As Cronicas De Alice Steiner
1 Atravesso o país com um bode
Notas iniciais
Espero que gostem!
Peguei tudo oque achei tealmente importante ( livros, roupas, comida, I Pad, tudo) Coloquei a mala em minha cestinha da árvore, e a descí primeiro. Depois eu me agarrei a árvore e fui descendo devagar e com cuidado. Deixando as meus pais apenas um bilhete de consolo. Agora o moçoilo poderia me dizer a onde vamos com tanta pressa e tão furtivamente? Sim e não. — Ele começou a olhar para minhas calças e lembrei-me que ainda estava de pijamas. Corei. Onde você comprou esse pijama?-perrguntou ele. Não tente mudar de assunto! Não, é... Que eu gostei da estampa. Seu mentiroso! E quantinuamos a andar en direção a um ponto de taxi, não muito longe. Não havia ninguém nas ruas, estava tudo tão silêncioso que me dava até medo. O silêncio foi quebrado quando ouvi passos pesados vindos do outro lado da rua. Olhei ao redor e observei um BMW convercível estacionado do outro lado da rua. Pensei rápido. Contei meu "semi-plano" á Luca ele entendeu perfeitamente. Você sabe fazer ligação direta?- perguntou- me ele Vou aprender! Você sabe dirigir? Vou aprender! Você já roubou um carro? Não, mas já roubei lápis, borracha, roupa, comida e livros de diverssar pessoas! Estamos mortos! — Concluiu ele Não seja pessimista! É que nem na escola! Eu estou aprendendo muitas coisas em um só dia! Os passos estavam mais próximos. Meu coração desparou. Corri com Luca até o carro e colocamos tudo no porta malas. Os chão agora tremia com a intencidade dos passos. SOCORRO!!! Pensei Nos apressamos, mas agora já se via a silhueta humanoide se aproximando. Não daria tempo de executar o plano. Tomei uma atitude de coragem. Você vai tentando fazer a ligação direta, enquanto eu distraio a coisa. Você ta louca?! Não pode, não tem experiencia nem arma! Isso deve ser um lestrigão!!! Um les-oque? Depois te explico!- Ele me agarrou pelo braço — Mas você não vai lá! Soutei-me e corri em direção a coisa que agora estava a poucos metros de distância. — Não sou indefesa, vou mostrar a Luca que eu posso combater isso! Vou salvar a gente! — Falei baixinho comigo mesma Assim que o...troço alcançou um poste de luz pude ver seu medonho rosto, ele tonha olhos de tubarão, cabelos oleosos até os ombros e cerca de 3 metros de altura. Seus musculos estavam a amostra em sua camisa sem mangas. Engoli em seco AQUILO era um les-seiláoque enorme. Sinto um delicioso cheirinho de hamburger de meio-sangue! A obrigada, é meu shampoo novo...- falei sem saber com o que falava Você será um ótimo lanchinho da meia-noite!- rugiu o monstro Eu fiquei com muito medo, tenho admitir que não é qualquer dia que te convidam para um jantar onde você vai ser jantada. Dei um sorriso meio sem graça Então você aceita o meu convite? Vai jantar comigo? E você aceita ser meu enfeite do dia das bruxas? Ele rugiu, seus olhos se encheram de ódio e perfuraram minha alma, acho peguei pesado nos ensultos. Porque quase que imediatamente uma bola de bronze fervendo foi atirada em minha direção, me esquivei e contraataquei. Sem sucesso. Outra bola de bronze, arranquei meu colara que a enfermeira me deu de presente quando nasci, e estranhamente ele se transformou em uma faca de bronze como as esferas do monstro. Corri em direção ao monstro e enfiei minha nova faca em seu enorme, grotesco e nojento pé. Olhei para Luca no BMW, ele assistia atentamente minha luta. Voutei minha atenção para o monstro, mas ele não estava mais lá, em seu lugar havia apenas uma nuvem de poira dourada. Corri para o carro e sentei-me no banco do motorista. Fiz tudo oque aprendi nos filmes e livros em relação a ligação direta, e surpreendentemente deu certo. Para onde vamos? — perguntei A...- Aparentemente Luca ainda estava em estado de choque — para...para...An... Eu te dou as coordenadas Oque? Acho que isso esta indo longe de mais... Não, é só que... Temos que buscar um amigo, meu amigo. SEU AMIGO? Agora eu sou oque? Motorista? Não... É que ele é importante, para a gente. De verdade. Jura? Pela nossa amizade? Juro. O.K. Dirigir não é nada fácil, na verdade é mais complicado que algebra. No começo então, terrivel. Eu bati em 3 postes, 2 árvores e sei lá quantos semáfaros. Mas com o tempo eu peguei o jeito, e foi legal.
Luca me guiou até uma casa minúscula com cheiro de bosta. Ele entrou sozinha e sem bater na porta, e demorou uns 10 minutos para que voltasse. Quando voltou tinha um homem em sua compahia, ele tinha barba, cabelos castanhos e usava boné a noite, calças jeans largas e uma blusa laranja. E eu ainda estava de pijamas. Seu cheiro era pior que o de sua casa, ele empestiou o BMW. Seu amigo já tomou um banho...esse ano? -cochichei para Luca Sinceramente, não sei. -respondeu Luca Eu ri um pouco, ele riu. A me desculpa, esse é Colin. Um sátiro. Um oque? Sátiros são seres meio bode e meio gente. Garanto que esse cheiro não é humano. — disse eu Mais algumas risadas. A, e Colin essa é Alice, minha " amiga" — ele pronunciou a palavra "amiga" como se fosse uma doença muito contagiosa. A... Entendo. Você é uma garota de sorte, Luca é um garoto ótimo. Eu corei, e enfiei o pé no acelerador, ri um pouco e partimos. E agora, para onde vamos? A sim, Nova York. Mas é do outro lado do país! Desculpe. Eu nos levo a Nova York, se... Ai meus deuses!- resmungou Luca Se, nós pararmos para descançar antes. Certo, mas antes nos leve á um hotel. O hotel mais próximo era à quase 10 kl de distancia da casa de Colin. Quando chegamos não tive problemas, paguei apenas 2 quartos no cartão de crédito de meu pai. E como nem eu, nem Luca queriamos dividir quarto com o Colin, dividimos o quarto. Coloquei as malas no quarto e percebi algo entereçante, havia apenas uma cama de casal no quarto. Senti uma ponta de felicidade dentro de mim. Você se importa se dividirmos cama?- Luca perguntou entrando no quarto. Não, sem problemas? Ele entrou no banheiro, tomou banho e trocou de roupa. Eu ri comigo mesma e fiquei pensando se ele gostava de mim tanto quanto eu gostava dele. Ele retornou ao quarto e deitou na cama se cobrindo até o nariz com o cobertor. Sim, estava bastante frio, mas não era para tanto. Entrei de baixo das cobertas e dormi. Boa noite.- eu disse Boa noite. E peguei quase que instantaneamente no sono. Meu sonho era assim; Havia uma enorme fogueira, com várias crianças cantando músicas de acampamento. Normal. Quando as chamas passaram para um tom meio avermelhado e de dentro da fogueira saiu um livro grosso e velho com a capa da mesma cor das chamas. Ela se aproxima — Disse um sátiro, com cabelos louros meio avermelhado. O silêncio predominou enquanto um centauro examinava o livro de fogo. Depois surgiram murmúrios ao fundo, mas todos distantes. O sonho mudou, agora eu estava em outro acampamento, mas esse era diferente, tinha uma cidade, um rio, e uma infroestrutura muito melhor. Os campistas estavam todos lutando quando a fogueira surgiu no meio do campo de batalha, sozinha. Os campistas mais próximos, se afastaram, e outros tentaram apaga-lo com água. Mas nenhum consegiu nem abaixar as chamas, o fogo era muito intenso para ser vencido por baldes d'agua. Então a sena se repetiu, aschamas mudaram de cor e um livro velho e grosso com capa vermelha saiu das chamas, que ardiam nossos olhos. Alguém xingou em latim. E uma garota com cabelos castanhos e olhar severo foi até a fogueira e pegou o livro, abriu-o e uma luz dourada tão intensa quanto a da foguera ardeu em seus olhos, ela a apontou para a fogueira que imediatamente se apagou. Ela xingou em latim. E chorou um pouco, depois correu para longe do tumulto. Aí eu acordei envolvida nos braços de Luca. Não consegui conter o sorriso, mesmo após um sonho desses acordar envolvida pelos braços do garoto que você gosta é a melhor coisa do mundo. Levantei e olhei pela janela, já havia amanhecido. Olhei para Luca que dormia serenamente, com seu pijama listrado de azul. Bom dia! — Eu disse me sentando na cama, ao seu lado. Ele gemeu, eu ri, ele gemeu de novo. Vamos, acorde seu preguiçoso. Não- bufou ele — só mais cinco minutos. Não Luca, temos que partir! Ele se sentou, esfregou os olhos, se espriguisou, bocejou e finalmente disse. Bom dia! Finalmente! Sei como minha mãe se sente! Ele sorriu. E se aproximou, chegou mais perto, mais perto e... O maldito Colin abriu a porcaria da porta justo na hora em que eu ia ganhar meu primeiro beijo. Bom dia!!! Não esta um lindo dia!?- ele se tocou do que estava prestes a acontecer — Me desculpe, estou interrompendo algo? Não Colin, só estavamos... Você sabe... É que.... — gagejou Luca Sim Colin, na verdade, você interrompeu algo. Mas, agora esquece, tá?! Não era nada tão importate. — eu fui direta e cruel, mas foi preciso, só espero não ter magoado Luca, nem Colin O.K. Se não era importante... Vamos! Farejei uma benevolente a cinquenta quilometros. Trocamos de roupa e partimos. Paramos em uma farmácia para comprar purificador de ar, perfume e balas de mente para Colin, seu cheiro agora era insuportavel. Paramos para dormir e comer algumas vezes. Mas sem demais sonhos. Depois de 3 dias, tinhamos apenas, mil dolares, três barrigas famintas e 100kl de Nova York. Já estamos chegando, só umas duas horas. — alertou Colin Finalmente, estou faminta- eu disse Aleluia!!! — disse Luca Agora só mais 99kl e chegamos — disse Colin entusiasmado Eu comecei a rir, essa era minha primeira grande aventura, e não podia ser melhor, sentia que ao lado de Luca e Colin nada nunca daria errado. Admito que atravessar o país com um bode não é nada facil, eles fedem a esgoto e bosta. Se tentar, leve muito purificador de ar e perfumes, a e balinhas de menta, o pior deles é o bafo. Luca adormeceu no banco ao meu lado, e Colin no banco de tráz já estava roncando e babando. Quando finalmente chegamos a Manhattan eu acordei Luca. Bem vindo a Nova York! Nossa, ela é linda! — comentou ele. Tem razão, Manhattan de noite é magnifica! A, não. Eu me referia a você — se explicou ele. Corei A obrigada. Ele sorriu. Eu apenas disse a verdade. Eu comecei a rir. Ele riu um pouco, fiquei muito sem graça. Acordamos Colin que nos disse para nos dizer a onde iamos. Ele me deu as coordenadas estimadas por ele. Levou cerca de meia hora para chegarmos onde Colin supunha ser o tal Acampamento meio-sangue. Mas não chegamos á lugar algum. Subimos uma colina enorme, para chegarmos apenas a um campo de morangos. Não havia nada além de morangos, grama, colinas e um pinheiro com algo que aparentava ser um velocino dourado. Mas Colin insistiu que lá era o lugar certo. Que a pele de carneiro dourado era um sinal. Mas ele não me convenceu, como o acampamento podia ser ali se não havia nada? Subimos a colina, e chegamos até de baixo do pinheiro, levei um susto quando ví que havia um dragãoguardando o velocino. Meu coração veio a boca, não queria ter que lutar contra um dragão. Respirei fundo, engoli em seco, e passei pelo dragão, bem devagar, e com todo o cuidado possível. Puxei a mala até o topo da colina. Passando pelo dragão sem problemas. Pena que com Luca não foi assim, ele era tão desastrado que tropeçou na calda do dragão, caindo em cima dele. O dragão rugiu e cuspiu fogo em sua direção. Não!!! Deixe-o em paz! — gritei e corri em sua direção deixando para tráz a mala. Peguei minha faca de bronze e ameacei o dragão, ele recuou. Saia daqui Luca!!! Deixe ele comigo! Luca correu em direção aos morangos. Eu ameacei o dragão novamente ganhando tempo para Colin passar, ouvi o barulho de seus cascos indo em direção a Luca que havia se sentado a minha esquerda com a respiração pesada com o susto. Eu havia ganhado tempo para os dois, mas e para mim, eu estava cara a cara com um dragão relativamente grande, com apenas uma faca. O dragão cuspiu muito fogo em minha direção, e eu recuei, mesmo assim ele me pegou, o lado de meu braço esquerdo estava em chamas e chamuscava, corri atavessando o pinheiro. Magicamente havia um acampamento ali, sei que isso é impossivel, fiquei chocada, mas eu havia me consentrado na dor de meu braço. E se pensarmos bem, dragões, sátiros, semideuses e lestrigões tambem não existem. Uma lágrima escorreu por minha bochexa, meu braço queimava, doia muito. Gritei de dor. Colin notou o ocorrido, e veio até mim. Garota está tudo bem? Nossa isto está feio, é melhor irmos à Quíron ele vai saber oque fazer. Está...está tudo bem. Andei um pouco, mas só consegui ver uma casa branca e azul grande ao fundo, com alguns campistas antes de desmaiar. Não tive sonhos, apenas repassei a imagem de Luca sobre o dragão diverssas vezes em minha cabeça, e também refleti sobre meus pais, eles deveriam estar uma fera comigo. Procurando por mim como loucos.
Parecia que haviam se passado algumas horas, mas na verdade, foram dias. Acordei algumas vezes e vi Luca sentado a beira da cama, fitando-me, ou via uma garota loura se olhos cinzentos dando-me comida, uma vez foi Colin desesperado. Quando acordei pela ultima vez quem estava ao pé da cama era a menina loura de olhos cinza. Bom dia! — Adisse ela alegremente — Você quase não chegou aqui. Sabia? Deculpe, mas, quem é você? Annabeth Chase. Filha de Atena. E você é Alice Steiner. Certo? Acho que sim. Ela riu um pouco. Depois me ajudou a levantar e fomos até Luca que esperava na porta da casa. Tremendo e rezando. Eu sentei ao seu lado, e lhe dei um beijo na face. Ele estranhou, mas quando olhou para o lado deu um enorme sorriso. Graças aos deuses!!! Meu braço ainda estava enfaichado e doendo mas a felicidade dele me alegrou. Oi, para você tambem!- disse eu A, oi! A queimadura havia sido feia, meu braço inteiro havia torrado. Eu não tinha o visto na hora por medo, medo ser muito feio, e eu tinha rasão. Parece que sangrou tanto que eu desmaiei e caí no chão, bati a cabeça com força no chão. A essa hora eu podia estar morta. Se sente melhor? — ele me perguntou Sim, meu braço ainda doi, mas não muito. Ele sorriu e me deu uma piscadela. Você é forte. Sei disso, confio em você. Eu sorri. Senti meu estomago revirar. E meu coração disparou. Meus pais, pensei. Onde eles estavam?Porque ainda não haviam ligado? Eu tinha que contar-lhes sobre minhas aventuras. Meus pais ligaram, em quanto eu estava desmaiada? Alice... Seus pais não podem saber sobre isso. Não podem saber sobre o acampamento, sobre os deuses, monstros, nada. O.K? — Certo. Mas, deuses? Que história é essa? Você ainda me deve respostas! — A, sim, é claro. Mas não serei eu a lhe contar essa história. Espere um pouco, vou chamar Quíron. Meu mundo havia virado de ponta- a-cabeça. Oque era tudo aquilo? Monstros à uma semana não existiam para mim, eram apenas ficção, coisas que só existiam em livros e filmes. Mas eu abandonei tudo, estupdamente para conhecer um novo mundo, onde coisas extraordinárias podem acontecer. Um mundo onde tudo é possivel. É algo mágico sabe, voltar a ser criança de um dia para o outro. Descobrir que tudo que você idolatrava quando pequena é real. Que tudo que você julgou impossivel, na verdade, é possivel. É algo tão lindo e mágico ser criança, mesmo quando não se é cronológicamente criança. Daquele dia em diante, eu seria eternamente uma criança de 8 anos, mesmo tendo 15, mesmo quando eu fizesse 60, eu seria uma criança. Agora redescobrindo um novo mundo.
Notas finais
Eu escrevi essa história já faz um tempo quando estava entediada, mas só tem um capítulo. Vou escrever mais depois.
Compreenção, não tive tempo de revisar os erros de portugues.
Espero que gostem!
Compreenção, não tive tempo de revisar os erros de portugues.
Espero que gostem!
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