As Desventuras Sexuais de Dylan Stark
26 Capítulo 25 – Beijo de Pudim –Harry Potter
Notas iniciais
Aquela era uma noite fria, eu acabara de ser atacado por um salgueiro lutador e estava diante de um enorme castelo. Ouvia vozes do que parecia um coral. Usei a chave mestra para abrir um portal para o interior daquela gigantesca construção. Imediatamente senti o calor das velas, era maravilhoso! Eu estava num corredor de pedra, não sou do tipo covarde, mas era um ambiente bem assustador. Para ambos os lados via apenas penumbra e luzes tremulantes das velas. Engoli em seco e segui pela direita, quando de repente uma claridade surge de uma parede, me escondo atrás de um pilar e me surpreendo com o surgimento de uma porta onde há poucos segundos era uma sólida parede.
–A sala precisa é mesmo incrível! –Disse uma garota asiática.
–Só a sala precisa? Não pense que eu não vi o jeito que você e o Harry se olharam. Me conta tudo Cho Chang!
As duas garotas passaram por mim e seguiram adiante, a porta desapareceu e o corredor voltou a mergulhar na penumbra.
–Eu devia ter falado com elas –Comentei em voz alta.
–Legal, não a única que fala sozinha! –Quase infarto com aquela voz no meu cangote. Me viro assustado.
–É... Eu... Oi.
–Olá! Você não é daqui –A dona da voz era uma garota de cabelos loiros quase brancos e meio bagunçados, seus olhos eram vibrantes e seu sorriso de aquecer o coração.
–Eu estava...
–Vem comigo! –Ela me puxou pelo braço, corremos por corredores escuros até chegarmos numa escada, na verdade várias escadas e foi uma visão fantástica! Por que? Elas mudavam! Ainda mais surpreendente eram os quadros nas paredes, haviam dezenas e se moviam nos observando.
–Uau!
–Vem pula!
Fomos pulando de escada em escada até chegarmos num outro corredor, seguimos correndo sem falar, entramos numa porta, depois de tanta correria estávamos num armário de vassouras. Fiquei confuso com aquilo, aquela garota simplesmente me arrastou, corremos por lugares incríveis para parar num armário?
–Agora me conta –Ela disse rindo.
–Contar o que?
–Quem você é e de onde vem.
–E precisávamos vir para um armário de vassouras pra isso?
–Você é um invasor e um trouxa, se for encontrado acho que será castigado, interrogado e despachado daqui mais rápido que consiga falar Luna Lovegood.
–Trouxa?! Que falta de educação! E por que eu diria Luna Lovegood?
–Por que é o meu nome, seu bobo.
Aquela garota tinha algum parafuso solto. Luna Lovegood, pelo menos ela tinha um nome legal. Entretanto não gostei nada de ser chamado de trouxa.
–Só por não saber o que é trouxa, já diz logo que você é.
–Não estou gostando do seu jeito de falar!
–Deixa eu explicar –Ela sacou um pedaço de pau e recuei achando que ela iria me atacar –Chamamos de trouxa quem não é bruxo.
–Bruxo?
–Isso, você chegou à Escola de Magia e Bruxaria, Hogwarts!
Que incrível! Eu tinha ido parar num mundo de bruxos! Aquele era o mundo mais mágico até agora! Olhei para o graveto que ela segurava, aquilo devia ser uma varinha!
–Faz uma mágica! –Quase gritei.
–Tá. Luminus! –A ponta da lanterna dela acendeu.
–Sério? Eu peço pra você fazer uma mágica e você acende uma lanterna? –Ela fez uma careta de ofendida.
–Esse feitiço ainda estou aprendendo, mas vamos lá: Expecto Patrono!
Uma luz azul saiu da ponta da varinha, ela se expandiu assumindo a forma de uma lebre que saltitou no ar à nossa volta. Eu devia estar fazendo uma cara muito de debiloide por que a esquisitinha riu.
–Agora é a sua vez. Conte-me sua história Dylan Stark.
–Bem, eu... Ei! Eu ainda não falei meu nome!
–É que você é a cara de um personagem de um livro que meu pai tem na sua coleção particular: As Desventuras Sexuais de Dylan Stark.
Fiquei boquiaberto com aquilo, poderia ser coincidência, mas um personagem com o mesmo nome que eu, e que vive desventuras sexuais? Lembrei da vez em que viajei pelo mundo dos sonhos e vi um garoto digitando uma história num notebook, e este era o mesmo título. Será que eu tinha ido parar no mundo da pessoa que teve aquele sonho especifico?
Se parar pra pensar, tudo é possível, afinal Dean Winchester conhecia a história de Nárnia, mas em seu mundo era apenas um livro. Por que não acreditar que toda minha vida não seria um livro em outro mundo?
–Meu nome é mesmo Dylan Stark. Sei que pode ser difícil de acreditar, mas acho que esse livro que você leu, é mesmo a minha história –Ela era uma bruxa, minha história não poderia ser tão ridícula.
Minha maior surpresa foi sua reação: Ela me beijou na boca!
–O que você esta fazendo?
–Se você é o Dylan Stark, precisa coletar energia sexual para salvar seu mundo. Ficarei feliz em ajuda-lo.
Ela não pareceu nem um pouco surpresa com eu me revelar sendo um personagem de um livro. De qualquer maneira eu não podia ignorar sua oferta, afinal Luna era muito bonita e também tinha a minha missão e tals.
Não pensei que iria transar tão fácil assim naquele mundo. Nosso beijo prosseguiu, sua boca tinha gosto de pudim, ou seja, aquele foi um ótimo beijo. Começamos a nos despir, a ajudei a se livrar da enorme bata preta, depois voltamos a nos agarrar enquanto tirávamos as peças de roupa restantes. Quando estávamos só de peças intimas nos encaramos analisando o corpo do outro. Ela era extremamente branca, magra e com seios pequenos.
Tirei seu sutiã e comecei a chupar seus mamilos acariciando seus seios, Luna revirou os olhos e gemeu. Seu gemido era meio esquisito, como tudo naquela garota, mas ainda assim era excitante. Subi beijando sua clavícula, cheguei no pescoço e a mordi, senti seus braços se arrepiando, ela apertou as minhas costas. Apertei suas nádegas e abaixei sua calcinha, deslumbrei sua vagina, não era depilada, mas possuía apenas um linha de pelos loiros, que buceta bonita! Tive que chupa-la, Luna se retorceu e segurou nas paredes.
–Eeeeer! Pelos narguleses como isso é bom!
Mordi suas cochas, e passei a língua delicadamente sobre sua vagina a sentindo tremer, dei um beijão em seu clitóris dançando com minha língua, Luna agarrou meus cabelos com força e gemeu alto. Aquilo me instigava a caprichar mais, apertei suas nádegas e lambi aquela buceta com vontade, realizando diversos movimentos com a língua. Meu pau já estava duro por baixo da cueca, me livrei daquele pano e me pus a me masturbar enquanto continuava aquele sexo oral caprichado.
Me levantei e Luna segurou meu pênis com certa curiosidade, depois começou a me masturbar, acho que estava pensando em me pagar um boquete, mas acabou desistindo e querendo pular logo para a penetração, pois puxou minha rola e a roçou em sua vagina. Nos beijamos até ficarmos ofegantes, agarrei seu corpo, apertando e arranhando, mordi seu lábio e acariciei seu seio e então a penetrei.
–Eeeaaaar!
Era tão apertada que podia sentir as paredes da vagina pulsando, comecei a meter de pé, Luna ofegava e gemia gostoso. Me apoiei na parede metendo e beijando o corpo dela.
–Aaaar! –Ela gritou. Senti meu pênis muito molhado, será que a bruxinha era do tipo que se molhava bastante? Olhei pra baixo e vi sangue escorrendo.
–Você é virgem?!
–Eu era, você acabou de romper meu hímen.
–Você perdeu a virgindade com um desconhecido num armário de vassouras! Não gostaria que sua primeira vez fosse especial?
–Transar com você para ajuda-lo a salvar seu mundo parece especial o bastante pra mim –Ela deu um sorrisinho e me beijou na boca –Agora continua.
Percebi que Luna estava sentindo dor, então comecei a meter mais devagar, alisei seu corpo com as pontas dos dedos lhe provocando arrepios, a beijei delicadamente enquanto senti seu corpo ficando relaxado, senti suas paredes vaginas se dilatando. Chupei seu pescoço a fazendo gemer, comecei a aumentar levemente a velocidade de minhas metidas, senti o prazer aumentando e soquei com vontade.
–Aaaar! Eeeer!
–Oooor!
Não havia muita possibilidade para mudar a posição então continuamos naquela até chegarmos ao ápice. Caprichei em proporcionar à ela prazer por todo corpo, mordendo, beijando, chupando, acariciando, a fiz, tremer, se arrepiar e gemer, ao chegar no grande final, Luna agarrou e arranhou minhas costas, gemendo descontroladamente, meti com força a ajudando a gozar. Estava tão concentrado em fazê-la sentir-se bem que nem percebi que também estava chegando perto, aumentei o ritmo das metidas até gozar dentro.
Não importa quantas vezes se goze dentro de alguém, a sensação de sentir sua rola bombeando esperma é sempre maravilhosa! Estávamos ofegantes.
–Não se preocupe por eu ter gozado dentro, eu...
–Você recebeu várias medicações em seu mundo, para ser imune a doenças e não engravidar ninguém. Eu li o livro esqueceu?
A ideia de ter toda sua vida contada num livro era desconcertante.
–Então você sabia que íamos nos encontrar, Luna?
–Na verdade o livro acabou com você deixando a Terra 69 do passado, se despedindo de seu amigo Nico e indo com Violet e Klaus para Terra 23. Procurei o segundo volume como louca, mas acho que meu pai não o tem.
–Uau. Se quiser posso te contar o que aconteceu depois.
–Sério?! Isso seria ótimo, mas primeiro temos que sair daqui.
A doida saiu pelada para o corredor, a segui surpreso levando nossas roupas, ela parou diante de uma parede e fechou os olhos.
–O que esta fazendo?
–Me concentrando para achar a sala precisa.
–Sala precisa? –Lembrei das duas garotas mais cedo –O que é?
Uma porta surgiu do nada e Luna abriu os olhos sorrindo e entrou saltitando peladona, a segui e me surpreendi com o que encontramos. A sala precisa era enorme, parecia algum tipo de sala de treinamento de bruxos, mas havia algumas áreas de regalias, sofás confortáveis e bonitos, cozinha estilo medieval e descobri feliz um banheiro. Luna seguiu direto pro chuveiro e segui, o banho quente foi ótimo, mesmo eu preferindo água gelada.
–Luna, como exatamente funciona essa sala?
–É uma sala mágica, ela se torna exatamente o que você precisa, eu e meus amigos precisávamos de um lugar para treinar e foi isso que apareceu. A gente forma a Armada de Dumbledore. Mas é muita coisa para explicar, você não vai passar muito tempo aqui mesmo então, apenas aproveita e não tenta entender tudo. Todos já devem ter ido para seus quartos, você pode dormir aqui, ninguém vai vir de manhã por causa das aulas, mas depois do almoço venho com minha mochila para partirmos.
–O que? Como assim partirmos?
–Eu vou com você para o próximo mundo! –Ela disse sorrindo e abrindo os braços como se desse uma grande notícia –Depois você me trás de volta instantes depois de termos saído, então podemos viver uma aventura sem que ninguém sinta minha falta.
Acabei acatando o pedido de Luna Lovegood, pra falar a verdade era até bom ter alguém com quem viajar, acabei me acostumando com a Violet. Eu e a bruxinha conversamos mais um pouco, lhe contei sobre minha estadia na Terra 23, o sexo na loja de moveis, meu banquete com os jurados e minha difícil despedida da Violet.
–Como assim você não transou com o Klaus?
–O que? Ele é irmão da minha namorada –Quando disse aquilo corei na mesma hora, não tinha pensado na Violet como minha namorada antes. Luna não pareceu se importar e prosseguiu:
–Qualquer um leia sua história já imagina logo você pegando todo mundo e quando li a parte que Joana Black disse que o Klaus transava muito bem, já imaginei logo vocês dois juntos.
–Pois não aconteceu nada e nem vai acontecer.
–Não tenha tanta certeza ainda falta muito para essa história acabar.
Ela me deu um selinho e saiu correndo pela porta mágica me deixando sozinho na sala precisa. Me deitei no sofá e visualizei meu medidor sexual, estava em 10. Meus pensamentos ficaram circulando pela ideia de minha vida ser um livro, forcei minha mente para me lembrar do garoto que digitava minha história no mundo dos sonhos, só o vi de costas. Tentei focar na tela do computador, ele estava em algum site cujo layout era azul e branco, não consegui lembrar de mais nenhum detalhe.
Eu estava numa escola de bruxaria, estava doido pra sair explorando tudo, queria ver as vassouras voadoras, as criaturas mágicas, os feitiços! Pelo menos se a Luna fosse comigo a veria usando algumas magias, fiquei animado com a ideia.
Caí no sono que nem percebi, estava numa floresta era noite de lua cheia e havia neblina, aquela névoa capaz de transformar qualquer cenário em um lugar assustador. De repente surgiu algo totalmente contrastante com o que parecia o início de um pesadelo: Uma limusine vermelha parou diante de mim, ela brilhava como se estivesse num dia ensolarado ao invés daquela noite assustadora. A porta de trás se abriu e minhas pernas se moveram sozinhas me levando para dentro do automóvel.
–Boa noite, Dylan Stark –Meu queixo caiu. Ali estava simplesmente a mulher mais linda que já vi em todos os mundos que já visitei. Era tão bela que não sabia nem dizer sua idade, seus cabelos eram loiros, ou será que eram castanhos, seu rosto era tão perfeito que eu não conseguia ter uma imagem do conjunto completo, pois cada detalhe parecia puxar minha atenção. Depois de um momento constrangedor em que fiquei zarolho, pisquei várias vezes e me recompus.
–Boa noite, senhorita.
–Presumo que não saiba quem eu sou.
–Sem dúvida lembraria se algum dia tivesse batido o olhar numa existência tão bela –A mulher riu e deu um tapinha na minha perna. Por um segundo me senti a pessoa mais feliz de todos os universos.
–Você sabe que esta sonhando, mas logo nos encontraremos de verdade. Você e sua nova amiguinha bruxa vão visitar meu mundo e me fazer um favorzinho.
–Eu te daria meu coração se me pedisse.
–Eu sei, todos dariam –Ela se inclinou encostando seu nariz no meu –Direi meu nome quando nos encontrarmos de verdade, eu devia ter esperado, mas resolvi adiantar nosso encontro, sou muito impulsiva, mas isso é algo de família –Ela deu um risinho –Te vejo em breve, Dylan Stark –E me beijou na boca.
–Aaaaar! –Acordei gemendo! Já era dia e meu pau estava tão duro que chegava a doer. Abaixei minhas calças o libertando, estava todo babado e latejava.
Ao toca-lo gemi, estava sensível, e eu ofegante. Tentei lembrar da mulher do meu sonho e senti um arrepio percorrer meu corpo. Não sei quem ela era, mas sabia que aquilo tinha sido real, nos encontraríamos novamente!
Tinha acordado tão excitado que não resisti e comecei a bater punheta, aquela mulher tinha me provocado de tamanha maneira que eu parecia ter entrado no cio.
–Oooor! –Gemi com minha mão deslizando por minha rola. Escutei o barulho de uma porta abrindo, mas simplesmente não consegui parar de me masturbar.
–O que? –Um garoto de óculos estava parado boquiaberto chocado ao me ver batendo uma bronha.
–Aaaar! –Gemi. Me levantei me livrando de minhas calças e caminhei em direção ao garoto que estava paralisado.
–Quem é você?! E por que?
Puxei seu rosto e o beijei na boca, ele lutou um pouco, mas acabou se entregando. Esfreguei minha rola sobre a dele por cima de sua calça e pude sentir sua ereção, quando parei de beija-lo ele parecia estar pensando em voz alta:
–A sala precisa sempre mostra o que mais precisamos.
–Isso mesmo bruxinho e sei bem do que ambos precisamos.
–Eu nunca...
O beijei com vontade, abrindo seu zíper e agarrando sua rola, ele gemeu e arregalou os olhos.
–Nem sei seu nome.
–Dylan Stark, e qual é o seu, garoto com cicatriz na testa?
–Meu nome é ooor! –O masturbei e massageei a cabeça de sua rola com meu dedão –Meu nome é Harry, Harry Potter.

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