposto, brilhava com os fluidos vindos do prazer e da expectativa que haviam sido geradas.

Ela olhou para cima e viu Rachel com os olhos fechados e a cabeça sob o travesseiro, com o rosto compenetrado, esperando algo acontecer enquanto segurava seus próprios seios em busca de algum estimulo.

Quinn sorriu e lambeu firmemente a abertura, fazendo Rachel soltar um suspiro longo, como se tivesse algo sendo libertado, uma das mãos da morena se deslocou e se postou sobre a cabeça de Quinn, como um incentivo, um pedido mudo de “Vai!” e Quinn foi. So movimentos com a lingua percorriam desde o clitoris até o interior do canal, até onde podia alcançar. Ela sentiu a morena tremer e segurar com mais força seus cabelos quando sua lingua passava no clitoris, e então ela soube do que Rachel precisava.

Se afundando cada vez mais, ela abriu os labios e começou a sugar o clitoris, variava entre chupões e lambidas, fazendo Rachel emitir o mais belo som que já tinha ouvido. Nenhuma cação traria a carga de erotismo que aquilo trazia. Rachel gemia baixo o nome de Quinn, e aquilo se tornou um incentivo, os gemidos da morena se tornaram mais desconexos. Vagarosamente, enquanto sua boca estava ocupada, Quinn deslizou um dedo para dentro do canal de Rachel, e ela estava tão úmida que entrou com facilidade, começou a fazer movimentos de vai e vem e a morena não pode deixar de mexer seus quadris. Seu orgasmo estava perto, Quinn sabia que sua parceira não duraria por muito mais tempo, então, como se fosse a última vez que pudesse fazer aquilo, a loira acelerou seus movimentos, olhou para o rosto e Rachel e viu suas sobrancelhas juntas, os olhos cerrados e a boca aberta, uma de suas mão agarrada no cabelo de mechas loiras e a outra puxando o lençol com força. E um segundo depois um gemido tão prazeroso e as expressões se acalmando enquanto a respiração ainda estava acelerada fizeram Quinn apertar as pernas e tentar bloquear a urgência que sentia. A loira retirou o dedo de dentro da judia e retirou sua boca fazendo Rachel tremer um pouco, rastejou para o lado de Rachel e passou seu braço por cima do torso exposto da morena. Rachel abriu os olhos e olhou para uma Quinn muito sorridente.

—Oi -Quinn sorriu.

—Oi -respondeu beijando os lábios de Quinn e gemendo ao provar o próprio sabor. -Minha vez!

—Não precisa fazer se não quiser -como se Quinn tivesse dito a maior besteira do mundo, Rachel a encarou erguendo uma sobrancelha.

—Eu quero fazer isso -respondeu ficando por cima de Quinn correndo as mãos pelo corpo da loira, Rachel foi beijando a pele lisa, até chegar a calcinha, a última peça de roupa que a impedia de ter o corpo da loira. Suas mãos chegaram até a borda do tecido e puxaram para baixo, com a ajuda de Quinn suspendendo as pernas. Rachel deu atenção aos peitos firmes e rosados, os beijando com cuidado, ouvindo Quinn suspirar e deslizar as unhas pelo seu couro cabeludo a fazendo sentir arrepios.

Rachel se ergueu um pouco e desceu suas mãos até uma das pernas de Quinn, a erguendo e a deixando dobrada, por alguns segundos a loira ficou sem entender absolutamente nada, mas quando Rachel se posicionou sentada sobre seu ventre, ela entendeu e soltou um gemido longo quando a morena começou a roçar as vaginas de ambas.

Quem diria? Nem em suas mais profundas ilusões de colegial ela poderia imaginar que Rachel Berry, a perdedora de Lima a estaria fazendo gemer numa ministração perfeita de sexo lésbico.

Depois de alguns minutos na posição, as duas começaram a se mover uma contra a outra, trabalhando em conjunto, o quarto foi preenchido por gemidos e sussurros, que ambas não entendiam, mas que faziam todo sentido, porque Quinn estava sentindo que seu orgasmo estava próximo, a imagem da morena, com os seios firmes se movendo no ar, e sua feição safada já poderiam por si só ter feito Quinn gozar, mas foi quando Rachel agarrou a mão da loira e chupou seus dedos com veemência, os dedos que Quinn tinha usado na morena. Aquilo sim, a sensação, o significado e o conjunto da obra, fizeram Quinn gemer em alto e bom som o nome de Rachel, era possível que todos os vizinhos soubessem agora quem fazia Quinn gozar. Ver a loira em seu momento de êxtase, fez Rachel continuar seus movimentos e segundos depois a fricção fez com que ela gozasse pela segunda vez, mesmo que com menos intensidade.

Ela deitou por cima de Quinn e ambas esperavam a respiração se acalmar. O suor, o cheiro da pele, do sexo, o contentamento, o abraço que elas trocavam no momento, o silêncio das palavras não ditas mas o poder dos olhares trocados… Quinn tinha uma certeza e nesse momento ela podia dizer uma palavra que somente alguém apaixonado pode entender. Lar. Rachel era seu lar.

Quinn a beijou na testa e recostou a cabeça, ela disse a si mesma que só ia fechar os olhos. Mas no fim das contas, as duas dormiram no conforto do abraço, sem medos, sem necessidades de promessas ou esclarecimentos, elas sabiam que pertenciam uma a outra.

Notas finais
Musica do capitulo: https://www.youtube.com/watch?v=9FXxyY49qio