As Férias Da Fairy Tail
17 [+18] Cap. EXTRA - Koishiteru
Notas iniciais
LEITOR NÃO PERVERTIDO: Não há necessidade de ler esse capítulo, ele é extra e não afetará a trama principal, então pode ir direto para o outro :)
Eu reli o último capítulo e o achei bem fraco, então eu vou usar esse hentai (lembrando que é o meu primeiro e não tá mt bom :( ) para agradecer as recomendações que eu recebi dos divos que também querem hentai (da.na.dos) : Tio Minato e LFullbuster.
Isso ocorreu na noite APÓS o Baile da Felicidade (depois da aparição de Jellal e pa...)
Aproveitem!
[+18] Extra — Koishiteru
– Gray-sama… A-ano… Você não quer ir dormir com Juvia? Digo... no mesmo quarto...
– Han? – mirou-a, confuso – Você quer isso?
– Ah Gray-sama... Você me envergonha assim... – escondeu o rosto por detrás das mãos
– Tudo bem... Eu durmo com você – sorriu, aproximando-se dela
Caminharam em silêncio até o quarto da maga. A tensão do momento caia toda sobre eles. Depois do que haviam feito mais cedo, embora não tivessem concluído, era complicado caminhar lado a lado sem sentir o desejo de tocar, nem que seja por um segundo, o corpo do outro.
Os lentos passos dados por eles eram intermináveis e o trajeto feito parecia se estender cada vez mais, adiando e adiando a hora em que, enfim, teriam privacidade.
Talvez eu não consiga me segurar mais... pensava Gray, aturdido
Finalmente chegaram ao andar desejado e, ao contrário de aumentar o rítimo dos passos, a velocidade foi se perdendo confome se aproximavam do destino. Já era possível ver a porta de mógno escuro com o número 2005 que brilhava intensamente.
Juvia, aos poucos, foi enrubescendo mais e mais, seus passos tornaram-se rígidos, enferrujados. Seria hoje. Será que ela estava pronta? Será que seria tão maravilhoso como ela sempre sonhou?
Embora soubesse que a resposta era sim, afinal ele era Gray-sama, ela tinha suas inseguranças e medos, como toda garota normal. Além de ser sua primeira vez, ele era seu primeiro amor. E se desse tudo errado? Isso afetaria totalmente a relação dos dois, isso se continuasse havendo relação.
Juvia estremeceu só de pensar que, invés de avançar, o ato poderia fazer a relação entre os dois regredir.
– Pronto. – exclamou Gray, fechando a porta do quarto.
Juvia parou para fitá-lo no mesmo lugar onde ele a encontrou mais cedo: de costas para a grande janela do quarto que exibia uma vista e tanto da lua mais brilhante que já tinham visto. Gray ficou apenas observando a amada, preso na beleza das curvas de seus cabelos azuis.
– A-ano... – começou ela, envergonhada – Nós podemos começar de onde paramos?
A pergunta assustou levemente Gray, que exibiu um sorriso logo depois de ouvi-la.
– Pra isso eu preciso que você esteja perto. – explicou
A maga deu um meio passo em direção a ele. Tremendo.
– Está bom assim?
– Você quase não se moveu. – riu – Tudo bem, deixe comigo.
Caminhou até ela rapidamente, os olhos fitando-a exibindo intenso desejo. Como a queria... Parou de frente a maga, que mantia a cabeça abaixada e o rosto num vermelho intenso.
– Olhe, Juvia. – disse, levantando a cabeça dela gentilmente – Eu não seria capaz de te machucar, nem que eu quisesse...
– Juvia sabe disso – sorriu, sem graça – É só que...
– Shh – levou o indicador até a boca da maga – Vamos com calma, se você quiser parar, me avise.
– Uhum – assentiu, mirando os olhos do mago.
Gray fitou-a por mais alguns segundos, sorriu e beijou-lhe ternamente na testa.
– Eu te amo... – beijou-lhe os olhos – E te amo... – beijou o nariz – E te amo... – beijou as orelhas – E sempre amarei. – disse, chegando, por fim, a boca da maga que o recebeu com muito bom grado.
Enquanto as línguas se entrelaçavam de forma lenta, como numa dança clássica envolvente, os braços dele envolveram-na delicada e desesperadamente.
Puxando-a para si, interrompeu o beijo fitando-a mais uma vez. Ela estava quente, não por causa de suas bochechas coradas, mas porque o sangue dentro dela circulava rápido. E, se até o sangue dela estava assim, porque ele também não ficaria?
Rumou novamente para os lábios, dessa vez atacando-na ferozmente. Não havia tempo e nem motivo para respirar, o que eles faziam ali era mais importante, suas línguas buscavam uma a outra numa éspecie de caçada.
Levantou-a e caminhou segurando-a para cama, sem interromper as carícias e beijos apaixonados e prazerosos que trocavam. Deitou-a na cama e se colocou em cima, já não tão delicado quanto antes, ele ansiava por aquilo havia tempo e não tinha porque tanta cerimônia.
Assim estando, ele deu início a uma trilha longa pelo pescoço da maga, lambendo, beijando e chupando o mesmo, agindo como um caçador e não como um namorado.
Juvia estava afoita. Arfava de prazer e mal conseguia abrir os olhos, cada vez que tentava Gray a surpreendia com um novo toque, mordida ou chupão e isso a fazia gemer baixo, não podendo manter dentro de si a sensação maravilhosa que as carícias proporcionavam.
Arranhou levemente as costas dele e simultaneamente puxou-o mais para si. Arfou novamente quando Gray rasgou a blusa que vestia, num ato extremamente animal e sexy.
Após jogar longe a blusa que rasgara usando apenas a boca, Gray voltou sua atenção para os fartos seios de Juvia, observou-os por um tempo, deu um longo beijo seguido de chupão em cada um e sentiu as unhas de Juvia traçarem um novo caminho em suas costas, mas nada que pudesse se igualar a quando ela as fincou em sua pele, no exato momento em que ele começou a massagea-los com firmeza. E quando pôs-se a umidecer os montes com sua saliva, ela levou a cabeça para trás, com a boca entriaberta não conseguindo evitar os gemidos.
*Juvia pov’s on*
Eu arfava repleta de prazer, enquanto ele maltratava-me com sua boca. Minhas mãos subiram rapidamente até sua nuca e passaram a guiar a cabeça de Gray, mostrando o que eu queria.
Mas, como esperado de Gray-sama, ele me surpreendeu ao refazer a trilha voltando ao meus pescoço, a parte mais sensível de meu corpo. Erijeci.
Que grande sensação, eu nunca imaginei que a perfeição dele iria além de sua beleza sem igual e corpo definido. Oh Gray, meu Gray...
– Ahhhhh – suspirei alto quando ele mordeu o lóbulo de minha orelha
O seu hálito quente agrediu meu pescoço quando emitiu uma pequena risada, senti-me arrepiar
– Gray –sama... – falei, em meio a nossa respiração ofegante – Vamos logo...
Ansiava por tê-lo em mim, desejava ardentemente por isso.
Ele sorriu e, após um longo chupão em meus pescoço -que me fez suspirar novamente- se afastou.
Encaixado em mim, agora sentado, foi desabotoando lentamente a camisa, revelando o toráx definido que tantas vezes desenhei na minha imaginação. Só que agora era real, eu o via, o ouvia e o queria.
– Não temos tempo para isso! – bronqueei, puxando-o para cama
Inverti nossas posições e rasguei ferzomente a parte da camisa que ainda estava no seu corpo. Ele me fitava exasperado, seus grandes órbes mostravam que ficara contente com minha ação, e minhas suspeitas foram confirmadas quando exclamou
– Então você consegue ser selvagem? Sendo assim, não terei pena de você.
Sorri maliciosamente em resposta e, como prometido, ele não teve pena: me colocou novamente sob ele e avançou em meus seios apertando-os com grande força, fazendo-me gritar de dor e prazer.
Procurei desesperadamente seu cinto e quando finalmente encontrei-o, abri-o agilmente, nossas mãos se encontraram e ele assumiu enquanto tirava a prórpia calça. Revelando um Gray irresístivel que me fitava como um lobo examinando sua presa: pronto para me devorar.
Virou-me e fez um trajeto pelas minhas costas usando a ponta de seus dedos, subindo pela coluna, lenta e deliciosamente, chegando enfim em minha nuca. Suspirei.
Refez o trajeto, dessa vez usando a língua. Gemi.
E, me virando novamente, avançou em mim, beijando-me. Nossas línguas travando uma guerra sem fim, encontrando-se, esbarrando-se e chupando-se. Arranhei novamente suas costas, segurei-o e o trouxe para mim.
– Seja meu... – sussurrei em seus ouvido, seu corpo desabou sobre o meu e, finalmente, pude sentir o impacto de sua ereção.
– Com todo prazer – respondeu-me, o som de sua voz me levava a loucura
Tirou minha saia com pressa, em meio ao desespero de ter-me. Sentir o sensível toque de sua mão descendo por minhas coxas me fez sorrir.
Fitou-me, perverso, e deu um forte tapa na minha coxa desnuda, fazendo-me gritar novamente, agora um grito rouco. Massageou a área que ficou vermelha graças ao tapa e foi subindo, parando a milimetros de distância da minha virílha. Torturando-me.
Exibi uma expressão de impaciência que o fez rir, como quem dissesse para ter calma.
– Isso faz parte da caçada, querida – disse, enquanto abaixava lentamente a minha calcinha, provocando-me – A tortura – sorriu e lambeu-me a fenda, fazendo-me suspirar
Veio novamente a minha boca e tascou-me um beijo.
– Esse é seu gosto, meu amor.
– Vo-você gosta? – perguntei
– É quente, delicioso – sorriu e, erguento o cenho, indagou – Mas do que você gosta, Juvia?
Voltou para a abertura entre minhas coxas
– É disso? – deu um selinho demorado em cada lateral e no centro dela, fazendo-me suspirar – Ou isso? – chupou e lambeu o triângulo ferozmente, fazendo-me gemer – Ah! Talvez seja isso – fitou-me cínico, divertindo-se com as expressões que eu exibia a cada toque seu – Esse pedacinho ereto aqui
Mal tive tempo para relacionar o que ele estava dizendo quando
– Arrrhhh! – gritei ao sentir que seus dentes pressionavam meu clítores
– Então você gosta? – perguntou maldosamente, mordendo-o outra vez e puxando-o
Gritei mais alto, contraíndo a vagina e levando a cabeça para trás, mordendo o lábio inferior. Quando voltei a posição normal me surpreendi com a proximidade de Gray
– Me desculpe se eu te mach...
– NÃO PARE! – cortei, arrancando sua cueca box com tanta força que minhas unhas marcariam suas coxas
E eis o membro, ereto, olhando para mim.
Gray não hesitou, avançou-me selvagemente. Abri as pernas facilitando a sua entrada e, quando senti a primeira pontada de seu pênis no meu corpo, contraí-me, mas Gray voltou a atenção de sua boca ao meu pescoço, fazendo-me relaxar e, enfim, penetrou.
Doeu. A príncipio eu quis atirá-lo para longe, mas graças aos céus que não o fiz, pois a sensação que veio quando ele iniciou os movimentos vai e vem dentro de mim foi arrebatadora.
Pressionou-me uma, duas, cinco vezes...
Durante os movimentos nossas bocas tentavam se encontrar, mas eram impedidas pelos gemidos que dávamos e por nossa respiração que acelerava conforme o nosso rítimo aumentava.
A ida e vinda dentro de mim fazia-me, ora segurar o colchão ora entrelaçar meus dedos nos lençóis, tentando aliviar a pressão, mas nada era mais útil para isso que os gemidos altos que eu lançava sem hesitação.
Minhas pernas cruzaram-se por trás de seu corpo, impedindo-o de fugir e forçando-o a entrar cada vez mais fundo em mim. Senti seus braços quentes me envolverem firmemente num abraço possessivo, ele me prensionava em si, aumentando nosso contato e, logo, o alcance de seu membro.
Seus primeiros movimentos me causaram dor, mas esta foi substituída pouco a pouco por um prazer sem igual. Meus gemidos foram se tornando gritos roucos, mas eu não arfava sozinha, ele também suspirava de prazer, o que me deixou extasiada.
– Juv... arrrrh... – gemeu mais alto, conforme seguia nas estocadas
– Mais rápido... – implorei, num tom de súplica misto num prazer que jamais senti
Agora já não seguíamos no mesmo rítimo, já se tornara algo primitivo, necessitado. Eu o queria, eu o possuía, dentro de mim. Ele é tão, tão quente... Ao contrário do que sua magia sugere. Eu estava derretendo, dilatando. Perdendo-me em meio ao prazer que seu pênis proporciava-me.
Suas mãos buscaram minhas nádegas, pressionado-as com tamanha força, liberando o prazer que ele sentia. Eu levava meu quadril de encontro ao dele, inconscientemente, sendo guiada apenas pelo desejo animal do meu corpo.
Gritei novamente quando ele invadiu mais ainda minha intimidade, umidecendo-me. Fechei os olhos, sentindo a pressão de seu membro dentro de mim. Podia sentir as gostas de suor que minhas células liberavam.
Ele entrou e saiu... Entrou e saiu... Entrou e saiu... Cada vez mais rápido, cada vez mais forte e cada vez mais e mais... prazeroso.
Já não aguentava mais aquela queimação que vinha entre minhas pernas, dentro de mim. Precisava liberar aquilo. Precisava gozar. Senti os primeiros espasmos de Gray, e sabia que ele também já não aguentaria muito.
Abri os olhos, concentrando-me no rosto a minha frente. Que me fitava numa expressão de êxtase totalmente diferente do que havia imaginado e muito, muito mais sedutor.
Estocou-me uma última vez, forte, muito forte. Atingindo meu limite. Gritei roucamente, liberando o orgasmo que prendia em mim. Ele arfou, a boca entriaberta, os olhos devorando-me, exarcado de prazer e, enfim, também gozou.
Foi quente. Tão quente quanto sua pele, tão quente como sua respiração, tão quente como seu suor, tão quente como seu corpo.
Arqueei as costas, levando a cabeça pra trás. Gemi silenciosamente, fechando os olhos e mordendo os lábios.
Havíamos chegado ao ápice.
Ele saiu de mim e desabou ao meu lado. Respirando em alta velocidade, fitando o teto, exasperado.
– Juvia... – suspirou, virando-se para mim.
– Sim? – indaguei, vibrando
– Koishiteru...
Notas finais
Não me odeiem se não ficou bom, foi o meu primeiro hentai, fiz com carinho pra vocês :)
Sério, vocês não imaginam quantos hentais eu li pra escrever esse, agora tenho mente poluída D: rs
Koishiteru - tive que colocar em japônes, afinal, é aquele "eu te amo" que você só usa para a pessoa com a qual você quer passar o resto de sua vida. Lindo não? *-*
O próximo também será postado hoje, é que eu amo vocês de paixão cara, só por isso! haha
Comentem, por favor, tenho que saber onde está ruim para melhorar nos próximos D:
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