Notas iniciais
Minna, gomeeeeeeeeeeeeeeen :(
Iria postar ontem, como tinha dito, mas imprevistos acontecem e eu fui levada pra casa da minha vovó - que, como já disse antes, não tem internet- então, não pude postar, desculpe mesmo ;(

Enfim, os capitulos tão diminuindo muito :o vou tentar aumentar o próximo, mas esse aqui tá do jeito que eu queria, tá mais direto sabe? De qualquer jeito, espero que gostem.

201 Reviews, assim tão rápido? nhaaw, obrigada seu lindos. Nunca imaginei isso, sério nunca mesmo :') Então, o autor do review número 200 foi do Tio Minato (o mesmo pervertido que comentei antes, brinks te amo s2) Bom proveito ^^ !

CAPITULO COM MÚSICA NOVAMENTE, VAMOS OUVIR, CERTO? :D

– Então, acho que vou ter que apagar o seu fogo.

Nem pude responder, Lucy já estava agarrando-me loucamente. Ela bebeu? Quer dizer, não que eu não goste desse lado, mas... Ah dane-se, eu gosto sim!

Segurei sua nuca, enterrando meus dedos em seus cabelos loiros que me levavam a loucura. Levantei sua cabeça e segui a seu pescoço, fungando-o profundamente. Sentir seu cheiro me deixava extasiado, aquele doce aroma de morangos... Tão doce quanto sua voz, tão suave como sua pele.

Acordei de meus devaneios quando vi que ela já havia arrancado minha roupa e estava acariciando e arranhando meu tórax. Usou uma de suas mãos para guiar a minha até seus seios, empurrando-na contra os montes. Lucy não estava de brincadeira. E eu? Eu estava adorando tê-la assim.

Pressionei seu seio com tamanha força e senti-a arquear levemente, gemendo baixo em meu ouvido. Dando-me calafrios.

Sorri e busquei seus lábios, que me receberam prontamente, abertos numa recepção escandalosamente maravilhosa. Com movimentos rápidos e desesperados nossas línguas se encontravam, o desejo expresso em cada toque.

Ela subiu sua perna direita, arrastando-a lentamente sobre a minha. Usei minha mão livre para agarra-la e, quando notei, ela estava em meu colo, presa nos meus quadris.

Pressionei-a na parede, evitando que caísse. Meus lábios criaram um caminho de sua boca até o pescoço, do pescoço até seus ombros, dos ombros até seus seios, ainda cobertos pela fantasia. Subi novamente, encontrando seus órbes castanhos, que fitavam-me numa expressão de felicidade e prazer, aumentando minha vontade de tê-la ali e agora.

Ela movia o quadril, pressionando-se mais em mim, cada vez mais forte, excitando-me e fazendo-me gemer em seu ouvido. Pude ouvi-la rindo, satisfeita.

Pus novamente minha mão em sua nuca, e tornei a beijar seus lábios, atacando-a, enquanto a arranhava ternamente.

– Natsu... – ela gemeu meu nome. O meu nome... Ah Lucy...

Sua voz me extasiou-me de uma forma nunca antes feita. Lucy me levava a loucura só pelo fato de existir, então, imagine o que ela me causa quando estamos assim tão próximos... tão íntimos.

Ela estava quente, fervendo. Estava quente até para mim, que estou acostumado a mexer com fogo. Lucy não é uma boa bombeira, ela está me fazendo queimar, arder de excitação e prazer. Ou, talvez, esse não seja o método certo para apagar o fogo de alguém. Embora eu prefira assim...

Já podia sentir meu membro ereto, por debaixo das roupas. Lucy me tira do sério, eu fico sem controle só pelo seu cheiro. Não sei como consegui me segurar por tanto tempo. Ela imprensou-se em mim, com mais força agora

– Está gostando? – perguntou, provavelmente sentindo meu pênis duro sob a calça.

Gemi seu nome em resposta, levando minha mão por debaixo da saia que ela trajava, em busca de sua abertura. Ela estava deliciosamente enxarcada.

– Com licença – uma voz grave nos interrompeu – Natsu?

Eu e Lucy nos afastamos abruptamente, as pernas dela desabaram no chão numa velocidade incrível, e agora já estava de pé, ao meu lado. Fomos pegos. Só dessa vez pude nota-la, seu cabelo estava completamente despenteado (ação minha, creio), sua fantasia muito amassada, além da saia um pouco levantada e uma abertura na parte superior revelava parte dos seios – os quais eu acariciava há pouco. Irresistível. Essa era a palavra para descrevê-la.

Voltando meu olhar para quem nos interrompera, suspirei

– Ahh... Fala, Rogue – exclamei, desanimado, dentre minha respiração ofegante

– Eu preciso da chave do quarto – disse, indiferente

– O que aconteceu com ele?! – Lucy perguntou, enquanto ajeitava-se, fingindo que nada tinha acontecido

– Ele comeu demais, está passando mal – respondeu, falando de Frosh, o pequeno exceed que estava em seu colo

– Tá – assenti, catando as chaves no bolso – Toma! – entreguei – Agora, rala!

– Não.

Ele negou? Qual o problema dele!? Não tá vendo que eu to ocupado aqui!? Lancei um olhar incrédulo para ele, que completou:

– Preciso de ajuda com ele.

– Ah você nã...

– Tudo bem, Natsu! – Lucy disse, apertando minha mão – A gente não tava fazendo nada demais mesmo, com licença – sorriu e saiu correndo

Nunca vou entender a cabeça de Lucy! Eu achei que ela tava gostando! Ou... Ah não!... Vai me dizer que ela tava com vergonha!? Mirei Rogue, com impaciência. Eu não o ajudaria, não mesmo.

– Vamos? – indagou

– Deixa de ser cínico! Eu não vou!

– São ordens do seu mestre.

– Foda-se! Você vem aqui, me interrompe num momento desses, faz a Lucy sair correndo e ainda acha que eu vou com você só pra cuidar do seu gato!? – gesticulei, irritado

– Exato.

– NÃO! – senti meu sangue ferver, ferver de fúria — Karyuu no Houkou! – coloquei fogo em tudo.

É, coloquei mesmo.

*Natsu pov’s off*

* Kana pov’s on*

Quando cheguei no quarto não pude evitar as lembranças das coisas que ocorreram lá. A visita de Laxus naquela manhã, seu corpo junto ao meu, seu hálito quente em meus ouvidos, suas palavras doces, sua declaração... Ah como eu... NÃO! Nada disso, Kana! Você não merece. Você é um monstro...

– Eu... eu sou um monstro... – sussurrei para mim mesma, com os olhos cheios d’água

Estar naquele quarto não me fazia bem, então eu fugi. Corri para os redores do hotel, parando num campo extenso de grama alta, na lateral esquerda do prédio.

Ouvi um grande estrondo e, ao virar para o hotel, constatei que o lugar onde estava sendo a festa pegava fogo, aquilo tinha a cara de Natsu.

– Eles parecem estar se divertindo – sorri, tentando fugir novamente da minha consciência, sem sucesso.

Já passou por aquela fase em que você gostaria de não conseguir pensar? Que sua mente tivesse vazia? Estou passando por isso... Por mais que eu tente fugir da culpa, ela me persegue, me agarra, me sufoca.

Porque minha cabeça não se cala?! Eu sei que errei, merda! E agora... Agora Mira deve estar chorando... Agora Laxus deve me odiar...

De que adiantou? Hein? Parecia o plano perfeito, mas só que eu consegui foi estragar tudo! Droga, eu não dou uma dentro!

"Você é uma pessoa de dar pena, Kana. Lamentável! Além de brincar com o meu coração, você também brincou com o de Mira e, pior que isso, brincou com o seu próprio."

– Não! Não! Não! – grito, caindo de joelhos sobre a grama molhada pelo orvalho noturno

As palavras que Laxus me lançou enquanto discutíamos, por mais que eu queira negar, são verdadeiras. Eu sou... O que eu fiz... Lamentável...

Eu quebrei o coração de Mira, brinquei com o de Laxus... Sim, isso é verdade... Droga!

Bato com firmeza o chão, as mãos fechadas em punhos. As lágrimas não cessam e não param de escorrer pelo meu rosto. Caindo uma a uma sobre meus joelhos, numa cachoeira sem fim.

E então eu percebo que estou sozinha.

“... e, pior que isso, brincou com o seu prórpio.

As palavras começam a fazer sentido agora. Eu estou sozinha, com o coração partido. Partido por mim mesma, por minha idiotice, por ser tão mesquinha.

Mas não é de mim que tenho pena. Na verdade, eu mereço... Mereço estar sozinha... Mereço estar triste... Mereço o coração partido... Mereço estar chorando. Me preocupo é com Mira... Que culpa ela tem? Não posso julga-la se quiser deixar de ser minha amiga, porque eu já não fui amiga dela quando menti. Só de pensar nela agora, em como ela deve estar...

– IDIOTA! – grito, expressando toda minha fúria. Fúria de ser tão, tão tonta! – Não... Porque!?... Que droga!... – berrava ao vento, arrancando a grama com força, descontando minha ira ali.

Minhas lágrimas misturavam-se com as gotas geladas que caiam do céu. Começara a chover. Uma chuva forte, que agredia-me conforme avançava sobre mim. Torcia para que a culpa esvaísse junto com a chuva, descendo pela terra, mas não aconteceu...

Fora o que fiz com Laxus... Era divertido tê-lo na palma da minha mão, claro que era, mas não dessa forma! Não depois de ver o quanto estava irritado, o quanto gritou comigo. Eu achei que ele me amasse... Quer dizer, não! Isso não tem nada a ver com o que fiz, foi algo nojento. Asqueroso.

Lamentável... A palavra dita com tanta exatidão e sinceridade ecoava em minha mente. Impressionante como apenas uma palavra pode causar tanta dor, acho que, até mais que a de uma surra de toda guilda... Não há nada pior que a culpa.

Levantei-me, fraquejando. Os joelhos tremiam na mesma velocidade que as lágrimas caiam. Enquanto voltava para o quarto, pude ver, no horizonte, que o sol já se erguia lentamente.

Devo ter adormecido no chão do campo enquanto chorava... Não me lembro ao certo, me sinto tão mal... Minha cabeça dói, deve ser a culpa.

Entro no quarto e caminho até o banheiro, preciso de um banho, mas paro quando vejo sobre a mesa um pergaminho: uma carta escrita com uma caligrafia delicada.

Sento-me de frente a mesa, forço minha visão, tentando estabiliza-la e começo a ler:

Kana,

Não. Eu não vim brigar ou discutir. Por mais que eu queira te odiar pelo que você fez, eu simplesmente não consigo... Droga! Porque eu tenho que ser tão fraca?

Bem, já não importa mais... Nada mais importa.

Você conhece o meu drama? Eu já compartilhei isso com você? Creio que não... O que vou te contar aqui, eu sempre mantive trancado em mim. Uma triste história com nome e trilha sonora: O drama da segunda.

“Como assim?” Você pergunta, e a resposta é simples: estou fadada a ser sempre a segunda... em tudo.

A segunda maga.
É, eu tentei, tentei inúmeras vezes superá-la... Mas não, nunca consegui. Erza sempre será a mais forte, a primeira a ser escolhida, a primeira a ser percebida. Mas porque? Porque ela? Qual o problema comigo? Porque não eu?[...]

É porque eu sou a segunda em tudo. Sou e sempre serei.

Fairy Tail B
Time B? Mesmo que eu seja uma Classe-S, fui colocada no time reserva! Onde está a lógica disso? Me diga, Kana, por favor... Eu odeio pensar assim, odeio me sentir assim, mas eu não entendo, droga! A gente até tinha conversado sobre isso, você me disse que não vale a pena pensar assim... Mas, porra, o que eles tem que eu não tenho? Que raiva! Eu não quero ter esse tipo de pensamento, mas porque eu não posso ser a primeira uma única vez!? Eu não mereço uma chance!?

Isso me destrói, Kana. Me corrói pouco a pouco. Estou travando uma batalha com meu destino e, pior, estou perdendo. Até nisso eu sou a segunda! De que vale viver dessa forma? Presa a um obstáculo que nunca superarei? Eu não suporto essa palavra: segunda. Mas estou ligada a ela, quer eu queira ou não... Eu estou afundando nela, morrendo nela, desaparecendo nela... E por mais que isso me magoe, por mais que isso me entristeça, não chega nem perto do que você fez.

Você já amou, Kana? Já sentiu que dependia do sorriso da pessoa para que, só aí, pudesse sorrir? Minha paixão por Laxus começou nos Jogos Mágicos, quando ele olhou pra mim. Alguém olhou para mim, alguém me notou... Sabe como isso me deixou feliz? Apenas o olhar dele fez romper uma das correntes que me aprisiona a minha trama. Só o olhar! Então eu tomei coragem e retribuí o olhar.

E Eu amei.

Mas, como nada pode ser feliz na minha história, o olhar que Laxus me dirigiu foi desviado para algo mais brilhante. Para você. E eu? Eu fui ofuscada.

Eu fui a segunda.

Até que, no Baile da Felicidade, vi que nem tudo estava perdido. Laxus me chamara apara almoçar, só nós dois. Ouvi-lo insistindo inundou-me de alegria. Quando conversamos após o baile, e você disse que nunca teria algo com ele, eu transbordei de felicidade.

Eu tinha, finalmente, a minha chance.

Mas felicidade duradora não existe. E a prova disso é que você mentiu. Você, Kana, até você! Minha melhor amiga... E, mais uma vez, eu me tornei a segunda.

Primeiro o seu amor e depois a nossa amizade. Em segundo lugar.

Eu ja estava aceitando isso, afinal não tinha jeito. Eu estava até esquecendo ele, porque isso te faria feliz, ou seja, valeria a pena. Mas e você? Você pensou na minha felicidade quando mentiu? Pensou na nossa amizade? Ou em como eu me sentiria?

Que tipo de amiga você foi?

[...]

Eu estou indo embora, Kana. Meu corpo ja não está aguentando, meu coração não está aguentando... EU não estou aguentando.

Então, meus parabéns! Você conseguiu o que queria, você se livrou de mim! Aproveite o prêmio, aproveite Laxus. Porque eu cansei, cansei de ser um fardo, cansei de pensar sempre nos outros. Cansei de ser a segunda. Estou cheia disso...

Mirajane“


Notas finais
:( Mira... :(

Vamos com calma, certo? Tenho umas coisas pra falar.

1 - Ecchi NaLu, ficou um ecchi muito ecchi? kk tipo, ficou pesado... Porque tem gente que não gosta, então queria me limitar a colocar coisas assim no hentai. Por favor, manifestem-se.

2 - Kana melancólica, tadinha T.T aos que ficaram com raiva dela, dor de cabeça nessas horas é demais, tem uma voz horrível que arg! Espero que não pensem mal de mim, mas já passei por isso D: É horrível, então, quis deixar claro o sofrimento dela. Agora, a Mira nem deu uma folga hein, já foi escrevendo tudo e ainda vai embora. FIC SEM MIRA!? OMG Ela ta fugindo minha genti -qqqqq

3- Amei ler os comentários no hentai que postei, fiquei feliz ><' Mas acho que vocês não entenderam, sei la, me pareceu que vocês pensaram que só ia ser esse. Gatos, vocês me fizeram ler uns mil hentais, não vou escrever um só não, agora vocês vão ter que me engolir kkk

4- Espero que tenham gostado dessa semana linda com três capitulos, o próximo vai demorar... tipo muito :/ Sim, eu tenho ideias e tal, MAS semana que vem é prova o tempo todo TÉCNICO E MÉDIO então não dá ne :s E outra, moro no RJ captal, e pra quem não sabe, aqui é feriado esse fds até terça e eu devo viajar, então não devo escrever, foi mal, espero que compreendam :/

Enfim, chega de mil palavras aqui rs, nos vemos no review ok? Espero encontrar vocês lá. Beijos!