As Férias Da Fairy Tail

31 [+18] Cap. EXTRA - Enlouquecidos


Notas iniciais
Primeiro, SIM ISTO É UM CAPITULO!! Parabéeeeeens, chegou mais cedo! haha.
Mas, para aumentar o suspense, ainda não é a continuação da história. [ops, foi mal :P]
Cara, quase fiz uma besteirona aqui, quando ia apertar para editar a história eu apertei em EXCLUIR! IMAGINA? ~desespero feelings~ Sou muito desligada, cara k.

Este hentai foi feito com muito carinho para você. Isso mesmo, você! Que está lendo isso agora, por esperar toda minha ausencia, por favoritar (os numeros cresceram tanto *-*), por comentar (rumo aos 500 õ/), e até por recomendar! Tudo para você, caro leitor, fantasma ou não! Espero que vocês se divirtam!

Agora, aos avisos e agradecimentos, ok? Ok!
Comentário 400 foi da lindíssima, Biiah! Te adoroooooooo!! (Sério, ela é a pessoa mais fofa e feliz desse mundo, obrigada por tudo TuT)
Comentário 450 foi da Anna Fullbuster, você mesma, Anna, que me perguntou se era você hahaha. Temos que escolher-te um apelido, hein :3
Obrigada mais uma vez pelas recomendações, fiquei imensamente feliz. JÁ SÃO CINCO!! Obrigada Tails e Taimatsu Touzoku!
AMO TODOS VOCÊS ♥

ATENÇÃO

Eu tenho mania de tentar inovar e, por isso, este hentai é um tanto diferente. Para ler e entender, lembrem-se de duas coisas. Os narradores são dois! E eu não quis encher o texto com "Pov's alguém on/off", então, o sistema é o seguinte.

— ELE (negrito)

— ELA (normal)


Capítulo EXTRA (hentai)

Enlouquecidos [+18]

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Levy saiu na frente, sorridente. Ela ria enquanto saltitava levando Lily consigo. A surpresa tinha sido um fiasco. A expressão dela era indecifrável, mas a julgar por todos os outros que presenciaram, a atuação se resumia em uma coisa: mico. Bem, pelo menos Levy está sorrindo e, além disso, vamos juntos ao baile. Então, acho que não fiquei no prejuízo no fim das contas...

— Gajeel... — sua voz baixa chamou minha atenção e eu a fitei — Acho que ele dormiu...

— Lily? Ah sim... Vamos levá-lo pro quarto.

Quando entramos no cômodo, Levy deitou o pequeno exceed na cama separada que comprei para ele, enquanto eu tirava aquele vergonhoso paletó rosa.

— Ele deve estar muito cansado — ela disse — Foi uma noite e tanto!

— Vo-você gostou? — espera, eu gaguejei!?

— Eu adorei! Principalmente a parte da surpresa... — sorriu, encostanto a ponta do indicador no meu nariz — Pena que está chegando ao fim...

— Não precisa acabar agora. Voce sabe, não é? — sorrio, agarrando-a pela cintura e beijando-a

É difícil descrever o que sinto quando beijo essa garota. É sempre diferente. Enquanto exploro cada canto daquela cavidade, sinto uma vontade de possuí-la, de fazê-la minha e essa vontade só aumenta quando Levy arranha minhas costas levemente e suspira em minha boca.

— Eu tenho que ir... — ela diz, deslizando suas mãos por meus braços, fincando suas unhas neles — Está tarde, preciso voltar...

— Não... Fica... — peço, deitando-a na cama, colocando cada perna ao seu redor

— Gajeel... — sua voz sai quase num gemido, quando me posiciono sobre ela, abrindo com delicadeza sua roupa — É sério. Eu...

E ele volta a me beijar, conseguindo finalmente me calar. E eu me rendo. Meus braços se encontram em suas costas e eu o puxo mais pra mim, abrindo um pouco as pernas. Ele puxa meus cabelos, dando maior visão ao meu pescoço que, pouco tempo depois, está sendo atacada por aquela boca divina.

Rio alto quando sua mão começa a brincar com meus seios, não faço ideia de como ele foi parar ali, mas agora não importa. Isso é tão bom...

E, de repente, ele para. Suas mãos, sua boca e até sua respiração está mais calma. O que houve?

— Levy... — ele diz, fitando-me diretamente com aqueles olhos negros, agora, também calmos — Você precisa realmente ir. — e se levanta — Vou tomar um banho, quando voltar, não quero te ver aqui.

Espera... Como assim? Ele não quer, é isso? E que frase foi essa de agora!?

— Como assim você não quer me ver aqui? Que tom é esse? Você não manda em mim, sabia?

— Tanto faz. Só saia. — respondeu, surpreendendo-me

“Tanto faz”? “TANTO FAZ”? Como assim? Eu achei que iríamos até o fim, achei que ele também estava gostando...

Me ajeito da melhor forma possível e saio. Aquele...

Finalmente! Achei que ela não iria nunca!

Passo o olhar por Lily e ele ainda está dormindo. Ufa! Imagina se ele acordasse enquanto nós... Até que seria gostoso fazer amor no sapatinho com Levy... Mas no que é que eu estou pensando!? Eu quase perdi o controle agora! Na última vez que ficamos sozinhos aqui, ela parecia tão assustada com o nosso progresso. Imagina se eu não me segurasse? Nem sei qual seria a reação da baixinha, ainda mais porque eu não quero assustá-la como naquela noite... (referência: capítulo 4)

Em pensar que aquela noite foi o começo de tudo, passou tão rápido... Mas não é hora de nostalgia, tenho que dar um jeito nisso aqui. Penso, ao fitar o volume em minhas calças.

— Aquele idiota! Quem ele pensa que é pra me dizer aquilo?! Ele acha que pode tudo só porque tem aqueles músculos e... Céus! Que corpo é aquele? E a sensação de ser envolta em seus braços? De ser imprensada na cama por aquele tronco tão definido... Ele é mesmo maravilhoso...

Enquanto vou esquecendo minha raiva, pensando naquele homem que me leva a loucura só com um olhar (e que olhar!), separo minha pequena camisola de cetim, as pantufas e mergulho no chuveiro.

Nossa! Estou tão excitada... Quem diria que um só ser humano fosse capaz de despertar tanto desejo em outro? Estou faminta! Certo, melhor tomar um banho frio para acalmar as coisas...

— Não tem jeito! Merda! — saio do banheiro, irritado. — Eu não posso fazer isso! Não posso deixar minha vontade por ela escorrer pelo banheiro! Como eu posso ser tão burro? A gente tava quase lá! E eu simplesmente a mandei sair! Não podia ter sido mais grosso?? Merda, merda, merda! Tá, chega de se lamentar. Ainda posso dar um jeito nisso...

Saio do quarto, determinado, deixando Lily dormindo sozinho. Não que ele vá se importar, mas me parte o coração deixar meu gatinho só. Bem, que se dane.

Sorte minha encontrar o corredor vazio, imagina se alguém da guilda me visse nesse estado? Logo eu! O grande Gajeel! (n/Lily: Ninguém pensa assim, Gajeel) Desse jeito exasperado por causa de uma criatura com menos de um metro e meio! Que piada!

Invado o quarto da baixinha, vejo suas roupas no chão, mas ela não está aqui. Ouço o barulho do chuveiro. Sento-me em sua cama. Espero.

Mas será possível!? Quantos banhos serão necessários para me livrar disso? O cheiro de Gajeel ainda está impregnado no meu corpo. Ah, esse cheiro... Como um ser como ele pode ter tal cheiro!? Aquele ogro, homem rude, mal educado, grosso, irônico, atrapalhado, engraçado, bobo, fofo, lindo e, sobretudo, gostoso.

— Esse homem vai me levar a loucura!! — digo, desistindo da ideia do banho, me enrolando na toalha, rendida e abrindo a porta — Não adianta! Eu... — paro, ao ver a figura corpulenta de Gajeel diante de mim — Mas o que você está...?

— Levy! Me desculpe! Eu não... Não devia ter falado aquilo, é só que eu estava preocupado... com você! Na última vez que quase fizemos, você estava tão assustada que... eu não queria que aquilo se repetisse... não quero que você tenha medo de mim! — ele falou, assim, de cara, mal me dando tempo para respirar

— Mas...

— Não, Levy, me escuta! Por favor, me escuta! Só que eu não consigo mais, não aguento mais a ideia de não ter você pra mim, de não ser inteiramente seu, Levy! E foi por isso que agi daquela forma, foi o único jeito de te tirar de lá, você está me enlouquecendo sabia? Veja! Eu nem tenho mais controle sobre mim! — ele disse, e eu não pude evitar olhar sua ereção — Olha só! — repetiu, quando reparou em mim e desviei o olhar, corando — Eu já to até falando besteira, e falando demais! Tudo por você, você me deixa louco!

— Gajeel...

— Ah, claro! Você deve ta querendo saber o porque de eu estar aqui, já que te expulsei daquele jeito! E, com certeza, não vai acreditar se eu disser que foi apenas pra pedir desculpas! Então, lá vai — disse, finalmente parando para respirar bem antes de falar, matando-me de curiosidade — Eu não aguento mais! Eu-

— Eu preciso de você! — digo, já não aguentando mais aquela ladainha, fazendo-o sorrir e correr até mim, abraçando-me e deitando-nos na cama.

Ele se colocou sobre mim, mas não avançou, não me beijou. Ele simplesmente se aproximou até nossas testas se colarem, e daí, respirou fundo, fechando os olhos.


Eu não podia acreditar! Não achei que seria tão fácil, mas as palavras simplesmente saíram da minha boca e, quando vi, ela já estava nos meus braços e, nossa, ela está tão quente! Mal parece minha Levy... Ah, quem eu quero enganar? Essa com certeza é minha Levy: linda, teimosa, inteligente, astuta e excitante.

— Gajeel... — ela sussurrou, olhando no fundo de meus olhos — Quando você me falou aquilo, eu achei que... Achei que você não quisesse... Digo, que não me quisesse... — seus olhos desviaram ao terminar de falar, como se estivesse envergonhada, aquilo me levou a loucura, novamente, mas eu tinha que me controlar, bem, pelo menos um pouco:

— Você tá brincando!? — ri, fazendo-a voltar a me encarar, confusa — Sério, você só pode estar de brincadeira! Como pensou que eu não queria você?

— Depois do que você disse, eu achei que... — respondeu, numa voz tão fraca que logo se perdeu no ar

— Levy, você é tão inteligente, como pôde pensar que eu não queria você? Aliás, eu já disse, eu só estava com receio de te assustar. Não quero te traumatizar e... Bem, não importa, eu já pensei num jeito.

— E qual seria? — ela sorriu, aquele sorriso traiçoeiro, brincalhão e malicioso que só ela sabe fazer


Ele me lançou um olhar demorado e brincalhão, e vi pequenos traços vermelhos aparecendo em seus órbes, traços os quais só surgem quando ele se transforma no ser pervertido que só ele é capaz de ser. Mas que eu amo da mesma forma que aquele Gajeel fofo e super romântico. Céus! Como eu posso ser tão sortuda?

— Se prepare... — ele sussurrou, beijando-me a boca — Vou te fazer enlouquecer...

“Mais do que já faz?” pensei, retribuindo seu beijo com mais intensidade, sugando sua língua de forma tão insana, que pude ouvi-lo suspirar em minha boca.

— Levy, Levy — suspirou, em tom de advertência, dando uma pausa no nosso beijo, me fazendo protestar — Não faça dessas coisas, você não faz ideia do efeito que tem...

— Que tal me mostrar? — indaguei, puxando mexas de seus negros cabelos, levando-o em direção a minha boca.

Direção que pouco depois foi trocada, seus lábios logo se encontraram em meu pescoço, beijando-me, lambendo-me, chupando-me de forma deliciosa, como se eu fosse um doce. Seu doce favorito. Como se eu despertasse nele aquela sensação de felicidade, aquela que só alguém totalmente satisfeito poderia conseguir, o puro prazer. Além de viciar, é claro.

Logo, suas mãos subiram, acariciando meus braços, chegando aos ombros e descendo novamente, retirando com cautela minha toalha, mas ainda conservando cobertas minhas partes baixas. E eu fui fazendo o mesmo, tirando sua camisa, de forma muito mais desesperada, admito.

Sua cabeça seguiu seus braços, beijando-me os ombros, até chegar nos seios e, antes de abocanha-los, depositou em cada um um beijo longo, como se estivesse se apossando deles. Apossando-se de mim.

Eu suspirava cada vez mais rápido, aumentando o rítimo da respiração conforme seus movimentos se intensificavam. Ele voltou seus olhos novamente em direção aos meus, fitando-me concetradamente, talvez tentando entender o que se passava dentro de mim, talvez tentando descobrir como me satisfazer, talvez com medo de algo dar errado. Mal sabe ele que eu não sinto medo desde aquela surpresa. Mal sabe ele que é impossivel não estar satisfeita tendo ele junto a mim.

— O que houve? — ousei perguntar, confusa por ele simplesmente ter parado

— Você é uma mulher magnífica. — ele disse e eu me arrependi de ter perguntado, senti minhas bochechas arderem, mais que isso, senti todo meu corpo arder, queimar, eu estava em chamas. Esse homem, como ele é capaz de me alterar dessa forma?

Eu já não aguentava, avancei em sua boca de forma selvagem, feroz, lançando a vergonha para longe, deixando o desejo falar mais alto em mim. Meus dedos se perderam em seus cabelos, ora puxando-os, ora enrolado-os, ora trazendo-o mais para mim. Eu o queria, e como o queria!

E quando vi, já tínhamos parado de nos beijar, novamente, e eu estava perdido naqueles olhos acizentados da menina que, quando notou meu comportamento hesitante, pôs-se a rir.

— E agora? — ela riu, parecendo tranquila, serena — O que há?

— Eu não posso acreditar! Estou mais tenso que você! — desabafei, desviando o olhar, fazedo a rir novamente

— Tudo bem, Gajeel, isso é normal... Quer dizer... — parou, pensativa — Nem tão normal assim... A menos que... Gajeel — seu rosto iluminou-se como se ela tivesse entendido e eu temi o que viria a seguir — Você também é virgem?

— O QUE? — gritei e comecei a rir, negando com a cabeça — D-D-De onde vo-você tirou uma co-coisa dessas? — merda, eu to gaguejando! Só falta estar vermelho também!— Aliás! Eu já disse que só estou tomando cuidado para não te machucar e...

— Tudo bem, Gajeel, este vai ser o nosso segredinho... — ela sorriu, piscando — Relaxa e deixa comigo, tá?

— Mas, eu... Ahhrr — não me julguem! Simplesmente não deu pra segurar o gemido quando senti a mão quente de Levy no meu membro, massageando lenta e prazerosamente, lenta, mais rápido, mais rápido, mais e mais...

— “Mas você...” O que, Gajeel? — ela perguntou, olhando em meus olhos nublados pelo prazer que sua mão me proporcionava, mais provocante do que nunca. — Você gosta disso, Gajeel? — eu queria responder e não queria ao mesmo tempo. Levy, eu já disse que você me enlouquece. Além de perder a cabeça você também me faz perder os sentidos, eu mal consigo respirar. — Parece que sim... Você parece gostar muito disso...

— Já chega. — falei, finalmente, sentando-a de costas para mim, passando a beijar seu pescoço, com as mãos em sua barriga.

Mas não por muito tempo, depois de dar uma curta risada por entre os suspiros, Levy guiou minhas mãos até seus seios, fazendo-me aperta-los, massagea-los, acaricia-los e fazendo-a lançar a cabeça para trás, em gemidos altos, dando-me maior visão da pele alva e arrepiada de seu pescoço que só perdia em atenção para sua orelha, que hora ou outra era mordiscada, fazendo-a arquear seu corpo para mim.


Esse sim é o Gajeel que eu conheço, esse é o homem que me faz enlouquecer! Garanto que agora seus olhos estão num vermelho vivo, vivo como o sangue que corre em minhas veias numa velocidade sem igual, estimulada pelas sensações que Gajeel me proporciona.

Eu já podia sentir o impacto de sua ereção em minhas costas, e não sabia mais até quando iria aguentar, meu corpo já estava dormente, implorando por ele, só que estava impossível me manifestar, na verdade era quase impossível respirar, eu só fazia gemer, suspirar e gritar roucamente.

— Ga-Gajeel... Nós... Arrr... — tentava, sem sucesso, sendo interrompida sempre por aquela sensação de prazer que explodia em mim, fazendo-me gemer e as vezes até gritar.

— Sim, pode falar, Levy, estou ouvindo. — respondeu, naquele tom ironico, ele sabia que eu não conseguiria simplesmente responder mas teimava em brincar comigo, em me desafiar.

— An..An..Anda logo... — sussurrei, quase sem voz, minha visão já estava turva de tanto prazer, ele riu alto com o pedido, deitando-me novamente sobre a cama, sentando-se em meu colo.

— Quer fazer as honras? — perguntou, olhando para suas calças ainda fechadas, fazendo-me sorrir, como ele ainda pode brincar numa hora dessas?

A visão daquele homem sobre mim, fitando-me com seus olhos vermelhos, famintos, ah, aquilo sim me excitava. Que olhos são aqueles? Que corpo era aquele? Só de imagina-lo em mim, eu... Ah, agora sim, eu já não estava mais me aguentado, eu precisava dele, me sentia latejar em ansiedade e excitação, daí fui ágil ao retirar por completo sua calça e cueca, juntas. Ele pareceu surpreso com a ação e eu lancei um olhar suplicante e faminto que ele logo compreendeu.


Deitei novamente sobre ela, encaixando-nos um no outro de forma perfeita, fui até sua boca, dei-lhe um longo selinho, era agora. Ela seria minha, inteiramente minha e eu seria dela. Mas antes...

—Ei, Levy, implore para me ter em você. — falei, direto em seu ouvido, mordendo o lóbulo de sua orelha.

— Não é hora para aumentar seu ego, Gajeel... — respondeu, fazendo-me sorrir — Vamos logo com isso...

— Assim não, Levy, onde estão as palavras mágicas? — falei, tentando ao máximo me segurar — É a vingança por você ter me chamado de virgem... Então, você me quer? Implore...

— Por favor, Gajeel... — disse, mas eu sabia que ela podia fazer melhor, então simplesmente ignorei — Faça-me sua, aqui e agora, eu não aguento mais... Por favor... Preencha-me.

— Não tem mais volta, baixinha. — sussurrei — Você vai se apaixonar. — dito isso, dei a primeira estocada.


Foi forte. Doloroso.

Mas imensamente prazeroso, senti-me contrair por inteiro, até minha respiração cessou por um segundo, mas pouco depois me senti relaxar, a tensão saindo de mim pouco a pouco. E Gajeel continuou com as estocadas, agora mais calmas, delicadas, como minha respiração. E junto delas, o rítimo dos movimentos vai e vem foi aumentando, intensificando.

Eu arfei, suspirei, gemi, gritei. Segurava os braços de Gajeel, arranhava-lhe as costas, puxava-lhe os cabelos, movia o quadril para ele, para ter mais dele em mim. Eu me sentia completa, mas ainda vazia, eu queria que ele fosse mais além em mim, e ele ia, cada vez mais fundo, cada vez mais forte, cada vez mais... prazeroso.

Outra, e outra, mais outra e por fim uma última. Tão mais forte que as outras quanto mais gostosa. Eu pensei que explodiria, que partiria ao meio de tanto prazer. Sentia-me suar, arder, queimar. Mas nada comparado ao calor que surgiu em mim, bem no meu íntimo, bem onde Gajeel estava e foi quando eu e ele explodimos num orgasmo, juntos, que eu abri os olhos.

E lá estava ele, mais uma vez, olhando para mim, com seu olhar vermelho nublado, mas ainda assim concentrado em mim. Eu gemi. Ele gemeu. E gozamos, juntos. Um perdido nos olhos do outro, um preenchendo o outro. E eu o beijei, com ele ali, ainda em mim, um beijo tão perdidamente apaixonado que eu preferia que não parasse nunca. E, pouco depois, ele estava novamente em movimento, fazendo-me viajar pela segunda vez seguida no prazer que seu corpo no meu me proporcionava.


Quando nós estávamos, enfim, completos, preenchidos pelo sentimento de realização, arrematados de tanta paixão, fogo e amor, sai de cima dela, olhando-a, estudando-a. Seu cabelo exóticamente azul estava mais bagunçado que o normal, seu olhar estava distante e seu meio sorriso era o sorriso mais feliz que já a vi exibir. Pouco depois, ela adormeceu, eu meu peito.

Notei a luz do dia invadindo aos poucos o quarto. Tinhamos virado a noite. Nós dois! Dois virgens! Pois é, não achava que ela descobriria que eu era virgem, mas não se pode enganar um cérebro tão trabalhado como o de Levy.

Faz falta o som da voz de Levy, de seus gemidos, de seus suspiros, de seus gritos. Céus, eu a fiz gritar! Por mim! Só que agora o único som que eu era capaz de ouvir era o das gotas de suor escorrendo lentamente em nossas peles.

Nessa hora, reparo que Levy está deitada sobre mim e passo a imaginar o que ela está ouvindo. Repouso a mão em meu peito e posso sentir meu coração e, fechando os olhos sou capaz de ouvi-lo.

Pois é, Levy, a julgar pela velocidade dessas batidas, eu só tenho certeza de uma coisa.

— Eu, enlouquecidamente, amo você.

Notas finais
Céus! 3000 palavras num hentai :o Espero que não tenha ficado ruim, se ficou deve ter sido uma tortura ler :ssss
Lembrando que é apenas meu terceiro hentai (af, daqui a pouco essa desculpa não vai servir :( ). E eu tentei inovar.
Então, a narração dupla ficou boa? Esse foi mais lento que o último né? rs.

Hey, que tal deixar um comentário!? Sério, ia me fazer beeeeeeem e, quem sabe, não consigo adiantar o próximo capitulo? (Lembrando que paramos no "entre quatro paredes" hehehe... #chantagem).

Bem, é isso, até logo! AMO VOCÊEEEEEES ♥