As If We Never Said Goodbye

24 Hello, Goodbye Parte II


Notas iniciais
Algumas coisas: Obrigada pelas reviews, vocês são sempre muito fofas! E... SEXOOOOOOOO! Parei '-' Divirtam-se

Ela queria Oliver estraçalhado, não havia casa alguma perto do correio, só haviam prédios, e no endereço que ele a havia dado não tinha nenhuma Senhora Weasley e para completar ele não atendia o celular.

-É melhor irmos para a Pet Shop deixar esse carro, Santana –resmungou Rachel sentada no banco do passageiro. –Quero ir logo pra casa ver se consigo falar direito com Quinn, ela não me atende, só mandou uma mensagem dizendo que estava ocupada.

-Se formos a Pet Shop eu vou castrar Oliver, já poderíamos estar em casa resolvendo esse maldito problema da chave. Tem certeza que a sua não está na sua bolsa? –perguntou apontando para a bolsa que Rachel carregava no colo.

-Já procurei, procurei três vezes desde que você me ligou avisando que tinha perdido a sua. É impossível que nós duas tenhamos perdido ou sido roubadas, talvez tenha caído no corredor do apartamento...

-Ei, você não tinha ido pegar uma encomenda no correio?

-Não tinha nada, fui lá por nada, Oliver é muito avoado, acho que essa encomenda chega em outra data e ele se atrapalhou... –disse pegando o celular para ver se havia alguma mensagem de Quinn. –Espere um segundo...

-O que foi? –perguntou Santana manobrando o carro para sair do estacionamento.

-Oliver nos mandou para lugares próximos sem propósito algum e nós duas perdemos nossas chaves, é muita coincidência!

-Espero que seja temporada de cassa ao veado, por que hoje eu mato um! –Santana acelerou assim que saiu da vaga fazendo com que Rachel segurasse o cinto de segurança com força.

X

-Como você roubou as chaves delas? –Brittany perguntou assim que terminaram de arrumar a sala do apartamento de Santana e Rachel.

-Foi fácil, Rachel passou na Pet Shop quando estava indo para a aula enquanto ela assinava uma documentação roubei a chave da bolsa dela e para roubar a de Santana foi mais fácil ainda, ela deixou em cima do balcão –explicou-se levantando do sofá. –É melhor eu ir embora, Santana deve estar com raiva depois que eu a mandei para um endereço falso.

-Certo, obrigada por tudo Oliver –agradeceu Quinn levantando-se para acompanhá-lo até a porta. –Tenha um bom dia dos namorados.

-Oh vou ter, com certeza –sorriu acenando para Brittany. –Juízo para vocês!

-Quinn! Acho que tem algo queimando na cozinha –exclamou Brittany correndo para a cozinha sendo seguida por Quinn.

-Droga! É o suflê! Eu o esqueci! –ela abriu o fogão e uma nuvem negra saiu de dentro. Rapidamente ela calçou uma par de luvas e tirou a travessa de dentro. Estava realmente, muito queimado. –E agora?

-Acho que... –a loira de olhos azuis caminhou até a porta da geladeira e viu uma lista de restaurantes com serviço de entrega. –Podemos pedir, acho que não dá mais tempo para fazer mais nada a não ser macarrão instantâneo.

X

Santana e Rachel caminhavam em direção ao apartamento de Oliver, tinham deixado o carro da Pet Shop em frente ao estabelecimento, queriam colocá-lo contra a parede e fazê-lo devolver suas chaves.

-Eu vou ligar para ele –Rachel não desistia, aquela já era provavelmente sua vigésima ligação, a verdade era que ainda não estava convencida de que Oliver havia roubado suas chaves e não queria atrapalhar o dia dos namorados do amigo.

-Se ele atender dessa vez diga que eu vou fazer dele uma mulher de verdade, vou tirar as bolas dele!

-Santana! Não seja tão rude, ele deve ter uma boa explicação para essa situação! –respondeu a amiga que parecia mais do que aborrecida.

-Oi Rach!

-Ah, finalmente atendeu esse celular! Oliver o que você fez com as nossas chaves? –perguntou diretamente.

-Como sabem que peguei suas chaves?

-Nos mandar fazer coisas que não precisavam ser feitas em lugares próximos para nos encontrarmos e irmos para casa juntas, responde sua pergunta?

-Sim, então venham para o apartamento de vocês, vou explicar quando chegarem aqui! –ordenou desligando o celular.

-Vamos para casa, ele está lá, obviamente com nossas chaves! –resmungou Rachel. –Estamos mais longe de casa, não quero andar mais depois de uma aula de dança.

-Vamos com o carro da Pet Shop, quero gastar a gasolina em troca do nosso tempo perdido –disse dando meia volta em direção ao carro que estava no fim da rua.

-Já imaginou que nossa vida depois da escola seria assim? Quero dizer, Quinn e eu, Santana Lopez e Rachel Berry morando juntas em Nova York, trabalhando com dezenas de cachorros, gatos, peixes dourados e hamsters na Pet Shop do meu ex namorado que é gay?

-De maneira alguma –gargalhou. –Nunca imaginei isso, especialmente a parte de você e a Q estarem juntas, parece mais surreal do que nós duas morando juntas.

-Eu entendo, a cheerleader loira e perfeita com a perdedora do coral, digno de uma das fantasias de Noah Puckerman!

-Mas vocês duas já fizeram? Já realizaram a maior fantasia de Puck? –brincou com um sorriso sacana no rosto.

-Oh, não... Não nos vemos muito e não pensamos muito nisso –Rachel deixou que os cabelos cobrissem seu rosto para esconder o rubor.

-Não deveria te falar, mas a Quinn vive subindo pelas paredes...

-Como... Como você sabe disso? –virou-se para a latina surpresa.

-Não é difícil saber, no ultimo mês quando fomos visitá-la e saímos para jantar naquele restaurante, e vocês começavam aquela pegação nojenta o rosto dela dizia que estava se segurando pra não te agarrar e arrancar sua calcinha com a boca sobre a mesa.

-Quinn me diria se quisesse dar um passo a mais...

-Mas isso seria te por contra a parede. Seja sincera comigo, quando fez sexo com Finn, ele lhe deu um orgasmo? –perguntou estacando no meio da rua deserta.

-Foi bom! –afirmou veementemente continuando a andar forçando Santana a segui-la.

-Ah, merda! “Foi bom” é o que diz quando se assiste um filme como “MIB — Homens de Preto 3”, foi bom, mas não vale a pena assistir novamente. Não é como “Os Vingadores” que te faz assistir toda a semana –explicou metaforicamente. –E bem, eu já fiz sexo com o cabeça de batata, e aquilo nem pode ser chamado de sexo!

-Isso é besteira, Santana! Finn é passado, foi um bom sexo e hoje estou com Quinn e é ela que me importa.

-É disso que estou falando, Quinn é sua namorada e está subindo pelas paredes. Será uma experiência e tanto! Mesmo que eu não queira falar sobre isso, pode perguntar sobre como faz as coisas de fato, sei que você é inexperiente...

-Eu não sou inexperiente!

-O que? –perguntou indignada lhe encarando.

-Digo... eu já me informei sobre o assunto...

-Oh, Berry! Já se aventurou pelo lado obscuro da internet? Youporn? Redtube? Ou foram contos eróticos? –Santana gargalhava alto quando deslizava a chave para abrir o carro.

-É por isso que não falo sobre sexo contigo. É sempre tão inapropriada! –resmungou entrando no carro.

-É engraçado! –disse entre risos colocando o cinto e girando a chave na ignição. –Você é completamente certinha e anda acessando sites pornôs, você é Rachel Berry!

-Sim, sou Rachel Berry, mas sou humana eu gosto de sexo!

-Eu sei “garotas querem sexo tanto quanto garotos” –citou a frase que a morena disse anos atrás. –Não vou pegar mais no seu pé, somos amigas afinal de contas, se precisar ter “A conversa” comigo, tudo bem.

-Acho que... está tudo sobre controle... não acho que vamos fazer isso em breve, digo, ela está tão ocupada ultimamente, se não fosse nossas ligações e o Skype acho que mal nos falaríamos e a cada dia que passa fica mais perto dela ir embora para a Itália.

-Vai ser um longo tempo sem vocês se verem... Vou sentir falta da Quinn imagine você...

-Será difícil, mas vamos conseguir –sorriu.

X

Oliver desceu pelas escadas apressadamente, não queria correr riscos e acima de tudo queria chegar em casa para poder passar o dia dos namorados com Ben. Ele ouviu a risada melodiosa de Rachel e viu as sombras subindo as escadas, voltou apressadamente mais um lance de escadas e entrou num corredor que dava acesso a mais um loft. Virou de costas e puxou o capuz do casaco que usava e fingiu estar abrindo a porta. Rachel e Santana passaram por ele e a judia lhe deu um sonoro “Boa noite” ele só acenou e murmurou algo inaudível, só conseguiu relaxar quando elas subiram mais um lance de escadas. Saiu correndo dali, Ben odiava atrasos.

-Oliver se estiver ai dentro prepare essa sua bunda por que meu punho... –berrou Santana abrindo a porta do loft tirando o casaco e a bolsa se deparando com Quinn e Brittany de pé no meio da sala dentro de um coração desenhado com velas em meio ao apartamento escuro sendo apenas iluminado pelas velas e por alguns pisca-pisca brancos presos as paredes. –Dios mio...

Rachel nem chegou a pronunciar uma palavra sequer assim que viu a decoração e seus olhos se conectaram com o de Quinn ela atropelou Santana e correu para os braços da namorada que a recebeu tirando do chão. Tinham sido duas semanas desde que haviam se visto, Quinn odiava a distancia, e mais ainda saber que em pouco tempo estaria indo para mais longe ainda. Aquilo doía.

-Feliz dia dos namorados! –exclamou Britanny alcançando Santana para um beijo longo.

Quinn se afastou de Rachel e acariciou seu rosto murmurando um “Feliz dia dos namorados” antes de beijá-la carinhosamente.

-Boy George ajudou vocês? –perguntou Santana beijando a bochecha de sua namorada que apenas balançou a cabeça afirmativamente. –E nós viemos planejando como matá-lo todo o caminho, agora quero abraçar aquele desgraçado!

-Oliver foi super útil, ele era mais alto e conseguiu prender os pisca-pisca na parede –a loira de olhos azuis guiou Santana para algumas almofadas que haviam sobre o tapete da sala no meio do coração de velas. –Eu vou pegar as pizzas, não se preocupe Rachel, sua namorada lembrou que você é vegan.

-Você pensa em tudo, é perfeita –Rachel beijou Quinn mais uma vez antes da loira se sentar e puxá-la para se sentar entre suas pernas a envolvendo com os braços pela cintura.

-Você que me faz ser perfeita, eu tenho que chegar ao seu nível –brincou roçando o nariz no pescoço da morena.

-Argh, que melação vocês duas! Se comportem! –fingiu-se indignada.

-Calada Santana, na primeira oportunidade você vai começar a se agarrar com a Britt! –exclamou Quinn jogando uma almofada na amiga.

-Não vou responder, pois todas sabemos que é verdade! –deu de ombros dando espaço para que a namorada sentasse ao seu lado.

-Isso vai ser romântico, pizza e vinho –riu Quinn. –Deixei o suflê queimar e foi só o que deu para fazermos.

-Sinceramente, isso está mais do que perfeito, só seria mais um dia sem graça –disse Santana sincera. –É bom estarmos todas juntas, embora seja dia dos namorados e normalmente passemos separadas. Isso soa como um encontro duplo.

-Essa é a ideia –Brittany abriu a uma das pizzas e sem cerimônia alguma pegou um dos pedaços com a mão. –Quem sabe poderíamos ir a Lima algum dia e ir ao Breadstix, seria legal por que estaríamos todas nós e já não temos medo daquela cidade, se entendem o que quero dizer. Não temos nada a esconder.

-Parece uma boa ideia –Quinn disse despertando olhares confusos de Santana e Rachel enquanto abria o vinho e servia nas taças dispostas no chão. –Decidi que não tenho nada para esconder, somos um só diante dos olhos de Deus, e espero que meus pais procurem entender que eu estou feliz.

-Meus pais adorariam te conhecer oficialmente como minha namorada!

-Eles já me conhecem...

-Mas não como minha namorada oficial, eles sabem que estamos juntas, mas você precisa passar pelo ritual dos Berry –explicou.

-Se eu fosse você fugia enquanto podia, Quinn –brincou Santana servindo-se do vinho.

-Ritual? Por favor não sacrifiquem nenhum animal...

-O ritual que eu falo é participar, como platéia, da noite dos Berry, onde tocamos piano e cantamos...

-Estou dizendo Q, se fosse você fugiria!

-Você fugiria do Fondue para dois? –retrucou e Rachel soltou uma gargalhada.

-Não...

-Entenda, não podemos fugir do que nossas namoradas gostam ou tem como habito, elas são fofas desse jeito, você tem que concordar –depositou um beijo na bochecha de Rachel que a encarava com admiração.

X

Rachel se esticou e voltou a se deitar no colo de Quinn, ambas estavam sentadas no sofá enquanto Santana e Brittany estavam esparramadas no chão trocando beijos cada vez mais ardentes. As quatro estavam assistindo Procurando Nemo, por insistência de Brittany, mas nenhuma delas estava de fato prestando atenção.

-San, acho que poderíamos ir para meu hotel... –sussurrou a loira de olhos azuis no ouvido de Santana.

-Por que, Britt-Britt?

-Aqui só tem uma cama e seu presente está lá –sorriu roçando os lábios no pescoço da latina.

-Gay-Berry e Fabgay, nós vamos fazer... hm... –ela se pôs de pé calçando os sapatos.

-Okay, já entendemos –Quinn se manifestou pois já sabia dos planos de Birttany.

-Nos vemos amanhã –a loira despediu-se dando um beijo nas duas que estavam no sofá alcançando a bolsa e o casaco.

-Até mais! –despediu-se Rachel vendo as duas caminharem apressadamente porta a fora. –Elas parecem dois coelhos...

-Acho que quando se faz sexo com a pessoa que se ama o resultado deve ser esse, virar coelhos acasalando de maneira enlouquecida –riu acariciando os cabelos castanhos de Rachel que estavam espalhados pelo seu colo.

-Quinn, vou lhe fazer uma pergunta e espero que seja sincera, certo?

-Certo –concordou assistindo a namorada se levantar de seu colo e sentar sobre as próprias pernas e lhe encarar.

-Você sente falta de fazer sexo?

-Rachel... eu não sei qual o ponto dessa conversa mas saiba que não precisa se preocupar quanto a ter uma relação sexual comigo, aposto que podemos esperar até que você tenha seus vinte e cinco anos e vários TONY’s na sua estante...

-Essa não é a pergunta, quero saber se você sente falta de fazer sexo –Rachel disse de uma maneira pausada e se aproximou de Quinn.

-Tenho certeza que você só tomou uma taça de vinho, não tem como estar bêbada...

-Quinn... –disse sentando-se de frente no colo da namorada segurando seu rosto com as mãos. -Acho que não fiz a pergunta certa...

Ela esperou que a morena continuasse, ela só o fez depois de respirar uma forte lufada de ar.

-Você faria comigo? –ela tentou não enrubescer, mas foi impossível. No segundo em que ela perguntou quis voltar no tempo e perguntar se poderiam assistir Funny Girl ao invés de Procurando Nemo. Ela nem estava agüentando ver o peixe palhaço na tela, puxou o controle remoto e desligou a televisão.

-Se você quisesse... –Quinn olhou para a janela vendo o brilho da cidade entrar no apartamento. Queria disfarçar que desde que estavam namorando tinha vontade de pegar o primeiro trem para NY, invadir o apartamento de Rachel e fazer amor.

Elas não levaram a diante aquela conversa que estava chegando a ser constrangedora. Rachel entendeu o que seu corpo já gritava desde que teve seu corpo pressionado contra o de Quinn pela primeira vez que pode se lembrar.

Seus lábios se chocaram sem nenhum constrangimento. Elas sabiam que aquilo era mais que certo para as duas.

Rachel enfiou as mãos pelos cabelos de Quinn os puxando levemente quando a sentiu pressionar a língua gentilmente contra a sua, as mãos dela vagaram pelo rosto da namorada caminhando até seu pescoço.

Quinn segurou os quadris de Rachel sentindo a morena se mover sobre seu colo, não era nada que já não tivessem feito antes, sempre que se encontravam haviam seções de amassos que não duravam muito, mas quando a morena se afastou de Quinn e sorriu de uma maneira que nunca havia sorrido para a namorada. Ela teve a maior certeza do mundo.

Rachel a beijou mais uma vez e se separou dela levando os dedos à barra da própria blusa, para, vagarosamente, retirá-la. Os olhos de Quinn brilharam e Rachel pegou suas mãos colocando-a sobre seus seios forçando-a a apertá-los.

Quinn a olhou nos olhos e deslizou dos seios para as costas da morena para abrir o feche do sutiã, delicadamente ela tirou a peça e sentiu seu centro contrair apenas com a visão dos seios levemente mais claros que o tom de pele e os mamilos amarronzados. Jogou o sutiã no chão e se inclinou sobre a judia beijando seu colo descendo com a língua até o vale de seus seios enquanto suas mãos voltaram a acariciá-los.

Rachel ficou mais do que impaciente por estar tão perto de Quinn mas com aquelas malditas roupas que atrapalhavam tudo.

Quinn se levantou do sofá deitando a morena para o tapete no meio da sala que ainda tinha varias velas acesas fazendo sombras nas paredes do apartamento. Ela tirou o cadigã que vestia e jogou as mãos para trás puxando o zíper do vestido até a base de suas costas. Rachel ficou de joelhos e procurou os lábios da amada puxando o vestido azul marinho com estampas de ancoras pelos braços da loira para em seguida deslizá-lo até suas coxas. Quinn debruçou-se sobre Rachel deslizando o vestido para fora do corpo e puxando de uma vez só a saia da morena.

A judia estava sentindo algo que não havia sentido da ultima vez em que havia tido um contato intimo com alguém, seja com Finn ou com a quase experiência com Oliver, ela estava realmente excitada com o jeito que Quinn tinha de despi-la a textura de sua língua que agora percorria seu seio e o abocanhava com fome chupando seu mamilo. Sentia arrepios pelo corpo que a faziam suspirar e arranhar as costas de Quinn, lutando contra seu corpo a beira do descontrole ela alcançou o sutiã de Quinn mas não conseguiu de maneira alguma tirar aquela maldita peça. A loira sentiu a dificuldade da namorada e se afastou tirando-o sem abri-lo de fato, apenas o puxando pelos braços e pelo pescoço jogando-o em algum lugar voltando a atenção para Rachel. Dessa vez atacou o pescoço o chupando enquanto descia as mãos para a calcinha da morena a acariciando sobre sua vagina.

-Merda Rachel! –exclamou tirando a própria calcinha para em seguida beijar a namorada e friccionar os dedos por fora da ultima peça de roupa da garota.

-Quinn, agiliza, por favor –o pedido fez a loira soltar uma risada e beijá-la atendendo o pedido da garota erguendo as pernas de Rachel e puxando a peça para deslizá-la pelas pernas que tanto amava e recebeu a visão dos Deuses. A morena não pode deixar de se sentir envergonhada, Quinn a estava olhando por completo, de uma maneira que nem Finn ousou olhar.

Quinn sorriu e beijou as pernas e rumou para os lábios da morena fazendo-as compartilhar um beijo apaixonado. Rachel passou os braços pelos pescoço de Quinn e a loira ficou sobre ela, sorrindo, deslizou uma mão pela lateral do corpo da namorada e com ajuda das próprias pernas afastou as da judia dando espaço para que sua mão se perdesse naquele centro úmido.

Seus dedos deslizaram por toda a extensão da vagina e rumaram para o clitóris, o friccionando enquanto mordia o pescoço de Rachel que gemia ao toque dela. Era melhor do que o que ela fazia em suas noites solitárias em que pesquisava sobre sexo lésbico (ela era Rachel Berry afinal de contas), e acabava se tocando. Era melhor por que era Quinn, por que ela sabia o que fazer, estava em boas mãos, literalmente.

-Rachel, posso? –ela ainda fez questão de perguntar. Rachel sussurrou um sonoro “Sim” e um firme balançar de cabeça. Quinn prestou total atenção ao que fazia, com dois dedos percorreu a extensão da vagina da namorada e vagarosamente os introduziu na namorada que mordia o lábio com força e agarrava-se as costas de Quinn.

-Mais... –resmungou deixando um sorriso escapar, era melhor do que fazer sozinha.

Quinn a obedeceu imprimindo um ritmo forte de estocadas e com o polegar esfregava o clitóris da morena que gemia, era uma sensação de poder que fez seu ego inflar.

-Quinn, põe mais! –Rachel Berry era gulosa. E Quinn não reclamaria disso nunca.

Colocou mais um dedo e lhe deu estocadas mais fortes colando o corpo com o de Rachel friccionando seus corpos em um ritmo forte que poderia muito bem levar a própria Quinn a um orgasmo, só por sentir o corpo dela e o de Rachel suando juntos, se unindo da forma mais gostosa possível.

Seus olhos se encontraram e compartilharam um sorriso enquanto seus corpos reagiam aos toques, arranhões e estocadas. Fazia tanto tempo que Rachel não sentia algo tão intenso que sabia que aquilo não duraria muito mais, Quinn a estava mandando para o limite. Ela cravou as unhas na loira e moveu seu quadril junto com a mão da loira.

-Amor, eu estou perto... –foi a única coisa que ela pode dizer que fez sentido, as palavras que se seguiram foram desconexas e se tornaram urros. Quinn continuou seus movimentos e descolou seu corpo do da morena, alcançando o clitóris de Rachel com a boca e o chupando com força. Quinn sentiu seus dedos serem apertados no canal de Rachel, com mais algumas estocadas ela fez o corpo da garota se contorcer em um orgasmo.

Retirou os dedos de dentro de Rachel e os chupou limpando os dedos. A morena a encarou com um sorriso satisfeito e a agarrou para um beijo cheio de paixão.

Quando se separaram Quinn exibiu um sorriso mais do que feliz.

-Por que está sorrindo tanto?

-Você me chamou de “Amor”... –disse debilmente mantendo o sorriso.

-Se você não é meu amor, o que mais seria? –perguntou esfregando o nariz contra o de Quinn.

-Eu te amo, preciso que você saiba disso antes que eu possa ir para outro país...

-E eu sei, só de te olhar, eu sei... –disse beijando-a. –Mas antes que você vá... eu quero fazer uma coisa...

-O que quiser... é só dizer –Rachel a encarou e ergueu uma sobrancelha mordendo o lábio inferior escondendo um sorriso safado.

Sem precisar de palavras Quinn entendeu que Rachel a possuiria completamente naquela noite.

Quinn se deitou e Rachel ficou sobre ela, admirando o corpo da garota, Sue Sylvester tinha feito um trabalho e tanto, ser uma cherio valia a pena. Mesmo depois da gravidez a loira não tinha ficado com muitas marcas e seu corpo estava em perfeita forma.

Inclinou-se sobre ela traçando um caminho de beijos pelo corpo pálido que parecia arder quando entrava em contato com os lábios carnudos da judia.

A morena cessou os beijos que tecia e delicadamente separou as pernas de Quinn sentando-se entre elas com as pernas abertas, uma apoiando-se no chão e a outra fazia leve pressão sobre o abdômen de Quinn, fazendo com que seus sexos se tocassem e Quinn gemesse baixo ao sentir aquela umidade. Rachel agarrou uma das pernas da mulher, para que pudesse ter mais apoio e executar os movimentos lentos de vai e vem, ambas gemeram alto e deram inicio a um movimento lento e compassado. Mantinham os olhos fechados e a cada roçar Quinn agarrava os lençóis brancos com mais força, querendo rasgá-los ao sentir que Rachel também arranhava sua coxa.

-Rachel... Deus! –Quinn suspirou incapaz de formar uma frase coerente que desse vazão a seus pensamentos. Aquela era a melhor sensação do mundo, nunca, em nenhuma de suas relações sentiu alguém que encaixasse tão perfeitamente em seu corpo.

A morena fitou Quinn de olhos fechados, apertando os próprios seios e mordendo o lábio, ela precisava dar total atenção aquela mulher. Precisava sentir sua boca, sua língua, seus seios, seu corpo, queria tê-la de todas as formas possíveis.

Ela mudou de posição e em menos de um segundo a loira deixava escapar um gemido de frustração pela perda do contato, Rachel riu quando os olhos de ambas se encontraram. Rapidamente ela ficou sobre Quinn, que enlaçou as pernas no quadril da pequena retomando o contato se seus sexos, Rachel delicadamente abocanhou um dos seios de Quinn e traçou padrões circulares em seu mamilo com a língua. Assim se iniciou um roçar delicioso que fez a loira cravar as unhas nos ombros de Rachel que a segurava pela cintura.

Quinn nunca, nem em seus devaneios sexuais mais profundos, pensou que Rachel Berry seria tão ativa no sexo.

A judia parou de chupar seu seio e se ajeitando melhor pressionou seus lábios contra os de Quinn, que imediatamente abriu a boca deixando que Rachel a invadisse. Suas línguas dançavam juntas e os corpos se moldavam um ao outro com perfeição, parecia que aquele beijo era a prova de que elas se entregavam de corpo e alma. As mãos de Quinn seguraram o pescoço da morena e por vez ou outra corriam até a nuca e davam pequenos puxões no cabelo escuro.

Rachel cessou o beijo e reduziu a intensidade dos movimentos que seu quadril executava e esperou que Quinn abrisse os olhos. Quando assim o fez, sorriu docemente para a loira que exibia os olhos cor de avelã de uma maneira tão intensa que a judia jamais havia visto. Segurou o rosto da mulher com uma mão deixando que a outra trilhasse o caminho até o abdômen da loira, desgrudou seus corpos quase fundidos e alcançou seu objetivo. Quinn tremeu ao sentir os dedos pequenos de Rachel pressionarem seu clitóris e inevitavelmente fechou os olhos.

-Olha pra mim, Quinn... –disse beijando a bochecha da amada e quando Quinn a obedeceu deslizou dois de seus dedos para dentro da intimidade da loira que arfou erguendo as costas se agarrando novamente aos ombros de Rachel que insistia no contato visual. –Preciso ver seus olhos, amor... –disse num suspiro que fez Quinn manter o olhar firme.

A morena começou a mexer os dedos vagarosamente e Quinn suspirava em aprovação à sensação de tê-los dentro de si. Os abria em forma de tesoura para em seguida os empurrar mais fundo fazendo a loira gemer baixinho.

-Geme pra mim, Quinn, quero te ouvir gemendo alto –a ordem fez com que a loira esquecesse os vizinhos e começasse a gemer a plenos pulmões. Estava adorando aquilo, ser possuída de uma maneira tão deliciosa a fazia gemer por motivos além de estar participando de um ótimo sexo, ela gemia pra deixar a cidade toda informada que ela era de Rachel Berry.

Rachel estava simplesmente amando aquilo, tinha Quinn em seus braços, da maneira que desejou silenciosamente durante esses anos em que ela havia desaparecido de sua vida. Não podia mais agüentar, tinha que vê-la chegar ao ápice pelas suas mãos. Introduziu três dedos em Quinn e quando chegava fundo inclinava seus dedos para dentro querendo formar um gancho, que batia exatamente em se ponto G. Sabia disso graças a si mesma, durante todo aquele tempo sem ninguém tinha que se aliviar de alguma maneira, e nada melhor do que uma mulher informada para satisfazer outra.

Quando Quinn sentia as estocadas arranhava fundo as costas de Rachel, ela estava perto.

-Rachel, não pare amor! Você me fode tão bem! –berrou com a voz rouca, sua garganta arranhava, doía, mas quem precisava de água?

Rachel desfez o contato visual e começou a morder e chupar seu pescoço próximo à orelha.

-Oh, Deus! –gemeu Quinn rebolando sobre os dedos da judia que não paravam por um segundo sequer.

Após deixar sua marca no pescoço pálido de Quinn ela assaltou rapidamente seus lábios e retomou o contato visual, acariciando com a mão livre a bochecha da loira.

-Goze pra mim, Quinn –disse tocando seu nariz contra o de Quinn de maneira carinhosa. E acelerou mais os movimentos dentro da garota que gemia palavras desconexas.

-Ah, merda... –Quinn arfou e Rachel a sentiu contra seus dedos, a loira começou a gritar e realmente cravou as unhas nas costas da morena, doeria se não fosse tão prazeroso. Ela ergueu o corpo e disparou o nome da amada que continuava os movimentos acariciando seu clitóris com o polegar, seu corpo tremeu e sentiu a enorme onda de prazer abater-se sobre seu corpo contraído. Rachel a observou tremer e deitar o corpo suavemente contra as almofadas. Foi uma força descomunal, mas Quinn havia conseguido manter os olhos bem abertos.

Rachel tirou os dedos de dentro de Quinn e os chupou.

-Você é deliciosa... e isso soa ridículo, não é? –perguntou envergonhada.

-Não... soou surpreendentemente sexy –disse roubando um beijo.

Notas finais
@BoeMagya