Arqueira perdida

26 Avalanche de emoções.


Notas iniciais
Notas: a partir daqui eu comecei a me sentir bastante desconfortável com a história, não sabia como acaba-la e achava que ja estava dando voltas o suficiente. A escrita está péssima e a linha do tempo também, eu mudei uns acontecimentos nos capitulos anteriores e acho que não consigo dar um bom plot a eles mais. Mas espero que gostem, mesmo sabendo que ninguém está lendo.

O dia amanhecera nublado e frio, continuar nas ruínas de Gorlan não era uma opção, Will tinha bastante pressa para chegar ao castelo. Ninguém queria perguntar a ele o motivo de tanta pressa, na verdade Hanna tinha um palpite, mas como se tratava de um assunto pessoal, decidiu não comentar com ninguém. Fred e Jorge foram os que mais demoraram a desarmar as barracas e por um momento Hanna pensou que Will iria meter um soco na cara de cada um, ele era treinado e paciente, mas tudo tem seu limite.

— Ah, pelas barbas de Gorlog! andem de pressa suas mulas, Emma, Hanna vão ajudá-los

— Que bicho mordeu ele? –Emma Perguntou baixinho.

— Não tenho a mínima ideia – Respondeu Hanna.

As duas ajudaram os meninos e em menos de dez minutos já estavam prontos, Hanna foi até Segredo e deu-lhe uma maçã, os outros três fizeram o mesmo. Menos Will, geralmente ele era o primeiro a ir cuidar de seu cavalo, mas dessa vez não o fez, ele estava acabado, seus olhos tinham olheiras, seu cabelo estava despenteado e nem usava a capa para disfarçar a cara feia, parecia ter chorado a noite toda, pois seus olhos estavam inchados e vermelhos. Todos montaram em seus cavalos e partiram, Hanna e Will foram pna frente, e Will cada minuto acelerava o passo de Puxão, tornando bastante difícil para Emma, Fred e Jorge acompanharem, menos para Hanna que já se acostumara a mudar de ritmo no cavalinho rapidamente.

— Ok, desisto o que está acontecendo com você? – Perguntou impaciente.

— Nada. – Will respondeu secamente.

— Qual é Will, você não me engana!

— Ta. – Respondeu mal humorado. – É Alyss, antes de você voltar do transe, ela me mandou uma mensagem de Iris.

— Ela sabe fazer isso?... Desculpe, continue.

— Sim, eu a ensinei, deixei uns dois dracmas se houvesse algum problema com ela, e bem... – Ele foi hesitando. – ela... Ela...

— Ela?

Seus olhos já estavam enchendo de lágrimas, queria controlá-las, mas não conseguia e decidiu que era melhor deixar que caíssem, respirou fundo para poder controlar a voz, mas não conseguia.

— Eu não deveria ter vindo, não deveria, é culpa minha... – Agora as lágrimas caiam fortemente de seu rosto e ele estava gritando.

Parou puxão e desceu dele, Hanna fez o mesmo e pediu para que seus amigos ficassem mais para trás, era muito raro ver Will chorando ainda mais na frente de desconhecidos. Para falar a verdade Hanna nunca, no tempo em que esteve com ele o viu chorar, e agora ele o fazia sem se importar quem visse.

— Will, calma, me fale o que aconteceu... – Hanna já estava entrando em desespero.

— Alyss... Ela perdeu o bebê!

Hanna ficou tão perplexa que não conseguiu falar nada, nem mesmo conseguiu processar que essa informação ele não havia compartilhado com ela. Não sabia se o abraçava se chorava junto com ele ou se se culpava, pois era por ela que ele estava ali. Então se censurou, não poderia pensar em nada, tinham que continuar a viagem o mais rápido possível. Levantou-se e falou com a voz mais firme que conseguiu.

— Vamos logo. Temos assuntos pendentes.

Ajudou Will a se levantar e para seu alivio os três amigos já haviam montado em seus cavalos, Will e Hanna fizeram o mesmo e logo seguiram viagem, ao que pareceu uma hora de tortuosa viagem, conseguiram ver ao longe os majestosos muros do castelo de Araluen, mas seguiram reto. Andaram aproximadamente um quilometro e logo estavam passando pelos rios Slipsunder e Salmon e para alivio total de Will o castelo de Redmont se encontrava a menos de 500 metros de distancia de onde estavam.

O sol já se punha quando chegaram ao castelo e na porta de entrada havia dois guardas parados, esperando tudo o que se imagina, mas eles não iriam deixar forasteiros passarem tão fácil, a menos é claro que conhecessem esses forasteiros.

— Quem vem lá? – Perguntou o primeiro soldado.

— O arqueiro Will Tratado, sua aprendiza e três amigos. – Hanna respondeu vendo que Will não iria fazê-lo!

Os guardas se entreolharam, e o outro abriu a boca para protestar, mas Will vendo o breve movimento respondeu a pergunta não feita.

— Ah, pelo amor dos Deuses, sou eu, agora abram essa porcaria de portão antes que eu enfie uma flecha na cabeça de cada um.

Diante daquela ameaça os guardas gritaram um comando para o portão ser baixado e logo em seguida os cinco o atravessaram, quando chegaram às portas do castelo havia mais dois guardas na entrada, mas nem fizeram cerimônia, pois viram a cara de Will e logo abriram a porta. Quando entraram no grande salão de entrada, Hanna percebeu um pequeno movimento em uma porta lateral, iria avisar Will, mas logo mudou de ideia, pois a pessoa que saiu da porta era Pauline.

Will foi correndo em sua direção para abraçá-la, e Hanna pôde ver que seus olhos estavam inchados, pela perda do bebê de sua “filha”. Hanna sempre achou engraçado, pois Halt e Pauline eram casados e Halt considerava Will como filho e Pauline Alyss como filha, então quando Halt morreu ela se viu meio que obrigada a cuidar de seu antigo aprendiz.

Ela já estava velha, seus cabelos não eram mais loiros e sim brancos, sua pele estava enrugada, mas mesmo assim continuava com a postura que sempre teve. Mesmo envelhecendo tinha sempre uma expressão suave em seu rosto. Os dois nos deixaram em questão de minutos, Hanna não precisava de um guia para andar no castelo, conhecia ele como se fosse à palma de sua mão. Mesmo assim nunca o intitulou como um verdadeiro lar. Só foi despertada de seus pensamentos quando ouviu Jorge dizer.

— Uau, você morava aqui Hanna?

— Sim, morava.

Ficaram no salão por um tempo, então um cara, com seus aparentes trinta anos, entrou no salão, ele era baixo, magro, narigudo, seu cabelo era loiro e seus olhos pretos.

— Senhores. – Falou com a vozinha esganiçada. – O barão Arald está os esperando, sigam-me.

Os quatro foram atrás do projeto de homem que os guiava até os aposentos do Barão, subiram as escadas em caracol, e passaram por uns seis guardas e por varias portas também, Hanna percebeu que havia movimento e barulho em uma delas e por um instante parou para escutar ficando para trás e se surpreendeu quando ouviu a voz suave de Alyss.

— Will, não foi sua culpa.

— Claro que foi. Não deveria ter te deixado pra fazer essa porcaria de missão...

— Will. – Falou Pauline. – Sei que está abalado, mas Alyss não precisa que você se culpe, ela precisa de você.

E com aquelas palavras de Pauline, Will se calou e abraçou a esposa. Hanna decidiu continuar a caminhada e percebeu que não tinham se afastado tanto, muito menos percebido o distanciamento, pois todos estavam muito ocupados olhando a decoração e o guia estava quase perdendo a paciência. Hanna achou a cara dele engraçada, pois estava vermelha e seu nariz torto, mas achou melhor andar de pressa.

— Vamos pessoal, temos que falar com o Barão, até parece que nunca viram um castelo na vida.

— Pra falar a verdade não. – Respondeu Emma.

— Tudo bem, deixarei vocês fazerem uma excursão quando acabarmos de conversar com o Barão, mas vamos, por favor?

Eles por fim cederam. Depois de muita caminhada chegaram aos aposentos do Barão, o cara baixinho abriu a porta e fez uma exagerada reverência e disse.

— Senhor, os visitantes chegaram.

— Entre Lot...

Os quatro se dirigiram a frente do Barão que estava sentado atrás de uma mesa, indicou quatro cadeiras a sua frente, e cada um sentou em uma, ele estava analisando um a um, olhando de cima a baixo, quer dizer até a cintura, pois estavam sentados e a mesa tampava o resto, então terminando a observação começou.

— O que os trás aqui Hanna e seus companheiros...?

— Fred, Jorge e Emma senhor. – Respondeu Hanna indicando os amigos. – Viemos aqui para tratar de negócios relacionados com o acampamento, bem não exatamente com o acampamento e sim com a gente, mas é que...

— Calma, calma, uma coisa de cada vez.

Hanna nunca ficou atrapalhada quando falava com o Barão, na verdade sabia lidar muito bem com ele, não sabia o que estava acontecendo e ficou bastante aliviada quando Emma tomou o rumo da conversa.

— Senhor, viemos aqui para completar uma missão, precisamos entrar nas terras de Hades, senhor dos mortos e o oráculo mencionou que a entrada se encontra aqui no castelo.

— Entendo. – Respondeu esfregando a barba agora branca. – Sei onde fica esse lugar, mas peço-lhes que esperem ao menos até amanhã ao entardecer, pois preciso descansar, Lot irá mostrar-lhes um quarto para que descansem também, preferem dormir juntos ou separados?

— Juntos senhor. – Responderam em uníssono.

— Muito bem então... Lot leve-os a algum quarto com quatro camas, ainda tenho que falar com Will, pode o chamar aqui?

— Sim, senhor.

Mais uma vez deu uma reverencia tão exagerada que parecia que seu nariz iria encostar-se ao chão, indicou à porta aos quatro, eles o seguiram em direção a um quarto um pouco perto do escritório do Barão, quando entraram Lot parou a porta e com uma cara de nojo perguntou.

— Desejam alguma coisa?

— Por favor, mande-nos um pouco de comida e bebida. – Falou Hanna

— Sim senhora.

Parecia que ele iria pegar alguma coisa e jogar na cara dela, mas saiu do quarto e logo em seguida duas criadas entraram e depositaram umas bandejas em uma mesa que ficava no centro do aposento. Elas queriam ficar ali, mas Hanna pediu que saíssem, e falou que as chamaria quando terminassem. O quarto era quadrado e continha quatro camas, uma estante com livros e uma janela grande embaixo de uma das camas, Hanna logo a pegou, gostava de ficar olhando pela janela. Emma ficou de frente pra ela e Fred e Jorge aos lados. Sentaram-se à mesa e comeram com muita vontade, o peixe estava muito bom o pão que o acompanhava estava macio e as frutas frescas, o suco era de frutas variadas, quando acabaram as criadas trouxeram café e a pedido de Hanna um pouco de mel, quando acabaram as moças limparam a mesa e os quatro ficaram conversando sobre a melhor tática de batalha.

— O que vamos fazer exatamente? – Indagou Emma. – Não sabemos nem o que vamos enfrentar...

— Bem, sabemos sim, são minhas “iguais” e como está no plural acho que são mais de uma, mesmo assim não sabemos o que temos que fazer...

— Nem como nos guiar pelo submundo. – Completou Jorge.

— Na verdade, já sonhei várias vezes que estava lá e sei onde ficam as coisas, só preciso de um papel e alguma coisa para desenhar... Achei.

Levantou-se e foi em direção a estante, havia poucos livros ali, e a maioria estava empoeirada, ela achou o papel em cima de um livro vermelho e preto, seu titulo era “Archer aimlessly” Achou interessante e mentalmente anotou “vou ler ele um dia”. Por fim achou um pedaço de carvão na lareira e voltou a seu lugar... No papel desenhou um circulo incerto e dentro dele vários “X’s” um no centro, e um em cada extremidade entre o do centro e desenhou duas linhas.

— O “X” do centro é o castelo de meu pai, as duas linhas são os rios Lete e Estige, e aqui. – Disse apontando para o “X” da direita. – São os campos de punição. Aqui na esquerda é o Elíseos, em cima é o Tártaro e embaixo não sei informar, mas analisando bem, essas pessoas devem estar ou no Tártaro ou nos campos de punição, já que são do mal, por assim dizer.

— Então vamos mesmo confiar em um desenho vagabundo? – Perguntou Fred sarcástico.

— Faz um melhor então?!

— Calma, estava só brincando!

— Se as criancinhas pararam de brigar, acho que vou dormir, estou exausta, por que certo alguém não nos deixou parar durante a viagem. – Falou Emma.

— Esse certo alguém acabou de perder o filho e se a senhora é bastante insensível pra entender isso por que não ficou descansando lá atrás? – Hanna respondeu secamente.

— Nossa, desculpe, não sabia que ele tinha perdido um filho, mas vou dormir você vem também?

Todos foram deitar, mas quem disse que Hanna conseguia dormir? Ela ficou olhando pela janela, imaginando mil e uma coisas, sempre fazia isso com Sam e Meth, toda sexta feira o Barão os liberava a noite para irem as montanhas olharem as estrelas, ficavam imaginando formas nelas, isso é comum em nuvens, mas com estrelas também funciona.

— Oi... – Falou Fred

— Oi...

— Não vai dormir?

— Não estou com muito sono, na verdade acho que recentemente nunca tenho sono, durmo só por necessidade. Coisas me perturbam, por isso o perco...

— E que coisas são essas, posso saber?

— São tantas, primeiro que sempre me sinto deslocada nos lugares, até mesmo com vocês sinto isso. Segundo porque acho que não sou uma boa aprendiza de arqueiro, acho que poderia melhorar, sabe estive escutando Will falando que não deveria ter vindo atrás de mim e penso... Penso que... – Sua voz ia vacilando, seus olhos marejaram, mas queria continuar falando, faz tanto tempo que não desabafava com alguém. – Que Alyss perdeu o bebê por minha culpa, que afastei Will dela. Que Sam e Meth morreram por minha culpa por que eu me afastei deles, se todo mundo a meu redor morrer... – Foi hesitando mais ainda, e as lágrimas começaram a cair. – Quem será o próximo? Você? Emma? Jorge? Não quero perder mais ninguém e...

— Ei, ei, calma, você não vai perder a gente, pelo menos não há mim, às vezes tenho a impressão de ser inútil, mas nunca deixo isso me abalar, você não deve deixar que essas coisas te abalem também, não é e nunca vai ser sua culpa...

— É sim, é tudo minha culpa, não era pra eu ter nascido, não era pra eu ter conhecido Sam e Meth e eles não estariam mortos e...

Mas antes que ela pudesse terminar de falar Fred a beijou, demorou uns segundo para ela entender o ocorrido, mas logo estava retribuíndo o beijo. As mãos de Fred estavam em seus cabelos escuros e as de Hanna em sua cintura. O beijo dele era suave e doce, quando se afastaram, ele deu um selinho e Hanna abriu um sorriso radiante.

— Por que você fez isso? – Perguntou sem graça.

— Por que você não iria calar a boca... Não gostou?

— Não... Não é isso, é porque acho que vou começar a falar mais. – Pensou em uma coisa. – Vem comigo.

Ela levantou da cama puxando Fred, ele a seguiu sem hesitar, Hanna abriu a porta vagarosamente e foi andando pelos corredores do castelo até se encontrarem diante das portas. Mas antes ela pegou sua capa de arqueiro, pois estava um pouco frio lá fora e ela não saia sem ela.

— Onde exatamente você está me levando?

— Shh, fica quieto e só me segue.

Eles finalmente chegaram ao lugar, a arvore continuava grande e magnifica a luz do luar, as estrelas banhavam o céu em um espetáculo maravilhoso, Fred ficou boquiaberto com a paisagem. Hanna o fez sentar ao seu lado de modo que as raízes não os separassem, a mente de Hanna funcionava a mil, não sabia o que fazer, Fred pegou sua mão e olhou em seus olhos, ficaram olhando um pro outro por alguns instantes até que ela criou coragem e o beijou. O beijo foi ficando cada vez mais intenso, e Fred foi deitando Hanna de vagar na grama cortada, de modo que ficasse por cima dela.

Em nenhum momento Hanna pensou em para-lo, pois queria cada vez mais aquele beijo, as mãos de Fred passeavam lentamente por seu corpo, saindo do peito até pararem nas coxas magras de Hanna, um arrepio a tomava a cada toque. Suas mãos se limitavam somente nos cabelos e no peitoral forte de Fred, até que ele vai levantando a blusa dela bem de vagar, com medo de que ela o faça parar, mas não, ela só queria mais e mais. Até que ela tomou coragem e foi tirando a blusa dele, o peitoral dele era bem definido, com alguns gominhos e uma especie de V no inicio de sua virilha.

As mãos de Fred se aventuram pelo corpo de Hanna, seus beijos passavam da boca até o pescoço. Até ele tirar o short que ela usava, deixando-a só de calcinha, ela por um momento trava.

— O que? – ele pergunta. – Se quiser eu paro, não quero...

— Não, não é isso, é por que eu nunca fiz isso na minha vida.

Ele deu um risinho malicioso pra ela e continuou a beijá-la, dessa vez ela não o fez parar, só deixou as coisas fluírem, no inicio sentiu um pouco de dor com a penetração, mas logo a dor foi tomada por prazer, pequenos gemidos saiam de sua boca e da boca de Fred, mas eles sempre tomavam cuidado para que ninguém os ouvisse. Então Fred se distancia um pouco dela, ela o abraça e os cobre com a capa de arqueiro, deixando algumas partes do corpo a mostra, mas não se importava. Dormiram ali mesmo.

Ainda era de noite quando Hanna sentiu alguma coisa fazendo cosquinha em seus pés, ela levantou rapidamente e viu que era Bruce, o cachorro estava tentando acorda-la, então ela percebeu que estava nua com somente a capa para se cobrir e Fred dormia levemente ao seu lado, ela o acorda e manda ele vestir a roupa, pois estava quase amanhecendo, se alguém os visse ali... Não queria nem imaginar. Eles se vestem e voltam para o quarto.

Na manhã seguinte Hanna levantara primeiro que todos, se vestiu e foi treinar um pouco, até que seus amigos chegam meia hora depois, um rubor sobe pra suas bochechas ao ver Fred, e ele percebendo o estado dela dá uma piscadinha seguida de um sorrisinho bastante sexy.

— Bom dia. – Diz ele.

— Dia. – ela responde não terminando a frase, pois sua voz vacilava.

Emma e Jorge nem perceberam, então cada um foi pra sua derivada tarefa, Emma e Jorge treinavam esgrima e Hanna tentava ensinar Fred a atirar com um arco. Então ele sussurra em seu ouvido.

— Então? O que achou?

— Então... – suas bochechas ficam mais vermelhas ainda. – Foi bo...

Ela ia continuar até que viu uma sombra na orla da floresta, fica paralisada ao ver aquela pessoa, mas não podia ser, ele olha pra ela e faz um leve movimento de cabeça indicando que ela o seguisse.

— Vou ali e já volto, fique aqui ok?

— Aonde você vai? –Perguntou Fred confuso.

— Ver uma coisa, não é nada... – ela deu um beijo nele. – E sim, eu gostei.

— O que eu perdi? – Perguntou Emma.

— Também estou me perguntando isso.

Não ligando para os amigos Hanna seguiu em direção a floresta, viu mais uma vez o garoto que seguiu reto nem dando confiança a ela, era como se fosse uma armadilha, mas ela nem ligou, seguiu o garoto por um bom tempo até que chegou a uma clareira bastante afastada do castelo. Chamou ninguém em especial, então decidiu ir embora...

— Noite bem agitada a de ontem não? – Perguntou a voz que ela conhecia tão bem.

Virou de uma vez e não acreditou no que estava vendo, como era possível aquilo?

— Sam?

— Achei que não iria me reconhecer. – Falou com um sorriso no rosto.

Notas finais
E ai, o que acharam?? u.u