As Férias Da Fairy Tail
22 Cap. 20 - (Des) Lealdade
Notas iniciais
A estúpida em química aqui conseguiu 8,5 na rec uhul~ Capítulo grandinho para comemorar, te vejo la em baixo?
Boa leitura ♥ '
OBS: Capítulo não betado, não me atirem pedras, vocês terão outros motivos rs
Quando finalmente termino de contar a verdadeira históra para Kana, ela não parece muito surpresa, na verdade está irritada, mas não é irritada com Natsu como deveria ser, ela está irritada comigo!
– E o que você ainda tá fazendo aqui, sua tonta!? Vai logo falar umas verdades na cara do Natsu!
– Como é?
– Isso mesmo, Lucy! Você tá perdendo o cara e a culpa é toda sua! Parece que não conhece aquele idiota...
– Falar é fácil! – reviro os olhos, desviando o olhar e cruzando os braços.
– Não Lucy, resolver isso é mais fácil do que você imagina. Você que está complicando tudo!
– Ah então você quer que eu vire e brigue com Natsu por causa disso? – pergunto, óbviamente uma pergunta retórica
– Exatamente.
– Mas isso é loucura!
– Loucura é você perder o ruivo porque tá com medinho de dizer como se sente. Como você pode ser tão cega? – ela grita, gesticulando com os braços
– Olha quem fala! Se você tivesse sido sincera com Laxus e Mira a garota não teria tentado ir embora! – cuspo tudo e logo percebo que falei besteira.
Mas quer saber? Depois eu me preocupo com a consciência!
– Sai Lucy – ela pede, com a voz extremamente contida, embora nos seus olhos eu possa ve-la me matando – Eu ainda não estou recuperada, tenho que dormir.
– Tá – abaixo o tom e completo com um seco – Melhoras.
Bato a porta do quarto ferozmente e dou passadas pesadas para qualquer lugar onde eu possa ficar sozinha. Francamente! Parece que todos tiraram o dia para me tirar do sério, impressionante!
Volto ao meu quarto onde pego o livro que estou lendo “As histórias de um dragão”, devo confessar que estou um pouco fanática por dragões ultimamente, principalmente depois que Igneel deu um jeito de enviar a munhequeira para Natsu.
Natsu...
Como ele pode ser tão idiota? Não, eu não quero pensar nisso agora. Não quero nada que venha de dragões além desse livro.
– Olá, Blondie
Por Mavis! Eu disse que quero distancia de dragões! Dis-tân-cia! Que infortúnio!
– Oi – respondo, rude, tentando focalizar apenas nas palavras a minha frente.
– Que recepção gélida! – brinca, sentando-se ao meu lado – Vejo que está cada vez mais interessada por mim.
– Como é? – ironizo, virando-me para ele
– É! Esse livro ai, são as histórias do Dragão de Luz... Vai dizer que não sabia?
– Na verdade, não sabia.
– Deixa disso – ele ri, batendo levemente seu ombro no meu – Não precisa mentir, já estou acostumado com as mocinhas querendo saber tudo do Sting aqui.
Reviro os olhos.
É pedir demais um pouco de paz? Por favor!
– Mas – começa, saindo do tom de brincadeira – Está tudo bem? Você parece cansada... – seus olhos me encaram de forma preocupada
– Ah... Não é nada demais. – disfarço, olhando novamente as páginas desgastadas pelo tempo
– Sei... – passa a olhar pra frente e se mantém alguns segundos assim, até que se volta novamente para mim – Lucy, eu vivo te observando, você está sempre cercada de pessoas, tem que ter algum motivo para eu te encontrar aqui sozinha.
Por algum motivo, sinto minhas bochechas esquentarem e meu coração palpitar. Talvez seja pelas suas palavras, ou seu tom, ou por ter me chamado de Lucy em vez de Blondie, ou por ser a primeira pessoa a não me culpar pelas coisas...
Sting está sendo tão compreensível...
– Vai me contar ou não? – exige, mas ainda parece preocupado
– Está tudo bem, Sting – forço me a sorrir enquanto o olho – Obrigada.
– Hm.
E voltamos ao silêncio.
Essa falta de ruído está me incomodando... Eu sei que eu pedi paz há poucos segundos, mas... Não sei... Ele se mostrou tão aberto, tão disposto a conversar comigo sobre os meus problemas... Faz tanto tempo que não tenho alguém assim e...
– Sting...
– Sim?
Hesito alguns segundos por medo da sua resposta, mas tomo fôlego e indago:
– O que você disse ontem, sobre Natsu e Lissana, é verdade? – ele exibe uma expressão surpresa – Quer dizer, eles estavam mesmo juntos?
– Eu não diria se não fosse verdade – responde, num tom compadecido
– Ah sim... – fecho o livro e agarro-me a meus joelhos, segurando o choro – Vo-você acha mesmo que... ele não me valoriza?
E novamente, Sting ergue as sobrancelhas, numa expressão indagada.
– Lucy... – começa, num suspiro – Se eu estivesse no lugar dele, com certeza você não estaria chorando aqui.
– E-eu não estou chorando – minto, já que agora meus olhos estão transbordando de lágrimas, mas ele parece não ligar pra veracidade do que digo
– Tudo bem, então... Se eu estivesse no lugar dele, com certeza você não estaria aqui lendo esse livro chato – corrige-se, fazendo-me exibir um sorriso meia boca
– Mas é o livro do seu dragão...
– Exatamente. Se fosse meu, seria melhor.
– Então se fosse um livro sobre você, você me deixaria sozinha? – não sei de onde tirei essa ideia, mas agora já falei!
– Eu não te deixaria sozinha em hipótese alguma, Lucy – seu olhar agora está determinado – Sei muito bem o valor que você tem.
Essa não! Porque meu coração está tão acelerado? Porque ele está se aproximando? Porque seu olhar está tão significativo? Numa mistura de medo e paixão... O que ele está fazendo? O que eu estou fazendo? O que nós...?
Nós estamos sentados, lado a lado, num dos corredores vazios da biblioteca, encostados numa estante de livros empoeirados. Meus olhos estão derramando algumas lágrimas tímidas, meu coração está a mil por segundo e minha boca...
Minha boca está num contato terno com a de Sting.
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– E o que vai ser agora, Mira!? Além de fugir você vai ficar se escondendo atrás desse aí?
Mirajane estava claramente assustada com a reação do recém chegado e mais ainda com a forma como o loiro estava tratando-a.
– Já não te falei pra calar a boca? – Freed gritou
– E você fica fora disso! Não é problema seu! – Laxus revida
– Ei... – a albina tentou
– Se é problema da Mira é meu problema também! – Freed interrompeu, erguendo a voz
– Então agora você decidiu agir como o príncipe encantado, é? Até que isso faz a sua cara mesmo! Todo engomadinho, cheio do “não me toque”
– Melhor que ser como você: Um bruto insensível que não liga pros sentimentos dos outros!
– Meninos...
– Você acha que eu não me importo!? Eu quase tive um ataque de nervos por causa dessas duas. Sabe o que eu ganhei nessa história toda!? Só dor de cabeça!
– Se você tivesse se decidido antes, nada disso teria acontecido! A culpa é toda sua por Kana estar de cama e por Mira quase ter ido embora! Culpa da sua indecisão!
– Agora eu que sou o errado dessa história! Eu que sou o indeciso? Foi Kana que não me deu respostas, foi Mira que cismou que eu gostava dela!
– Você não mudou nada, não é? – deu um pequeno risinho cínico –Sempre colocando a culpa dos seus erros nos outros! Você fala que Mira está fugindo mas quem é o covarde aqui é você.
– Mas do que é que você está-
– Ah, agora vai se fazer de desentendido? Quantas máscaras você tem, hein? Pois é Laxus, você é um covarde! Um covarde que vive colocando a culpa nos outros.
– Isso não tem meno-
– Não tem? Ora! E quando você quis pegar o titulo de mestre? Você dizia que não era reconhecido, dizia ser apenas chamado como “o neto do mestre”. Hipócrita! Se você não era reconhecido por seu poder é porque você não tem poder. Ser neto do mestre não tem nada a ver com isso. O problema é seu, para de inventar descupas e-
– CALADOS! – Mira enfim gritou roucamente, fazendo os dois a encararem, exasperados – Vocês... Vocês... VOCÊS PARECEM MONSTROS!
– Mira...
– “MIRA”? MIRA NADA, FREED! VOCÊS ESTÃO DISCUTINDO POR COISAS IDIOTAS, ESTÃO FERINDO UM A OUTRO E ESTÃO FERINDO A MIM!
– Não foi nossa intenção...
– NÃO! NÃO FOI, NÉ LAXUS? POIS FOI ISSO QUE ACONTECEU! – ela berrava, erguendo as mãos e deixando-as cair como forma de extravazar a raiva, parou por um segundo, respirou fundo e – AGORA... Se me dão licença, eu preciso de um tempo longe de brigas!
E então, a albina saiu pelo vão da porta deixando os dois sozinhos no cômodo, Laxus exibia uma expressão de confusão e Freed parecia sem graça, porém ambos demonstravam que estavam arrependidos por tal cena.
– Cara, me desculpa. – foi Freed quem falou – Eu sei que eu não devia me meter e
– Não, relaxa – o outro interrompeu – Eu tava mesmo pegando pesado com ela.
– Hm...
Freed pôs-se a olhar o cômodo enquanto Laxus caia novamente sobre a cadeira ao lado da porta. O segundo levou as mãos à testa e a cabeça pra trás, e disse num suspiro:
– Eu não queria ter falado assim... Mas ela tem que entender que, agindo dessa forma, só deixa a gente preocupado, cara! Tipo, você viu a forma como Kana tava mais cedo? E o seu olhar quando eu falei pra você ir atrás dela? A gente estava agoniado, e ela não percebe, entende? – deu uma pausa para respirar e viu que Freed o fitava, bastante interessado – Você sabe, essa atitude dela de criança. Não é a primeira vez que acontece. E nem só com ela, a guilda toda! É cada coisa mais infantil, mas imatura que irrita... Beleza, não é só porque irrita que eu tenho que falar dessa forma com a pobre coitada, mas... O que se há de fazer? Cada hora é uma! Não tenho nem um minuto de paz. Quer ver que agora eu vou descer e vai ter surgido outro problema?! Não ri não, cara. To falando sério, é só dor de cabeça. Vocês só sabem me deixar preocupado e... O que você tá fazendo?
Laxus parou seu discurso quando viu que Freed estava de pé, a sua frente, aplaudindo-o com um pequeno sorriso no rosto.
– E eu falando que você não tinha mudado... – riu o esverdeado – Já tá até parecido com um mestre. Não sei não, mas se tivesse votação, eu com certeza votaria em você.
– Ah, então é isso? – o loiro revirou os olhos, mas não pôde deixar de sorrir – Tá certo, vamos lá tomar café.
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– Mas qual a sua magia mesmo? – Romeo indagou para Eric, interessado
– Magia do Trovão.
– Trovão? Tipo como a de Laxus? – Wendy perguntou com os olhos brilhando.
– Não, Wendy. Laxus é um Dragon Slayer de Relâmpagos – o mago das chamas deu uns soquinhos na cabeça dela
– Ou raios, se você preferir – Eric sorriu
– E não é tudo a mesma coisa?
– Mas é claro que não, baka! – o azulado revirou os olhos, bufando
– Raios são as descargas elétricas que descem dos céus em dias de tempestades, aquelas luzes. Enquanto os trovões são os sons que se sucedem dos raios. Entendeu? – Eric fez pose enquanto explicava.
– Ah sim! Obrigada Eric-kun. Viu, Romeo? Pelo menos alguém aqui ajuda invés de tirar sarro – provocou, dando língua ao companheiro de guilda
– Sei... – ele cuspiu, irritado com toda a atenção que Eric estava conseguindo.
– Ah, aí está você Wendy! Já te falei pra não sumir! E... Quem é esse? – a voz da exceed tinha um tom de desdém, enquanto fitava cima a baixo o recém chegado mago.
– Oi. Charlie. – a azulada respondeu, envergonhada com a atitude da gata – Esse é meu amigo, Eric.
– Muito prazer, ma chère* – o menino de cabelos espetados disse, beijando a mão de Charlie, que ruborizou.
– Charlulu~~~ – Happy vinha correndo atrás da dita cuja, com um grande pacote nas mãos. – Espere eu tenho que falar com você
– Arg! – a exceed bufou, virando-se para o azulado – Fala logo.
– Você vai mesmo me deixar falar? – um sorriso surgiu entre os bigodes do gato, seus olhos brilhavam esperançosos
– Só não me faça perder tempo – a outra deu de ombros
– É que, sabe, eu tenho uma coisa pra te dar... Um... Um presente! – ele balbuciou, estava muito envergonhado
– Ah, olha só Happy, se for outro peixe é melhor nem se dar ao trabalho! Não aguento mais esse cheiro... – Cherlie respondeu, dando as costas para o exceed que pareceu desapontado.
– Mas... Charlulu... Não é... peixe... – a voz de Happy se perdia no ar enquanto a gata entrava na conversa entre Romeo e Wendy.
Eric Lehrram, vendo o desespero do pequeno exceed, que estava prestes a chorar dramáticamente, colocou a mão sobre o pequeno ombro da gata albina.
– Dê uma chance a ele, certo? – piscou exibindo um sorriso que Charlie não poderia se recusar a aceitar.
– Tá certo – suspirou – Pode falar, Happy.
– Sério!? – ele abriu um enorme sorriso – Eu queria te dar isso! – esticou o pacote que carregava para ela
– Ué, você não vai me dizer o que é?
– Não! – ele negou com a cabeça – Você vai ter que descobrir sozinha :P
Dito isso, ela usou as pequenas patas para abrir o pacote. A essa altura, todos que estavam ao redor encaravam o pequeno casal, formulando mil expectativas.
Assim que abriu o pacote Charlie fez uma coisa rara: ela sorriu. Um sorriso repleto de felicidade e ternura. Dentro dele haviam diversas ervas para seu tão mada chá e mais a fundo um convite para o Baile.
– Você gostou? – ele perguntou, tímido
E ela respondeu num ato inesperado: um gigante abraço.
– Ela goxxxxxxxta dele – os dois pequenos magos da Fairy Tail gritaram deixando o usuário de Trovão confuso, porém exibindo um sorriso torto.
– Tá bom – ela se deu por vencida – Eu vou ao baile com você.
Vários urros de comemoração saíram de Romeo e Eric, Wendy ria-se por inteiro e Happy voava por todos os cantos, ele deveria estar mais feliz com a resposta do que com a chuva de peixes que recebera dias atrás.
A Dragon Slayer do céu, lançou um olhar significativo para Romeo, que não reparou em nada. Então ela não teve escolha, além de um suspiro decepcionado para Eric que lhe deu uma piscada como quem dizia “Na hora certa, querida”.
Mas não foi isso que Romeo entendeu e, devo dizer, o que ele concluiu daquelha troca de olhares entre os dois o deixou muito, mas muito irritado.
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– Gajeel, você não vai fazer isso – Lily repreendia o mago
– Mas ela vai adorar! – o outro protestava. Ora, depois de ter a ideia perfeita, ela vai simplesmente ser negada?
– Não! Você vai deixa-la assustada.
– Que assustada o que! Toda mulher ama romance.
– Eu ainda acho que não vai dar certo – o exceed cruzou os braços, negando com a cabeça
– E porque não? – Gajeel decidiu parar a trilha de volta ao hotel e ficou de frente ao companheiro
– Ela vai ficar com medo...
– Mas de onde você tirou isso, gato!?
– Vizualiza, Gajeel. Você é sempre brutão com ela, todo cheio de marra e pose, certo? Aí de repente você vai fazer uma coisa melosa dessas? Não vai funcionar, ela vai sair correndo!
– Você não entende nada de mulheres mesmo.
Lily ergueu as sobrancelhas.
– Não fui em que esqueci de convidar a namorada pro Baile de Máscaras!
– Isso porque você não tem namorada, estúpido! Mas... É isso, precisamos arrumar uma namorada pra você!
– Mas e a surpresa da Levy?
– Já tenho tudo programado, cara – exclamou, puxando o gato de volta para a trilha – Vejamos, aquela exceed que usa roupa de sapinho, ela é bem bonitinha... – Lily parou abruptamente.
– Gajeel... Acho que ele é homem...
– O QUE? – ele se virou, assustado – Mas... É... Quem sabe não dá certo, né? O amor pode vir de todos os lugares – disfarçou, rindo bobamente
– Deixa isso. Eu não to interessado em namorar agora. Vamos falar da surpresa
– Já ta programada cara, relaxa!
– Não Gajeel, não vai dar certo... Ela vai ficar com medo.
– Você que é o medroso da história. Deixa comigo, falou? Bora que eu to faminto!
E subiram a trilha de volta ao resort onde iriam direto para o restaurante do hotel. Já era hora do almoço. A hora onde os magos matariam quem os mata e descobririam qual seria a festa de hoje, já que ainda faltam alguns dias para o baile final: O Baile de Máscaras.
O que eles não contavam era com a presença de Ami, que veio de cabeça erguida sentar-se junto aos dois, exatamente no lugar onde Levy se sentaria.
E por falar da maga, quando a pequena chegou a entrada do restaurante e viu os três conversando animadamente sobre alguma coisa, deixou Jet e Droy
– Mas Levy-chan, você mesma disse que era capaz de devorar um urso!
– É Levy-chan, assim você vai acabar ficando abatida.
– A menos que – o rosto gordo de Droy se iluminou – Levy-chan está passando mal?
– Não... Não é nada – sorriu, dando uma olhada rápida para os três na mesa próxima aos vitrais – Eu só perdi o apetite.
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Sting levou Lucy até o quarto para que ela fosse guardar o livro e, depois, desceu junto dela até o restaurante. Quando entraram no antigo elevador com portas de ferro, viram-se sozinhos no mesmo.
– Sting eu... Aquilo de mais cedo...
– Me desculpe, Lucy. Eu não deveria...
– Não! – cortou, desesperada – Não é isso... É só que... Eu estou com Natsu agora e coisas como essa não podem acontecer.
– É... Eu sei disso – abaixou a cabeça – Mas olha! – colocou a mão no queixo da maga, fazendo-a fita-lo diretamente – Não esquece do que eu te falei não, tá? Eu nunca deixaria você sozinha como ele fez. Você merece muito mais
– Sting eu... – o indicador do mago a fez silenciar e seus olhos se encontraram novamente
– Eu ainda não estou pronto para desistir de você – finalizou, dando-lhe mais um terno beijo recheado de paixão
O impacto do elevador ao parar no térreo fez com que eles se separassem e agissem como se nada tivesse acontecido, por sorte não havia ninguém ali.
– Você não vem? – a loira perguntou ao notar que Sting não a seguia
– Não... Tenho que resolver umas coisas com Rogue – respondeu, e completou, debochado – Então você tá querendo passar mais tempo comigo é Blondie?
– Tchau Sting – ela respondeu e caminhou para o restaurante
Nisso, Sting subiu novamente até a cobertura onde tinha marcado de encontrar Rogue antes do almoco.
– Ah, você chegou. – o mago das sombras exclamou, ao ver o loiro entrar no quarto – Olha, acho que isso não vai dar certo...
– Já está dando certo, meu caro Rogue. Pra falar a verdade, eu sou sinistro né?
– O que?
– Depois te explico. Mas continua fazendo sua parte, ok? Continua mantendo essa menina na sua que o Salamander fica fora do caminho.
– Mas é que eu não...
– Relaxa, cara. Tudo vai sair como eu planejei.
Notas finais
- Lembram do beijo entre Natsu e Lissana, que eu falei pra vocês me atiraram pedras? Podem me atirar aqui também KK Stincy ops.
- Laxus e Freed conseguiram irritar a pobre albina, to começando a ficar com pena dela, na boa rs
- Gajeel está pensando em algo romântico, eu ficaria com medo !
- Espera, outro beijo Stincy? OMG! KKK
- O que o Sting está planejando? O.O
AVISO: Leitores, eu e minha amiga Lê-chan estamos fazendo uma fic interativa em dupla! As vagas estão abertas e a história só tem a prometer! Que tal dar uma olhada? Vou deixar o link aqui, nos dê uma chance, certo? Amo vocês ♥
LINK DA FIC DIVOSA: http://fanfiction.com.br/historia/364479/Uma_Paixao_Inalcancavel_Inalcancavel/
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