As Desventuras Sexuais de Dylan Stark
36 Capítulo 35 –Entre o Céu e o Inferno –Sobrenatural
Notas iniciais
—Vá embora imediatamente!
—Calminha aí, anjinho do Senhor.
Aquelas vozes estavam incomodando meu tão confortável sono, abri os olhos e vi tudo embaçado, ao me acostumar com a luminosidade vi Castiel confrontando um homem de terno, ei, eu o conhecia, na verdade tinha o conhecido há poucas horas.
—O que ele faz aqui? –Perguntei à Castiel.
—Nada, ele já esta indo embora.
—É assim que vocês recebem os amigos? –Perguntou o rei do inferno –Bem, bons modos se aprendem em casa, não sou eu quem vai ensiná-los. Só vim, por que fiquei curioso sobre você –Disse me encarando.
—Quer saber o que? Meu signo?
—Uuuh, pelo jeito o garoto tem cunhões para debochar assim do rei do inferno. Se eu fosse você não me irritava, pois se eu cismar contigo, não haverá lugar nesse mundo em que você estará seguro –Engraçado a escolha de palavras dele.
—Legal cara, agora pode ir saindo que vou voltar a dormir –Ele me lançou um olhar tão furioso que poderia arrancar minha pele.
—Estou curioso pra saber o porquê os irmãos Winchester levariam um garoto qualquer na caçada pela fênix.
—Só vou repetir mais uma vez, Crowley. Vá embora –Os olhos de Castiel brilharam e ele tirou um tipo de adaga de metal do sobretudo. Um anjo versus um demônio, aquilo séria legal de se... Ei, espera aí. Dei um sorrisinho sacana.
—Você esta certo, Senhor rei do inferno. Não sou um garoto qualquer, sou muito especial na verdade.
—O que te faz especial?
—Bem, como dizem informação é poder e poder não é de graça. Eu te digo em troca de uma coisinha simples.
—Não me diga, quer um Xbox? Um carro?
—Quero que faça um ménage comigo e o Castiel –Tanto o anjo, quanto o demônio me encararam incrédulos.
—Você quer transar com o rei do inferno? –Perguntou Castiel surpreso.
—Que foi? É sexy.
—Ha!... Ha!... Ha! Ha! Ha! –Crowley caiu na risada –Então temos um garoto realmente peculiar aqui.
—Pare de me chamar de garoto –Me levantei da cama e caminhei até ficar cara a cara com ele –Meu nome é Dylan Stark –Nunca falei meu nome com tanta “pressão”, me inclinei e dei um selinho na boca do demônio.
—Isso é loucura, Dylan! –Avisou Castiel.
—Nunca te disse? Loucura é meu segundo nome.
—Pensei que fosse Stark –Comentou o confuso Castiel.
—Ele é meio lento –Explicou Crowley –Concordo com seus termos, na verdade sempre imaginei transar com... Um anjo.
—Com um anjo? –Perguntei e olhei de um pro outro –Ou seria com um anjo em especial?
—Você é muito safado garo- Dylan.
—Você ainda não viu nada.
Agarrei seu rosto com as duas mãos e lhe dei um beijão de tirar o fôlego. Castiel ficou andando a nossa volta sem saber o que fazer, começava a falar e parava no meio das palavras. Crowley se entregou à “safadeza” e me agarrou apertando meu corpo. Tirei seu paletó e folguei sua gravata, paramos de nos beijar e nos livramos de nossas vestes de cima. Seu corpo não era malhado, era peludo, acho que podia classifica-lo como urso, um urso diabolicamente sexy.
—Isso não esta certo –Argumentou o anjo.
—As vezes o errado é mais divertido –Disse puxando-o pelo sobretudo e beijando-o na boca.
Crowley puxou o sobretudo de Castiel por trás, ambos fomos despindo o anjo até que ele estivesse apenas de cueca.
—O cara da pizza só fez isso com uma mulher.
—Foda-se o cara da pizza, pois hoje você vai ganhar um rodizio inteiro.
Castiel se entregou e me beijou de volta, Crowley também estava só de cueca, veio por trás de mim e abaixou minhas calças. Ele começou a beijar minhas costas e pescoço, roçando seu corpo no meu. Empurrei a cabeça de Castiel para meu pescoço e gemi com toda aquela atenção em minhas áreas erógenas. Me virei beijando a boca de Crowley, depois a de Castiel, aos poucos fui empurrando suas cabeças até juntar suas bocas e assim fiz o anjo e o demônio se beijarem.
Logo estávamos na cama trocando beijos, amassos e mãos bobas. Apalpei o órgão abençoado do anjo e movi os lábios num “uau”. Crowley chupou meus mamilos enquanto arranhava meu corpo de cima pra baixo até chegar na cueca, ele ia tira-la, mas acabou mudando de ideia. O que teria em mente? Com brutalidade me virou de costas e começou a enfiar os dedos no meu ânus, só que por cima da cueca, gemi excitado. Castiel colocou o pau pra fora e me ofereceu, assim me pus a chupar aquela vara divina, enquanto demoníacos dedos forçavam entrada em mim.
Levei um susto quando ele rasgou minha cueca abrindo um buraco expondo meu ânus e assim sem precisar se livrar de minha última peça de roupa, caiu de boca no meu cú.
—Aaaar! –Gemi.
Crowley fazia um ótimo beijo grego, sua língua era quente, babava minhas pregas e enfiava seus dedos grossos que deslizavam forçando a entrada, me provocando arrepios deliciosos. O pau do anjo pulsava em minha mão, ele estava excitadíssimo com tudo aquilo, a visão de Crowley lambendo meu cú, meus gemidos e meu boquete.
—Vira a bunda! –Mandei e ele obedeceu como um bom garoto. Imitei o demônio e me pus a dar um beijo grego anjo.
—Oor! Isso! Oor! Como isso pode ser tão bom? Não faz sentido-oooor!
Depois de um tempo, me deitei sobre Castiel, nos beijávamos e acariciávamos o corpo um do outro, ele era malhado e delicioso, a sensação de nossas peles se esfregando era maravilhosa, roçava meu pau no dele, mesmo que eu ainda estivesse de cueca, sentia todo o tesão. Crowley rasgou mais o buraco no tecido e roçou a glande de sua rola no meu cú.
—Esta pronto, Dylan Stark?
—Sempre –Respondi e o demônio empurrou tudo de uma vez –Aaaaart! –Gritei apertando o peitoral de Castiel.
Crowley metia com força, suas estocadas me faziam ir pra frente e pra trás de modo que meu corpo roçava no de Castiel. Mordi sua orelha e cochichei em seu ouvido:
—Vamos fazer um trenzinho, vá enfiar esse seu cacete na bunda peluda desse demônio!
Castiel foi um menino obediente e foi achar conforto no traseiro do demônio, Crowley não protestou, na verdade até empinou a bunda. Quando o anjo o penetrou, ele gemeu e sua rola pulsou dentro de mim. Cass gemeu sentindo o aperto daquele buraco que tenho certeza que foi magicamente apertado, pois sinto cheiro de passivo experiente nesse rei do inferno. Nosso trenzinho prosseguiu a toda velocidade, me virei de frente de pernas abertas, Crowley voltou a me penetrar e se deitou sobre mim, nos beijávamos enquanto Cass caprichava em seu cú.
—Nunca pensei que o Crowley pudesse ser tão... Gostoso.
Cass se inclinou e beijou a boca dele, eu sorri e juntei à eles num beijo triplo, nossas línguas roçavam e nossos corpos reagiam em calor, arrepios e pulsar, ofegávamos e fodíamos.
Desmanchamos o trenzinho e de joelhos nos agarramos, apertei um nádega de cada um, chupei o mamilo de Cass, beijei a boca de Crowley, me deitei e paguei um boquete pros dois, chupando aquelas rolas com vontade, alternando, engolindo tudo, lambendo as bolas, as vezes tentava por os dois demostrando o quanto sou guloso. Fomos nos movendo de modo que fiquei de quatro virado para o anjo que agarra meus quadris e empurra sua pica celestial em mim.
—Ai Deus!
—Ele esta desaparecido.
—Que seja, continue fodendo.
Seu pau era grosso, suas metidas me faziam ir à loucura. Crowley se deitou diante de mim e sacudiu a rola, entendi o recado e me sentei nela abrindo minhas nádegas.
—Vem, Castiel.
—Mas ele já esta dentro de você.
—Eu aguento dois.
—Garoto, você é dos meus! –Comentou Crowley.
Assim fiz uma DP com um anjo e um demônio, trinquei os dentes e apertei o peitoral de Crowley, quando Cass enfiou sua rola toda dei um gritinho.
—Assim vai acordar os Winchesters –Avisou o demônio.
—Eles devem estar ocupados, senti cheiro de incesto de longe.
—Não caia nessa de ship de fãs, tenho minhas fantasias com os dois, mas infelizmente não são do tipo incestuosos.
—Veremos –Disse provocante.
Rebolei com meu cú pra lá de preenchido e me surpreendi quando Castiel deu um forte tapa na minha bunda, segundo ele, era assim que o cara da pizza fazia. Os dois começaram a meter com tanta força que tive que me segurar ao máximo pra não dar um berro.
—Oooor! Aaaar! Ai meu cú! Isso! Oooooor! –Meu pau balançava expelindo pré-gozo. O líquido translucido lambuza a barriga e de Crowley, este me encarava com cara de safado, me assustei quando seus olhos ficaram completamente vermelhos.
—Acho que é hora do grade final.
—Concordo –Disse Castiel que agora estava com os olhos brilhando como lanternas.
—Acho que vou gostar disso.
Deus, seja lá onde ele esteja, aquilo foi divinamente e diabolicamente gostoso pra caralho! Eles meteram tão rápido que o arrepio subiu por minhas costas e desceu por minhas pernas, meus poros só faltaram gritar.
—Ooooor!
—Oyeerrr!
Os dois gozaram dentro de mim, jatos quentes de esperma me preenchiam, mas eles não diminuíram o ritmo e agora suas rolas deslizavam com mais facilidade dentro de mim. Resolvi me masturbar, entretanto foi só segurar meu pau que gozei.
—Aaaaaar! –Foi delicioso! Gozei como um lança foguetes, esporrando a cara de Crowley que fechou os olhos adorando o momento.
Sua barba ficou toda suja. Eles saíram de dentro de mim e caí de lado ainda me masturbando sentindo os resquícios de prazer. Crowley veio e abocanhou meu cacete me fazendo gemer alto, ele sugava o restante de porra, depois levantou minhas pernas e chupou meu cú, sugando a gozada de Castiel e a dele próprio, senti tanto prazer que poderia gozar outra vez.
O Senhor do inferno se levantou com a cara toda babada, mas com uma expressão de extremo prazer e satisfação. Um segundo depois ele desapareceu e reapareceu completamente limpo e vestido sentado numa poltrona do lado da cama.
—Eu queria tanto conseguir fazer isso, ia ser tão mais prático.
—Posso dar uma ajudinha –Ele estralou os dedos limpando a mim e a Castiel –Agora sua parte do trato, me diga por que você é importante para os Winchester.
—Estou um pouco tonto então vou responder deitado. Eles precisam da minha ajuda, por que irei matar a fênix –Ele não conseguiu esconder a surpresa.
—Como vai fazer isso? Já tentei umas duas vezes e nada.
—Aí já é outro segredinho –Na verdade até pra mim, pois ainda não tinha certeza como a mataria.
—Bem, estava pensando em te sequestrar –Castiel se pôs entre a gente –Calma, mudei de ideia. Já que ele vai matar a fênix, melhor deixar ele dar cabo daquela desgraçada. Tenham uma boa noite –E desapareceu.
—Ele tem estilo –Admiti.
Dormi o resto de noite e na manhã seguinte tomei café com os Winchester, Dean me lançava um olhar desconfiado por causa do meu grande bom humor que denunciava uma noite de sexo gostoso. O motel ficava nos arredores da cidadezinha que ficava entre morros, olhei na sua direção e vim uma enorme cortina preta se elevando ao céu.
—O que é aquilo? –Todos olharam e naquele instante um fuzuê de carros e motos surgiu pela estrada em alta velocidade, um deles parou buzinando feito louco chamando a atenção do dono do motel.
—Fuja Clark, a cidade esta pegando fogo! É uma visão do inferno, chamas se elevando aos céus.
Corremos para o empala 67 e Dean dirigiu à toda velocidade para o perigo, quase batemos nos carros que fugiam. Mal andamos um quilometro e avistamos a cidade em chamas. Parecia uma daquelas cidades do velho oeste, as casas todas de madeira velha e praticamente inflamável.
—Isso é horrível! –Disse Sam. Dean parou o carro e descemos seguindo a pé.
—Não vou arriscar meu carro chegando mais perto.
—Compreensível –Caminhamos até chegar ao meio da cidade, o chão era de terra pisada, à nossa frente a maior construção, a prefeitura, ruía em chamas. Foi então que avistei uma pessoa –Vejam! Uma mulher! Temos que ajuda-la –E corri em sua direção.
—Dylan espere! –Gritou Sam.
A mulher olhou em nossa direção e sorriu, parei de supetão quando ela estendeu a mão em minha direção, pois não parecia um pedido de ajuda e sim um ataque.
—Vejam minha bela criação, caçadores! E queimem!
Ela podia controlar o fogo! As chamas saíram da prefeitura e vieram em minha direção, não tinha como escapar, era o meu fim.
—DYLAN! –Ouvi Dean gritar.
Numa fração de segundos resolvi tentar uma coisa e deu certo. A mulher fez uma cara de espanto ao me ver partindo as chamas ao meio com minha melhora espada de cristal. Tenho que agradecer à Leo Valdez, o mecânico semideus tinha melhorado minha arma, a principio não vi nenhuma diferença, mas quando a manejei para salvar minha vida me surpreendi. Ela estava mais leve, se transformava de adaga para espada muito mais rápido, e claro, conseguia dividir as chamas ao meio.
—Vejamos o que mais essa belezinha faz –Girei fazendo um movimento no ar foi como cortar o vento, um rasgo branco seguiu em alta velocidade na direção da mulher que pula saindo do caminho, a prefeitura foi partida ao meio verticalmente –Ôoooou! Que foda!
—Isso moleque! –Exclamou Dean.
—Vejo que arrumaram um ajuda irritante, caçadores. Tudo bem, venham me matem, ressurgirei das cinzas e queimarei outra cidade, não pararei até transformar esse mundo no paraíso das chamas.
—Acho que já existe um lugar assim e se chama inferno, por que não vai passar uma temporada de férias lá? –Sugeri.
A mulher se aproximou e pudemos vê-la com mais clareza, ela era negra, seus cabelos cacheados estavam em chamas, mas não parecia lhe ferir, seus olhos eram como fogo vivo, só de encara-la já dava calor e não era no bom sentido.
—Não quero o inferno, quero criar meu próprio reino, talvez depois passe lá e acabe com aquele reinado do Crowley, e em seguida o céu, odeio anjos com aquelas suas asinhas ridículas. Mostrarei o verdadeiro poder do bater de asas.
Suas palavras foram mais que ameaças, pude ver a sombra de enormes asas atrás dela e uma ventania me arremessou contra os Winchesters, caí sobre o Sam. As chamas dançaram e se espalharam pelo caminho que viemos.
—Estamos cercados!
—Se eu morrer, levo vocês comigo, mas logo estarei de volta num novo corpo, o mesmo não pode se dizer de vocês é claro.
—Odeio essa vadia! –Cuspiu Dean.
Podia piorar? Claro que sim, isso é uma constante do multiverso, não importa o quão ruim estejam as coisas, elas sempre podem piorar. Vários corpos saíram das chamas, eram moradores da cidade que não haviam conseguido sair há tempo. Eram umas vinte pessoas pegando fogo, seus olhos brilhavam vermelhos nos encarando.
—Esse truque é novo –Disse Sam.
—Vocês tem seus brinquedinhos e eu tenho os meus –Disse a fênix demoníaca se referindo à mim –Acabem com eles.
As pessoas em chamas partiram para nos atacar, podia estar fazendo um calor infernal, mas estávamos realmente numa fria.

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