As Férias Da Fairy Tail
15 Cap. 14 - Ciúmes
Notas iniciais
Me perdoem por demorar a postar, estou passando por uns momentos difícies (vide notas finais rs)
Esse capítulo foi feito com carinho para todos vocês, meus litores divos, vocês são os melhores!
E especialmente para: Lukabeth14 que foi a dona do comentário número 150 :D
Espero que gostem, beijos!
–Natsu!...
– Oi?
– Que que você acha da gente parar aqui? – perguntou, fazendo charme
– Pra que?! A gente tá quase chegando, Lucy. Eu sinto isso!
– Você disse isso duas horas atrás... eu to cansada! — resmungou
– Ah Luce! Para de reclamar... Eu to tentando me concentrar nessa cachoreira – disse o rosado, que corria velozmente a uma certa distância da loira.
Gajeel comentara com Natsu durante o baile, que havia uma cachoreira numa bela paisagem aos redores do resort. Como o mago de fogo queria passar um tempo a sós com sua nova namorada, ele decidiu que iriam pra lá.
A parte mais difícil já passara, a qual eles teriam que dar um perdido na guilda, apesar da maioria já suspeitar que eles estavam juntos.
– Quem te falou dessa cachoeira!? HEIN!? – Lucy perguntou, ofegante.
Mas não houve resposta, Natsu tropeçara em si mesmo e agora rolava colina a baixo e como Lucy o seguia, acabou caindo também.
Agora dois corpos rolam sem previsão de pausa desfiladeiro abaixo, caindo de encontro a um vasto terreno lamacento. Lucy, sortuda como ela só, caiu de cara na superfície gosmenta.
– Lucy! LUCY! — gritou, desesperado – CADÊ VOCÊ?
O som da maga se levantando indicou sua posição.
– Lucy! – suspirou aliviado, correndo de encontro a ela – Que bom que você está bem!
– Sai de perto de mim! – bufou, irritada
– Hm? – indagou, confuso e, assim que viu o rosto da maga enxarcado de lama, emitiu uma grande gargalhada
– Já pode parar, ok? – reclamou, retirando o excesso de lama do rosto
– Não dá! – babulciou entre as risadas – Você está muito engraçada! — Lucy saiu, revirando os olhos – Ei, onde você vai!?
– Onde você acha!? Eu vou voltar pro hotel!
– Ué, e não vai ter vergonha de aparecer assim la?
– Não, eu vou direto pro quarto!
– Você é muito engraçada, Lucy. Está com vergonha de mim e ainda acha que vai conseguir passar por aquela gente toda até chegar no quarto? Só rindo mesmo...
– E-eu não estou com vergonha! Só estou irritada! É óbvio que não existe essa cachoeira, não quero perder tempo e odeio ficar suja! – explodiu
– Ah... – suspirou, mirando o céu – Você, ao menos, sabe pra que lado fica o hotel? – perguntou, levando as mãos à nuca, indicando descaso
– Isso é óbvio! É só...
– Nem pense em ir por onde viemos, é muito ingríme – interrompeu fazendo-a se calar, rendida – Veja, estamos na lama certo? Provavelmente tem um rio por aqui...
– É... Quando foi que ficou tão inteligente? – debochou
– Tenho meus momentos... – deu de ombros, fazendo-a sorrir – Vem – chamou, pegando-a pela mão
Caminharam por alguns minutos quando finalmente deixaram o terreno lamacento para trás. Lucy se recusava a olhar o mago, não queria que ele a visse daquela forma, entretanto Natsu parecia achar graça e fazia de tudo para conseguir ver o rosto da maga, mesmo que fosse uma parte dele.
– Eu sabia! – exclamou contente quando encontraram um pequeno lago – E, quem diria, Lucy... – instigou – Tem sim uma cachoeira! Você me deve um beijo!
– O QUE!? – enrubesceu – Eu não me lembro disso!
– Ué, to unindo o útil ao agradável... A menos que você não queria me beijar – respondeu, erguendo o cenho – É isso, Lucy? Você não quer me beijar?
– Nã-não! Não é isso, Natsu... – corou, sem jeito
– Você é realmente engraçada. – exclamou, sorrindo – Vem cá! – puxou-a para si e lhe tascou um selinho, terno e quente – ECA! Você está com gosto de lama, Lucy! Porque sempre que eu te beijo tem alguma coisa errada? — exclamou, se afastando
– Eu não tenho culpa! Você sabe que eu to imunda e fica me agarrando! – reclamou, cruzando os braços
– Deixe de bobeira, eu tava brincando – correu e se jogou no pequeno lago – Você não vem?
– Não!
– Mesmo? Poxa, a agua tá uma delícia, acho até que é uma fonte termal... – exclamou, mas a maga continuou na mesma posição – Lucy! Deixa de ser teimosa! (...) Você não disse que queria se limpar?
– Você não vai desistir, né? – perguntou e ele negou com a cabeça – Certo! – em seu rosto agora havia um grande sorriso, ela correu mergulhou de cabeça no lago, nadou até o mago e saiu da água, estapeando-o – Você disse que estava quente! Está congelante!
– Eu tinha que fazer você entrar né? Além do mais, a gente pode se esquentar... – provocou-a e ela o beijou, surpreendendo-o
Curtiram boa parte do dia sozinhos, na belíssima paisagem que os cercavam, uma densa natureza com uma deliciosa fonte d’agua. Fizeram um pique-nique e, após o lanche, deitaram-se lado a lado fitando o imenso céu azul.
– Lucy... Ontem, a munhequeira do Igneel veio junto com a carta da sua mãe, né?
– Sim... Veio dentro do envelópe. Porque? – perguntou, virando-se para ele, curiosa
– É que... Eu tava pensando... Lucy, sua mãe tá morta, né?
A pergunta assustou a maga, que exibiu uma expressão levemente irritada mas profundamente confusa. “Que indelicado!” pensou ela, porém nada disse, obrigando o mago a continuar seus pensamentos.
– Quer dizer... Se ela ta morta, e conseguiu enviar isso pra mim... Digo, isso é do Igneel... Não teria como eles se falarem né? A menos que... o Igneel esteja morto também... O Igneel tá morto, Lucy? – virou-se para ela, intrigado
A questão chegou aos ouvidos de Lucy de forma totalmente inesperada, deixando a maga sem resposta, o que chateou mais o mago.
– Ahh – suspirou ele, voltando a olhar para o céu – Deixa pra lá.
Lucy assentiu, silenciosamente e acompanhou o olhar de Natsu, profundamente chateada. Queria pode ajuda-lo, dar a ele respostas, mas estava ainda mais perdida que ele.
– Desculpe Natsu...
– Tudo bem. – concluiu esboçando um pequeno sorriso
– Não, não é isso – ele virou para ela, confuso — Quer dizer, eu acho que Igneel não tá morto.
– Sério?
– É, nem ele nem a minha mãe
– Lucy, você nã...
– Deixe-me terminar – interrompeu-o – Eu li uma vez, que quem é amado não morre. Você ama Igneel né?
– Claro, mas eu nã...
– Então! Ele ta vivo, digamos, no céu do seu coração igual a minha mãe, ela está viva em mim – concluiu
– Isso até faz sentido, mas porque eles teriam contato?
– Acho que, como eu te amo, aqueles que estão no meu coração podem se comunicar com os que estão no seu. Por causa do amor. — sorriu
– Lucy?
– Hm...
– Você disse que me ama...
– Sim ué... – confirmou sem entender – Ai meu Deus! – exclamou e, percebendo o que dissera, adiquiriu cinquenta novos tons de vermelho, um mais forte que o outro – Esquece isso! – disse, virando novamente para o céu
– Lucy? – perguntou novamente – Lucy... olhe para mim – ela atendeu o pedido, hesitante e tratou de não fitá-lo diretamente – Eu também te amo, boba.
– Mesmo? – virou-se para ele, esperançosa
– Mas é claro que sim! – respondeu rindo – Que ideia! – exclamou, dando-lhe mais um beijo.
Chegaram no hotel na metade da tarde, ainda não sabiam qual seria o tema da noite e não estavam nenhum pouco preocupados, desde que pudessem passar o tempo todo juntos.
Mas as coisas já não aconteceram como o esperado, assim que entraram no saguão Lucy foi puxada por Levy e Natsu por Laxus, cada um para uma direção oposta, não houve tempo nem para despedidas.
– Se liga, cara – iniciou Laxus, largando Natsu no meio do corredor – Eu não to afim de ser expulso daqui não, então nada de fazer besteira! Você está entendendo? As férias tão só começando, nada de arranjar problema!
– Pera ae, isso tudo porque eu fugi com a Lucy?
– Que? Com a Lucy? Não! Tem nada a ver com ela... Mas to te avisando, se você arrumar problema pro lado da guilda, vai ter que se ver comigo. Não to afim de ter a viagem cortada, entendeu? – esperou o rosado assentir e rumou para a área de lazer, que ficava atrás do resort.
– Eu hein... O Laxus enlouqueceu... Porque eu arrumaria algum problema?
– Ora ora ora se não é o Natsu-san! – uma nova voz surgira e o dono dela estava com o braço apoiado no rosado – Até que eu estou com sorte hoje hein, Rogue?
– Não posso negar.
– Tá de brincadeira? – o sangue do rosado ferveu – O QUE VOCÊ TA FAZENDO AQUI?
– Pera ae, pera ae. Não precisa se estressar, valeu? A gente veio curtir o fim do ano e...
– LOGO AQUI!? NO MEU HOTEL? VAI ENGANAR OUTRO! MANDA A VER, TU QUER LUTAR NÉ?
– Controle-se – tossiu Rogue
– Fro acha que Fada-kun tá irritado
– Você acha? – indagou Lector – Ele tá irritado porque o Dragon Slayer mais forte chegou, né Sting?
– QUERO VER VOCÊ PROVAR ISSO, GATINHO! – rugiu o rosado
– Ei, ei! Não precisa se esquentar, Natsu. A gente tá só seguindo ordens.
– DE QUEM? DO MESTRE NOJENTO DA SUA “GUILDA” ??
– Na verdade não, estamos seguindo ordens do Makarov – exclamou Rogue, sem demonstrar nenhuma emoção
– O que? – indagou Natsu, boquiaberto – Tá de brincadeira né?
– Sem essa, tocha humana, ele falou que você tá encarregado de “cuidar” da gente.
– E eu lá tenho cara de babá?
– Nem um pouco, assustaria as crianças
– Fro também acha!
– Mas Sting, você não tem medo dele né? – perguntou Lector
– Isso é uma piada, Lector? Esse aí só assusta gente pequena e não o grande Sting aqui!
– Deixando isso de lado – bufou Rogue – O pessoal do hotel cismou que devemos entrar na programação das fadas e, segundo Makarov, você foi eleito pra nos explicar.
– Ah, isso explica um bocado... Beleza! – sorriu o rosado, mudando de atitude instantaneamente– Vambora, temos que descobrir qual a festa de hoje!
– Você ainda não sabe? Anunciaram pra gente na hora do almoço.
– Ér... é que eu não tava aqui no almoço sabe? – riu, sem graça
– Nosso babá não é nada responsável, né Rogue?
– Concordo
– EI! Vão me dizer ou não qual o tema?
– Ah sim... Baile de Carnaval.
[...]
Era noite e, pela quarta vez seguida, o salão principal estava decordado para um Baile exclusivo aos magos da Fairy Tail, ou quase isso, pois agora existia a presença confirmada de dois novos dragões: os gêmeos da Sabertooth.
Grandes e reluzentes fitas desciam do alto do cômodo, no ar pairavam grandes letras mágicas que formavam frases e palavras relacionadas a alegria, diversidade e animação. Confetes coloridos caiam por todo o salão, numa chuva sem fim. Músicas excitantes tocavam em rítimos acelerados e envolventes. Haviam diversas salas espalhadas no lugar, como pequenos closets, lotadas com fantasias para uso dos convidados.
– Bem vindos, amigos! – uma animada voz ecoou pelo cômodo onde estavam os magos – Uma pequena pergunta: tem graça ser feliz sem festejar? Creio que vocês concordem que não, então nós, a Grande Albion, preparamos um exuberante Carnaval para vocês. Não preciso nem dizer a palavra não é? — risos — De qualquer forma, divirtam-se!
– Levyyyyyyyyyy! Olha só, que lindo! – esperneava Lucy apontando para a palavra “amor” que surgira na sua frente e, em seguida, explodiu em serpentinas brilhantes – Ah! Faz de novo! De novo!
– Você parece uma criança, Lucy! – riu a pequena – Mas não posso negar que eles fizeram um bom trabalho...
– Sobre isso, você não acha o povo daqui um pouco convencido demais? Falando coisas como...
– A grande Albion? – completou
– Exatamente! – caíram na gargalhada
– Não contavam com a minha astúcia! – uma Erza pulou entre elas, derrubando-as – O que acham da minha fantasia de Super Homem?
– Você tá ótima mais... – uma gota surgiu na cabeça da maga celestial – Essa frase não é de outro herói?
– Tenho certeza que não! Posso garantir, Lucy...
– Sei... Mas, onde você arrumou essa fantasia?
– Vocês não viram? Estão espalhadas por todo lado... Melhor correrem, tá todo mundo colocando...
Lucy e Levy trocaram olhares cúmplices e miraram o salão em busca da fantasia perfeita, até que a encontraram, porém só tinha uma fantasia e elas eram duas.
– Eu vi primeiro! – correu Levy
– Não é questão de ver, é de agarrar! – riu Lucy seguindo a amiga em alta velocidade
– Que desespero... – comentou Erza – Parece até o fim do mundo!
– Vamos mergulhar no prazeroso mundo da música – exclamou Elvis, envolvendo a maga em seu ombro – Eu e você, ruiva – completou, piscando
– GRAY! Tá igualzinho – riu Erza mirando o mago que trajava tal fantasia – Mas não força a voz de novo não, ficou horrível!
– Por você eu faço tudo, baby – exclamou fazendo a ruiva rir novamente
– Quem pensas que és para segurar de tal forma esta dama?
“Era só o que me faltava” pensou Erza “O Zorro apareceu também”
– Solte-a imediatamente ou encare a fúria da minha espada! – ameaçou, fitando diretamente Gray
– Cai dentro, Zorrin – concordou Elvis, correndo de encontro ao máscarado, que sorriu.
Puff. Em fração de segundos, Gray estava inconsciente estendido no chão e Zorro o fitava, sorrindo maldosamente.
– Mais alguém quer me desafiar? – perguntou, erguendo o rosto em toda sua glória.
– Não tem mais ninguém por aqui... – comentou Erza
– Oh doce dama! – correu ao encontro da maga, beijando-lhe a mão – Perdoe-me por demorar a acabar com ele, te garanto que na próxima vez serei mais rápido!
– Mas e...
– Agora vamos! – interrompeu-a – Vamos de encontro ao por do sol mais belo que jamais ousou aparecer! – segurou-a no colo e correu para fora do salão
– Mas está de noite! – bronqueou, dizendo o óbvio
– Sei disso... Só queria ficar sozinho com você – colocou-a no chão, agora já afastados do baile
– Posso ao menos saber quem és por detrás desta máscara?
– Não posso revelar minha identidade, senhorita. A menos que eu perca um duelo.
– Você não está confundindo isso com Luta Livre? – riu Erza – Vamos, eu só quero ver seu rosto.
– Tudo bem, eu me rendo a teus encantos.
Erza sorriu, tirando lentamente o chapéu do mago, em seguida, desamarrou o nó atrás da cabeça que segurava a máscara e deixou-a cair sobre seu rosto.
– Como eu suspeitava, você fica bem melhor assim, Jellal – ouvindo isso o mago sorriu e Erza levou seus lábios ao encontro dos dele.
Contrariamente ao que foi feito antes, mesmo ela tendo desamarrado o nó de sua máscara, agora os dois se enlaçavam e amarravam cada vez mais um no outro.
Erza gradativamente removeu a capa do rapaz, tirou-lhe a camisa bufante e acariciou cuidadosamente o toráx do mago, que suspirava no intervalo entre os beijos que não paravam de se suceder.
– Você pretende me levar a loucura? – perguntou, cravando os dedos no cabelo da maga
– Só estou matando a saudade... – chupou suavemente o pescoço dele
– Não é disso que estou falando... – arfou, pressionando-a mais em si
– E o que seria? – indagou, em meio a um suspiro de prazer. Jellal agora mordia o lóbulo da orelha de sua parceira.
– Você está muito provocante vestida assim – respondeu, em meio ao beijo
– É menos decotada do que as que eu uso normalmente – defendeu-se, se afastando um pouco, mas não estava chateada, só queria ver a cara dele
– Roupa comportada não é sempre bom, sabe? As pessoas são curiosas...
– Não sei de onde vem essa insegurança, você sabe como eu cuido dos tarados... – riu ela, ativando a Armadura do Purgatório, deixando-a mais provocante do que nunca.
– Você sabe que isso causa o contrário do efeito necessário, né? De qualquer forma, você está linda, esquece esse papo, me deixe te am... – não precisou nem pedir, Erza já estava novamente no ataque do azulado, e isso porque era apenas o começo da festa
[...]
– Tá, daqui vocês já podem se virar sozinhos né? – resmungou Natsu, ofegante.
– Na verdade, eu bem que queria um suco... – instigou Sting.
– E eu gostaria de mais um cacho de uvas – pediu Rogue
– Fro quer pudim :3
– Vocês tão de sacanagem, né? Porra, me deixa curtir da festa aqui!
– Não é nossa culpa, fogaréu! Teu mestre que mandou...
– Mas eu quero ver a Lucyyyyyyyyy – choramingou o rosado
– Lucy? A maga celestial? – indagou Rogue, desinteressado
– Ahh, tá falando da Blonde?
– O nome dela é Lucy! – enfureceu
– Se acalma, cara! Só falei... – levou a mão ao queixo, pensativo – Ela até que é bonitinha – sorriu, malicioso
– Não se atreva a encostar um dedo nela! – rugiu
– Ei! Você tá vermelho, vai dizer que tu tá com ela? – gargalhou – Foi mal, garanhão, mas não acho que ela combina com você, ela é muito linda pra você, é... ela precisa de alguém a altura, sabe?
– O que que você quer dizer com isso!?
– Nada não, cara... – riu o loiro – Mas e aí, Rogue, até que isso aqui tá bem decorado hein!
Silêncio.
– Oe! Rogue! Eu to falando com você cara – repetiu
– Han? O que? – o dragon slayer voltou-se para o compaheiro, piscando os olhos, como se tivesse saindo de um devaneio distante
– Ih caraca, tá dormindo é? – perguntou-lhe, fazendo-o esboçar um sorriso quase imperceptível – Me fala, o que tirou sua atenção?
– Esquece isso, qual a sua pergunta? – desviou o olhar, voltando a expressão de descaso
– Nada disso! Quase não te vejo assim, e aí, quem foi que te alucinou?
– Ahh... – suspirou
– Tá com cara de ser garota...
– O que? O Rogue se apaixona? – exclamou Natsu, surpreso
– Mostra logo cara! – insistiu Sting, ignorando o rosado
– Aquela ali, do lado da pequena Dragon Slayer...
– Pera aí! Você tá falando da Lissana? – perguntou Natsu, chocado.
"Que sentimento é esse? Essa mistura de raiva, incapacidade, cuidado e obsessão? É sério isso? O Rogue tá afim da Lissana? Da min—, digo, da nossa Lissana!? Se for isso... Eu quebro a cara dele!
Pera aí, isso dentro de mim seria:
Ciúmes?"
Notas finais
Acho que da pra concluir que NALU VOLTOU COM TUDO NÉ? -NNNN digo, vou falar mais deles agora kkk
Ah, eu não sei quando vou postar o próximo, estou numa fase muito chata de depressão e isso poderia afetar a fic, então estou me empenhando muito para que isso não aconteça, o que atrasa o lançamento de novos capítulos. Mas, reviews sempre ajudam, né? rs Tipo, é bom saber que alguém gosta de algo que você fez, se sentir valorizada é bom... Mas sem esse drama todo, fantasminhas saibam que eu não mordo, vlw? rs
Enfim, conto com a compreensão de vocês, eu realmente não to bem, mas não vou abandonar a fic. Beijos ♥
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