As Desventuras Sexuais de Dylan Stark

37 Capítulo 36 –Cobrando o Acordo –Sobrenatural


Notas iniciais
Olá pessoal desculpem pela demora, estava sofrendo com muitas provas rsrsrsrs, mas caprichei nesse capítulo, preparem-se para um batalha quente e uma pegação mais quente ainda :)

Estar preso num circulo de fogo e ser atacado por pessoas em chamas muda completamente sua noção de calor. Entretanto tenho que confessar que estava realmente excitado. Léo Valdez, um semideus filho de Hefesto, tinha completo minha adaga do cavaleiro de cristal, e eu a estava inaugurando.

—Não se preocupem com essas pessoas, elas já estão mortas –Disse Dean disparando contra os zumbis em chamas. Infelizmente os projeteis não pareciam surtir muito efeito.

—Atire na cabeça! –Disse Sam realizando o próprio conselho, mas foi inútil, ainda assim os corpos não paravam.

—Mas alguma dica, senhor sei tudo sobre zumbis de fogo? –Perguntou Dean.

—Eu tenho uma –Me intrometi –Deixa comigo! –Eu estava com ego um pouco inflado mesmo.

Gritei brandido minha melhorada adaga estendida em espada de cristal, resolvi não me aproximar muito dos zumbis, se um deles me agarrasse viraria cinzas, não antes de agonizar numa dolorosa morte é claro, mas com minha arma melhorada não precisava correr esse risco. Realizei um movimento horizontal lançando um corte pelo ar que partiu três zumbis ao meio, quando os corpos caíram no chão, as partes de cima continuaram a se aproximar se arrastando.

—Meus brinquedinhos são mais resistentes do que parecem –Gabou-se a fênix demoníaca.

Para ilustrar sua frase, um dos zumbis cortado ao meio cuspiu uma rachada de fogo em minha direção, me joguei pra trás desviando e caindo de bunda no chão de modo nada heroico. Me vi cercado por meia dúzia de zumbis inflando o peito se preparando para cuspir chamas.

—Dylan! –Dean gritou.

—Retaliação! –Sim, inventei um nome para meu ataque, me julguem. Me ergui realizando cortes em todas as direções, horizontais, verticais e transversais, continuei cortando até meus seis atacantes estarem em pedaços. A fênix parou de sorrir –Tive outra ideia! Cortina de areia! –Como o chão era de terra, passei a espada realizando um corte fundo e intenso levantando uma grande quantidade de areia que cobriu todos os zumbis e até mesmo parte do circulo de chamas que nos prendia, apagando-os.

—Maldito!

—Agora é com vocês pessoal, eu pego a fênix.

Os zumbis agora eram criaturas carbonizadas, alguns tiros na cabeça os derrotavam. Avancei contra a fênix, ela lançou suas chamas, mas as cortei ao meio. Talvez fosse por eu estar muito sorridente e confiante, mas me aproximei mais do que devia da fênix, ela lançou outra rajada e mais uma vez me protegi com a espada, no entanto a vi sorrir erguendo as duas mãos e tudo ficou vermelho. Um lençol de chamas me cobriu por todos os lados me fechando.

—Morra! –Gargalhou nossa inimiga.

—Dylan! –Gritou Sam.

No meu mundo acreditam em coisas como deuses e anjos, não sou o que se pode chamar de religioso, mas no fundo também acreditava e naquele momento senti como era ter um anjo da guarda. A bola de fogo explodiu em luz, a fênix foi lançada no chão pela explosão. Eu estava de olhos fechados.

—Eu morri? –Ao abrir os olhos vi no chão as sombras de enormes asas me cobrindo, olhei pra cima e vi Castiel parado atrás de mim com os olhos brilhando como lanternas, ele não tinha asas em sua forma humana, mas pude sentir o poder de sua graça.

—Não seja tão imprudente.

Até aquele momento via o Cass como um bobão fofinho, mas percebi o quanto ele era foda! Cara, ele era um anjo, um guerreiro dos céus. Não podia ver suas reais asas, mas se apenas suas sombras me fizeram me arrepiar, imagino o que sentiria ao realmente vê-las.

—Me desculpe, acho que acabei me empolgando –Disse me levantando.

—Acho que essa é a hora em que vocês me matam –Disse a fênix chamando nossa atenção. Ela tinha um enorme sorriso no rosto –Confesso que adoro morrer, a sensação de renascer das cinzas é maravilhosa!

Os winchester se juntaram à nós me lançando um olhar que dizia: “Essa é sua deixa”. O problema é que não sabia bem como usar uma pena como uma arma. Parei diante da mulher deitada no chão de braços abertos.

—Como vai ser? Um tiro? Vai me perfurar com sua lâmina? Me fatiar?

—Tenho uma ideia melhor –Tirei a pena do bolso, me abaixei e a empurrei contra seu peitoral. Senti minha mão esquentar e me afastei. A pena entrou em chamas e começou a consumir o corpo dela.

—Péssima escolha, não posso morrer queimada, sou inume ao fo-Aaaaaa! –Ela gritou de dor e espanto, se levantou tentando se livrar das roupas –Isso é impossível! Sou imune ao fogo a não ser... Essa pena! As chamas de outra fênix!

O fogo cobriu seu corpo, seus gritos eram horríveis, mas logo sessaram, a mulher caiu e silenciou-se para sempre, as chamas assumiram a forma de um pássaro de fogo que se desfez numa explosão.

—Tem certeza que ela morreu de vez? –Perguntou Sam.

—Tenho, ouviram o que ela disse, apenas o fogo de outra fênix poderia realmente feri-la e foi exatamente o que usei. Uma fênix de outro mundo me deu mais do que apenas uma de suas penas, me deu suas próprias chamas.

Missão cumprida! Entramos no carro e saímos na estrada, todos estavam felizes, eu tinha vontade de abrir um portal para o mundo dos semideuses e beijar o Léo na boca e agradece-lo pela espada. Paramos numa lanchonete e depois voltamos à estrada, quando caiu a noite paramos num motel e pedimos dois quartos. Mais uma vez ficaria com o Castiel.

Depois de um tempo puxei o anjo pelo braço e bati na porta dos Winchester, Sam abriu a porta, ele estava só de toalha, tinha acabado de sair do banho.

—Uau! Ser caçador esta sendo melhor do que fazer academia.

—O que você...?

—Dá licença –Abri caminho puxando o anjo comigo –Cadê o Dean?

—Acabou de entrar no banheiro.

—Ótimo –Comecei a me despir ali mesmo.

—O que esta fazendo? –Perguntou Sam.

—Eu acabei de vez com sua fênix, agora vou cobrar minha parte do acordo, pode ir se aprontando aí, enquanto nós três tomamos banho.

—O Dean não...

Tirei minha cueca e Sam desviou o olhar, pedi pra Cass também se despir.

—O Castiel não vai... Ai meu Deus –Disse Sam surpreso ao ver o anjo me obedecer.

—Nós prometemos, Sam –O Winchester mais novo ficou muito mais constrangido diante do anjo nu e como eu já gosto de causar fui e puxei o anjo.

—Vamos Castiel –Disse o puxando pelo pênis o que fez o queixo Sam cair. Entramos no banheiro e Dean levou um susto.

—O que?

—Se ajeite aí que cabe mais dois –Disse entrando no box. Ele abriu a boca pra falar e o interrompi –Nem proteste!

Então o beijei na boca. Castiel entrou e fechou o box, ele pegou o sabonete e começou a esfregar minhas costas, estávamos sujos de terra e fuligem. Todos nos calamos, Dean pareceu bem constrangido ao ver o anjo nu, acho que todos os amigos teriam essa reação. Me virei beijando Castiel na boca, deslizei minhas mãos por suas costas e apertei sua bunda. Dean veio por trás beijando meu pescoço, esfregando minhas costas e roçando sua rola dura em minha bunda. Aquilo estava um tesão do caralho! Meu pau roçava no do anjo, ambos eretos e pulsantes. Me virei ficando de frente pra ambos, beijei o caçador e puxei o anjo pra se juntar à nós, Dean recuou.

—Deixa de besteira! –Disse o puxando de volta.

Nossas três línguas se enroscaram, nosso beijo triplo era de acender o fogo até mesmo o fogo de uma fênix morta. Abri os olhos e vi o Sam parado espiando pelo canto da porta, ainda de toalha nos observava chocado. Me abaixei agarrando aqueles dois cacetes e o encarei provocante, chupei o do anjo e depois o do seu irmão. O vi levar a mão a virilha e se acariciar, aquilo me excitou ainda mais. Abocanhei a piroca de Dean a engolindo toda.

—Oooor! –Ele gemeu.

A toalha do Sam caiu revelando sua giroba dura. Abri a porta do box e os outros dois olharam pra porta, o Dean cobriu as partes com as mãos, estiquei a minha na direção do observador.

—Por que não se junta à nós no banho? –Sam entrou peladão e parou diante de mim.

—Foda-se! –Disse pra si mesmo –Acho que vocês já estão limpos o suficiente –E me agarrou.

Sam me jogou pra cima segurando em minha bunda, passei as pernas em volta de sua cintura e os braços em volta de seu pescoço, senti sua rola dura roçando em baixo de mim, a minha pulsando em sua barriga. Pensei que ele ia me beijar, mas ao invés disso me levou para o quarto, me jogou na cama, abriu minhas pernas, levantou meu traseiro e caiu de boca no meu cu.

—Aaaarr! –Gemi surpreso e excitado.

Castiel e Dean nos seguiram até o quarto, o caçador riu ao vê a desenvoltura com que seu irmão chupava meu cú. Deslizei a cabeça pra fora da cama e Dean roçou seu pau na minha cara, a sensação da glande úmida na minha pele foi maravilhosa, ele colocou na minha boca e gemeu com meu boquete. Castiel subiu na cama e foi chupar minha rola. Fui a loucura, meu corpo inteiro se arrepiava, eu chupava e era chupado, Sam começou a enfiar seus dedos grossos em mim, Castiel me masturbava e lambia a cabeça da minha rola, Dean metia na minha garganta.

Nos deitamos na cama e começamos uma pegação maravilhosa, dei um beijão em Cass, Sam mordia meu pescoço e roçava seu pau na minha bunda. Mãos alisavam e apertavam, dedos penetravam, línguas chupavam e lambiam. Dean se deitou em cima de mim, me beijando até me deixar sem folego nossas picas duras roçando, Cass e Sam beijavam e chupavam meu pescoço, puxei suas cabeças e as aproximei, Sam relutou um pouco mais acabou beijando a boca do anjo.

Fiquei de pernas abertas no canto da cama e Dean de pé foi o primeiro, ele passou lubrificante em seu órgão ereto e o pressionou contra meu buraco que pulsava faminto, fui penetrado sentindo um arrepio percorrer todo meu. Ele começou a se mover, seu cacete me invadindo e saindo, num maravilhoso movimento de vem e vai. Sam e Cass estavam perto da minha cabeça, agarrei suas rolas e conforme eu balançava com as metidas ia os masturbando enquanto os dois se beijavam.

Dean metia com força segurando minhas pernas, seu cacete deslizando dentro de mim. Ele saiu e deu lugar para o Sam, que se ajoelhou e enquanto lambuzava seu pênis de lubrificante se pôs a chupar meu pau fazendo uma cara de prazer e libertação, acho que o mais novo dos Winchester já desejara colocar um pau na boca a muito tempo, se é que não já tinha colocado e agora matava a saudade, vai saber. Ele se levantou e roçou a cabeça da rola no meu ânus e foi quando percebi o formato de seu órgão, ele tinha a cabeça mais grossa que o corpo e ao empurra-la senti aquela coisa enorme abrindo caminho por dentro de mim.

—Cabeça grande do caralho! –Gemi sentindo dor, mas muito prazer.

—Oooor! –Ele gemeu. Quando a cabeça entrou dei um gritinho e um suspiro de alivio, o restante entrou com menos dor.

Ele começou a meter gostoso, apertei os lençóis da cama e revirei os olhos, acima de mim Dean e Castiel se beijavam com mais fervor, o caçador apertando as nádegas do anjo. Sam deitou sobre mim beijando minha boca, mas sem parar de meter, ambos ofegávamos e gemíamos alto, arranhei suas costas, ele fechou os olhos e abriu a boca, pude ver sua pele se enriçar.

—Mete gostoso, vai!

Depois foi a vez do Castiel, me virei e fiquei de quatro para aproveitar outra posição. O anjo me penetrou de uma vez só, dei um pulinho pra frente, mas este me puxou pelos quadris e se pôs a meter no melhor estilo do cara da pizza. Na minha frente estavam os irmãos Winchester se masturbando e assistindo de perto eu tomando no cú, literalmente e no bom sentido da expressão.

Esperei de verdade que os dois se pegassem, as vezes se encaravam, mas faziam era rir. Segurei as rolas dos dois e as levei à boca, os obrigando a se aproximarem, ficarem abraçados, a rola do Dean era maior e mais grossa, mas a cabeça da do Sam era muito maior que a do irmão e mais grossa que o resto do pênis. Chupei os dois com vontade, revezando e as vezes pondo os dois na boca.

Estávamos os quatro de pé ao lado da cama, puxei Dean e Castiel e demos um beijo triplo, estendi a mão chamando Sam a se juntar à nós, mas ele olhou receoso pra o irmão.

—Relaxa, sua boca mal vai tocar a do seu irmão, é tipo apenas um quarto de beijo, matematicamente falando –Minha desculpa não podia estar mais errada, mas ele topou e demos um maravilhoso beijo quadruplo. Qualquer pessoa que na vida já tenha dado beijos normais, triplos ou quádruplos, sabe que não se trata de divisão e sim de multiplicação, as línguas roças atiçando umas as outras, ondas de prazer são enviadas para os beijoqueiros e calores genitais nos acende e nos deixam na beira do abismo do prazer.

Excitadíssimos voltamos para cama, caímos em duplas. Dean se deitou por cima das costas de Castiel, o cobrindo de beijos e mordidas, o anjo apertou os lençóis quando o caçador empurrou sua rola em seu buraco divino.

—Oh! Céus! Ooooor! –Gemeu Castiel sentindo o cacete duro lhe invadir.

Sam encarou de boca aberta, acho que nunca imaginou aquela cena.

—Finalmente entendo os shipadores de Destiel –Ele disse.

—O que? –Perguntei baixinho pra não atrapalhar a foda ao lado.

—Shipadores são quem curte determinado casal, Destiel é o Dean mais Castiel.

—Então meu ship é Dylundo.

—Dylundo?

—Sim, Dylan com todo mundo! –Arranquei um sorriso do Sam e beijei sua boca. Girei ficando por cima e desci beijando e chupando seu corpo, sua pele se arrepiou quando caprichei em seus mamilos, ele riu quando passei sua barriga e urrou quando abocanhei seu pau, mas continuei descendo, empurrei suas pernas pra cima e lambi suas bolas, ele fechou os olhos se entregando ao prazer, desci chupando o caminho entre testículos e ânus e ali parei só pra vê-lo empinar o cú por vontade própria e então caí de língua.

—Oooaaaar!

Chupei com vontade e quando mais ele gemia, mais me excitava a continuar. Me masturbei, peguei o lubrificante e lambuzei meu pau, me ergui e ia enfiar quando ele me parou como se caísse na real e olhou envergonhado para o irmão que nos assistia enquanto comia o anjo.

—Sem preconceito, Sammy. Pode dar gostoso aí.

Pelo jeito o Sam precisava da aprovação do irmão e o Dean deu uma piscadela com seu jeitão engraçado e assim empurrei meu cacete dentro do cú do mais novo. Ele gemeu e arregalou os olhos, seu pau pulsou e expeliu um jato fino de esperma, não era ainda a ejaculação, mas o caçador estava excitado pra caralho. Comecei a meter sentindo o aperto no meu pau.

—Cuzinho apertado da porra! Deixe-me arromba-lo!

Meu cacete deslizava pra dentro e pra fora e o corpo do enrabado reagia com arrepios, tremores e gemidos. Diminui a velocidade, saia devagar e voltava com tudo de uma vez fazendo-o dar um pulinho e um gritinho, repeti esse processo por um tempo, depois enfiei e voltei a meter desesperadamente. Tirei, o virei de costas e enfiei novamente, agarrei seus cabelos os puxando com força, meti gostoso fazendo muito barulho batendo a pelves em suas nádegas.

Sem aviso senti os braços de Castiel segurarem minha cintura e empurrar seu pau celestial em mim, e assim começamos um trenzinho de quatro vagões. Dean continuava a foder o anjo que por sua vez metia em mim e eu caprichava no cú de Sam. Quatro machos gemendo gostoso, nos movíamos desiguais, adorava sentir prazer pela frente e por trás. O pau de Castiel pulsava dentro de mim e aquilo me deu uma ideia.

—Vamos mudar –Sugeri. Empurrei o anjo e me sentei em sua rola, gemi e abri minhas nádegas –Vem Sam.

—Você aguenta?

—Pode ter certeza –Sam enfiou, sua cabeça sempre destruidora, apertei o tórax do Cass, enquanto gemia e fazia careta de dor. Dean veio me oferecer seu pau pra chupar –Não.

—Não?

—Ainda tem vaga pra você lá atrás.

—O que? Tripla penetração? Dylan você é muito puto.

—Quero sair daqui arrombado, caçador.

Dean lubrificou muito bem seu pênis e com dificuldade empurrou entre os outros dois. Gemi muito alto, eles começaram a se mover muito devagar, mas era como se estivessem me partindo ao meio.

—Ooor! Caralho! –Dean era o que tinha mais liberdade de movimento e por isso foi o primeiro a aumentar o ritmo, mas logo Sam também conseguiu, Castiel praticamente só conseguia pulsar a pica, mas a soma de tudo isso me fazia revirar os olhos, gritar e me arrepiar dos pés à cabeça –Ooooor! Aaaaar! Assiiiim! Ai-ai-ai-ai-aaaaar!

Meu pau pulsava liberando pré gozo lambuzando toda a barriga do anjo, os outros também gemiam excitadíssimos com aquela TP.

—Eu vou gozar! –Anunciou o anjo e desmanchamos a posição, cada rola que saia era um alívio. Castiel agarrou o pau e se masturbou urrando –Oooooor! –Puxei Sam e juntos recebemos os jatos da gozada do Anjo, abocanhei o cacete lambuzado sugando sua porra, depois dei lugar pro Sam fazer o mesmo, em seguida nos beijamos.

—Agora eu também já vou! –Disse Dean batendo uma punheta frenética. Eu e Sam subimos e nos deitamos abraçados ao Castiel –Oooooor! –Os jatos quente de porra caíram sobre nos três. Eu estava perto de gozar, mas tive uma ideia. Dean se deitou sobre Castiel beijando sua boca, me levantei e fui por trás dele já enfiando lubrificante em seu rabo.

—Epa! Não custo isso!

—Pra tudo se tem uma primeira vez! E já estou quase gozando! –Empurrei meu cacete no cú mais apertado do recinto.

—Caralho! –Dean gemeu com cara de dor sem eu nem começar a meter, mas já estava tão excitado que senti a gozada chegando, mas antes ouvi os altos gemidos de Sam.

—Goze aqui! –Mandei puxando o Dean abraçando seu corpo –Quero vê-lo gozando na cara de seu irmão! –A melhor parte foi não receber protesto. Sam ficou de pé e urrou gozando na cara do Dean que ainda abocanhou o pau gozado no mais novo que gemeu gostoso com a cabeça da rola sensível.

—Ooooor! –Eu gemi sentindo o orgasmo chegando, então aumentei a velocidade e gozei dentro.

—Arrrr! Coisa quente da porra!

Não sei o que deu em mim, o orgasmo foi tão maravilhoso que revirei os olhos e despenquei desmaiando sobre o caçador. Só fiquei desacordado alguns segundos.

—Dylan?

—Estou bem, acho que minha pressão baixou.

Quando transei com Dean meu medidor ficou em 64%, depois da foda com o anjo e o rei do inferno foi pra 69%, e com essa foda à quatro 75%. Esse mundo me fez muito bem. Fomos ao banheiro, tive que ensinar ao Dean como botar o esperma pra fora, o que foi uma cena muito engraçada. Depois tomamos um ótimo banho. Fomos jantar num restaurante que ficava ali perto e lhes contei sobre meus ganhos de magia do desejo. Eu ia dormir com eles, mas resolvi seguir para o próximo mundo.

—Bem que você podia ficar mais tempo –Disse Dean.

—Essa é a segunda vez que nos encontramos, quem sabe se não acontece uma terceira. Até a próxima Winchester e Castiel –Sobre o próximo mundo resolvi usar o que restou da pena da fênix, sim, guardei como suvenir. Resolvi visitar a deusa fênix e rever a doida da Anna.

Quando atravessei o portal, esperava reaparecer naquela escola de dança aconchegante e confortável, mas ao invés disso me vi numa praia deserta e a noite, pelo menos era lua cheia e podia ver tudo claramente. Andei a esmo por uns dez minutos, quando alguém falou atrás de mim.

—Estava me perguntando quando você voltaria –Era uma garota.

—Por acaso nos conhecemos?

—Talvez se eu pudesse assumir a forma de um pássaro de fogo você me reconhecesse.

—Fênix?

—Olá, Dylan Stark.

Notas finais
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