As If We Never Said Goodbye

16 I Learned to live half alive Parte II


Notas iniciais
Ei gente, terminei a correção do fim desse capitulo mais cedo, já que me livrei do remédio que me dá sonolência o. Este capitulo não tem Faberry, e é mais sobre a Fabray, e SEXO! Enfim, tem algo sobre a relação da Quinn e da Carrie, como elas se comportam e é bem importante. A proposito alguém já percebeu do que se trata a capa dessa fic? Não é atoa que as duas estão na escola, tem algo haver com o enredo. Aliás, a arte da capa é de uma Italiana muito foda pela qual eu tenho uma paixão platônica :X http://patronustrip.tumblr.com/tagged/drawing ela tem os mais diversos tipos de desenhos faberry, é incrível! Deem uma conferida, vai valer super a pena.
Obrigada pelas reviews, vocês são muito fofas e fazem meu dia melhor! Desculpem os erros e boa leitura.

Puck se levantou com Beth no colo e a garotinha esticava os braços na direção de Quinn, lembrando do curto período que estiveram juntas quando Shelby necessitava de alguém para cuidar da filha. A loira estava a beira de um ataque emocional, mas conteve as lagrimas a medida que apertava a mão de Carrie que encarou aquilo como uma troca de favores já que tinha esmagado a mão de sua namorada durante o vôo.

-Hey Q! Não vai me dar um abraço? –perguntou Puck com seu sorriso travesso.

-Claro –sorriu largando a mão de Carrie para abraçar o amigo e ao se soltar olhou para a garotinha. –Como vão?

-Bem, muito bem, não é princesinha? –sorriu o garoto bagunçando os cabelos de Beth. –Diz oi pra Quinn... diz!

A garotinha era tímida, escondeu o rosto na camisa do pai.

-Ela já está falando um bocado, principalmente quando está com fome –riu. –Então, quem são essas gostosuras aí?

Carmen se virou erguendo uma sobrancelha.

-Desculpe, aqui só tem lésbicas –esclareceu sorrindo e Puck acompanhou a latina com um sorriso sapeca.

-Isso soa muito bem! –brincou. –Sério, Quinn, não vai me apresentar?

-Claro... Meninas, esse é o Noah Puckerman, estudamos no McKinley e nós nos envolvemos...

-E nasceu a coisa fofa do papai, hã? Não é lindinha? –disse pegando Beth com os dois braços a erguendo, a garota soltou uma gargalhada que fez o coração de Quinn bater rápido. Ela era de fato perfeita.

-Bem, esta é Carmen Herrera, minha colega de quarto em Yale –Quinn a apresentou e Puck beijou as costas de sua mão com uma leve piscadela que fez Carmen rir. –E está, é Carrie Menphis, minha namorada.

Puck engasgou com a própria saliva e olhava espantado para as garotas.

-Quinn... achava que você não poderia ser mais quente do que quando usava aquele uniforme de cherrio, mas você conseguiu se superar –o judeu beijou a mão de Carrie que sentiu uma pontada de ciúmes com o comentário sobre sua namorada num uniforme de líder de torcida.

-Aconteceu... –a loira limitou-se a dizer. Ela ainda olhava para Beth que agora brincava com os botões da camisa de Puck. –Mas o que você está fazendo com ela?

-Ah, é uma história boa, podemos almoçar todos juntos? Se não for um incomodo, claro.

-Claro que pode, adoro uma fofoca –disse Carmen afastando sua cadeira para que Puck pudesse sentar na cadeira vazia.

-Pode segurá-la, Quinn? Tenho que pegar a mochila dela –o garoto sorriu estendendo a criança de cachos dourados para Quinn que estendeu os braços debilmente segurando-a. Beth estava cada vez mais parecida com Quinn, seus olhos eram similares ao da mãe e até a sobrancelha que se ergueu segurando o pingente de cruz que havia no pescoço da loira, era igual. Carmen nada comentou, simplesmente sorriu para a amiga que estava em uma espécie de estão de letargia com a menina no colo lhe tocando o pescoço. Carrie tirou a câmera semi profissional que sempre levava na bolsa e após ajustar o foco da lente começou a tirar algumas fotos de Quinn com a filha no colo.

Puck voltou e engatou uma conversa com Carmen e Carrie sobre Yale e ficou extremamente interessado na ideia da pequena empresa.

-Acho uma ótima ideia, principalmente a começar pelo ambiente em que vocês estão, o pessoal da universidade vai adorar, e quando começarem me avisem, acho que seria legal ter meu material promocional, chamaria mais atenção para o meu negócio –Puck parecia diferente, mais do que quando terminou a escola e isso havia ocorrido há apenas poucos meses.

-Mas, Puck, o seu negocio deu realmente certo? –perguntou Quinn que finalmente havia conseguido se desconectar um pouco da filha que brincava com seus cabelos.

-Foi algo incrível! E meio inacreditável se quer saber –sorriu. –Meu pai apareceu em Lima logo depois da nossa formatura, e me deu uma grande quantia em dinheiro, acredita que o safado foi a Lãs Vegas e ganhou uma bolada num jogo de poker com aquela grana que eu estava juntando e dei a ele?

O queixo de Quinn foi ao chão. O pai de Puck havia aparecido do nada para pedir dinheiro ao filho, o único dinheiro que o garoto tinha e como num piscar de olhos o jogo virou, literalmente.

-Então, nós dois resolvemos montar uma sociedade e o negocio está de vento em popa! O cara mudou, realmente mudou, principalmente depois de conhecer a neta –sorriu para a garotinha no colo de Quinn.

-E você ainda não me explicou por que está andando com Beth pela Califórnia –apontou Quinn.

-Na segunda semana aqui, pra minha enorme surpresa, vou com meu pessoal, por que temos dois empregados trabalhando conosco, parar na casa da Shelby limpar a piscina e fazer a instalação de uma lona na piscina, para proteção. Ela veio para cá dirigir um coral de uma escola qualquer, e como já não estávamos na relação aluno/professora, nós realmente nos demos uma chance para nosso lance se tornar algo mais maduro –disse orgulhoso.

-Wow, relação aluno/professora? –Carmen olhou divertida para Puck.

-É, a Shelby era nossa professora substituta e também dirigiu o segundo coral da nossa escola e antes disso era treinadora do nosso coral inimigo –explicou Puck. –E além do mais é a mãe biológica da Judia mais quente que eu conheço.

-Quem? –perguntou Carmen.

-Rachel Berry –respondeu o garoto acenando para o garçom. –Podemos fazer o pedido?

As garotas balançaram a cabeça afirmativamente, mas a mesa ficou em silencio. Ultimamente o assunto Rachel Berry era vetado entre as garotas, Carrie sabia de toda a história entre a judia e Quinn, pois a loira fez questão de manter tudo em panos limpos, se era para terem uma relação saudável, não deveria haver mentiras ou omissões.

Após fazerem seus respectivos pedidos Puck continuou o assunto.

-Aliás, semana passada Shelby e eu fomos à Nova York, ficamos só para ver a apresentação da Rach, foi fantástico, ela conseguiu o papel principal e teve uma parte em que ela voou pelo palco cantando Def... Defying...

-Defying Gravity –disse Quinn remexendo os cachinhos de Beth.

-É! Foi incrível, apesar de ser apenas uma peça da universidade, mas é da NYADA, então acho que deve ter sido algo grande. Até o Finn apareceu por lá, e o Sr. Schue! E pasme, Santana! –disse animado.

-Wow, espere um pouco... essa garota está fazendo uma peça? –perguntou Carmen.

-Santana? Santana é minha amiga! O que diabos ela estava fazendo em NY e não me avisou? –Quinn parecia indignada.

-Oh, ela ainda está por lá, morando com a Rachel!

-Como é? –a loira arregalou os olhos. –Só pode ser piada sua Puckerman! Santana e Rachel nem se davam tão bem a ponto de morarem juntas e aquela vaca latina teria me avisado.

-Então, é melhor ligar para ela se quiser tirar a história a limpo –disse Puck. –E como vai o bromance de vocês duas?

Carrie desistiu de tentar se integrar na conversa, e começou a olhar as fotos que vinha tirando desde que saiu de New Haven.

-É, nos falamos... –Quinn se remexeu na cadeira e pegou a mão de Carrie em seguida depositar um beijo na bochecha da garota que sorriu perante o gesto. Ela entendeu o recado, não queria entrar em decisões sobre Rachel e preferiu atalhar a conversa.

-E Shelby? Onde está? –perguntou Quinn cutucando a barriga de Beth que ria.

-Atrás de você –disse o garoto que se levantava.

Quinn não sabia como reagir, o histórico entre as duas era amargo e não sabia como a mulher agiria ao ver que a loira segurava sua filha nos braços.

-Shel, olha quem deu o ar da graça em LA –disse Puck fazendo Quinn entregar Beth para ele e se virar.

-Quinn Fabray? –disse a mulher com um ar de surpresa. –Nossa...

-Olá, Shelby, como vai? –perguntou levantando-se para apertar a mão da mulher a sua frente.

-Bem, muito bem –apertou a mão que lhe era oferecida. –E você, como anda Yale?

-Ótima, por que não se senta conosco? –disse educadamente. E Shelby aceitou com um sorriso, Puck pegou uma cadeira para ela e a entregou Beth que sorriu se abraçando ao pescoço, exclamando alegremente “Mamãe”. Quinn sorriu para a cena embora seu coração partisse ao ver uma criança extremamente parecida com ela chamar outra pessoa de mãe.

Conversa vai conversa vem, alguns tópicos foram abordados, tanto quanto o as aulas em Yale, os planos de Puck e Shelby de irem para NY, negocio das meninas e o motivo pelo qual precisavam de dinheiro. Carrie deu a mesma explicação que deu ao pai de Carmen, mas Quinn preferiu se abrir para o casal, ambos a conheciam e não a julgariam por causa de sua sexualidade, só não comentou que a explosão sexual se deu devido principalmente à Rachel. Puck, devido a presença de Shelby, não fez nenhum de seus comentários safados. O casal apenas concordou que era bom ela estar tendo total abertura quanto aos seus sentimentos.

Quando se deram conta já eram quatro da tarde e as garotas precisavam ir para o aeroporto, Shelby fez questão de levá-las em sua minivan, e durante o caminho Carmen e Carrie fizeram questão de tirar fotos com Beth que simplesmente não queria soltar da mão de Quinn.

A loira percebeu que no banco da frente Shelby e Puck trocavam olhares significativos seguidos de sorrisos. Ao chegar no aeroporto e Shelby chamou Quinn enquanto Puck havia ido ao fraldário cuidar de uma emergência código marrom.

-Quinn, como você se vê hoje em dia? –Shelby deu um sorriso encorajador.

-Hm, acho que estou terminando meu processo de redescobrimento que iniciei no começo do terceiro ano, ou simplesmente no meio do caminho –sorriu. –Mas por que a pergunta?

-Noah e eu, temos conversado sobre você –Quinn ergueu as sobrancelhas. OS sorrisos e os olhares eram por isso? –E bem, ele me fez pensar um pouco sobre você e penso que posso lhe dar outra chance para se aproximar de Beth, você entende a seriedade disso, Quinn?

-Entendo Shelby, entendo completamente e não sei se estou pronta para realmente me aproximar dela –a loira queria mais do que tudo poder segurar Beth nos braços, mas admitia que em seu período de mudança emocional, talvez não fosse a melhor época. –Estou passando por muitas redescobertas e minha universidade está no começo, tenho muito a descobrir sobre mim mesma.

-Não peço que esteja sempre com ela, Quinn. Quero ir devagar, deixá-la saber que ela tem uma mãe a mais... mas vou ser sincera com você, depois de tudo o que aconteceu da primeira vez que demos essa chance a você...

-Eu ferrei tudo –sinalizou Quinn.

-É... Mas entendo que naquela época você estava um tanto perdida, mas hoje em dia, vendo você se aceitar, correr atrás de seus estudos e procurar se manter em uma cidade totalmente nova, é maravilhoso Quinn, me faz acreditar em uma nova versão sua, uma versão fantástica –Shelby sorria e Quinn só pode abraçá-la.

-Eu... eu vou tentar dar o meu melhor para poder estar sempre perto da Beth, sempre que puder... eu estou extremamente agradecida por isso Shelby –sorriu a loira.

-Vejo que se entenderam –disse Puck que voltava com Beth no colo. –Emergência marrom foi contida, não é, minha macaquinha?

Beth soltou uma risada quando Puck beijou o pescoço da garota.

-Hey, Q, hora de voltar pra casa –disse Carmen se aproximando com Carrie do grupo. –Nosso vôo já foi anunciado.

-É isso, até a próxima –disse Quinn sorrindo para Shelby enquanto abraçava Puck e deixava um beijo na testa de Beth que imediatamente se agarrou ao pescoço de Quinn, o coração da loira começou a ser reconstruído.

Quando chegaram a NY já era tarde e Quinn resolveu deixar o assunto “Santana Lopez” para o outro dia, pegaram o trem para New Haven e assim que se aproximavam da estação final Carrie começou a esfregar o nariz no pescoço de Quinn e a loira sabia o que aquilo significava. Carmen olhou para as duas e revirou os olhos soltando um “Arrumem um quarto”. Assim que chegaram a cidade Quinn largou Carmen no dormitório e caminhou para o de Carrie, que vivia sozinha.

-Então, o que Shelby queria com você? –perguntou a garota enquanto as duas subiam as escadas.

-Ela disse que me queria na vida da filha –sorriu.

-Você diz na da Beth, certo?

-É claro, ela não se referia a Rachel...

-Hm, sabe que é muito... não sei como dizer isso, é muita coincidência que Shelby tenha dado Rachel para adoção e que você tenha dado Beth justamente a ela...

-Coincidências acontecem –limitou-se a dizer.

-Acho que... –calou-se enquanto abria a porta do quarto.

-Acha o que? –perguntou largando a bolsa no chão abraçando Carrie pela cintura.

-Você é bem ligada a ela, acho que... só acho que você tem muito mais haver com ela do que comigo –disse se desfazendo do abraço de Quinn largando a volsa e caminhando para o banheiro trancando a porta.

-Carrie? O que te deu hein? –a loira bateu na porta.

-Você me entendeu, Quinn –disse com a voz abafada. Quinn bufou e sentou-se na cama da namorada tirando o casaco, os sapatos e as meias.

-Você e essa Berry... sempre vão ter algo as ligando e eu vejo o quanto você evita falar sobre ela, eu sei que a ama e que nunca vai me amar desse jeito... –a garota abriu a porta secando a boca e guardando a escova de dentes. –Só quero deixar bem claro que não to pedindo pra você ficar comigo...

-Carrie, eu deixei tudo bem claro antes de começarmos algo sério, não entendo por que está falando isso agora... pensei que você queria outra coisa além de uma D.R.

-Oh, você não acha que eu gosto de conversar? Por que sou uma pessoa reservada, acha que só é sexo comigo, não é?

-Você enlouqueceu? –Quinn a olhou indignada

-Eu não estou louca! É essa garota que aparece a cada segundo em nossa vida! –disse levando as mãos a cabeça.

-Olha pra isso, Carrie –Quinn tirou a blusa de lá de mangas compridas exibindo o corpo perfeito e virou-se de lado apontando para uma marca roxa em suas curvas. –Foi você que fez isso, não foi Rachel Berry. Foi você que me fez gemer feito uma louca até os estudantes do quarto ao lado baterem a sua porta reclamando que não conseguiam dormir.

A loira se aproximou de Carrie e começou a despi-la, deixando a morena apenas de roupa intima.

-E hoje sou eu que vou fazer você gemer, por que é você que eu quero –Quinn despiu a própria calça jeans e jogou Carrie na cama ficando sobre a mesma.

-Quinn... você nem vai saber o que está fazendo... –argumentou Quinn.

-Você que pensa –a loira começou a rebolar no colo da namorada e se inclinou sobre Carrie beijando os seios comprimidos pelo sutiã, enfiou a língua entre eles sentindo a maciez.

Suas mãos desceram pelo abdômen da garota e as unhas arranharam a região com força, aquela noite era para deixar marcas. Carrie soltou um gemido de dor e Quinn sorriu com satisfação, tirou o sutiã da garota e abocanhou um de seus seios, mordendo o mamilo enquanto as mãos puxavam a calcinha com violência, rasgando-a. Quinn sentiu a morena arquear as costas pedindo por contato, com uma das mãos massageou o outro seio que era ignorado e desceu a outra apertando o sexo da namorada.

Carrie agarrou a cintura da garota com as pernas e suas mãos largaram o lençol puxando os cabelos loiros com forçando Quinn a abandonar o seio se lançar em um beijo agressivo aos lábios dela.

Quinn começou a estimular o clitóris da namorada com toques rápidos e fortes, estava tão molhada que sua mão deslizava tão facilmente por aquela parte do corpo da garota que era impossível resistir a tentação de enfiar os dedos e preenche-la.

Carrie quase gritou quando três dos dedos de Quinn a penetraram de maneira agressiva sem nenhum sinal prévio, ergueu as costas com a sensação. A loira mordeu seu pescoço e amassou seu seio, colocou o peso de seu corpo sobre Carrie que caiu de volta na cama, dominada.

-Eu sei o que fazer, não sei? –perguntou a loira chupando o pescoço da garota ficando de quatro sobre a namorada começando movimentos de vai e vem com a mão que ainda continuava no sexo de Carrie.

Mas Carrie não queria dar o braço a torcer, apenas balançou a cabeça negativamente e desenlaçou as pernas da cintura de Quinn e assim como a loira havia feito, rasgou sua calcinha e tirou seu sutiã. Tirou a mão da loira de si e tentou colocar a loira em baixo de si, mas Quinn não deixou e voltou a se sentar sobre a namorada.

-Você tem jeito com as mãos, mas não consegue me dominar, gatinha –Quinn se encaixou entre as pernas de Carrie fazendo seus sexos se tocarem e iniciou um movimento de vai e vem frenético. –Geme gatinha.

Carrie não conseguia mais se segurar e deixou que um som rouco saísse de sua garganta, ela não era como Quinn que berrava aos quatro cantos que estava fazendo sexo.

Os movimentos da loira foram se intensificando e Carrie se agarrou as costas da garota a arranhando e cravando as unhas, enquanto Quinn mordia a clavícula da morena e deslizava a língua pela região.

Os gemidos de Carrie foram ganhando mais notoriedade e logo encheram o quarto fazendo com que a loira soltasse um riso gostoso, tinha conseguido, Carrie estava gemendo feito uma louca. Quinn saiu daquela posição para descer os beijos até o sexo da morena que ao sentir a língua da namorada em seu clitóris se contorceu fechando as pernas contra a cabeça de Quinn que segurou as pernas forçando-a a ficar firme naquela posição. A loira moveu a língua por toda a extensão e voltou a penetrá-la com os dedos sem deixar de pressionar os lábios no clitóris.

Quando sentiu as paredes se contraírem deu uma leve mordida no ponto sensível e o quarto explodiu em um gemido alto.

O vizinho bateu na parede com força e ambas ouviram um “Vão para um motel” abafado que despertou uma serie de gargalhadas.

-Acho melhor emprestamos um fone de ouvidos para ele, por que hoje a noite vai ser longa –disse Carrie beijando a namorada. Não ia deixar Quinn na mão.