As Férias Da Fairy Tail
30 Cap. 27 - Que os jogos comecem
Notas iniciais
Espero que voces gostem ♥
Avisando que a polêmica vai começar, rs
— Ei ei! Já deu vocês dois, não é? — bronqueou Gray para o casal que não cessava com as carícias mesmo a festa já tendo chegado ao seu fim — Se querem continuar com isso, vão para o quarto!
— Deixa de ser chato, cabeça de gelo! Invés de estar nos figiando porque não vai pegar sua namorada? — respondeu Natsu e Juvia enrusbeceu
— Quem é você pra dizer o que eu devo fazer ou não com Juvia, esquentadinho?
— Ah, pelo amor de Deus, não comecem! — Lucy, que ainda estava abraçada a Natsu, disse — Nós já paramos, tá bom? Aliás, está tarde e acho que já vou pra cama... Boa noite! — despediu-se de todos e demorou-se um pouco ao dar um último beijo em Natsu, que sorria como bobo.
— Você realmente gosta dela, hein! Quem diria? Um retardado como você se apaixonar... — o moreno disse e Natsu iria protestar, mas quando notou ele e Juvia já estavam rumando para os quartos
— Lissana! — o rosado chamou, indo em direção à albina que conversava com Jellal, Erza, Gajeel e Levy
— Pois não, Natsu? — ela respondeu, também indo até ele, quando se encontraram estavam a uma distância “segura” dos demais, fazendo Natsu não hesitar ao pedir:
— Amanhã. Vamos conversar amanhã. Certo? — perguntou e ela o encarou, confusa — Uma conversa séria e você sabe sobre o que é.
— Ah, Natsu! Eu-
— Nem adianta fugir, Lis! Além disso... — sentiu-se corar antes de completar a frase — ... tenho uma coisa importante pra lhe dizer.
O sorriso de Natsu fez o coração da albina acelerar e ela não teve como dizer não. Amanhã. Estava marcado.
Feito isso, Natsu pegou Happy que estava lotado pela quantidade de peixe e rumou para o próprio quarto. Pouco tempo depois, Lissana os seguiu, deixando no salão apenas Jellal, Erza, Gajeel e Levy.
— Nós também já vamos indo, não é? — disse Levy, aguardando uma resposta de Gajeel, que assentiu.
Então, enquanto o rapaz já se dirigia para a porta, a azulada foi até Lily e o segurou cuidadosamente em seu colo, já que o mesmo estava mergulhado num sono profundo. Quando estabilizados, ela seguiu saltitando até Gajeel, parando antes de sair para acenar novamente para o casal que permanecera.
— Eu tenho... Você sabe... — começava Jellal, incerto
— Eu vou com você! — Erza disse, determinada, apertando as mãos do rapaz, sem desviar o olhar do dele
— Não! Eu não posso fazer isso. Você caminha na luz e há de continuar caminhando.
— Mas nós vamos nos casar! — a ruiva protestou, suspeitando novamente das palavras ditas pelo azulado
— Sim, nós vamos. Assim que eu me acertar com o Conselho. — respondeu
— E como você vai fazer isso? Não é fugindo em Fiore que você vai conseguir a liberdade! — Erza replicou, sentindo-se um pouco irritada e até um tanto insegura
— Pode demorar um pouco, mas é o certo a fazer... — ele falou, convencendo-a. Na verdade, Erza já sabia que não teria jeito, no fim das contas, ela só não esperava que ele negasse sua decisão de ficar ao seu lado, mesmo nas trevas — Eu... Eu tenho que ir.
— Eu vou contigo! — tornou ela e antes que o rapaz protestasse, completou — E não tem discussão.
— Você não vai a lugar algum — uma terceira voz surgiu, era Makarov quem chegava no salão quase deserto, sua expressão séria deu lugar a um meio sorriso ao completar — Nenhum dos dois vão.
— Mestre? — Erza perguntou, confusa com a mudança um tanto repentina do terceiro.
— Fui informado pela equipe do hotel que amanhã vocês terão um dia de descanso e, bem, já que agora vocês estão acertados, lhes darei mais um dia. Façam bom uso dele. Solucionem o problema. De amanhã não vai passar. Entenderam? Vocês não vão ter outra chance.
As palavras de Makarov soaram magníficas para Erza que, agora, exibia um imenso sorriso no rosto, antes de se lançar sobre o pequeno mestre, abraçando-o de maneira extremamente forte.
— Obrigada! Obrigada mesmo!
— Não se anime tanto, Erza. Vocês só ganharam tempo, a situação ainda é a mesma.
— Não exatamente — Jellal interviu, abraçando a ruiva pela cintura — Estamos juntos agora, certamente vamos encontrar alguma solução.
Erza lhe sorriu ao ouvir tais palavras e, tão logo, o casal apaixonado se retirava do salão como que revigorados.
— Eu espero que sim... — Makarov respondeu sozinho, antes de também se retirar da boate que, agora, estava vazia.
----------------------
A manhã do dia seguinte estava nublada. Fria. Grossas nuvens cobriam o céu que tinha seu azul totalmente escondido pelas tais. Lucy não sentia vontade alguma de se levantar e abandonar aquelas cobertas quentinhas, aquele colchão. Apesar disso, a loira também não conseguia mais pregar os olhos, mesmo ainda sendo cedo para despertar totalmente. Ela sentia que essa inércia toda estava relacionada ao fato de que amanhã seria o último e, provavelmente, mais importante baile da viagem: O Baile de Máscaras.
Suspirou, mirando a janela do quarto e bufou, sentindo-se cansada de estar deitada. Caminhou lentamente até o banheiro, onde se arrumou para o dia, saindo de lá renovada e rumando para o café da manhã. Mas antes de chegar ao destino, sentiu-se agarrada por quem menos queria.
...
— CERTO! — berrou Natsu, erguendo-se da cama, ao notar que já era manhã — HOJE VOU CONVERSAR COM LISSANA!
Foi animado até as malas, jogadas num canto do quarto, e se vestiu rapidamente, mal podendo esperar a hora em que finalmente colocaria as reais cartas na mesa.
O café da manhã foi devorado com demasiada pressa e, logo em seguida, Natsu corria até o quarto da albina mais nova, que mal tinha se levantado.
. . .
Ela se levantou graças a janela que permaneceu aberta. Sentiu-se arrepiar novamente pelo vento frio que invadia e a agredia, sem pena. “Já chega” pensou, ao se levantar para fechar as vidraças e, após feito, já não sentia mais vontade de se deitar.
Desta forma, mudou o trajeto, indo na direção do banheiro, arrumando-se. Infelizmente, ela levara poucas roupas de frio para o hotel, afinal Makarov havia dito ser um resorte, sua sorte foi que no fundo da mala havia um casaco velho de Elf.
Quando já vestida, lembrou-se do que Natsu lhe dissera na noite anterior, ele tinha algo importante para lhe dizer. Sentiu-se corar. Estranhou a reação involuntária do corpo, ela havia se conformado com um futuro onde eles não eram um casal, mas... Porque diabos ele ainda a afetara tanto? Será que ela ainda podia criar esperanças?
Decidiu afastar tais pensamentos de sua mente quando ouviu batidas na porta. E, adivinhem quem era? Natsu nem deu-lhe tempo para respirar e já a carregava escada a baixo.
— Já comeu? — perguntou, sem interromper a trajetória
— Não... — respondeu, ainda com a voz fraca da manhã
— Não acredito! Achei que tivesse te avisado que iria falar com você! Porque não estava pronta?
— Não imaginei que seria tão cedo! — respondeu, não entendendo o motivo dele nem a esperar tirar as remelas dos olhos
— Eu disse que era importante! — falou e Lissana calou-se, rendida.
Merda, seu coração bateu acelerado.
— Coma logo! — Natsu ordenou, sentando-se na frente da albina que não sabia direito como agir, enquanto devorava o café.
. . .
— Me largue. — a loira disse, séria
— Ei, calma Blondie, não vou fazer-
— Já falamos sobre isso! Pra você é Lucy — respondeu, fitando o loiro irritada. Encontrar logo com ele? Essa hora da manhã? Só podia ser brincadeira.
— Tá certo, Lucy — falou, revirando os olhos — Eu não vou fazer nada, na verdade, quero apenas conversar com você.
— Ah... Você quer conversar! Claro. Vamos conversar! — replicou, sorrindo abertamente — Ah é... Quem me garante que você não sair me agarrando? É claro que não vou “conversar” contigo!
— Assim você me ofende, até! Basta confiar em mim.
— Eu não confio.
— Garota esperta. — sorriu com a resposta — Mas, estou falando sério, vamos apenas conversar.
— Não temos nada pra conversar! — replicou, virando-se contra ele, rumando para o restaurante — Se me dá licença.
— Isso é o que você pensa, Lucy. — disse, mas a loira não deixou de caminhar, ignorando-o — É sobre Natsu!
— Natsu? — parou, voltando-se para ele, curiosa — O que tem ele?
— Conversa comigo que eu te conto. — respondeu, sorrindo por ter a loira na palma de sua mão.
— Se não tem outro jeito... — assentiu, indo até o loiro, que continuara sorrindo.
. . .
— Finalmente! — gritou, assim que Lissana comera o último pedaço do bolo de laranja, agarrando a mesma pelo pulso e a levando para fora dali
— Onde vamos?
— Pra um lugar onde possamos ficar sozinhos. Já te falei que o assunto é sério?
— Disse que era importante.
— É isso também, por isso preciso que estejamos sozinhos. — respondeu rápido, e Lissana desatou a criar mil expectativas dentro dela.
Isso não deveria estar acontecendo... pensava a albina, observando a mão de Natsu que a segurava com tamanha posse.
— Aqui está bom. — quando notou, eles já estavam numa pequena saleta de grandes janelas, dentro havia apenas um sofá, duas poltronas e uma mesa de centro.
— Então...? — ela arriscou, visto que o mago a sua frente hesitava enquanto a observava.
— O que deu em você, Lis? — finalmente perguntou e ela estranhou a pergunta. Onde ele queria chegar, afinal?
— Como assim? — ousou indagar
— Porque resolveu de repente se juntar a Rogue? O que é isso? Está querendo me irritar?
— E porque isso te irritaria? — replicou, sentindo-se chateada — E o que você tem a ver com isso?
— Como assim no que eu tenho a ver? Eu sou...
— Você é? — perguntou, querendo que ele completasse a frase
— Sou seu amigo.
— Exatamente. E, eu já entendi o seu conselho de não me aproximar dele, mas não o seguirei.
— Mas... Porque? Porque ele? O cara nem da guilda é, você mal o conhece e-
— E eu estou tentando conhece-lo, Natsu! Não é só porque você não se dá bem com um sujeito que ele não presta! Aliás, qual o problema dele ser da Saber?
— Eles bateram na Lucy!
— Errado! Quem bateu na Lucy foi Minerva e o que isso tem a ver comigo? Lucy está bem, não está? Vocês estão bem! Então não tem problema algum!
— É claro que tem problema! Eles não são como nós Lissana, eles estão armando! Tenho certeza!
— Diz como se sempre estivesse certo, não é, Natsu? O mundo não gira em torno das suas concepções, acredite!
— Não sou o único que pensa assim! E você sabe disso. — tentou, novamente
— Pouco me importa a opinião de vocês, eu sei que Rogue é uma pessoa descente! Eu convivi com ele e sei que ele está longe de ser isso tudo que vocês pensam.
— Não venha com essa! Vocês se conhecem tem dias!
— E vocês também! — replicou, incrédula — Então porque eu deveria ouvir o que você diz?
. . .
— O que vai querer, Blon- Lucy? — perguntou para a maga que estava sentada a sua frente no restaurante ainda deserto por conta do hora.
— Quero que você me conte sobre Natsu.
— Ei, olha como fala, hein! Não sou uma empregada ou coisa do tipo. E, mais, se quiser realmente saber, vai ter que fazer as coisas direito.
— Af! E o que você é agora, meu dono? — replicou, bufando
— Tipo isso — respondeu, sorrindo, mas logo seu sorriso sumiu ao notar o olhar mortal que lhe fora enviado — Foi uma brincadeira.
— Sei... Pega um waffle pra mim que tá bom. — a loira disse, cruzando os braços e fitando o outro direto em seus olhos.
— Certo. — sorriu, na verdade, o loiro não parou de sorrir momento algum, tudo estava fluindo bem... — Pronto — disse, colocando o prato sobre a mesa — Bom apetite.
— Não vai comer? — perguntou, fazendo emitir uma pequena risada ao negar — Então não me espere terminar, pode falando.
— Tudo bem, Lucy. Pode demorar o quanto quiser, tenho todo o tempo do mundo. — seus olhos azuis fitavam diretamente os da loira, que sentiu-se arrepiar por inteiro após as palavras, talvez pela forma como foram ditas. — Está gostoso?
— Si-sim...
— Da pra notar — ergueu as sobrancelhas, divertindo-se com as expressões da loira
— So-sobre Natsu...
— Ah, é claro. — resmungou — Vocês estão juntos, não é? Me lembro de você ter dito algo assim quando
— Te dei uma surra? Sim, eu me lembro — agora ela quem sorriu, orgulhosa, mas o sorriso do outro não desapareceu
— Sabe que sinto as dores até agora? Você tem um poder mágico impressionante... — elogiou e a observou corar lentamente, fazendo seu sorriso crescer
— De-deixa disso! Vá direto ao ponto. — falou, desviando o olhar
— Mas foi você quem não respondeu minha pergunta... — exclamou e ela hesitou antes de compreender
— Sim, nós estamos juntos. E o que isso tem a ver com você?
— Bem, comigo? Nada... Mas, achei que você merecia saber... É uma mulher tão linda, inteligente, forte...
— O-o-onde você quer chegar? — perguntou, sentindo-se envergonhada com os elogios, fazendo Sting sorrir ainda mais, se é que isso já era possível.
— Ele está te fazendo de boba, Blondie, coisa que você não é... Não percebe?
— E-ele está? — indagou, mal notando o uso do apelido até então proibido
— Então você realmente não notou... Pobrezinha... — disse, desviando finalmente o olhar, mostrando-se pensativo e até um pouco preocupado — Eu posso ser sincero com você?
—...
— Vou interpretar isso como um sim... Você acha mesmo que ele não gosta mais daquela tal de Lissana?
— Co-como assim? — indagou, aflita com a mera possibilidade dele estar certo..
— Ora, enquanto ela estava “morta” não tinha problema, ele com certeza seria seu, afinal nenhuma outra se compara a você em questão de beleza. Mas, ela voltou, não é?
— Isso não tem nada a ver... E como você sabe de tudo isso?
— Não vem ao caso agora, mas porque não teria nada a ver, Lucy? Vai me dizer que eles não se aproximaram depois que ela voltou? Ou melhor, vai me dizer que eles não se aproximaram nessa viagem?
Pronto.
A pergunta fez a maga perder-se em seus pensamentos. Realmente, Natsu estava passando tempo demais com Lissana, mas ele disse... Merda. Ele não disse. Eles ainda não tinham conversado. Maldita hora para este loiro aparecer!
— Você sabe, não é? — a voz do loiro resurgiu fazendo Lucy sair de seus devaneios — Sabe que só estou dizendo isso para seu bem... Ele não te merece, Blondie, você é tão... tão... Ah! Nem da pra colocar em palavras...
— Onde você quer chegar, Sting?
— Bem, eu-
— Porque está me dizendo essas coisas horríveis? Natsu... me ama. Ele disse que me ama. E...
— Já disse, Lucy, estou te dizendo para seu bem. Está muito estranho, não acha? Essa relação repentina que vem ocorrendo entre ele e a Lissana... Quer dizer, tem gente que diz que era só questão de tempo, mas...
— Quem disse isso? — cortou, curiosa
— Não conte a ele, mas Rogue me disse. — respondeu um tanto rápido e Lucy estranhou, o que Rogue tinha a ver com aquilo, afinal? — Você sabe que ele está tentando algo com Lissana, não é? Pois bem... Ele me contou que a garota só sabe falar do Natsu, é o tempo inteiro! Não acha isso suspeito?
—...
— Eu não quero te pressionar, Lu... Então, tudo bem se você não quiser... Ah! Veja! Rogue está ali! Vamos chama-lo! — disse, erguendo os braços tentando chamar a atenção do moreno que acabara de entrar no restaurante
— Bom dia. — ele disse, sentando-se ao lado de Lucy e, logo, foi abordado pela mesma
— É verdade que Lissana só sabe falar do Natsu? — perguntou desesperada, e Rogue lançou um olhar rápido para Sting que lhe retribuiu, fazendo-o compreender.
— Nem me fale... — respondeu, entrando no espírito — É o tempo todo! Mal conversamos, ela só fala e fala... Acho que nem percebe que estou interessado nela...
— Entendo... — Lucy disse, pouco preocupada com a situação de Rogue, mas aflita, pois o que Sting falara antes, estava realmente acontecendo.
— Lucy... Pensa bem nisso que eu te falei, tá bom? — Sting aconselhou, mostrando-se compreensivo
— Tá bom, mas... Porque você está tão preocupado com isso? — perguntou e Sting olhou novamente para Rogue, que saiu dizendo escolher o prato
— Eu disse que era só para o seu bem, mas não é de todo verdade. Francamente... Acho que estou apaixonado por você, por isso estou preocupado.
Lucy estava perplexa. Ela achava que era apenas um passatempo para o loiro. Ele não estaria mentindo... Estaria? Não, não com aqueles olhos. Ele realmente... gostava dela.
— Sting, não tem nada aqui que eu queira — Rogue reapareceu, interrompendo o momento
— Lucy, você não se incomoda, não é? De nos acompanhar até a cafeteria.
— Cafeteria? — perguntou, ela desconhecia a existência de tal lugar do hotel
— Não fica longe, é só porque Rogue prefere comer lá.
— Então é por isso que não os vejo almoçando... — concluiu e eles assentiram — Tudo bem, vou com vocês.
— Certo.
Caminharam por alguns poucos corredores do hotel, variando entre escadas, atalhos e novos caminhos. No trajeto, nada muito importante fora dito, exceto algumas (poucas) investidas de Sting, mas a maioria da conversa foi sobre o que Lissana falava com Rogue sobre Natsu. A albina não falava só de seus sentimentos, ela falava de ações, de momentos, de acontecimentos. E Lucy não estava gostando nada disso, mesmo que ainda tivesse suas dúvidas quanto a veracidade daquela história.
. . .
— Então porque eu deveria ouvir o que você diz? — Lissana perguntou para Natsu, tentando entender o porque de tanta asneira saindo da boca do mesmo.
— Como assim “porque”? — replicou, dizendo o óbvio — É porque eu gosto de você!
A voz de Natsu ecoou no cômodo. A porta estava aberta. Na entrada, estava Lucy, boquiaberta, surpresa, chocada. Atrás dela, estava Sting, sorrindo. Mais ao fundo, Rogue, também surpreso com a sorte que o loiro dera. Aquilo tinha sido melhor que a encomenda.
— Vo-você o que? — a voz da loira saiu falha e, se não fosse pela audição apurada do rapaz, ele com certeza não a teria escutado.
Mas escutou. E ele sabia que ela também escutou. Mas não teve tempo para explicar nada, Lucy tinha saído, correndo e, provavelmente, chorando.
Natsu tentou ir atrás dela, mas foi impedido por algo no ar. Sting e Rogue entraram calmamente e o loiro fechou a porta. O rosado debatia-se tentando sair, ele tinha que ir, ela precisava dele, era tudo um mal entendido.
— Onde você pensa que vai, Natsu? — disse Sting, trancando a porta — A brincadeira começa agora.
Notas finais
É, neguinho, eu nem tenho o que comentar, mas... O que será que Sting está tramando? -q
Rogue x Lissana x Sting x Natsu
Próximo capítulo: Entre quatro paredes.
Morram de curiosidade e comentem, que tal? haha.
Ah, não esqueçam da cena Jerza no começo do capitulo, hein!
Beijoooooooooos ♥
Fale com o autor