As Desventuras Sexuais de Dylan Stark

27 Capítulo 26 – Brincando com Varinhas –Harry Potter


Notas iniciais
Ainda em Hogwarts Dylan encontra um certo bruxinho de óculos, vejamos no que vai "dar"

Todo mundo tem ou já teve sonhos eróticos, só que o meu nem foi assim, apenas sonhei me encontrando com uma mulher misteriosa, dentro de uma limusine vermelha, que me beijou na boca e então acordei no cio. Acordei de pau duro e me masturbei desesperado, quando fui abordado por um bruxo adolescente de óculos e com uma cicatriz em forma de raio na testa. Sem pensar em nada como apresentação e sedução, parti logo para um beijo e agarração, o garoto assustado e inexperiente acabou se entregando. Por fim disse-me o seu nome:

–Meu nome é ooor! –O masturbei e massageei a cabeça de sua rola com meu dedão –Meu nome é Harry, Harry Potter.

–Então Senhor Potter, hoje a sala precisa vai te dar exatamente o que você precisa.

Abaixei suas calças o deixando com aquela ridícula cueca branca, enquanto com minha mão esquerda brincava com a rola do bruxinho. Suas caras e bocas diante de uma mera mão amiga mostravam sua inexperiência, ele estava meio desesperado e completamente nervoso. Normalmente levaria aquilo em consideração e iria com calma, mas eu estava no cio.

Me ajoelhei puxando a cueca do Harry para poder contemplar sua piroca, era de tamanho normal, nem muito grande e nem muito pequena, era circuncisado. Chupei a cabeça daquela rola com vontade, depois engoli tudo fazendo uma garganta profunda e provocando gemidos e arrepios no recebedor do boquete.

–Ai! Ooor! Deus!

O masturbei enquanto lambia suas bolas e mordia suas cochas. Me livrei de minhas últimas peças de roupa, o que pareceu deixa-lo ainda mais nervoso. O abracei nu e beijei sua boca ao mesmo tempo que desatava o nó de sua gravata, o ajudei a se livrar completamente de suas vestes e de seus óculos e este se cobriu envergonhado, como se não já tivesse acabado de chupar seu pau.

Beijei o seu pescoço, pelo jeito foi seu ponto fraco, Harry gemeu descontroladamente dobrando o corpo como se estivesse levando um choque. O empurrei no sofá e me deitei por cima, nossas picas se enroscavam, minhas mãos apertavam suas nádegas e minha língua o enlouquecia pelo pescoço. Ele era extremamente branco, cada toque deixava uma marca vermelha que aos poucos ia suavizando. O virei e me pus a beijar e morder suas costas, dei um tapa forte em suas nádegas o fazendo gemer, depois dei outro e mais outro, senti que ele gostava pela forma que gemia e não reclamava.

–Encontrei alguém que gosta de apanhar.

–Eu não –Dou um tapa forte –Aaaiii!

Bati e apertei aquelas nádegas sem pelos, marcas vermelhas dos meus dedos ganhavam destaque naquela pele branca. Arranhei suas costas e me abaixei mordendo sua bunda. O bruxo gemia, mas empinava o rabo esperando por mais, ele tremeu dos pés à cabeça quando mordi bem próximo ao seu ânus, para provocar dei uma baforada quente e fui mordendo contornando o buraco. Quando o vi enlouquecendo, enfiei a língua de uma vez.

–Aaaaaaar! Ai! Ai! Aaaaar! Céus! Aaarrr!

Minha língua dançou naquelas pregas, minhas lambidas o deixavam louco e seus gemidos provocavam o mesmo em mim. Minha rola estava toda babada e latejava tanto que parecia ter vida própria, sei que devia enfiar dedos naquele cuzinho virgem, mas não podia mais esperar e o penetrei.

–Aaaaaaaar! Calma! Tá doendo!

–Oooooor! –Gemi sentindo meu pau invadindo aquele orifício apertado –Que cuzinho gosto-SO! –Na última sílaba dei uma estocada forte e profunda.

–Aaaaar!

Ele estava todo tenso e travado, respirei fundo e caí na real, não podia transar daquele jeito sem me preocupar com meu parceiro sexual. Beijei seu pescoço de modo tão doce que o peguei de surpresa, alisei seus braços e segurei sua mão:

–Tenha calma, vou de vagar.

Mordi sua orelha e movi os dedos levemente por sua pele sentindo seus poros arrepiados, aos poucos pude sentir seu ânus se afrouxar e foi aí que comecei a me mover vagarosamente.

–Ai! Aaar! –Ele gemia, mas dessa vez de prazer.

Fui aumentando o ritmo a medida que senti segurança, me apoiei usando os braços e olhei pra baixo vendo minha rola entrar e sair daquele buraco, tirava até a metade e enfiava de uma vez o fazendo dar um gritinho, aquilo me divertia, repeti o processo mais algumas vezes e então sem aviso comecei a meter com vontade.

–Aaaaa-ooorr-aaaar! –Harry mordeu uma almofada.

–Caralho! Que tesão! –Tive visões do meu sonho, do momento que aquela mulher tocou meu joelho e depois do beijo que me deu –Ooooooor! –Meti com muito mais força.

Harry gritou sem som fechando os olhos e arregaçando a boca, minha virilha batia com força em suas nádegas provocando um alto barulho, o vai e vem estava muito gostoso. Suas costas estavam arrepiadas, a forma desesperada que ele mordia a almofada só me fazia meter ainda com mais força. Mordi sua orelha lhe provocando espasmos, puxei seu cabelo forçando sua cabeça pra trás e beijei seu pescoço enquanto o fodia como um animal selvagem.

Encaixei e segurei seu tronco, depois o puxei para sentar-se sobre mim, ele colocou os pés sobre o sofá e os braços sobre o encosto, segurei sua cintura e o guiei no movimento de sobe e desce. Se alguém nos assistisse de frente teria uma ótima vista, aquele bruxo bonito quicando em minha rola e seu próprio pau balançando.

–Esta gostando da minha varinha, seu safado? –Sei que foi um trocadilho podre, mas não resisti a fazê-lo. E para minha surpresa o tal Harry Potter foi na onda:

–Seu pênis esta tão duro que parece que você lançou um petrificus totalus nele –Não sei o que porra aquilo queria dizer, mas na hora soou muito sexy.

Agarrei sua rola branca e o masturbei estava muito dura, ele devia estar adorando ser fodido daquele jeito. Continuamos naquela posição por um tempo, até que senti meu orgasmo chegando, parei de meter e desmanchei a posição, pois queria prolongar aquela foda. O bruxo deitou-se exaurido e me pus a chupar sua piroca novamente, seus gemidos eram alucinantes, o gosto de seu órgão era agradável, engolia tudo, lambia a glande, sacudia batendo a jeba no meu rosto.

Harry Potter era realmente muito branco, sua virilha e nádegas era isenta de pelos, mas em seu tórax e barriga alguns começavam a nascer. Chupei seus mamilos e beijei todo seu corpo, fui até sua boca iniciando uma deliciosa pegação, nossas línguas se entrelaçavam, mordi seu lábio inferior, ambos respirávamos ofegantes. O bruxinho arriscou a chupar o meu pescoço, mas foi muito desajeitado e só me fez sentir cocegas. Sem ofendê-lo, o puxei de volta para meus lábios o beijando até o calor e desejo se tornarem insuportáveis.

–Me come! –Pediu o bruxo, adoro quando pedem para fode-los!

Coloquei o garoto de frente e com cuidado o penetrei, simplesmente amo essa posição, pois posso ver o corpo e as reações de quem estou fodendo. Harry apertou o estofado e fechou os olhos como se sentisse muita dor, mas na verdade o que sentia era prazer. Quando completei a enfiada, pulsei minha rola dentro dele e gememos juntos.

–É como ter um coração no cú! –Comentou ele.

–É realmente uma sensação “mágica”.

Comecei a meter e o vi ficando doido, arregalando os olhos, balançando os braços, as vezes tentava parar meu movimento com as mãos, mas era nítido que nem estava se esforçando, o safado queria que eu continuasse a comer seu rabo! O beijei na boca sem parar de meter, depois fiquei ereto olhando pra baixo assistindo minha piroca entrando e saindo daquele buraco apertado. Alternei nas formas de meter, ia devagar para sentir o prazer de cada centímetro, enfiava com força e tirava de leve, metia o mais rápido que podia.

Harry começou a se masturbar e o vi gemer ainda mais, sua mão se movia freneticamente como se aquela fosse a última punheta de sua vida.

–Aaaar! Ooor! Que gostoso! Mete assim! Oooor! Ai EU VOU GOZAR! –Ele anunciou desesperado pego de surpresa, pelo jeito estava tão concentrado no prazer anal que nem percebeu que estava chegando ao ápice –Mete! Mete! Mete! Ooooor! –Agarrei suas cochas pegando apoio e me pus a meter com toda a força sentindo que também estava chegando perto –Ooooo-ooo-ooor! –Harry gozou em jatos que lhe sujaram a barriga, não sei dizer o que era mais branco, sua pele ou seu esperma.

–Ooooyeeer! –Comecei a gozar dentro e o bruxo pareceu ainda mais surpreso e desesperado.

–Aaaaar! Esta muito quente! Ai meu cú!!!

Comecei a rir e a gemer ao mesmo tempo. Quando terminei e puxei meu pênis, ele estava sujo de sangue.

–Ai meu Deus vou morrer!

–Não seja tolo, é normal isso acontecer as vezes. Afinal esta doendo?

Ele demorou a responder como se analisasse as sensações do próprio cú, mas por fim disse que não. Sem muitas explicações fomos tomar banho e depois nos vestimos. Meu medidor sexual estava em 13%.

–Perdi o BV e a virgindade na mesma semana! Uau esse ano não esta sendo de todo mal –Comentou o garoto –Agora preciso ir para aula de “Proteção contra as artes das trevas” –Ele fez aspas com os dedos nas últimas palavras –Como eu odeio aquela mulher maldita! –Depois voltou-se para mim –Obrigado senhor Dylan Stark e obrigado Sala Precisa. Nos vemos por aí.

–Talvez sim, talvez não, nunca se sabe –Eu estava sendo sincero, afinal depois de visitar o próximo mundo, voltaria àquele para trazer de volta a Luna Lovegood que me convencera a leva-la comigo numa aventura.

Cerca de vinte minutos depois ela chegou com uma bolsa de suprimentos e já foi logo explicando seu plano de viagem, sem nem me dar bom dia:

–Viajaremos para outro mundo, depois você me trás de volta pra Hogwarts alguns minutos depois desse momento, assim podemos viver uma aventura e ninguém sentirá minha falta.

–Tem certeza de que quer fazer isso? Viajar por entre os mundos nem sempre é seguro.

–Esta falando sobre quando você foi à Storybroke e quase foi morto por vários de seus moradores? A propósito eu sempre shipei você com o Henry.

Corei um pouco, fora a Violet o Henry foi a pessoa que mais mexeu comigo, afinal foi estando com ele que admiti pra mim mesmo que também gosto de garotos e parei de usar a desculpa de que tudo que faço é pro bem do meu mundo.

–Sem mais delongas vamos logo viajar! –Olhei a nossa volta procurando algo para abrir o portal.

–Usa a lareira –Sugeriu a loira como se lê-se minha mente.

–Tá legal! Aí vamos nós.

Peguei a Chave Mestra das Dimensões e abri um portal usando a lareira, olhei para a cara da bruxinha, seu sorriso ia de orelha à orelha. Entendo o que ela devia estar sentindo, você ler um livro e ter a chance de viver aventura com seus personagens favoritos, devia ser incrível! Atravessamos o portal e fomos parar num outro mundo onde viveríamos uma perigosa e excitante aventura.

A primeira coisa que percebemos daquele novo mundo foi uma exclamação do que pareceu uma multidão. Abri os olhos e me deparei com dezenas de crianças e adolescentes usando basicamente as mesmas roupas: Calças jeans e camisa laranja.

–É... Oi? –Aquela não era bem meu tipo de entrada favorita, afinal preferia não chamar muita atenção.

–Pela barba de Zeus, quem são vocês? –Perguntou um sujeito que me fez recuar e Luna sorrir.

–Oi senhor centauro! –Ela cumprimentou acenando para aquele enorme sujeito meio homem, meio cavalo.

Eram muitos olhares que sobre caiam sobre nós, mas um par de olhos em especial me pareceu mais preocupante, uma garota de cabelos castanho-avermelhados, olhos verdes, usava um moletom e calças jeans sujas de tinta. Algo em sua forma de andar, ou talvez o jeito ameaçador que apontou uma escova de cabelo azul em minha direção, me deixou realmente nervoso.

–Muito prazer em conhece-los forasteiros de outro mundo. Meu nome é Rachel Elizabeth Dare e sou a porta voz do espirito de Delfos. Sua chegada é esperada de acordo com a profecia que ditei na hora do almoço de ontem –Suas palavras possuíam um misto de seriedade e deboche.

–É... Onde exatamente estamos? –Resolvi perguntar.

–Bem vindos ao Acampamento Meio-Sangue.

Notas finais
Comentários? Expectativas para o próximo arco? Rachel Elizabeth Dare