As Férias Da Fairy Tail

35 Cap. 31 - Encurralado


Notas iniciais
Oi galera, tudo bem? Então, sei que demorei pra atualizar e pá. Mas, fim de ano! Finalmente!!! Pra quem me acompanhou durante o ano sabe o quanto foi dose pra mim, intensamente dificil, mas estamos aqui! Sabem aquele projeto final do qual falei tanto? Gabaritaaaaaaaaaaaaaamos o/ E o estágio já ta na metade. E passei no técnico direto. E esse sabado foi minha formatura *uuuuuuuuuuuuu* Momento em que percebo que acabaram as desculpas, vish! rs. Bem, por isso demorei, estava resolvendo tudo. Agora, vamos que vamos! Capitulo dedicado a Anna Vermilion. Dona do comentario de numero 500. Espero que goste !! Presente de nataaaaaaaaaaaaaaaal, espero que goste >

O moreno desviava furtivamente pelos corredores do hotel evitando ser visto. Tarefa que atingiu com sucesso, alguma confusão lá fora atraíra atenção. O que ele julgou ser uma benção, pois podia procurar com paz pela ruiva, moça que fora designado encontrar.

“Mas onde é que ela se meteu!?”

Rogue já se desesperava, fazia tempo que Sting lhe pedira para buscar a maga e ele estava com um mal pressentimento quanto ao andamento da missão. Diante do pânico, sua mente estremeceu quando um forte som a penetrou.

“Rogue, está me ouvindo?”

A voz era de um agudo torturante e entonação rasteira, ela parecia arranhar a mente do moreno que fechou os olhos para fugir, de alguma forma, daquela sensação.

— Estou. — ele respondeu, sem enrolações, desejando ao máximo que a conversa acabasse logo — Pode falar, Minerva.

“Como está o andamento da missão?”

Apesar da sensação horrível que era escutar aquela transmissão de voz, ele agradeceu por ser uma frase curta.

— Estamos bem. Família Strauss eliminada. Dominadora da água, Juvia Lokesser, eliminada. Dragon Slayer de ferro, Gajeel RedFox, eliminado.

“Você podia ter parado no ‘estamos bem’. Sua voz é profundamente irritante! Acabe logo com isso e volte, estão levando mais tempo que o previsto”

Após a interrupção esmagadora da mulher, a voz e a sensação desagradável cessaram, dando Rogue um pequeno espaço de tempo para respirar.

O expiração se tornou um suspiro e ele lembrou de Lissana.

Levou as mãos a cabeça. Parou. Tentou tirá-la da mente. Nada. Forçou-se a tirá-la da mente. Sentiu um aperto no peito e decidiu ignorá-lo. “Acabe logo com isso”, ele lembrou e continuou procurar pela ruiva.

φ

— Não quero saber de quem se trata — Laxus iniciou, tomando posição de luta com um largo sorriso no rosto — Vamos ajuda-lo a acabar com aquele maldito!

— Nada disso — Makarov interrompeu, num sério tom grave que assustou até seus mais íntimos filhos. As pessoas ao redor se afastaram, temendo uma reviravolta pior e até os próprios magos suspeitaram, lembrando que o velho até então poderia estar enfeitiçado e, pior, do lado da Saber — Você vão dar a meia volta e ir para o hotel. Ainda tem coisas para resolver.

— Nem vem com es-

— Eu disse AGORA! — o mestre triplicou seu tamanho, mostrando que fala sério

— E eu disse NÃO — Laxus revidou, tão determinado quanto o outro — Ele mexeu com nossa família. Eu não vou deixar barato.

— Ele tem razão, mestre — Erza se posicionou com seriedade — O que eles fizeram não tem perdão — ela não estava só assustadora, como também sombria.

Os magos assumiram posição de luta, mas ainda esperaram observando o mestre a palavra final seria dele. Entretanto, Laxus não parecia querer esperar:

— Atacar! — ele gritou, inspirado por um desejo de vingança interior tão grande que só podia ser parada por algo maior, muito maior.

— Se quiserem bater naquele garoto — Makarov se colocou no caminho — vão ter que passar por mim — ele estava maior, muito maior.

O loiro revirou os olhos ao observar a maior parte dos magos recuarem, talvez por medo, talvez por respeito. Preparou-se para lançar seu primeiro golpe, mas a batalha no céu estava tão intensa que ele teve que hesitar, receoso de acertar, sem querer, o tão importante membro do Concelho.

Os olhos de Sting brilhavam de medo observando o mago que estava a sua frente. Como não havia pensado nisso? O cara estava o tempo todo ali, só esperando para atacar. Mas afinal, porque haveria um membro do Concelho entre eles? Fairy Tail não tem boas relações com eles. Nada mais fazia sentido. E os golpes consecutivos e poderosos do outro dificultavam ainda mais o raciocínio do loiro.

— Agora já chega! — ele falou pausadamente, porém gritando — White Dragon's Claw! — as rajadas de luz percorreram a pequena distância em menos de meio segundo, mas Eric foi ainda mais rápido criando em sua frente uma barreira refletora usando a claridade dos raios a seu favor, gerando trovões tão poderosos que levaram Sting para longe, muito longe.

Os pés de Eric mal tocaram no chão e ele se lançou atrás do loiro, sem sequer olhar para trás. Seus olhos agora estavam completamente negros e haviam traços pretos por todo corpo, como tatuagens não foscas.

Apesar de familiarizados com grandes demonstrações de poder, os magos da Fairy Tail estavam espantados. Tanto tempo fora da realidade de Fiore, presos em Tenjourima, nem nos jogos mágicos presenciaram tanta força. Se antes o Concelho tinha má fama, agora não tinha mais. Até Makarov estava boquiaberto.

O mestre sorriu:

— Não tem motivo para vocês lutarem, até porque — ele olhou para o ponto que antes era ocupado pelo Dragon e God Slayer — não tem mais ninguém aqui.

Laxus resmungou, irritado.

— Eu ordeno que vocês voltem para o hotel e arrumem suas coisas para o Baile de amanhã. Sem exceções. Vão organizar as suas vidas! — Makarov respondeu ao olhar impaciente do neto em tom ainda mais impaciente e, poucos segundos depois, os magos se dispersaram.

Kana segurou com cautela a mão do companheiro e aos poucos o levou para dentro. Os passos rígidos do outro se tornaram apressados quando a morena sussurrou em seu ouvido que o esperaria em seu quarto. Vale ressaltar que o sorriso do loiro era de orelha a orelha.

Conforme os magos deixavam a frente do hotel, os demais hóspedes também o faziam e, gradativamente, Gray observou o lugar antes cheio se tornar vazio, deserto.

A menos por uma pessoa.

A pouco mais de três metros de distância, estática, estava Juvia. Seus puxados olhos azuis fitavam Gray de forma tão apaixonada e, ao mesmo tempo, culpada. Ele nunca havia visto um olhar tão expressivo. Aquilo era único.

Ela sequer piscava, manteve-se focada no rapaz a quem tanto amava. Sabia que tinha errado, antecipado as coisas. Mas estava com medo. Medo de perdê-lo, medo de perdê-los. Todos eles. Seus amigos, sua família. Desviou o olhar, sentindo-se indigna ao lembrar do que fez. Arriscou a relação deles por algo falso. Uma mentira.

— Juvia... — Gray sussurrou, reparando a expressão da azulada. Mas não sabia como continuar. As palavras lhe faltaram. Se aproximou.

Um, dois, três, quatro, cinco passos.

— Não se aproxime! — ela o interrompeu, estendendo-lhe a mão em sinal de pare —...Gray-sama — acrescentou, sentindo-se menos íntima e ainda mais distante — Juvia... — calou-se, procurando estabilizar sue interior — Juvia não é digna de Gray-sama... — sussurrou, os olhos ardentes de lágrimas. Lembrou-se do que faria. Ir embora parecia a melhor solução agora. Já não sentia Gray, já não sabia com quem falava. Desaparecer. Ela iria desaparecer! E tudo para protegê-los. Em pensar que essa cautela quase os levou a extinção... — Juvia não é digna da Fairy Tail — concluiu, fechando os olhos por alguns instantes — Adeus Gray... — sentiu algo a envolver —... Sama?

— Nunca mais... — ele disse, pressionando-a contra si em seu abraço, numa tentativa de mantê-la ali, como uma criança que se agarra a um brinquedo — Entendeu? Nunca mais diga isso! — afagava os cabelos dela com tanta posse. Juvia estava surpresa, jamais imaginaria que ele não a deixaria ir. Na verdade já até imaginou, mas não pensou que poderia mesmo acontecer. Ainda mais nessas circunstâncias. — Eu fiquei tão preocupado... — sussurrou, apertando ainda mais a maga que já era capaz de ouvir seu coração. Acelerado. Desesperado. — Eu achei que... — um soluço o interrompeu, o moreno estava chorando — Achei que você não me amasse mais...

Ao ouvir estas palavras, Juvia sorriu. Naquele instante, ela se sentiu ainda mais apaixonada por ele. As palavras ecoaram em sua mente e a azulada podia jurar que aquilo era eterno. Recíproco. Era recíproco. Nunca que um lamento feito em tom tão triste poderia alegra-la assim! Ele precisava tanto dela quanto ela dele. Nessa certeza, a morena também o abraçou.

— Juvia não mente quando diz que Gray-sama a faz a pessoa mais feliz do mundo. Juvia não mente quando diz que é pra sempre. E Juvia não mente agora... — ela olhou para cima, a procura dos olhos negros do amado que brilhavam em meio as lágrimas. Acariciou-lhe o rosto e usou o polegar para secar as gotas —... quando diz: Eu amo você.

Ela levou sua boca até ele que a recebeu de modo tão apaixonado que a morena mal acreditava em sua felicidade.

Em meio ao beijo, Gray sorriu. Sentia-se aliviado. Extasiado. Apaixonado. Tudo entre eles era tão intenso. Tão único. Amo você. “Eu amo você”. Nunca imaginou que veria Juvia usando a primeira pessoa. Achou que soaria irreal, falso demais. Que pareceria qualquer um, menos a Juvia. No entanto, jamais sentira tanta convicção na voz da amada. Teve certeza: aquelas não eram apenas palavras.

φ

— Então... — Kana iniciou, apoiando-se no ombro de Mirajane — Quer me contar de onde você tirou essa ideia de sair da guilda?

— Ér... — a albina ruborizou, sem graça — Foi um pedido de Lissana, na verdade. Ela disse que tinha se desentendido com Rogue e qu-

— Rogue!? — Laxus interrompeu — Rogue, porra! — gritou antes de correr na direção oposta

— O que vai fazer? — Kana indagou, preocupada

— Eu não vou deixar barato! — ele respondeu, antes de sumir de vista

A morena suspirou, perguntando-se o que tinha demais naquele cara. Ele era tão impulsivo! Talvez fosse isso, apesar da dor de cabeça, aquele jeito explosivo de Laxus despertava nela também um desejo sem igual. Sentiu imensa vontade de segui-lo, mas a ideia logo lhe foi afastada quando Mirajane, em meio a um sorriso pidão, disse:

— Você me ajuda com as malas?... Por favor... — acrescentou, ao perceber o olhar da amiga — Preciso de ajuda com algumas questões...

— Questões? — ela instigou, interessando-se pelo assunto

— Tem a ver com Freed — a albina completou, fazendo Kana sorrir, perversa

— Sua safada! — ela exclamou — Me conta tudo!

— Não é nada disso, Kana! — retrucou, recebendo um olhar de “tá, acredito” da outra que a fez sorrir — Vamos pro meu quarto...

φ

O baque do corpo rígido de Sting no chão da densa floresta foi de som ensurdecedor, mas logo em seguida ele já estava se levantando. Estalou o pescoço, rangendo os dentes e se posicionando.

— Cansei de brincar — ele disse, ativando o dragon force — Agora é pra valer. — raios brancos começaram a emanar de seu corpo e o loiro sorriu ao exibir seu poder.

— Finalmente — Eric disse, também sorrindo. Um sorriso cínico de alguém sem medo. Para ele, Sting não era, em nada, ameaçador. — Pode vir.

— Garras cortantes do Dragão Branco! — gritou sem hesitar, antes de correr furtivamente ao redor de Eric, parando apenas para lançar mais do mesmo ataque.

E tudo que Eric via era luz.

E tudo que Sting via era luz.

Tudo era luz.

Sting sorriu, vitorioso. Sabia que aquele garoto não era páreo para ele e seu poder sem igual. Tudo que Eric tinha conseguido até agora fora sorte. Pura sorte.

A luz se rompeu.

Fagulhas negras surgiam em número cada vez maior, eliminando a luz e tornando tudo escuro. Cobrindo o céu da tarde que, agora, mais parecia mergulhado numa noite tempestuosa. Sem raios. Sem chuva. Mas repleta de trovões.

— Só isso? — Eric perguntou, debochado. Antes de sorrir frio e acrescentar — Agora é minha vez. God’s Scythe!

Os olhos castanhos e amigáveis do God Slayer adquiriram um tom amarelado e sombrio de dar frio na espinha. Ele gesticulou com as mãos e a mesma foice de antes reapareceu, agora ainda maior. O moreno a empunhou e atacou o loiro, nessa hora o som dos trovões foi mais forte do que nunca, mas Sting conseguiu desviar, sorrindo.

— Vai precisar de muito mais que isso pra me derrotar — Sting riu, enaltecendo-se

— Será? — o outro retrucou, tranquilo

Daí, o loiro começou a gritar, levando as mãos à cabeça. Seus olhos azuis nublaram, ele estava preso em sua mente e urrava em desespero. Só queria que aquilo parasse.

— Está doendo? — Eric perguntou retoricamente— Esqueci de te falar: eu omiti uma parte. Você não achou que eu fosse usar o mesmo ataque duas vezes numa mesma luta, não é?

— Fa-faça parar... — o lorio gemeu, erguendo a cabeça e caindo de joelhos — O que é is-isso?

— Isso? Ondas sonoras, meu caro. É apenas som. — ele sorriu, sua voz vinha tão calma, tão cínica — A foice foi apenas uma distração. E você caiu direitinho! Thunder of Doom. Esse é o nome do feitiço, ele invade a sua mente e grita. Apenas isso, ele grita dentro de você.

Sting contorcia-se no chão. Não era possível que fosse apenas gritos. Era dor demais. Que poder seria esse?

O som diminuiu pouco a pouco e, conforme o fazia, se tornava ainda mais agudo. Insuportável. O loiro abriu os olhos, sentindo-se fraco e pôde ver a expressão de Raijin. Ele não mais sorria. E toda aquela seriedade amedotrou o loiro que, agora, caíra deitado no chão.

— Isso é um aviso, Sting Eucliffe. Você está detido por faltar com honra e usar de métodos ilegais para fins indevidos. Por favor, acompanhe-me ao Concelho Mágico de Fiore.

φ

Mirajane entrou no quarto sorrindo de forma travessa. Jogou-se na cama e começou a passar os dedos pelo lençol.

— Você parece contente... — Kana comentou, ao entrar no quarto, carregando as nada leves malas da amiga — Apesar do que aconteceu...

— E estou! — a albina respondeu, dando pouca atenção à última frase da outra.

— Você realmente não está preocupada? — Kana indagou, incrédula — Nesse momento, em algum lugar lá fora, está acontecendo maior guerra! E tudo por nossa causa! E você tá aí, de boa, sonhando acordada?

— Me desculpe... — ela retrucou, um pouco sem graça — Eu estava pensando no que aconteceu hoje. — Kana revirou os olhos. Não importa o que tenha acontecido, certamente não é mais interessante do que toda essa reviravolta! Mirajane sentou-se na cama, antes de sorrir maliciosamente e apontara para a mesma — Bem aqui...

— Não me diga que... — os olhos da morena adquiriam brilho, conforme ela compreendia — Você e Freed...

— Não é o que você está pensando! — a outra ruborizou drasticamente

— Ah não? Então vocês não transaram? — o brilho sumiu, Kana estava entedeada.

— Claro que sim!

— Sim? — estranhou — Então, por qu-

— Não coloque nessas palavras! Não foi uma coisa qualquer...

— Tá, tá. Tanto faz. Mas por que você disse que não era o que eu estava pensando? — seria impossível a morena estar mais confusa

— Porque você disse que a gente transou e eu já falei pra não usar essa palavra!

— Mas isso foi depois! — a morena retrucou

— Foi? — indagou, agora também confusa — Bem, não importa. Foi perfeito!

— Mirajane, Mirajane... — Kana alegou sentando-se na cama — Você já é esquisita normalmente, apaixonada então! Agora vai! — segurou as mãos da outra — Me conta.

φ

Rogue estremeceu quando viu, através de uma janela do terceiro andar, seu irmão apanhando. Isso mesmo, apanhando, porque não daria pra chamar aquilo de luta. Sting estava sendo nocauteado! E o pior, o moreno não sabia por quem.

A partir daí, Rogue, numa atitude egoísta, pôs-se a se esconder. Esgueirando-se pelos cantos. Mas... Pra onde ir? Era óbvio que o plano falhara. Essa certeza o trouxe uma sensação diferente. Ele estava satisfeito. Afinal, era a chance que ele precisava. Sorriu. Sabia onde ir.

“Rogue, situação da missão. Agora!”

A rígida, aguda e insuportável voz de Minerva invadiu novamente sua cabeça e o dragonslayer se viu cercado. O que responder? Se dissesse que Sting havia sido pego, Sabertooth apareceria e eles venceriam Fairy Tail de lavada. Era óbvio. Agora, será que isso o faria feliz? Ou apenas o tornaria superior em força?

Um impasse.

Aquele, talvez, seria o momento mais tenso da vida de um sujeito que sempre se manteve quieto, discreto, evitando ao máximo tomar decisões importantes. Sabia que mentir, ou melhor, omitir afetaria uma guilda, enquanto se dissesse a verdade afetaria não só a guilda, mas também toda uma família de magos.

Seu peito doeu.

Ele evitou, mas não tinha como negar que se sentia muito mais a vontade com a Fairy Tail. Sentia-se em casa. Ali, entre eles, ele encontrara um lar.

Talvez, fosse a hora de ser egoísta.

“Rogue? Está ouvindo? Me informe, porra!”

Ou não.

— Minerva, estamos fer-

— Rogue! — um terceiro interrompeu, ou melhor, uma terceira. Lissana estava na outra ponta do corredor.

Seu olhar era aflito. Havia preocupação em sua voz. A albina tentava estabilizar a respiração ofegante, suas bochechas estavam rubras. Fruto de esforço físico, Rogue supôs. Mas, acima de tudo, ela estava linda. Deslumbrante.

Sentiu o coração acelerar. Sim, era hora de ser egoísta.

— Vencendo, Minerva. Estamos vencendo. — ele respondeu, impaciente. Forçando o fim da ligação.

— Rogue! — Lissana tornou, correndo ao seu encontro

— Lissana! — ele respondeu, também correndo até ela. Imaginando que seria o típico clichê do casal que se encontra na praia até que viu o desespero no azul dos olhos dela.

— Rogue, corre! Corre! — ela explicou, mas era tarde. O moreno sentiu-se preso, como se os pés estivessem fincados no chão. — Não, Freed, por favor. Solta ele! Por favor! — a voz da garota saiu manhosa

O moreno desviou o olhar do dela e pôde ver, ao seu redor, as runas: aqueles que aqui estiverem não poderão sair. Diante dele, então, apareceram Freed, Elfman e Laxus. Os três pareciam irritados, muito irritados.

— Merda — o moreno balbuciou, entre os dentes.

— Merda é o que você fez com a minha família! — Laxus retrucou — Uma pena que só tenha você aqui...

— Vai apanhar pelos dois — Freed completou, sombrio. Totalmente diferente do seu natural amável e cauteloso, mas ainda repleto de pose.

— Não é disso que tenho pena — o loiro devolveu, cruel — Pela minha família! — gritou, como um guerreiro empunhando a espada e atacou o homem Rogue num combate corpo a corpo. Num punho a honra, noutro a raiva.

— Sua sentença será a morte — Freed exclamou, criando para si uma espada com as runas

— Por ela — Elfman esbravejou — Partir corações não é coisa de homem!

O moreno desesperou-se.

Lá estava ele, sozinho.

Encurralado.

Notas finais
Então? Gostaram do presentinho? >< ' Vou deixar os tópicos aqui pra auxiliar vocês, ok? - O que acharam da luta entre Sting e Eric? Não acho que sou muito boa com essas cenas, então seria legal se vocês deixassem opinião rs. - Gray e Juvia, a reconciliação. Foi boa? :D - Mirajane disse que rolou. Vocês ficaram curiosos pra saber como rolou? Sinto cheiro de hentai vindo rs... - E agora, o que vocês acham que Rogue deve e/ou vai fazer? Deixo em suas mãos. Sem previsão para atualização, já que vou viajar mês que vem. Mas pode ser que venha rápido. Lembrando que comentários sempre me estimulam, certo? Tenham um natal incrivel e ano novo melhor ainda. Acreditem quando eu digo, amo vocês ♥