Armadilha Do Destino.
7 Capítulo 7 - Mal Entendido.
Notas iniciais
PDV Isabella Swan.
Suspirei aliviada quando Caius entendeu minha motivação e minha preocupação para ir embora. Retornamos à mesa, peguei minha bolsa. Ele pediu a conta, pagou a garçonete, que sorriu satisfeita com a gorjeta, e me acompanhou até a saída.
- Para quem diz não saber dançar, você até que foi muito bem, gracejou quando chegamos juntos à calçada.
Revirei meus olhos.
- Não minta. Pisei nos seus pés várias vezes, retruquei, sentindo um ligeiro tremor de frio.
- A prática leva a perfeição, disse bem humorado.
- Não no meu caso, retruquei fazendo com que ele gargalhasse. — Obrigada pela noite, respondi com sinceridade.
Pela primeira vez um encontro marcado pela minha melhor amiga não havia sido um desastre total.
- Posso levá-la em casa?
Questionou ansioso.
- Não será preciso, vim de táxi, respondi me esquivando.
Ele aproximou-se afastando uma mecha dos meus cabelos do rosto e encostando os lábios em minha bochecha.
- Relaxe, você parece tensa. Não vou devorar você como um lobo mau.
Disse enquanto acariciava minha cintura com o polegar. “Mas bem que gostaria”, pensei comio mesma.
- Você sabe que tem um corpo simplesmente fantástico?
Seus olhos descendo para os meus seios, parando sobre os mamilos totalmente arrepiados contra o tecido do vestido devido à brisa fria que soprava.
- E esse vestido exibe todos os seus atributos de forma maravilhosa.
Estremeci involuntariamente. Ele então me envolveu com seus braços.
- Não trouxe um casaco?
Neguei com a cabeça, a respiração presa na garganta. A proximidade dos nossos corpos me incomodava.
- Tudo bem. Vamos chamar logo um táxi antes que você adoeça e acabe pegando uma pneumonia ou algo parecido.
Concordei. Ele fez sinal para um táxi que se aproximava e o veículo parou prontamente. Caius me conduziu até lá, abrindo a porta como um perfeito cavalheiro para que eu entrasse. Me acomodei e virei-me para ele.
- Amanhã estou indo para Phoenix a trabalho. Devo ficar lá uma semana mais ou menos. Assim que voltar a cidade ligo para você.
Ele não estava perguntando se poderia ligar, estava comunicando, afirmando que o faria. As borboletas se agitaram em meu estômago, revirando-o. Assenti brevemente e o carro deu partida. O motorista questinou sobre o endereço. Respondi automaticamente, baixando-me tirando as sandálias dos pés, flexionando-os. Encostei no banco fechando os olhos. Alguma coisa em meu íntimo dizia que a partir da noite de hoje minha vida iria mudar.
PDV Edward Cullen.
“O sofrimento consiste na energia vital aprisionada que se desprendeu do seu campo energético e se fez temporariamente autônoma, através de um processo artificial de identificação com a sua mente. Ele nada mais é do que o poder da sua presença e da sua consciência libertada das formas de pensamento. Portanto, lide com o passado no mesmo nível com que você lida com o presente”
Eu tinha lido aquilo num livro antigo e nessa hora a citação apareceu como um letreiro reluzente e brilhante em minha mente. Sim eu estava correndo atrás do sofrimento. Era uma atitude masoquista, mas era minha vontade, como uma compulsão. Dentro do meu volvo prateado, vi quando ele bateu a porta do táxi e o veículo começou a se afastar. Será que aquele homem não possuía um carro ou Bella apenas não aceitara que ele a levasse até em casa?! Mil perguntas passavam desgovernadas pela minha cabeça.
Dei a partida e segui o veículo que estacionou no centro diante de uma casa alegre, pintada de amarelo e branco, quinze minutos mais tarde. A arquitetura era antiga, mas a casa mostrava sinais de que era bem cuidada. Uma placa de madeira pendurada na lateral do imóvel em grandes letras de forma azuis dizia: Pousada Weber, Seja Bem Vindo. Franzi o cenho intrigado. Bella morava numa pousada?! Por quê?! Era mais conveniente morar num hotel simples do que ter sua própria residência?! Ou será que ela era um hóspede da pousada e estava na cidade apenas de passagem?! Bom, nem de longe o luxo de Twilight estava presente ali. Reduzi a velocidade e ultrapassei o táxi, estacionando pouco mais adiante, observando pelo retrovisor.
Ela saltou descalça, trazendo as sandálias na mão, o que me fez sorrir mesmo sem querer, pagou a corrida e despediu-se do motorista. Ela nunca gostara muito de sapatos, preferindo andar descalça ou até mesmo de chinelos pela fazenda. O táxi partiu. Ela caminhou até o terraço devagar, onde havia um balanço duplo com almofadas, abriu a bolsa de mão retirando um molho de chaves, abrindo a porta em seguida e desaparecendo do meu campo de visão. Suspirei pesadamente sem saber ao certo o que fazer, mas tendo a certeza de que permaneceria ali pelo resto da noite.
Vi quando as luzes da sala foram apagadas e as do andar de cima acenderam segundos depois. Vi o local muito mais tempo do que deveria. Verifiquei o relógio, já passava da uma da manhã. A rua estava completamente deserta àquela hora. Os carros tinham desaparecido de circulação, o bairro familiar antigo e central de Lexington estava vazio. Será que era ali que ela morava desde que fora embora de Caldwell?! Tão perto?! Pela conversa que escutei, ela havia partido logo depois de mim, quando ainda contava com quinze anos. E aquilo significava que suas pretensões de se unir a Jasper Whitlock haviam fracassado. O que teria acontecido afinal?!
Olhei no relógio em meu pulso. Fazia quarenta minutos que eu estava lá. Meus pensamentos voltaram a se atropelar em busca de resposta. Se Jasper a recusara tinha sido um grande tolo. Eu sabia o quão ardente Isabella podia ser na cama e só em pensar no corpo dela gemendo sob o meu outra vez, meu pau urrou. Eu precisava me aproximar de alguma forma.
Hum... Uma ideia maquiavélica começou a brotar na minha mente. Eu iria me aproximar dela, seduzi-la e depois a desprezaria, mandaria que fosse embora. Dei um meio sorriso no interior do veículo. Perfeito. Esse seria o plano e precisava agir rápido, antes que Bella desaparecesse da cidade e eu perdesse o foco. Àquela hora da noite, eu ainda me encontrava sentado no carro olhando para a janela de um quarto, onde provavelmente minha ex-amante estava dormindo, agindo como um tolo idiota apaixonado.
- Droga!
Esbravejei começando a suar quando observei que estava prestes a ser apanhado. Um carro patrulha da polícia do condado de Lexington parou exatamente atrás do volvo, enquanto eu me preparei para abrir a porta, pegando meus documentos no porta luvas. Um segundo depois dois rostos masculinos familiares empunhando duas armas em suas mãos, me encararam com preocupação, estranheza e surpresa em seus olhares.
- Edward?!
- Cara, você conseguiu assustar a Senhorita Weber! O que faz aqui afinal?
Paul e Seth falaram desligando suas lanternas e baixando suas armas, com expressão de consideração mútua em seus rostos.
- Oi rapazes.
- Oi, cara, disse Seth.
- Oi nada. Você acabou com a minha noite de folga, sabia? Portanto pode se preparar para pagar o restante das cervejas, emendou Paul esforçando-se para parecer irritado.
- Desculpe por estragar a noite de vocês dois.
Falei com sinceridade. Seth riu.
- Você tem sorte de não ter sido a noite do Xerife.
- É verdade, Edward, se fosse o seu irmão acho que ele arrancaria sua cabeça por estar aqui rondando A Pousada Weber.
- Foi à dona quem chamou vocês?! A Polícia de Caldwell agora atua aqui em Lexington também?
Perguntei curioso.
- Ângela Weber é a proprietária desta pousada. O imóvel é da família Weber há anos. Ela fez um chamado para a central há vinte minutos informando que havia um carro suspeito vigiando a casa, Disse Paul.
Suspirei. Eu não podia culpá-la por chamá-los com o crescente índice de violência atualmente. Seth prosseguiu:
- Como o Xerife daqui se aposentou, nós estamos dando uma força até que o novo Xerife venha para assumir o cargo. Era a nossa noite de folga, mas nós estávamos de sobre aviso para qualquer emergência.
- Mas o que está fazendo aqui?
Olhei para a casa escura mais uma vez.
- Longa história, respondi.
Paul arqueou as sobrancelhas.
- Algo que nós devamos saber?
- Um assunto inacabado, retruquei.
- Como assim?!
- Algo no meu passado, falei seco.
Seth soltou um assobio longo.
- Cara... Você e a senhorita Weber?! Uau! Por essa eu não esperava!
- Porra, Edward. Vê se age com mais cautela! A mulher estava pensando que você era um assaltante, um psicopata, maluco, agressor ou sei lá mais o quê!
Bradou Paul com sua cara feiosa. Revirei os olhos contando mentalmente até vinte e cinco, dando um longo suspiro quando os dois finalmente se calaram.
- Não conheço nenhuma senhorita Weber.
Respondi com tranquilidade. Os dois se entreolharam.
- Tem certeza sobre isso?
- Sim. Conheço uma mulher que entrou aí dentro, mas ela não se chama Ângela Weber, disse eu.
- E quem é ela?
- Bonita?
Um barulho abafado interrompeu os questionamentos indiscretos dos dois, chamando a nossa atenção. Nos viramos em direção à casa onde uma moça jovem de óculos e cabelos negros apareceu em uma das janelas, enrolada até o pescoço num cobertor, segurando firmemente um bastão de beisebol em uma das mãos. Precisei me esforçar para não rir diante da cena hilária.
- É ela?
Perguntei entre dentes.
- Não faço idéia, falou Paul.
– Também não a conheço.
Seth ergueu o polegar, deu um amplo sorriso e acenou para a jovem desconfiada na janela.
- Está tudo bem senhorita, foi apenas um mal entendido, disse Seth sorrindo para a mulher, que assentiu com a cabeça e fechou a janela na nossa cara.
- Acho melhor irmos terminar esta conversa em outro lugar, completou Paul.
- Também acho, respondi girando a chave e dando partida no carro.
- E aquela é a senhorita Weber sim, Edward, respondeu um sorridente Seth.
Foi à vez de Paul rolar os olhos.
- E você está aí doidinho para transar com ela, pelo jeito!
Disse acusadoramente. Seth era um grandessíssimo mulherengo.
- Desencana brother.
- Desencana porra nenhuma! Já não basta as três namoradas que você tem?! Sossega e deixa essa pobre mulher fora dos seus rolos!
Voltei-me para Seth sem esconder o riso.
- Três?!
- Uma em Caldwell, uma em Austin e uma aqui!
Exclamou Paul colocando sua arma no coldre.
- Posso saber como é que você consegue dar conta?!
Fiz questão de perguntar.
- Eu faço o que posso Edward, ele respondeu sorrindo.
- Você vai acabar sozinho e sem nenhuma, isso sim! Mulher é bicho esquisito irmão, quando elas cismam, sai de baixo!
Paul falava dando ênfase as palavras, querendo dar uma lição no amigo.
- Eu não posso fazer nada se o meu coração não me obedece e se apaixona facilmente...
Gargalhei com a expressão cínica que o Seth fez, como se aquilo fosse à coisa mais normal a natural do mundo. Paul bufou.
- Agora vamos embora daqui porque você está me devendo uma rodada dupla de cervejas Edward, disse ele maneando a cabeça com desgosto, afastando-se em direção ao carro patrulha.
No dia seguinte...
PDV Narrador.
Bela levantou cedo, foi até a cozinha preparando uma jarra de café preto forte e foi ao escritório no andar térreo da pousada quase caindo para trás ao abrir a porta do cômodo e encontrar sua melhor amiga dormindo toda torta no pequeno e desconfortável sofá de couro de dois lugares, de camisola e pantufas fofas, agarrada com um taco de beisebol que havia sido do seu pai, o falecido Sr. Weber.
- Ângela! O que faz aqui?
Perguntou assustada. Desorientada pelo sono e pela noite mal dormida, Ângela balbuciou alguma coisa sem sentido, sentando-se em seguida, esticando as pernas para frente. Seus olhos estavam vermelhos, com grandes olheiras ao redor, seus cabelos desgrenhados, seu rosto amassado.
- Nossa, você está horrível, disse Bella entregando-lhe a xícara de café fumegante que trazia nas mãos.
- Nem me fale. Obrigada pelo café.
- Por nada. Vou buscar um para mim na cozinha e já volto.
Ângela concordou e deu alguns goles na bebida quente, esticando-se toda, tentando se espreguiçar.
- Ai...
Gemeu ao escutar um estalo em sua coluna.
- Pudera estar com dor. Você dormiu nesse aperto a noite inteira?!
- Mais ou menos, respondeu pegando os óculos sobre a escrivaninha e ajeitando-os no rosto.
- O que aconteceu?
Bella quis saber.
- Ai... Acho que vou precisar de um massoterapeuta com urgência. Como foi o seu encontro?
A outra retrucou.
- Primeiro eu, disse Bella.
Ângela suspirou pesadamente.
- Eu havia me deitado há pouco tempo quando ouvi você chegar. Como não sabia se você estava sozinha ou acompanhada, resolvi dar um tempo antes de vir até a cozinha tomar um copo d’água. Foi quando eu o vi.
- Viu quem?
Bella insistiu.
- Um carro esporte prateado novo em folha, parado logo aí na frente. Havia um homem de chapéu de cowboy dentro dele.
- Quase todos os homens aqui no Texas usam chapéus assim Angie.
Ela olhou para a amiga como se estivesse diante de um ET.
- Não subestime minha inteligência, querida. Eu fiquei olhando-o por alguns minutos e percebi que ele estava observando com muita atenção a nossa pousada. Ele ficou sentado no carro um tempão, espreitando lá fora e parecia bastante interessado.
Bella alarmou-se.
- Interessado? Como assim? Em que?
-E como é que eu vou saber?! Fiquei com medo e resolvi ligar para a polícia.
- Ângela! Por que não me chamou?! Podia ser um bandido, um assaltante, um assassino...
- Por isso mesmo chamei a polícia.
Bella sentou ao seu lado para ouvir com atenção e receio o restante da história.
- E?
- Uma viatura chegou logo depois e o abordou, mas pelo que eu notei, acho que era alguém que eles conheciam.
- É mesmo?
- Sim, pois conversaram um pouco. Logo depois quando eu apareci na janela, o sexy policial Seth Clearwater me garantiu que tudo não passou de um mal entendido, que eu podia ficar sossegada. Depois que eles foram todos embora e eu vim até aqui ficar de vigia.
Disse mostrando a amiga o bastão.
- Policial sexy?
- Extremamente, respondeu fazendo uma cara animada.
Bella ergueu os braços para o alto.
- Você é maluca.
Bella falou sorrindo. Ela devolveu o sorriso amigo.
- Já fui chamada de coisas piores, acredite. Mas me diga como foi seu encontro com o dentista bonitão ontem à noite. Já roí as unhas de curiosidade, falou mostrando sua mão esquerda onde as unhas tinham sido totalmente destruídas pelos dentes.
- Foi agradável, Bella respondeu.
Os olhos de Ângela se arregalaram.
- O que?! Quer dizer que não foi um desastre total como os outros?!
- Eu diria que foi um meio desastre
- Bella! Que maravilha!
- Auto lá, disse antes que a amiga se entusiasmasse ainda mais.
- Ham?
-Não aconteceu nada. Nós conversamos e eu pude ver que ele é uma boa pessoa.
- Como assim uma boa pessoa?! Que raio de encontro foi esse?! Não houve beijos, abraços, nada?!
- Absolutamente nada.
Respondeu com uma calma que lhe era peculiar.
- Arg! Pensei que Cauis fosse mais enérgico
Ângela bradou.
- Oh, eu ia me esquecendo... Aconteceu uma coisa sim...
Os olhos e Ângela brilharam ao escutar aquelas palavras.
- Me deu uma vontade louca de voltar para casa e apertar com toda força o pescoço da minha melhor amiga sem piedade, até que ela perdesse o fôlego e tombasse desacordada no chão.
A boca de sua sócia escancarou.
- E eu teria feito isso com muito prazer no momento em que Caiu me disse “Ângela me contou sobre a sua dificuldade de se relacionar com outros homens após a decepção que sofreu com o pai de sua filha, Bella. Sua amiga me confidenciou o quanto ele te fez sofrer...”
Ângela engoliu em seco encolhendo-se sob o olhar raivoso de Isabella.
- Como você pôde?!
Perguntou magoada.
- Foi para o seu bem, defendeu-se.
- Para o meu bem?! Como assim?! Você me expôs para um estranho Ângela, para um completo estranho!
A raiva começou a brotar no íntimo de Isabella.
- Desculpe Bella, mas eu não suportava mais ver você se privando de viver. Eu tinha de fazer alguma coisa. Aposto que um dia você ainda vai me agradecer por isso.
- Agradecer?! De jeito nenhum! Não se brinca com os sentimentos das pessoas desta forma. Você sabe como eu fiquei devastada com tudo o que aconteceu.
- Por isso mesmo! Conversei com o Caius sim. Ele tinha que saber que você não é uma mulher qualquer. Eu avisei que ele deveria ir com calma, e se quer saber, não me arrependo nem um pouco.
Bella fuzilou-a com o olhar e deu-lhe as costas, alcançando a maçaneta da porta e falando por sobre o seu ombro.
- Escute bem o que vou te dizer Ângela, pois não tornarei a repetir. Nunca mais arranje um encontro para mim porque eu não vou, nem que para isto eu precise magoar minha filha me mudando daqui ou tomar alguma outra atitude drástica. Você é minha melhor amiga, mas pode parar de bancar o cupido. Bote na sua cabeça de uma vez por todas que da minha vida cuido eu. Você entendeu?
Balançando a cabeça desolada, Ângela assentiu, pois jamais vira a amiga tão irritada quanto agora.
- Tudo bem Bella, como quiser. Mas e quanto a Caius?
Ângela questionou ignorando aquela última parte da conversa.
- Ele agora é um problema meu, disse com secura e saindo do escritório batendo a porta atrás de si.
Notas finais
-
Kakah L S.
mirinha25.
jjbebe.
Stéphanie Cruz.
Belatrix Cullen.
ju beija flor.
Sandy Beatriiz.
-
Obrigado Garotas principalmente por estas que lembram que tem uma beta aqui postando para vocês. Um beijo especial.
-
Agora Falando do Cap. de Hoje, meninas gostei de ver a Bella por a Angela no lugar dela em. Agora o que será que o Edward vai fazer? Será que ele vai se hospedar na pousada? ou Será ? ?? ? ?.kkkkk
Beijos docinhos..
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