As Férias Da Fairy Tail
21 Cap. 19: Tirando a limpo
Notas iniciais
Eu queria dizer que estou um pouco triste, fiz a conta esses dias e descobri que apenas 17% dos meus leitores falam comigo, porque isso? Eu por acaso estou fedendo? Poxa :/ Eu sou legal, tá? Minha mãe acha... De qualquer forma, eu quero muito conhecer vocês, preciso saber se estou fazendo isso direito! Não escrevo por mim e sim por vocês, se fosse por mim, eu não postaria! Mas fica dificil saber se estou agradando quando vocês apenas leem o capitulo, venham falar comigo! Podem até me destruir no comentário, não me importo, só quero saber o que se passa na mente de vocês.
Ultimamente venho falando com várias leitoras lindas, vocês são tão legais! Amo responder os reviews de vocês, mando até pergunta de volta e adoooooro quando vocês me respondem, eu me interesso muito por vocês! Então apareçam!
Tenho sentido falta de leitores que sempre comentavam :/ Onde vocês estão? Não me deixem...
Estou tristinha hoje, sério, vocês são um apoio e tanto para mim, quando vejo que vocês gostam, quando vejo que sou valorizada por algo que eu faço, isso me dá força cara, me faz pensar "eu não posso desistir ainda"!
Amo muito vocês, sério, então deem as caras, nem que seja pra me xingar dizendo que sou melancólica :/
Enfim, deixando isso de lado, uma boa leitura ♥
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– Por aqui, senhores! – Gajeel indicava o caminho para os três senhores que trajavam roupas elegantes enquanto carregavam cada qual seu instrumento: um violino, um violoncelo e uma arpa
Levy os olhava confusa, não conseguia compreender porque aqueles três homens estavam junto de Gajeel e, mais ainda, não entendia o porque deles estarem indo para sua direção.
– O que está acontecendo? – ela sibilou, sem som, para Gajeel que apenas sorriu – Porque eles estão aqui? O que é tudo isso? Gajeel! Está todo mundo olhando para gente, anda, responde! – ele a ignorava e, a cada passo, as bochechas da pequena maga iam ganhando novos tons de vermelho, cada um mais forte que o outro
– Shh... – quando estavam próximos, ele levou o indicador a boca dela, pedindo silêncio – Senhores, por favor – assentiu, e os músicos puseram-se a tocar
Gajeel olhou novamente para a azulada a sua frente, ajoelhou-se diante dela e retirou um envelope púrpura claro do bolso. Voltou a atenção novamente para ela e, com um sorriso, indagou, esticando-lhe o convite
– Levy McGarden, a senhorita me daria a honra de me acompanhar no Baile de Máscaras?
Levy estava desacreditada com o que ouvia, entretanto se apressou a dizer sim, saltando nos fortes braços do homem ajoelhado a sua frente que exibiu uma expressão de profundo alívio e felicidade.
A noite seria perfeita para aqu-
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– Luce! Luce! O que está fazendo? – acordo de meus devaneios e me deparo com Natsu a minha frente, estalando os dedos de modo frenético, num olhar preocupado
– Ah! Nada demais... E então, o que você quer?
– Então você está viva? Não me preocupe assim! – bronqueou levemente, fazendo-me revirar os olhos, afinal, quem foi mesmo que sumiu ontem a noite?
– Tá!
– Você não vai pedir desculpas? – indagou, confuso, me fazendo enfurecer
– Acho que não sou eu quem deve desculpas aqui, sabe? – disse, irônica
Se fosse eu, tenho certeza que não estaria tão preocupada com o convite para o Baile da minha melhor amiga!
– Mas foi você que ficou parada como uma estátua! Esqueceu, Lucy? – seu tom indicava brincadeira, mas eu não estava nada a fim de brincar, então permaneci calada – Lucy, aconteceu alguma coisa?
– Não. – me apressei a responder, desviando o olhar – Você não tem nada mais importante pra fazer do que ficar comigo não?
– Porque você tá falando assim?
– Não é nada! Que saco, Natsu...
– Ei, tá tudo bem... Eu to aqui com você – afagou minha cabeça, fazendo-me perder o controle e abraçá-lo, até que acrescentou – Eu estou sempre com você!
Me soltei de seu abraço. Sabe a raiva? Ela voltou com força total!
– Eu estou farta de mentiras! – gritei
– O que? – pareceu preocupado
– Esquece! Te vejo mais tarde – disse, saindo
– Onde você vai?
– Eu? Vou falar com a Kana!
– Tá certo – sorriu, acenando – Eu vou conversar com a Lis, tá?
– Obrigada por avisar! – gritei, agora correndo.
Natsu está... Natsu estava... Brincando comigo? Ou era só inocencia dele? Não, não pode ser, eu deixei na cara...
Eu estou correndo, sim, estou correndo, sozinha. Eu estou fugindo de algo? Estou fugindo dele. Mas eu queria tanto que ele viesse atrás de mim e me abraçasse daquele jeito só dele... Me pedisse desculpa... Mas ele é um tonto mesmo! Que droga!
Sinto algumas lágrimas ameaçarem sair, meus olhos estão quentes de raiva e dor, mas me seguro. Não posso chorar, não vou chorar, ele que está errado...
Quando chego ao andar de Kana, ainda nas escadas, posso ouvir a voz de Freed no andar de cima, ele está conversando com ela, com Kana. Então nem perco tempo entrando no quarto dela quando sei que não estará lá.
– Kana! – por algum motivo desconhecido, abracei-a fortemente
– Oe, Lucy... Tá tudo bem? – ela perguntou assustada
Levanto a cabeça e olho em seus olhos. Não sei o que ela viu, mas tenho certeza que eu estava expressando uma certa tristeza, já que, logo em seguida, ela cruzou os braços por trás de mim e afagou-me a cabeça, dizendo:
– Tudo bem, Lucy, está tudo bem...
– Aconteceu algo? – Freed perguntou, fazendo-me soltar do abraço e olhar para ele, sorrindo
– Está tudo certo, fiquem calmos.
– Não parece... – Kana exclamou, pausadamente
– Pode nos dizer. – Freed pediu, segurando minha mão.
Nunca tinha pensado nisso, mas, de certa forma, Freed me conforta. Talvez seja porque eu nunca tinha lhe dado a devida atenção, mas agora, com ele aqui, me sinto tão calma... Ele parece tão confiável.
– Ah... – suspiro, me rendendo – É o Natsu, sabe? Ele ontem ficou a maior parte da noite com a Lissana e...
– Com a Lissana? – Kana ergueu o cenho, desconfiada
– Tenho certeza que estavam só conversando – Freed exclamou, sorrindo
– Não sei... Digo, quando eu pedi para ele vir falar comigo, ele disse que estava ocupado. – distorci um pouco as coisas, não posso mencionar Sting
– Ele disse isso mesmo? – Kana replicou, parecendo ainda mais desconfiada
– Tenho certeza que não foi a intenção dele te magoar, podia ser um assunto importante. – foi a vez de Freed dizer, calmo, fazendo-me refletir um pouco
– Talvez, mas... Ele me deixou esperando tanto tempo e agora nem pediu desculpas
– Ele pode não ter percebido que você ficou chateada, converse com ele, que tudo ficará bem – agora Freed foi mas rápido e, confortando-me, apertou minha mão, sorrindo – Peço desculpas, moças, mas preciso ver como Mira está
– Você a trouxe de volta? – perguntei
– Sim, foi apenas uma confusão da mente dela. Está tudo bem agora, não se preocupe – disse, saindo
Acho que ele disse só pra que eu me concentrasse no meu problema, as coisas não ficariam boas assim de repente...
– Essa é a hora que você me conta a verdade. – Kana disse, assim que Freed deixou nosso campo de visão
– O que? Como assim? – finjo-me de desentendida
– Acha mesmo que eu caí nesse resuminho? – indagou, impaciente
Porque nunca consigo enganá-la?
– O Freed caiu – ri, tentando amenizar a situação
– O Freed não te conhece tanto quanto eu – falou como se fosse o óbvio – Vai contar ou não?
Suspiro novamente, vai começar a ladainha...
–--
– Não, Mira. Quem vai falar sou eu – ele a cortou, sério
– Ah, tudo bem então – sorriu, indicando a cadeira próxima a porta, mas Laxus não se sentou
– Eu li a carta que você escreveu para Kana – começou
O sorriso de Mirajane desapareceu em fração de segundos.
– Mas não foi ela que me mostrou, eu a encontrei. – apressou-se em dizer, quando viu a mudança de expressão
– Você não tinha o direito de...
– Mira, você me considera seu amigo?
– O que? – voltou-se para ele, perdida
– Você considera todos aqui seus amigos? – tornou a pergunta, dando ênfase a última palavra
– Sim, claro. Vocês são minha família...
– Então porque você se esconde? – interrompeu
– Eu não estou entenden-
– Porque você se esconde atrás desse sorriso meia boca!? – Laxus aumentou o tom de voz fazendo Mira abaixar a cabeça
Silêncio.
– Qual seu problema, Mira? Somos sua família, somos seus amigos, não é?
Ela assentiu com a cabeça, mas aparentava estar totalmente confusa, como foi que a conversa chegou nisso? Laxus, por outro lado, mostrava-se bastante determinado e até um pouco irritado com a atitude quieta da garota.
– Porque você escreveu aquela carta? – perguntou, caindo sentado na cadeira, suspirando – Hein?
– Eu estava com raiva e...
– Com raiva? Só com raiva? – replicou, pausadamente
Mira abaixou novamente a cabeça, concentrando-se nos próprios pés.
– Eu diria que você estava... esgotada? Não, não é essa a palavra... Ah, já sei! Você estava sufocada, não é? – fitou-a, exigindo uma resposta
– Sufocada? – sussurrou, perdida
– O que eu interpretei daquela carta foi uma menininha clamando por socorro. Mira, você não aguentava mais a mesma história, não é? Aquilo de “segunda”... – exclamou, num tom compreensivo, fazendo Mira relaxar um pouco – Foi por isso que você escreveu?
Silêncio novamente.
– Mas tem algo que eu não entendo nisso tudo – ele segurou as próprias mãos, apertando-as – Você disse que somos sua família.
– E vocês são. – exclamou, determinada
– Então porque você nunca demonstrou nada disso? Porque você sempre fingiu que estava tudo bem, droga?! – aumentou de novo o tom, irritado
– Eu...
– Você esteve se escondendo esse tempo todo, esteve fingindo ser alguém que você não é! – gritou e forçando a voz num agudo disse: – “O que vou te contar aqui, eu sempre mantive trancado em mim”. – terminada a imitação, voltou ao tom irritado habitual – Você nunca falou nada disso pra ninguém! Você nos considera mesmo da família?!
– Mas eu escrevi pra Kana! – defendeu-se, fazendo o loiro levantar, irritado
– Você escreveu pra depois correr! De que adianta? Quando você finalmente conseguiu se abrir pra sua família, você fugiu!
– Eu não fugi...
– Não? – soltou uma risada sarcástica – Você fez exatamente isso, Mirajane! Você jogou tudo em cima da Kana e saiu correndo. Estava com medo, é?
– Eu estava triste! – gritou, chorosa
– Se você está triste mostre que está triste, caralho! Para de ficar sorrindo igual a uma idiota e mostra sua verdadeira cara! – replicou, também gritando
– Laxus eu...
– Mira – abaixou o tom, num suspiro – Nós, da Fairy Tail, não temos ninguém, apenas uns aos outros, então somos uma família e nos importamos uns com os outros.
– Eu não queria preocupar vocês com meus problemas bobos.
– Se te afeta assim não é coisa boba. Você conseguiu deixar todos preocupados quando sumiu. A Kana, por exemplo, passou a noite na chuva ontem, assim que voltou pro quarto viu sua carta e correu para te buscar, mas Freed e eu não deixamos que ela fosse porque estava muito mal, mal se aguentava em pé.
– A Kana estava assim?
– Estava, e você deve imaginar o porque, não é? Aquela carta fez...
– Só escrevi a carta porque eu já não aguentava mais... É como você disse, eu estava sufocada. – tentou se explicar, em vão
– Mas você acabou sufocando a Kana!
– Então não tem problema se eu estiver sufocada, desde que a Kana não esteja? – perguntou, sentindo-se magoada
– Não é isso que quero dizer...
– Então fale com todas as letras!
– E quem é você pra me dizer isso? Você que fica se escondendo atrás de um sorriso azedo, dizendo que está bem, dizendo que somos uma família. Não vê o que você consegue com isso? Você só está se enganando! Não é nada disso! Se você não está feliz, então não sorria! Se você não está bem, não diga que está! Se você não confia na gente, não diga que somos sua família!
– Mas vocês são minha família!
– Não, nós não somos! Se fôssemos, você não precisaria fingir nada! Quem é você, Mirajane? Porque, depois de hoje, eu já não sei! Você é feliz? Parece que sim, mas, você pode estar fingindo, né?! Você poder-
Paff.
O som dos dedos no rosto de Laxus ecoa pelo quarto silêncioso. O tapa deixará marcas. Onde antes só havia um mago enfurecido e uma maga chorosa, agora, há um terceiro, entre os dois, o qual está com os dedos e a palma da mão em conflito com o rosto imparcial do loiro.
Era Freed que chegara e que, movido por uma certa indignação ergueu a mão com tudo para o mago, estapeando-o e fazendo o som ecoar pelo quarto.
– O que você está fazendo, Freed!? – berrou, levando a mão para a área ferida
– Cala a boca.
– Quem é você para me interromper?
– Cala a boca. – a raiva era clara nos olhos do esverdeado, embora sua voz estivesse estável, sua áurea era sinistra.
– Eu e ela só estamos conversando.
– Isso não é conversa, você está jogando tudo em cima dela sem dar o direito de defesa.
– Mas o que?
– Exatamente. – confirmou, calmo – E, afinal, quem é você para dizer tudo isso pra Mira?
– O que?
– Exatamente, Laxus. Você também tem culpa no cartório.
–--
Defronte ao hotel, num belo jardim recheado de flores, repousavam sobre a grama ainda úmida da noite anterior uma pequena maga de longos cabelos azulados, que fitava o céu, sonhadora. Ao seu lado, está sentado um mago de cabelos castanhos espetados, seu nome é Eric Lehrram e eles parecem estar presos numa conversa emocionante.
– E é por isso que eu gosto tanto de bailes, entende? Lá na Cait Shelter qualquer coisa era motivo para festejar, então já estou acostumada...
– Compreendo – ele respondeu, sua voz era elegante
– Então acabei sugerindo de fazermos um baile aqui, só que acabou tendo festas todos os dias, mas ainda teremos um Baile de Máscaras, num dos últimos dias.
– E você já tem par?
– Na verdade, não... – respondeu cabisbaixa
– Então logo você terá – sorriu para ela, que retribuiu o sorriso
– Ã-ham – um pequeno menino tossiu, se aproximando
– Olá, Romeo, tudo bom?
– Oi Wendy, tudo bem sim... – sorriu para a menina e, voltando-se para o rapaz ao seu lado – Quem é esse?
– Ah, esse é meu amigo
– Eu sou Eric Cristopher Lehrram, rapaz – disse, esticando a mão – Mas pode me chamar de Eric.
– Ah, oi Eric – apertou a mão, desanimado – Tem planos para hoje, Wendy?
– Na verdade, pensei em passar o dia com Eric. Ele é muito bom para conversar
– Entendi... – suspirou – Bem, posso fazer companhia para vocês?
– Mas é claro! – o outro respondeu, animado – Sente-se, sente-se.
Romeo, a principio, estranhou o rapaz, mas aos poucos foi gostando do mesmo. Ele era bastante educado, mas um pouco avoado e, além disso, parecia gostar de conhecer novas pessoas e fazer amigos.
O menino tinha ficado preocupado antes, porque Wendy parece ter a capacidade para encontrar caras estranhos como os da Gangue dos Bunda Dançante ou suspeitos como aquele falso membro em Tenroujima, mas Eric aparenta ser confiável.
Embora esteja chegando perto demais!
Romeo gritou em seu interior, quando Eric se aproximou da azulada para lhe explicar algo.
Perto demais.
–--
– Oe, Lissana! – Natsu chamou, correndo para a albina mas parou quando percebeu que ela não estava sozinha – De novo com ele?
– Natsu! – repreendeu – Rogue estava me mostrando um pouco de sua magia, é incrível! Abrange muita coisa.
– Magia de dragão, grande coisa! Eu também tenho, sabe?
– Eu sei Nat-nee, mas você ainda não chegou ao dragon force!
– Talvez ela queira ver algo diferente. – Rogue sorriu, discretamente, divertindo-se da situação.
– Sei... Lis, mais tarde quero falar com você.
– Tudo bem
– Mas você tem que estar sozinha – ele se dirigiu ao moreno, que continuou com seu rosto imparcial.
O rosado saiu, bufando, voltando para o hotel, onde provavelmente iria encontrar Happy para pensarem em algo para fazer, já que Lucy parecia estar ocupada demais.
No trajeto encontrou-se com Gajeel que saia junto com Lily para uma tarde tranquila na floresta, mas de tranquilo, aquilo não tinha nada.
– Você é estúpido mesmo, Gajeel! – o gato dava-lhe socos na cabeça
– Você falou que queria passar um dia comigo! – explicou-se, tentado desviar dos golpes
– Mas a Levy vem no pacote né? Você sabe que eu gosto dela! – Lily revirou os olhos
– Vive reclamando dela te apertar.
– Isso não quer dizer nada, baka. Mas... – parou por um momento e passou a fita-lo, sério – Mais importante que isso, você a chamou para o Baile, não é?
– Baile?
– Não é possível – o exceed levou a mão à cabeça, decepcionado – Eu te entreguei um envelope hoje manhã, com os convites para o Baile!
– Aquilo? Achei que você tivesse me falando para jogar fora!
– Você é inacreditável... Certo, resolvemos isso depois. Pelo menos me fale que você não ainda a viu hoje.
– Ver quem? – indagou, tentando compreender no que estava errado
– A Levy.
– Falei com ela no café. – deu de ombros, mirando o céu
– E não a convidou? Você é mesmo um idiota!
– Qual é cara? Ela nem deve saber do Baile, eu não sabia! – a afirmação fez Lily sentir vontade de se atirar monte a baixo, entretanto ele apenas deu um longo suspiro, indagando:
– Você já teve alguma namorada antes?
– Não quero falar disso... – suspirou, desviando o olhar que exibia uma expressão de tristeza
– Olha – o exceed achou melhor não prolongar o assunto “ex” – com certeza a Levy já sabe e, como você não a convidou, terá que surpreende-la
– O que você quer dizer? – voltou a expressão habitual de confusão
– Não terá que ser um simples “Ei, você quer ir comigo ao Baile?”, terá que ser umas mil vezes melhor
Gajeel ficou em silêncio por alguns instantes, preso nos seus pensamentos, cercado de ideias mirabolantes que provavelmente viriam a falhar. Mas foi como se uma luz o tivesse iluminado, pois, pouco tempo depois, ele já estava com um largo sorriso no rosto e com os olhos brilhando.
– Sendo assim – começou, um tanto perverso – Eu tenho a ideia perfeita.
Notas finais
GENTE: Não sei se ficou claro, mas o começo do capitulo era a Lucy sonhando, ok? Ela estava imaginando como estaria sendo o pedido do Gajeel enquanto saia do restaurante...
ok, foco:
1 - Algo me diz que a paciencia da Lucy ta se esgotando... Alguém vai sair queimado nessa história (entenderam? queimado... natsu? -qq ok.parei.)
2 - Já li os reviews do capitulo anterior, vocês acharam mesmo que o Laxus ( que é o Laxus) ia dar uma de compaixão com a Mira! Ele caiu dentro, porrada nela o/ sqn, amo a mira.
3- Só eu vi um Romeo enciumado? ^^
4- O Rogue tirou onda com o Natsu! HAHAHA!
5- O que será que o Gajeel vai aprontar? .-.
ATENÇÃO: Olha, eu tenho um apreço muito grande por vocês e pela fic, mas meus dias não serão os mesmos, estou no meu ultimo ano do tecnico e tenho que apresentar um projeto final no fim do ano (tipo os de faculdade) então estou ficando maluca! Fora isso, me dei muito mal nas provas do técnico e do médio :@ Recuperação é o que há e cara nos livros também. To tentando criar um grupo jovem na Igreja, minha vida por um tempo vai se resumir a isso! Posso acabar sumindo, ou demorando a postar, então estou avisando.
Não garanto nada porque sei como eu amo escrever essa história e acho que vocês amam ler, né? Só estou deixando a possibilidade de demora, (nem passa pela minha cabeça a ideia de abandona-la) e peço que vocês me compreendam.
Por favor, comentem! Isso me faz querer mesmo continuar, ultimamente estou com vontade de desistir de tudo, mas gosto muito dessa história, tenho muitos planos para ela e não quero acabar desistindo dela por medo ou insegurança. Apareçam, eu não mordo... :/
Beijos!
PS: L_Fullbuster - já li seu email, mas devo demorar a responder um pouco, ok? perdão...
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